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<rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/516">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=chd4gnDeVcM" rel="noopener" target="_blank" title="História Oral  - Juíza Léa Martins Sales Ciarlini">Programa História Oral - <span>Juíza Léa Martins Sales Ciarlini</span></a></strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O <strong>Programa História Oral</strong> é uma ferramenta que tem como objetivo constituir o acervo histórico do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, fomentado na reflexão dos personagens que participaram, ou ainda participam, da trajetória do Tribunal de Justiça e que contam, em entrevistas espontâneas e descontraídas, seu papel na história do TJDFT. <br /><br />O programa teve início em 2008 com a desembargadora Maria Thereza Braga Haynes e seguiu até 2010. Em 2014, o programa História Oral foi retomando pela 1ª Vice-Presidência do TJDFT, e, desde então, novos depoimentos que resgatam a história da Justiça no Distrito Federal e nos Territórios foram realizados e incluídos ao acervo. Essa ação visa manter a história viva do Judiciário da capital e está disponível nos vídeos a seguir. Outras entrevistas, com novos importantes personagens, estão em fase de planejamento para no futuro se somarem à trajetória da Justiça que é contada pelo Programa História Oral. <br /><br /></div>]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><strong><span>O Desembargador Roberval Belinati entrevista a&nbsp;Juíza Léa Martins Sales Ciarlini<br /><br /><br /></span></strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=chd4gnDeVcM" title="História Oral  - Juíza Léa Martins Sales Ciarlini"><strong>Acesse aqui a íntegra desta entrevista para o Programa História Oral. </strong> </a><br /><br /></div>]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT </spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">11/03/2026</div>]]></dcterms:date>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/535">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=-1iNQ4kQz5I" rel="noopener" target="_blank">Programa História Oral - Servidor Fernando Assis de Freitas</a></strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O <strong>Programa História Oral</strong> é uma ferramenta que tem como objetivo constituir o acervo histórico do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, fomentado na reflexão dos personagens que participaram, ou ainda participam, da trajetória do Tribunal de Justiça e que contam, em entrevistas espontâneas e descontraídas, seu papel na história do TJDFT. <br /><br />O programa teve início em 2008 com a desembargadora Maria Thereza Braga Haynes e seguiu até 2010. Em 2014, o programa História Oral foi retomando pela 1ª Vice-Presidência do TJDFT, e, desde então, novos depoimentos que resgatam a história da Justiça no Distrito Federal e nos Territórios foram realizados e incluídos ao acervo. Essa ação visa manter a história viva do Judiciário da capital e está disponível nos vídeos a seguir. Outras entrevistas, com novos importantes personagens, estão em fase de planejamento para no futuro se somarem à trajetória da Justiça que é contada pelo Programa História Oral. <br /><br /></div>]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><strong><span>O Desembargador Roberval Belinati entrevista o Servidor Fernando Assis de Freitas.<br /><br /></span></strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=-1iNQ4kQz5I" target="_blank" rel="noopener" title="Servidor Fernando Assis de Freitas"><strong>Acesse aqui a íntegra desta entrevista para o Programa História Oral. </strong></a> <br /><br /></div>]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT </spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">12/03/2026</div>]]></dcterms:date>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/559">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=NJyGNc7NOIU" rel="noopener" target="_blank">Programa História Oral - Desembargador Arquibaldo Carneiro Portela.</a></strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O <strong>Programa História Oral</strong> é uma ferramenta que tem como objetivo constituir o acervo histórico do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, fomentado na reflexão dos personagens que participaram, ou ainda participam, da trajetória do Tribunal de Justiça e que contam, em entrevistas espontâneas e descontraídas, seu papel na história do TJDFT. <br /><br />O programa teve início em 2008 com a desembargadora Maria Thereza Braga Haynes e seguiu até 2010. Em 2014, o programa História Oral foi retomando pela 1ª Vice-Presidência do TJDFT, e, desde então, novos depoimentos que resgatam a história da Justiça no Distrito Federal e nos Territórios foram realizados e incluídos ao acervo. Essa ação visa manter a história viva do Judiciário da capital e está disponível nos vídeos a seguir. Outras entrevistas, com novos importantes personagens, estão em fase de planejamento para no futuro se somarem à trajetória da Justiça que é contada pelo Programa História Oral. <br /><br /></div>]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><strong><span>O Desembargador Roberval Belinati entrevista o Desembargador Arquibaldo Carneiro Portela.<br /><br /></span></strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=NJyGNc7NOIU
" target="_blank" rel="noopener" title="NOME DO ENTREVISTADO COM TRATAME Desembargador Arquibaldo Carneiro Portela
"><strong>Acesse aqui a íntegra desta entrevista para o Programa História Oral. </strong></a> <br /><br /></div>]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT </spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">19/03/2026</div>]]></dcterms:date>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/567">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=VVZzfpBqJpA" rel="noopener" target="_blank">Programa História Oral - Juiz Aimar Neres de Matos.</a></strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O <strong>Programa História Oral</strong> é uma ferramenta que tem como objetivo constituir o acervo histórico do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, fomentado na reflexão dos personagens que participaram, ou ainda participam, da trajetória do Tribunal de Justiça e que contam, em entrevistas espontâneas e descontraídas, seu papel na história do TJDFT. <br /><br />O programa teve início em 2008 com a desembargadora Maria Thereza Braga Haynes e seguiu até 2010. Em 2014, o programa História Oral foi retomando pela 1ª Vice-Presidência do TJDFT, e, desde então, novos depoimentos que resgatam a história da Justiça no Distrito Federal e nos Territórios foram realizados e incluídos ao acervo. Essa ação visa manter a história viva do Judiciário da capital e está disponível nos vídeos a seguir. Outras entrevistas, com novos importantes personagens, estão em fase de planejamento para no futuro se somarem à trajetória da Justiça que é contada pelo Programa História Oral. <br /><br /></div>]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><strong><span>O Desembargador Roberval Belinati entrevista o Juiz Aimar Neres de Matos .<br /><br /></span></strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=VVZzfpBqJpA" target="_blank" rel="noopener" title="&quot;Juiz" aimar="" neres="" de="" matos=""><strong>Acesse aqui a íntegra desta entrevista para o Programa História Oral. </strong></a> <br /><br /></div>]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT </spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">20/03/2026</div>]]></dcterms:date>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/568">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=LTHR9uy6v4k" rel="noopener" target="_blank">Programa História Oral - Juiz Luis Martius Holanda Bezerra Junior.</a></strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O <strong>Programa História Oral</strong> é uma ferramenta que tem como objetivo constituir o acervo histórico do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, fomentado na reflexão dos personagens que participaram, ou ainda participam, da trajetória do Tribunal de Justiça e que contam, em entrevistas espontâneas e descontraídas, seu papel na história do TJDFT. <br /><br />O programa teve início em 2008 com a desembargadora Maria Thereza Braga Haynes e seguiu até 2010. Em 2014, o programa História Oral foi retomando pela 1ª Vice-Presidência do TJDFT, e, desde então, novos depoimentos que resgatam a história da Justiça no Distrito Federal e nos Territórios foram realizados e incluídos ao acervo. Essa ação visa manter a história viva do Judiciário da capital e está disponível nos vídeos a seguir. Outras entrevistas, com novos importantes personagens, estão em fase de planejamento para no futuro se somarem à trajetória da Justiça que é contada pelo Programa História Oral. <br /><br /></div>]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><strong><span>O Desembargador Roberval Belinati entrevista o Juiz Luis Martius Holanda Bezerra Junior.<br /><br /></span></strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=LTHR9uy6v4k" target="_blank" rel="noopener" title="Juiz Luis Martius Holanda Bezerra Junior"><strong>Acesse aqui a íntegra desta entrevista para o Programa História Oral. </strong></a> <br /><br /></div>]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT </spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">25/03/2026</div>]]></dcterms:date>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/574">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=zLspvpMhEfM" rel="noopener" target="_blank">Programa História Oral - Desembargador Silvanio Barbosa Dos Santos.</a></strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O <strong>Programa História Oral</strong> é uma ferramenta que tem como objetivo constituir o acervo histórico do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, fomentado na reflexão dos personagens que participaram, ou ainda participam, da trajetória do Tribunal de Justiça e que contam, em entrevistas espontâneas e descontraídas, seu papel na história do TJDFT. <br /><br />O programa teve início em 2008 com a desembargadora Maria Thereza Braga Haynes e seguiu até 2010. Em 2014, o programa História Oral foi retomando pela 1ª Vice-Presidência do TJDFT, e, desde então, novos depoimentos que resgatam a história da Justiça no Distrito Federal e nos Territórios foram realizados e incluídos ao acervo. Essa ação visa manter a história viva do Judiciário da capital e está disponível nos vídeos a seguir. Outras entrevistas, com novos importantes personagens, estão em fase de planejamento para no futuro se somarem à trajetória da Justiça que é contada pelo Programa História Oral. <br /><br /></div>]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><strong><span>O Desembargador Roberval Belinati entrevista o Desembargador Silvanio Barbosa Dos Santos.