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    <dcterms:title><![CDATA[Um dos primeiros divórcios do Distrito Federal.]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[Divórcio]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Primeiros julgados]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Lei 6.515 de 26 de dezembro de 1977]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Dissolução de casamento]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Primeiro divórcio]]></dcterms:subject>
    <dcterms:description><![CDATA[Encarte informativo sobre o Processo Histórico 3269/78 sobre um dos primeiros divórcios julgados no Distrito Federal.]]></dcterms:description>
    <dcterms:abstract><![CDATA[Trata-se de um dos primeiros divórcios decretados pelo TJDFT. Após 23 anos de matrimônio e amparado pela Lei Federal nº 6.515, de 26 de dezembro de 1977 (Lei do Divórcio), o autor ingressou, em 27/02/1978, com a ação de divórcio obtendo sentença favorável em março de 1982.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[1978]]></dcterms:date>
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    <dcterms:title><![CDATA[Caso Arnon de Mello - Ação Penal Pública n. 967/1963 ]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[Assassinato]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Tiroteio dentro do Congresso]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Morte do Senador José Kairala]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Pai do ex-presidente Fernando Collor de Mello]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Senador Silvestre Péricles]]></dcterms:subject>
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    <dcterms:subject><![CDATA[Ação Penal Pública n. 967/1963 ]]></dcterms:subject>
    <dcterms:description><![CDATA[Encarte sobre o caso Arnon Mello]]></dcterms:description>
    <dcterms:abstract><![CDATA[Em 4/12/63, o Senador Arnon de Mello proferiu um discurso na bancada do Senado, em resposta ao discurso anterior do Senador Silvestre Péricles. Durante a explanação, os dois fizeram o gesto de sacar uma arma do bolso, mas apenas Arnon de Mello de fato retirou uma arma de fogo, disparando-a, sem qualquer mira, na direção de Silvestre que se abaixou rapidamente. Os tiros, porém, acertaram o Senador pelo estado do Acre, José Kairala, que faleceu horas depois.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT]]></dcterms:creator>
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    <dcterms:date><![CDATA[1963]]></dcterms:date>
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    <dcterms:title><![CDATA[ Caso  Ana Lídia]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[Álvaro Braga e Eloyza Rossi Braga]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Álvaro Henrique Braga e Raimundo Lacerda Duque]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Violência]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[7ª Vara Criminal e no Tribunal do Júri Brasília]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Sequestro e morte]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Ação Penal Pública n. A0001948/1985 (00000549/74) -]]></dcterms:subject>
    <dcterms:description><![CDATA[Encarte sobre o caso Ana Lídia - Ação Penal Pública n. A0001948/1985 (00000549/74) -]]></dcterms:description>
    <dcterms:abstract><![CDATA[O sequestro e o assassinato de uma criança ocorridos durante a década de setenta comoveram a população da nova Capital. Em 11/9/1973, por volta de 13h50, Ana Lídia Braga, sete anos de idade, filha caçula dos servidores públicos Álvaro Braga e Eloyza Rossi Braga, desapareceu na porta do colégio Madre Carmen Salles, na L2 Norte. O corpo foi encontrado no dia seguinte, 12/9, próximo à UnB. O inquérito policial apontou como responsáveis pelo crime Álvaro Henrique Braga, irmão da vítima e Raimundo Lacerda Duque. O processo tramitou na 7ª Vara Criminal e no Tribunal do Júri Brasília.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[1973]]></dcterms:date>
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    <dcterms:title><![CDATA[Inquérito Policial Militar - Caso João Goulart]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[João Belchior Marques Goulart, Evandro Cavalcanti Lins e Silva, Israel Pinheiro da Silva, Barbosa Lima Sobrinho, Paulo Baeta Neves, Edilson Cid Varela]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Companhia Urbanizadora da Nova Capital - NOVACAP]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Ditadura Militar]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Lawfare]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Processos 5298/65 e 38933/66 ]]></dcterms:subject>
    <dcterms:description><![CDATA[Encarte sobre o IPM que perseguiu o ex-presidente João Goulart]]></dcterms:description>
    <dcterms:abstract><![CDATA[Durante o período inicial do Regime Militar no Brasil, em 1965, o ex-presidente da República João Goulart – Jango foi indiciado em Inquérito Policial Militar - IPM, sob acusações relacionadas a um suposto peculato por ele praticado durante seu governo, envolvendo a Companhia Urbanizadora da Nova Capital - NOVACAP]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT]]></dcterms:creator>
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    <dcterms:date><![CDATA[1967]]></dcterms:date>
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    <dcterms:title><![CDATA[Caso Sílvio Hollembach - ariranha do zoológico]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[Adilson Florência da Costa]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Bravura]]></dcterms:subject>
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    <dcterms:subject><![CDATA[Processo 941/1978]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[“onça-d’água”, “lontra-gigante” e “lobo-do-rio”]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Hospital das Forças Armadas – HFA]]></dcterms:subject>
    <dcterms:description><![CDATA[Encarte sobre o caso do sargento Sílvio Delmar Hollembach que morreu ao salvar uma criança do ataque de ariranha no Zoológico de Brasília]]></dcterms:description>
    <dcterms:abstract><![CDATA[O Sargento Sílvio Hollembach morreu após salvar uma criança do ataque de ariranhas no Zoológico de Brasília. O ato heróico do militar comoveu o Brasil e o mundo. Após 10 anos do fato, a Promotoria de Justiça solicitou o arquivamento dos autos, alegando “não ocorrência de circunstâncias dolosas ou culposas por parte de terceiros”. Em 25/8/1987, o então Juiz de Direito da 4ª Vara Criminal, Otávio Augusto Barbosa, acatou o pedido de arquivamento, mas destacou em sua sentença o “ato de bravura e heroísmo” do Sargento, cuja morte “foi lamentada por toda Brasília.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[1978]]></dcterms:date>
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    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
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