<br /><br /></span></strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=zLspvpMhEfM" target="_blank" rel="noopener" title="Desembargador Silvanio Barbosa Dos Santos"><strong>Acesse aqui a íntegra desta entrevista para o Programa História Oral. </strong></a> <br /><br /></div>]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT </spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">26/03/2026</div>]]></dcterms:date>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/577">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=l6MNiFtEybY" rel="noopener" target="_blank">Programa História Oral - Juíza Oriana Piske de Azevedo Barbosa.</a></strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O <strong>Programa História Oral</strong> é uma ferramenta que tem como objetivo constituir o acervo histórico do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, fomentado na reflexão dos personagens que participaram, ou ainda participam, da trajetória do Tribunal de Justiça e que contam, em entrevistas espontâneas e descontraídas, seu papel na história do TJDFT. <br /><br />O programa teve início em 2008 com a desembargadora Maria Thereza Braga Haynes e seguiu até 2010. Em 2014, o programa História Oral foi retomando pela 1ª Vice-Presidência do TJDFT, e, desde então, novos depoimentos que resgatam a história da Justiça no Distrito Federal e nos Territórios foram realizados e incluídos ao acervo. Essa ação visa manter a história viva do Judiciário da capital e está disponível nos vídeos a seguir. Outras entrevistas, com novos importantes personagens, estão em fase de planejamento para no futuro se somarem à trajetória da Justiça que é contada pelo Programa História Oral. <br /><br /></div>]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><strong><span>O Desembargador Roberval Belinati entrevista a Juíza Oriana Piske de Azevedo Barbosa.<br /><br /></span></strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=l6MNiFtEybY" target="_blank" rel="noopener" title="Juíza Oriana Piske de Azevedo Barbosa"><strong>Acesse aqui a íntegra desta entrevista para o Programa História Oral. </strong></a> <br /><br /></div>]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT </spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">30/03/2026</div>]]></dcterms:date>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/586">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=YiCnABeM5vs" rel="noopener" target="_blank">Programa História Oral - Juiz José Ronaldo Rossato.</a></strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O <strong>Programa História Oral</strong> é uma ferramenta que tem como objetivo constituir o acervo histórico do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, fomentado na reflexão dos personagens que participaram, ou ainda participam, da trajetória do Tribunal de Justiça e que contam, em entrevistas espontâneas e descontraídas, seu papel na história do TJDFT. <br /><br />O programa teve início em 2008 com a desembargadora Maria Thereza Braga Haynes e seguiu até 2010. Em 2014, o programa História Oral foi retomando pela 1ª Vice-Presidência do TJDFT, e, desde então, novos depoimentos que resgatam a história da Justiça no Distrito Federal e nos Territórios foram realizados e incluídos ao acervo. Essa ação visa manter a história viva do Judiciário da capital e está disponível nos vídeos a seguir. Outras entrevistas, com novos importantes personagens, estão em fase de planejamento para no futuro se somarem à trajetória da Justiça que é contada pelo Programa História Oral. <br /><br /></div>]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><strong><span>O Desembargador Roberval Belinati entrevista o Juiz José Ronaldo Rossato.<br /><br /></span></strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=YiCnABeM5vs" target="_blank" rel="noopener" title="Juiz José Ronaldo Rossato"><strong>Acesse aqui a íntegra desta entrevista para o Programa História Oral. </strong></a> <br /><br /></div>]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT </spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">10/04/2026</div>]]></dcterms:date>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/593">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=JrS0n_mZx48" rel="noopener" target="_blank">Programa História Oral - Servidor José Rodrigues Costa Neto</a></strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O <strong>Programa História Oral</strong> é uma ferramenta que tem como objetivo constituir o acervo histórico do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, fomentado na reflexão dos personagens que participaram, ou ainda participam, da trajetória do Tribunal de Justiça e que contam, em entrevistas espontâneas e descontraídas, seu papel na história do TJDFT. <br /><br />O programa teve início em 2008 com a desembargadora Maria Thereza Braga Haynes e seguiu até 2010. Em 2014, o programa História Oral foi retomando pela 1ª Vice-Presidência do TJDFT, e, desde então, novos depoimentos que resgatam a história da Justiça no Distrito Federal e nos Territórios foram realizados e incluídos ao acervo. Essa ação visa manter a história viva do Judiciário da capital e está disponível nos vídeos a seguir. Outras entrevistas, com novos importantes personagens, estão em fase de planejamento para no futuro se somarem à trajetória da Justiça que é contada pelo Programa História Oral. <br /><br /></div>]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><strong><span>O Desembargador Roberval Belinati entrevista o Servidor José Rodrigues Costa Neto <br /><br /></span></strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=JrS0n_mZx48" target="_blank" rel="noopener" title="Servidor José Rodrigues Costa Neto"><strong>Acesse aqui a íntegra desta entrevista para o Programa História Oral. </strong></a> <br /><br /></div>]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT </spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">13/04/2026</div>]]></dcterms:date>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/22">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano XI, nº 59, jun/dez de 2021</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[O Psicossocial no TJDFT]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Serviço psicossocial]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Psicóloga]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Psicólogo]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Assistente social]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[<div style="text-align: justify;">A edição nº 59 do Informativo Histórico Monumentum homenageia as psicólogas, psicólogos, assistentes sociais e demais profissionais que atuaram e atuam no Serviço Psicossocial da Casa. Ao longo dos anos, com o desenvolvimento e consolidação do fazer Psicossocial na Justiça, é notório o valor do subsídio entregue aos magistrados. Observou-se também que, além de auxiliar na oferta de uma prestação jurisdicional mais justa e efetiva, o trabalho psicossocial oportuniza um olhar cada vez mais humanizado àqueles envolvidos nas ações judiciais, contribuindo para a missão do Tribunal de garantir os direitos do cidadão e a paz social por meio da solução célere, transparente e ética dos conflitos. <br /><br /></div>]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional – NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">12/2021</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
    <dcterms:language><![CDATA[pt_BR]]></dcterms:language>
    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/23">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano XI, nº 58, jan/mai de 2021</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[A instalação do PJE  (Processo Judicial Eletrônico) no TJDFT: modernizar é parte do processo.]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Processo Judicial Eletrônico]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[ Lei 11.419/2006]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Resolução 185/2013, do Conselho Nacional de Justiça – CNJ]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[<div style="text-align: justify;">A edição nº 58 do informativo Monumentum apresenta a história do Processo Judicial Eletrônico – PJe no âmbito do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios. O sistema foi implantado inicialmente nos Juizados Especiais de Brasília em 25 de julho de 2014, e passou a estar presente em 100% dos órgãos julgadores do TJDFT em 14 de novembro de 2019, ao ser implementado na Turma de Uniformização. Nestes quase sete anos de funcionamento, a história do PJe vem sendo escrita no cotidiano de trabalho da instituição e nas relações com os jurisdicionados e outros órgãos. Tudo isso em busca de eficiência e de um atendimento de qualidade, para promoção da paz social.<br /><br /></div>]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">05/2021</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
    <dcterms:language><![CDATA[pt_BR]]></dcterms:language>
    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/24">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano X, nº 57, mai/dez de 2020</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Justiça do Distrito Federal: um retrato dos quatro primeiros meses]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[sexagésimo aniversário]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[História do TJDFT]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Funcionamento]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O TJDFT celebrou seu sexagésimo aniversário neste ano de 2020. Nesta edição, o informativo histórico Monumentum traz um retrato do funcionamento da Justiça do DF nos primeiros quatro meses. Ou seja, durante o período que decorreu entre a inauguração da cidade e a efetiva instalação da Corte, ocorrida no início do mês de setembro do ano de 1960. Nessas seis décadas de existência, a Corte orgulha-se de ter superado as adversidades impostas, bem como de ter se modernizado e aprimorado para oferecer uma prestação jurisdicional célere e eficiente.<br /><br /></div>]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">12/2020</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
    <dcterms:language><![CDATA[pt_BR]]></dcterms:language>
    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/25">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano X, nº 56, jan/abr de 2020</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Biblioteca do TJDFT: uma história de preservação e acesso ao conhecimento]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O Informativo Histórico Monumentum 56 traz a história da Biblioteca do TJDFT, que teve início com a própria trajetória do Tribunal em Brasília, em 1960. Inicialmente instalada no Bloco 6 da Esplanada dos Ministérios, primeira casa da Justiça local, a Biblioteca permaneceu ali por nove anos até ser transferida, em 1969, para o Palácio da Justiça Ruy Barbosa, no Eixo Monumental, com a inauguração da nova sede do TJDFT. No novo espaço, ocupou o 3º andar e vivenciou, ao longo de sua história, ampliações e melhoramentos em sua estrutura e acervo.<br /><br /></div>]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[História]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Preservação]]></dcterms:subject>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">04/2020</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
    <dcterms:language><![CDATA[pt_BR]]></dcterms:language>
    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/26">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano IX, nº 55, out/dez de 2019</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Centenário de nascimento do desembargador José Júlio Leal Fagundes: magistrado da primeira composição do TJDFT]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Desembargador José Júlio Leal Fagundes]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Magistrado]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Primeira composição ]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[<div style="text-align: justify;">A edição nº 55 do Informativo Histórico Monumentum homenageia o centenário de nascimento do desembargador José Júlio Leal Fagundes, um dos primeiros magistrados desta Casa de Justiça. Ele nasceu em 26/09/1919, em Porto Alegre (RS), e iniciou sua carreira no Rio de Janeiro, passando por diversos cargos públicos, até se tornar juiz e se aventurar na mudança da capital do País para Brasília. No DF, foi Presidente do TRE e do TJDFT, além de ter se destacado como professor de Direito Administrativo.<br /><br /></div>]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">12/2019</div>]]></dcterms:date>
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    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/28">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano IX, nº 54, maio/set de 2019</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Do Arraial de Santa Luzia a Brasília: uma história sobre o desembargador José Dilermando Meireles, homem das letras e da cultura]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Desembargador José Dilermando Meireles]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Academia Brasileira de Ciências, Artes e Letras da Magistratura – BACALM.]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[A edição nº 54 do Informativo Histórico Monumentum homenageia o Desembargador José Dilermando Meireles, indicado pelo TJDFT para patrono da Academia Brasileira de Ciências, Artes e Letras da Magistratura – ABACALM. Considerado homem das letras, cultor do vernáculo, escritor, poeta, ensaísta e memorialista, José Dilermando serviu à sociedade das mais diversas formas durante sua extensa vida profissional. Foi advogado, servidor público, político, promotor de justiça e magistrado.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">09/2019</div>]]></dcterms:date>
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</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/29">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano IX, nº 53, mar /abr de 2019</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Centenário de nascimento do desembargador Milton Sebastião Barbosa uma personalidade das leis, das artes e dos esportes]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Milton Sebastião Barbosa]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Aniversário]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Ministério Público - MP]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Desembargador]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Quinto constitucional]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[No mês em que se comemora o centenário de nascimento do saudoso desembargador do TJDFT que dá nome ao Fórum de Brasília, Milton Sebastião Barbosa, o Informativo Histórico Monumentum presta singela homenagem a esse multifacetado intelectual. Nascido em 07/03/1919, em Andradas/ MG, ele foi um homem com diversos interesses. Proveniente da carreira do Ministério Público - MP, o desembargador ingressou no TJDFT, em 1967, na primeira vaga do quinto constitucional destinada a membros do MP.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">03/2019</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">04/2019</div>]]></dcterms:date>
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    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/30">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano IX, nº 52, jan/fev de 2019</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Os Três Mosqueteiros: juízes do 1º concurso da magistratura do TJDFT]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[História]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Concurso]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Carreira da magistratura]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Juiz de Direito Substituto]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Os Três Mosqueteiros]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Mário Dante Guerrera]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Waldir Meuren]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Jorge Duarte de Azevedo]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[Nesta edição, o Informativo Histórico Monumentum narra a história do primeiro concurso para carreira da magistratura realizado pelo TJDFT na nova capital. Conta, também, fatos históricos e biográficos sobre os três desembargadores do TJDFT, que, por meio da aprovação nesse concurso, tomaram posse no cargo de Juiz de Direito Substituto. Carinhosamente apelidados de Os Três Mosqueteiros, em referência ao cânone literário do romancista francês Alexandre Dumas, foram eles: Mário Dante Guerrera, Waldir Meuren e Jorge Duarte de Azevedo.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">01/2019</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">02/2019</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
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</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/52">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano VIII, nº 51, out/nov/dez de 2018</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Programa História Oral: Memória viva de personagens que participaram, ou ainda participam, da trajetória do TJDFT]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Programa História Oral]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Entrevista]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Personalidades pioneiras da Justiça]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Trejetória do TJDFT]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Conversa]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Diálogo]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[Nesta edição, o Informativo Histórico Monumentum convida seus leitores a conhecerem o Programa História Oral do TJDFT. Trata-se de um conjunto de entrevistas com ilustres personalidades pioneiras da Justiça local, que participaram, ou que ainda participam ativamente da trajetória do Tribunal de Justiça do DF. As conversas, gravadas em vídeo, são conduzidas de maneira descontraída, resultando em uma fala espontânea e agradável para quem as assiste.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">10/2018</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">11/2018</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">12/2018</div>]]></dcterms:date>
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</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/53">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano VIII nº 50 - Agosto a Setembro de 2018</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Justiça à Arte: obras que inspiram o Judiciário de Brasília]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Pinacoteca]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Obras de arte]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Inspiração]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Acervo]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Museu]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Memorial]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Exposição]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[Nesta edição, o Informativo Histórico Monumentum faz uma ode à arte. Nas oito páginas do Informativo, o leitor poderá conhecer outro aspecto da Justiça do DF, que tem uma das mais importantes e valiosas pinacotecas de arte da capital, com obras, inclusive, de consagrados pintores brasileiros. São peças que inspiram magistrados, jurisdicionados, servidores, usuários e colaboradores em geral do sistema de justiça. Vale a pena ler e conferir!]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">08/2018</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">09/2018</div>]]></dcterms:date>
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</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/54">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano VIII nº 49 - Maio/Junho de 2018</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[O Famoso e Polêmico Caso do “Roubo” do Diamante 007]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Roubo]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Diamente 007]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Repercussão internacional]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Pedra preciosa]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Ipócrates Basile Takopoulos]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[O Informativo Histórico Monumentum traz nesta edição informações sobre o processo do “roubo do diamante 007”, de 450 quilates, ocorrido em 1965. O caso é considerado um dos mais polêmicos ocorridos em Brasília na década 60, com repercussão internacional. O processo tramitou nas primeiras Varas Criminais do TJDFT, envolvendo diversos atores: um cidadão grego, um garimpeiro, agentes de polícia, médicos, entre outros.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">05/2018</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">06/2018</div>]]></dcterms:date>
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    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/55">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano VIII nº 48 - Janeiro a Março de 2018</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Com a palavra, o saudoso Desembargador Lúcio Batista Arantes, o pioneiro da Justiça da nova Capital Federal]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Desembargador Lúcio Batista Arantes]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Primeiro juiz da nova Capital Federal]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Juiz de Direito]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Judicatura no Tribunal de Justiça do DF.]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Trajetória]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Biografia]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[História]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[Nesta edição nº 48, o Informativo Histórico Monumentum revive a trajetória de um ilustre magistrado da Casa: o Desembargador Lúcio Batista Arantes, o primeiro juiz da nova Capital Federal, falecido com 90 anos, em 11/02/2009. Antes mesmo de Brasília existir, ele já ocupava o cargo de juiz de Direito na comarca de Planaltina de Goiás, atendendo aos trabalhadores que já moravam e trabalhavam na futura capital da república. Quando surgiu o momento de optar, Arantes renunciou à carreira na magistratura de Goiás e optou por exercer a judicatura no Tribunal de Justiça do DF. ]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[01/2018]]></dcterms:date>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">02/2018</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:date><![CDATA[03/2018]]></dcterms:date>
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    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/56">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum - Ano VII - n. 47 novembro/dezembro de 2017</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Do projeto ao programa Justiça Comunitária 17 Anos a Serviço da Comunidade do DF]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Programa Justiça Comunitária]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[17 anos]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Juizado Itinerante]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Prêmio Innovare]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Inovação]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Mediação comunitária]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Educação em direitos]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Animação de redes sociais]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[O Informativo Histórico Monumentum homenageia nesta edição o Programa Justiça Comunitária pelos seus 17 anos de trajetória a serviço da comunidade do DF. O Programa foi concebido durante a atuação do Juizado Itinerante, e adotado pelo TJDFT em 2000. Em 2005, recebeu do Ministério da Justiça o Prêmio Innovare por ser uma prática inovadora na construção de uma sociedade mais pacífica, pois atua de forma preventiva na solução dos conflitos nas comunidades, fomentando a mediação comunitária, a educação em direitos e a animação de redes sociais.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">11/2017</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">12/2017</div>]]></dcterms:date>
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</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/57">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum - Ano VII - nº 46 Setembro/Outubro de 2017</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[TRE-DF comemora 57 anos de instalação em brasília]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[TRE/DF]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[57 anos]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Desembargador João Henrique Braune.]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Primeiro Presidente]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[Nesta edição nº 46, o Informativo Histórico Monumentum homenageia o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal – TRE/DF pelos seus 57 anos de instalação na nova Capital, comemorado em 6 de setembro. O Informativo traz ainda a biografia do seu primeiro Presidente, desembargador João Henrique Braune.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">09/2017</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">10/2017</div>]]></dcterms:date>
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    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/58">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano VII - nº 45 - Julho/Agosto de 2017</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Circunscrição Judiciária do Núcleo Bandeirante Cidade Pioneira do DF]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Circunscrição Judiciária]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Núcleo Bandeirante]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Cidade Livre]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Candangos]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Desembargador Hugo Auler]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[Nesta edição, o Informativo Histórico Monumentum traz para os seus leitores a história da instalação da Circunscrição Judiciária do Núcleo Bandeirante. Inicialmente chamada de “Cidade Livre”, a localidade surgiu em 1956 com a chegada dos “candangos” para a construção da nova Capital. O local funcionava como um centro comercial para a prestação de serviços e, ainda, recreativo, servindo a todos. As lojas não pagavam impostos, motivo esse, segundo relatos, da origem do nome “Cidade Livre”.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">07/2017</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">08/2017</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
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    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/59">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano VII - nº 44 - Abril de 2017</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[JK: do processo de inventário do ex-presidente ao homem diamantinense]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Juscelino Kubitschek (JK)]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Senador da República]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Goiás]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Márcia Kubitschek]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Maria Estela Kubitschek]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Processo de inventário]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Ex-presidente]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[Com o intuito de homenagear o ex-presidente Juscelino Kubitschek (JK), o Informativo Histórico Monumentum nº 44 destaca alguns fatos da vida dessa importante personalidade, como o seu processo de inventário. Em seu testamento, datado de 29 de maio de 1962, Juscelino, então Senador da República por Goiás, declarou e solicitou que suas únicas herdeiras fossem suas duas filhas: Márcia Kubitschek, filha biológica, e Maria Estela Kubitschek, sua filha adotiva.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">04/2017</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
    <dcterms:language><![CDATA[pt_BR]]></dcterms:language>
    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/60">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano VI - nº 43 - Novembro/Dezembro 2016</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Tribunal do Júri: Um dos julgamentos pioneiros da nova Capital da República]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Mês Nacional do Júri]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Origem do Tribunal do Júri]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Morte de um soldado do Exército Nacional]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Julgamento]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Absorção]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[Em alusão à campanha do “Mês Nacional do Júri”, realizada no mês de novembro, o Informativo Histórico Monumentum nº 43 mostra aspectos da origem do Tribunal do Júri no ordenamento jurídico brasileiro, com ênfase em um dos primeiros julgamentos do Tribunal do Júri de Brasília: a morte de um soldado do Exército Nacional, quando a nova Capital contava com pouco mais de um mês. O julgamento ocorreu em 28/08/1961 e o réu foi absolvido, por unanimidade. O Ministério Público recorreu, mas a 1ª Turma do TJDFT negou provimento ao recurso de apelação.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">11/2016</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:date><![CDATA[&lt;div style=&quot;font-size: 13px; text-align: left;&quot;&gt;12/2016&lt;/div&gt;]]></dcterms:date>
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    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/61">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano VI - nº 42 - Setembro/Outubro de 2016</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[O Pioneirismo do TJDFT na Lei Maria da Penha]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Lei n° 11.340/2006]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Lei Maria da Penha]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Centro Judiciário de Solução de Conflitos e de Cidadania da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar – CJM]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Maria da Penha vai à Escola]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Proteção às mulheres]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Violência doméstica e familiar]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[Nesta edição, o Informativo Histórico Monumentum celebra os dez anos de vigência da Lei n° 11.340/2006 (Lei Maria da Penha) e fala sobre a evolução da legislação brasileira na proteção às mulheres, bem como mostra o pioneirismo do TJDFT frente às ações para a efetivação da referida lei no Distrito Federal. Também aborda o trabalho do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e de Cidadania da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar – CJM, criado em 2012, e mostra o Projeto “Maria da Penha vai à Escola”, lançado em 2014 pelo CJM, além de outras importantes iniciativas.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[09/2016]]></dcterms:date>
    <dcterms:date><![CDATA[10/2016]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
    <dcterms:language><![CDATA[pt_BR]]></dcterms:language>
    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/62">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano VI - nº 41 - Junho/Julho de 2016</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Cidade Livre: disputa por lote e o mandado de segurança nº 1 do TJDFT]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Lote na Cidade Livre]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Disputa]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Núcleo Bandeirante]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Mandado de segurança nº 1 do TJDFT]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Israel Pinheiro]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[O Informativo Histórico Monumentum nº 41 traz detalhes de dois processos marcantes para a história da Justiça do Distrito Federal: a disputa por um lote na Cidade Livre (atual Núcleo Bandeirante) e o mandado de segurança nº 1 do TJDFT. No primeiro caso, trata-se de uma briga por um lote na Cidade Livre entre um espanhol e um português; no segundo, os impetrantes do primeiro Mandado de Segurança do Tribunal questionam o ato do então prefeito de Brasília, Israel Pinheiro, o qual determinou que as casas atingidas por um incêndio na Cidade Livre deveriam ser reconstruídas por aqueles que as habitavam no momento do incidente. ]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">06/2016</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">07/2016</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
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    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/63">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano VI - nº 40 - Abril de 2016</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Memorial TJDFT, 6 anos narrando a trajetória do Judiciário local]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Nívio Geraldo Gonçalves]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Memorial do TJDFT]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Espaço Des. Lila Pimenta Duarte]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[50° aniversário do TJDFT]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Maria Thereza de Andrade Braga Haynes]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Centro de Memória Digital]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Processos Históricos]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Programa de Visitação]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Exposições Permanentes e Temporárias.]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[O informativo Monumentum celebra os 6 anos do Memorial do TJDFT - Espaço Des. Lila Pimenta Duarte, inaugurado em abril de 2010 pelo então Presidente do Tribunal, Nívio Geraldo Gonçalves, como parte das comemorações do 50° aniversário do TJDFT. O Memorial foi resultado da ação do Conselho Gestor, coordenado pela desembargadora Maria Thereza de Andrade Braga Haynes. Tem como principais atrações: o Centro de Memória Digital, Processos Históricos, Programa de Visitação e Exposições Permanentes e Temporárias.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">04/2016</div>]]></dcterms:date>
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    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/64">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano VI - nº 39 - Março de 2016</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Maria Thereza: primeira Desembargadora, Corregedora e Presidente do TJDFT]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Maria Thereza]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Juíza de Direito]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Desembargadora]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Presidente do TJDFT]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Primeira mulher Presidente do TJDFT]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[Maria Thereza nasceu no dia 3 de outubro de 1939 em Visconde do Rio Branco -MG. Formou-se em Direito pela UFMG, em 1974 foi aprovada no V Concurso para magistratura do Distrito Federal; promovida ao cargo de Juíza de Direito em janeiro de 1977 e a Desembargadora em 1° de julho de 1980, foi eleita Presidente do TJDFT para o biênio 1988-1990. Aposentou-se no cargo de Desembargadora em 23 de abril de 1991. Esta edição do Monumentum dedica-se a homenagear a primeira mulher Desembargadora e Presidente do TJDFT.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">03/2016</div>]]></dcterms:date>
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    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/65">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano V - n. 38 - Outubro de 2015</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Juizados Especiais: um modelo de duas décadas]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Juizados Especiais]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Lei nº 9.099/1995]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Juizados Especiais Cíveis e Criminais]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Fazenda Pública do DF]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Juizado Itinerante]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Juizado Especial de Trânsito]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Núcleo de Atendimento de Trânsito]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[Nesta edição, o Informativo Histórico Monumentum faz referência aos 20 anos de criação dos Juizados Especiais, a partir da Lei nº 9.099/1995. Em janeiro de 1996, o TJDFT instituiu as regras para implantação e funcionamento dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais no Distrito Federal. O Tribunal continuou inovando e passou a contar com outros Juizados Especiais, tais como os de Fazenda Pública do DF, o Juizado Itinerante e o Juizado Especial de Trânsito que, atualmente, corresponde ao Núcleo de Atendimento de Trânsito.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">10/2015</div>]]></dcterms:date>
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    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/66">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano V - nº 37 - Agosto de 2015</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Ouvidoria do TJDFT: 15 Anos de História ]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Ouvidoria Geral do TJDFT]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Certi­ficado de Conformidade ISO 9001:2008]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Des. Hermenegildo Fernandes Gonçalves]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Juizados Especiais na Justiça do DF]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Juizado Itinerante]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Justiça Volante]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Drive-thru de petições ]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Projetos]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[Inaugurada em março de 2000, a Ouvidoria Geral do TJDFT, completou 15 anos em 2015. O reconhecimento dos serviços prestados pela Ouvidoria foi atestado com a entrega do Certi­ficado de Conformidade ISO 9001:2008 em maio de 2011. Esta edição do Monumentum traz ainda o perfil do Des. Hermenegildo Fernandes Gonçalves, destacando-se em sua atuação a instalação dos Juizados Especiais na Justiça do DF, a implantação do Juizado Itinerante, da Justiça Volante, do Drive-thru de petições e da Ouvidoria do TJDFT, entre outros projetos.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">08/2015</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
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    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/67">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano V - nº 36 - Junho de 2015</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Ações Socioambientais do TJDFT]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Dia Mundial do Meio Ambiente]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Ações socioambientais]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Inauguração do Fórum Verde]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Acórdão em Tempo Real]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Monitoramento do consumo de energia elétrica]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Implementação da coleta seletiva]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Diminuição do consumo de copos plásticos]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Crônica do Correio Braziliense]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Paineira]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[Em razão do Dia Mundial do Meio Ambiente, o informativo Monumentum apresenta as principais ações socioambientais do TJDFT sobressaindo-se o Acórdão em Tempo Real e a inauguração do Fórum Verde; e o monitoramento do consumo de energia elétrica, a implementação da coleta seletiva em todo Tribunal e diminuição do consumo de copos plásticos. Nesta edição, ainda se encontra uma crônica do Correio Braziliense sobre a paineira que se encontra em frente ao Palácio do TJDFT.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">06/2015</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
    <dcterms:language><![CDATA[pt_BR]]></dcterms:language>
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</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/68">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano V, nº 35, Abril de 2015</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios: 50 Anos + 5 de História]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[História do TJDFT]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[50 anos]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Inauguração da primeira sede do Tribunal]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Palácio da Justiça Ruy Barbosa]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Ampliação do acesso à Justiça]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Implantação do PJE]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Medidas socioambientais sustentáveis.]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[A edição 35 do Informativo Histórico Monumentum revisita os acontecimentos dos 55 anos de história do TJDFT, desde os anos 60, quando desempenhava suas funções na Esplanada dos Ministérios, até os dias atuais. Também relatada nesta edição, a inauguração da primeira sede do Tribunal – Palácio da Justiça Ruy Barbosa, em 1969; a ampliação do acesso à Justiça com os novos fóruns construídos, e o olhar para o futuro com a implantação do PJE e de medidas socioambientais sustentáveis.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">04/2015</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
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    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/69">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano IV - n. 34 - Abril/Maio de 2014</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Concursos para ingresso na Magistratura do TJDFT 1960-2014]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Concursos para Magistratura]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[1960-2014]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Preenchimento dos cargos]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Concurso Público]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Provas e títulos]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[A edição 34 do Informativo Histórico Monumentum discorre sobre os concursos para ingresso na Magistratura do TJDFT no período de 1960-2014. A primeira Lei de Organização Judiciária do DF estabeleceu que o preenchimento dos cargos seria realizado mediante concurso público de provas e títulos. Assim, em 31/10/1960, o TJDFT publicou o primeiro edital de seleção para ingresso na magistratura do DF. Ao longo dos 54 anos do Tribunal, 39 concursos foram realizados para até o momento]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">04/2014</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">05/2014</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
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</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/70">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano IV - n. 33 - Fevereiro/Março de 2014</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Vice-Presidentes do TJDFT]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Vice-Presidentes do TJDFT]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Lei 11.697/2008]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Emenda Regimental 3/2011]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Segundo Vice-Presidente]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Des. Cândido Colombo Cerqueira]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Des. Sérgio Bittencourt]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[A edição 33 do Informativo Histórico Monumentum retrata os Vice-Presidentes do Tribunal desde o Des. Cândido Colombo Cerqueira, no período de 5 de setembro de 1960 a 20 de janeiro de 1964, até o Des. Sérgio Bittencourt, atual Primeiro Vice-Presidente em exercício. Relata-se também a criação do cargo de Segundo Vice-Presidente do TJDFT, por meio da Lei 11.697/2008, cujas atribuições foram previstas na Emenda Regimental 3/2011.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">02/2014</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">03/2014</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
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    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/71">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano IV - n. 32 - Janeiro de 2014</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Presidentes do TJDFT]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Presidentes do TJDFT]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Presidente]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Primeiro Vice-Presidente]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Segundo Vice-Presidente]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Corregedor]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Mandatos]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Direção e chefia]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[A edição 32 do Informativo Histórico Monumentum apresenta os Presidentes do TJDFT que ocuparam o cargo, desde o primeiro: Des. Hugo Auler, no período de 5 de setembro de 1960 a 20 de janeiro de 1962, até o Des. Dácio Vieira, atual presidente em exercício. Destacam-se entre as atribuições do Presidente: representar o Poder Judiciário do Distrito Federal e dos Territórios nas suas relações com os outros poderes e autoridades, dirigir os trabalhos do Tribunal e presidir o Tribunal Pleno.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">01/2014</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
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    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/72">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano III - n. 31 - Novembro/Dezembro de 2013</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Circunscrição Judiciária de Santa Maria]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Circunscrição Judiciária]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Inauguração]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Lei nº 9.699, de 8 de setembro de 1998]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Des. José Dilermano Meireles]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Santa Maria]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[A edição 31 do Informativo Histórico Monumentum descreve a criação da Circunscrição Judiciária de Santa Maria, por intermédio da Lei nº 9.699, de 8 de setembro de 1998. A cidade, que até então, integrava a Região Administrativa do Gama, onde o atendimento jurisdicional da população local era realizado, teve seu Fórum inaugurado em 10 de abril de 2002 com o nome do Des. José Dilermano Meireles. Atualmente, atende uma população de aproximadamente 120 mil habitantes.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">11/2013</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:date><![CDATA[12/2013]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
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    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/73">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano III - n. 30 - Outubro de 2013</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Circunscrição Judiciária do Paranoá]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Circunscrição Judiciária do Paranoá]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[1992]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Primeiras Varas Judiciais]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Inauguração]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Des. Mauro Renan Bittencourt]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Portaria Conjunta 594, de 1995]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[A edição 30 do Informativo Histórico Monumentum exibe nova resposta do TJDFT ao crescimento exponencial da população do DF, com a criação da Circunscrição Judiciária do Paranoá, em 1992. A Portaria Conjunta 594, de 1995, declarou instaladas as primeiras Varas Judiciais daquela cidade, as quais iniciaram os seus trabalhos em 30 de outubro do mesmo ano em uma sede provisória. Em 15 de abril de 1998, o Fórum do Paranoá foi inaugurado e batizado com o nome do Des. Mauro Renan Bittencourt.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">10/2013</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
    <dcterms:language><![CDATA[pt_BR]]></dcterms:language>
    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/74">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano III - n. 29 - Setembro de 2013</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Registro do Arquivo Permanente: desocupação do Núcleo Bandeirante]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Arquivo Permanente]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Preservação]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Desocupação]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Núcleo Bandeirante]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Cartório da 2ª Vara de Fazenda Pública do DF]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Processo número 1/1960]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Ação de Interdito Proibitório]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Associação dos Habitantes Pioneiros do Núcleo Bandeirante (HAPINUBAN)]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[NOVACAP]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[A edição 29 do Informativo Histórico Monumentum relata o primeiro registro de um feito judicial no Cartório da 2ª Vara de Fazenda Pública do DF. Autuado em 8 de junho de 1960, o processo recebeu o número 1/1960 e tratava de uma ação de Interdito Proibitório interposta pela Associação dos Habitantes Pioneiros do Núcleo Bandeirante (HAPINUBAN) contra a NOVACAP. Esse auto judicial apresenta aspectos da prática judicial nos primeiros anos de funcionamento do TJDFT.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">09/2013</div>]]></dcterms:date>
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    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/75">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano III - n. 28 - Agosto de 2013</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Circunscrição Judiciária de Samambaia]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Circunscrição Judiciária]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Descentralização]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Desembargador Raimundo Ferreira de Macedo]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Inauguração]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Lei 8.407, de 1992]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Fórum de Samambaia]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[A edição 28 do Informativo Histórico Monumentum apresenta os eventos que ensejaram a criação de Samambaia como Região Administrativa do DF, em 1989, e como Circunscrição Judiciária em 10 de janeiro de 1992, por meio da Lei 8.407 do mesmo ano. O Fórum de Samambaia iniciou os seus trabalhos em 1996, em uma sede provisória, tendo suas instalações sido inauguradas em 28 de novembro de 1997 com o nome do Des. Raimundo Ferreira de Macedo, que presidiu o TJDFT durante os anos de 1969 e 1970.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">08/2013</div>]]></dcterms:date>
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    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/76">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano III - n. 27 - Julho de 2013</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Arquivo Permanente do TJDFT: uma fonte de conhecimento sobre o passado]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Acervo]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Coleção]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Dados]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Informações]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Pesquisa]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[História]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Arquivo Permanente]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Preservação]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[PROCONSER]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Conhecimento]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[A edição 27 do Informativo Histórico Monumentum evidencia a importância dos acervos do TJDFT, que permitem a compreensão do passado e fomentam o interesse de pesquisadores nos dados e informações obtidos nos processos judiciais findos. O Tribunal possui em seu Arquivo Permanente o objetivo de preservar os documentos dotados de valor histórico, e de buscar meios de facilitar a pesquisa de usuários, por meio da elaboração de instrumentos do Projeto Institucional PROCONSER.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">07/2013</div>]]></dcterms:date>
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</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/77">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano III - n. 26 - Julho de 2013</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Juizado Especial Itinerante do Distrito Federal]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Juizado Especial Itinerante]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Acesso à justiça]]></dcterms:subject>
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    <dcterms:subject><![CDATA[Atendimento]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[A edição 26 do Informativo Histórico Monumentum retrata a criação do Juizado Especial Itinerante do Distrito Federal em 1999, em continuidade ao relevante papel exercido pelo TJDFT de facilitar o acesso à Justiça e, assim, o exercício da cidadania à população das regiões em que ainda não havia Fóruns. O atendimento é realizado de forma a se elaborar as petições iniciais, agendar audiências de conciliação e promover, quando possível, o fim da lide com a respectiva sentença judicial.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">06/2013</div>]]></dcterms:date>
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</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/78">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano III - n. 25 - Maio de 2013</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Circunscrição Judiciária de Planaltina]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Circunscrição Judiciária]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Descentralização]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Desembargador Lúcio Batista Arantes]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Fórum de Planaltina]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Inauguração]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[A edição 25 do Informativo Histórico Monumentum apresenta a criação do Fórum na cidade de Planaltina, inaugurado em maio de 1976 pelo Presidente do TJDFT à época, Des. Lúcio Batista Arantes, que exerceu relevante papel na administração da Justiça durante a construção de Brasília. Após ampliação dos Ofícios Judiciais, o Fórum foi reinaugurado em 2001 e passou a ser denominado com o nome do Presidente responsável por sua inauguração. Atualmente, atende a uma população de 230 mil habitantes.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">05/2013</div>]]></dcterms:date>
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    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/79">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano III - n. 24 - Abril de 2013</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Circunscrição Judiciária de Ceilândia]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Circunscrição Judiciária]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Descentralização]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Lei de Organização Judiciária nº 8.185, de 14 de maio de 1991]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Desembargador José Manoel Coelho]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Inauguração]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[A edição 24 do Informativo Histórico Monumentum revela a criação da Circunscrição Judiciária de Ceilândia pela Lei de Organização Judiciária nº 8.185, de 14 de maio de 1991. O Fórum da nova Região Administrativa iniciou os trabalhos em 8 de abril de 1994, quando os primeiros Ofícios Judiciais foram declarados instalados pela Portaria GPR de mesmo ano. O Fórum, batizado com o nome do Des. José Manoel Coelho, atualmente, atende aproximadamente 400 mil habitantes.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">04/2013</div>]]></dcterms:date>
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    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/80">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano III - n. 23 - Março de 2013</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Circunscrição Judiciária de Sobradinho]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Des. Juscelino José Ribeiro]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Reinauguração do Espaço Literário Desa. Matia Thereza de A. B. Haynes]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Circunscrição judiciária]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Descentralização]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Fórum de Sobradinho]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Desembargador Juscelino José Ribeiro ]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Espaço Literário Desembargadora Matia Thereza de Andrade Braga Haynes]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[A edição 23 do Informativo Histórico Monumentum rememora a construção do Fórum de Sobradinho, assim como de outros fóruns na década de setenta, que visou descentralizar o acesso à Justiça no DF, até então concentrada em Brasília. Inaugurado em 10 de dezembro de 1979, o fórum possuía uma Vara de competência geral. Reinaugurado em 2001, recebeu o nome do Des. Juscelino José Ribeiro e, atualmente, atende uma população de aproximadamente 210 mil habitantes.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">03/2013</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
    <dcterms:language><![CDATA[pt_BR]]></dcterms:language>
    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/81">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano III - n. 22 - Fevereiro de 2013</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Circunscrição Judiciária de Brazlândia]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Circunscrição Judiciária]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Descentralização]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Fórum de Brazlândia]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Desembargador Márcio Ribeiro]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Vara de competência geral]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[1ª Vara Cível, de Família e de Órfãos e Sucessões de Brazlândia]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[2ª Vara Cível, de Família e de Órfãos e Sucessões de Brazlândia]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Vara Criminal e Tribunal do Júri de Brazlândia]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Vara do Juizado Especial Cível e Criminal e do Juizado de Violência Domestica e Familiar contra Mulher]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[A edição 22 do Informativo Histórico Monumentum apresenta a criação da Circunscrição Judiciária de Brazlândia. O TJDFT acompanhando o crescimento populacional do DF, iniciou, na década de setenta, a descentralização do acesso à Justiça. Inaugurado em 3 de março de 1976, o Fórum de Brazlândia era composto, no início, por uma Vara com competência geral. Reinaugurado em 2006, após a ampliação na Oferta de Ofícios Judiciais, foi batizado pelo Tribunal Pleno com o nome do Des. Márcio Ribeiro.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">02/2013</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
    <dcterms:language><![CDATA[pt_BR]]></dcterms:language>
    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/82">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano III - n. 21 - Janeiro de 2013</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Serviços de mediação no TJDFT: 10 anos]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Serviço de Mediação Forense (SEMFOR)]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Programa de Estímulo à Mediação]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Prêmio “Conciliar é Legal”]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Conselho Nacional de Justiça]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Gestão]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[A edição 21 do Informativo Histórico Monumentum trata da criação do Serviço de Mediação Forense (SEMFOR), em 27 de março de 2002, que tinha as atribuições de executar e avaliar as atividades integrantes do Programa de Estímulo à Mediação. Um dos objetivos do projeto era aumentar o poder de decisão das partes sobre as possíveis soluções para suas próprias lides. Após 10 anos de mediação judicial, o TJDFT recebeu o Prêmio “Conciliar é Legal” do Conselho Nacional de Justiça, ed. 2012.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">01/2013</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
    <dcterms:language><![CDATA[pt_BR]]></dcterms:language>
    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/83">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano II - Nº 20 - Novembro de 2012</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Circunscrição Judiciária do Gama]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Circunscrição Judiciária]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Inauguração]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Descentralização]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Cidade do Gama]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Desembargador Lúcio Batista Arantes]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[O TJDFT sempre se mostrou atento ao crescimento das cidades satélites e inaugurou, em 1976, uma série de fóruns para descentralizar a prestação jurisdicional e facilitar o acesso à justiça pela população. Um desses fóruns foi o da cidade do Gama, inaugurado em 16 de julho de 1976, pelo então Presidente do TJDFT, Desembargador Lúcio Batista Arantes.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">11/2012</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
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    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/84">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano II - Nº 19 - Outubro de 2012</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Circunscrição Judiciária de Taguatinga]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Desembargador Antônio Mello Martins]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Cidade satélite de Taguatinga]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Fórum de Taguatinga]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Inauguração]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Circunscrição Judiciária]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[A cidade satélite de Taguatinga, desde a sua fundação, em 5 de junho de 1958, se estabeleceu e cresceu exponencialmente no Distrito Federal. Atento a isso, o TJDFT buscou facilitar o acesso à justiça pela população da cidade e, inaugurou, em 1976, o primeiro Fórum de Taguatinga. Em 22 de agosto de 1991, o Fórum recebeu o nome em homenagem ao Desembargador Antônio Mello Martins. ]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">10/2012</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
    <dcterms:language><![CDATA[pt_BR]]></dcterms:language>
    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/85">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano II - Nº 18 - Setembro de 2012</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[1976: inauguração dos fóruns de Taguatinga, Gama, Sobradinho, Planaltina e Brazlândia]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Descentralização]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Inauguração de fóruns]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Taguatinga]]></dcterms:subject>
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    <dcterms:subject><![CDATA[Sobradinho]]></dcterms:subject>
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    <dcterms:subject><![CDATA[Brazlândia]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[Com o intuito de ampliar o acesso à justiça para a população do DF, decidiu-se por descentralizar o atendimento das varas judiciais, instalando-as em fóruns construídos em outras regiões administrativas do Distrito Federal. Esse processo começou em 1976 com a inauguração de fóruns nas cidades de Taguatinga, Gama, Sobradinho, Planaltina e Brazlândia.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">09/2012</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
    <dcterms:language><![CDATA[pt_BR]]></dcterms:language>
    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/86">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano II - Nº 17 - Agosto de 2012</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Galeria de Diretores do Fórum Milton Sebastião Barbosa]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:alternative><![CDATA[1º Diretor do Fórum Brasília: Juíz Mário Brasil de Araújo]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Galeria de Diretores do Fórum Milton Sebastião Barbosa]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Térreo do Bloco A]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Diretores do Fórum ]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Juízes]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Fórum de Brasíla]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Juiz Mário Brasil de Araújo]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[Em 17 de agosto de 2012, foi inaugurada a Galeria de Diretores do Fórum Milton Sebastião Barbosa, localizada no Térreo do Bloco A, próximo ao acesso interno ao Auditório Sepúlveda Pertence. A Galeria apresenta todos os juízes que já concluíram seus mandatos na Diretoria do Fórum desde quando funcionava no Bloco 6 da Esplanada dos Ministérios até a sede atual.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">08/2012</div>]]></dcterms:date>
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    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/87">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano II - Nº 16 - Julho de 2012</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Ordem do Mérito Judiciário do Distrito Federal e dos Territórios]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[OMJDFT]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Grão-Colar]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Grão-Cruz]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Comendador]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Alta Distinção]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Distinção]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Insígnia]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[A Ordem do Mérito Judiciário do Distrito Federal e dos Territórios destina-se a agraciar pessoas ou entidades que venham prestando ou tenham prestado relevantes serviços à cultura jurídica em geral, bem como ao Poder Judiciário do Distrito Federal e dos Territórios. A OMJDFT foi instituída pela Resolução nº 10, de 13 de setembro de 1999.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">07/2012</div>]]></dcterms:date>
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</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/88">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano II - Nº 15 - Junho de 2012</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Quinto Constitucional]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Quinto Constitucional]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Desembargadora Simone Costa Lucindo Ferreira]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Ministério Público do DF]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Ordem dos Advogados do Brasil]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[Desde a criação do TJDFT, quando possuía 7 desembargadores, até os dias atuais, os membros do Ministério Público e da advocacia integraram o quadro destes magistrados do Tribunal na cota constitucional. Nesta edição do Monumentum são apresentados quais foram esses desembargadores, suas origens e o período que contribuíram com a Corte de Justiça do DF. ]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">06/2012</div>]]></dcterms:date>
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</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/89">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano II - Nº 14 - Maio de 2012</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Primeira Lei de Organização Judiciária do DF]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Lei de Organização Judiciária do DF]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Administração da justiça]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[LOJ]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[A primeira Lei de Organização Judiciária do DF foi a Lei nº 3.754, de 14 de abril de 1960. Estabeleceu o funcionamento da administração da justiça do novo Distrito Federal a partir de sua inauguração em 21 de abril de 1960, incumbindo ao TJDFT o papel de promover o acesso à justiça da nova Capital da República. A data da criação do TJDFT coincide com a data da transferência da Capital Federal para Brasília. ]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">05/2012</div>]]></dcterms:date>
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</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/90">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano II - Nº 13 - Abril de 2012</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Fórum de Brasília Des. Milton Sebastião Barbosa]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Desembargador Milton Sebastião Barbosa]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Fórum]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Complexo do edifício sede]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[Com o intuito de melhor atender à crescente demanda por prestação jurisdicional, bem como ampliar a estrutura organizacional e a infraestrutura física com suporte aos trabalhos dos julgadores, foi necessária a construção de um novo prédio no complexo sede do Tribunal. O novo bloco foi inaugurado em 13 de abril de 1998 e, juntamente com o Bloco A, recebeu o nome de Fórum Desembargador Milton Sebastião Barbosa.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">04/2012</div>]]></dcterms:date>
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</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/91">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano II - Nº 12 - Março de 2012</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Inauguração do Fórum de Brasília Bloco A]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Desembargador Cândido Colombo Cerqueira]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Bloco A]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Desembargador Cândido Colombo Cerqueira]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Inauguração]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Fórum de Brasília]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[As obras para a construção do Palácio da Justiça e seu Anexo foram iniciadas em 1967, sendo o primeiro inaugurado em 1969. Já o Bloco A foi inaugurado em 12 de março de 1974, durante a gestão do Presidente Desembargador Cândido Colombo Cerqueira.  ]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">03/2012</div>]]></dcterms:date>
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</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/92">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano II - Nº 11 - Fevereiro de 2012</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[O crescimento da Segunda Instância do TJDFT]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[População do DF]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Processos Judiciais]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Segunda instância]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[A composição do quadro de desembargadores do TJDFT sofreu 6 alterações desde o estabelecimento da sua primeira constituição. O aumento do número de julgadores permite uma maior celeridade na prestação jurisdicional, haja vista o crescimento populacional do Distrito Federal nos últimos anos.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">02/2012</div>]]></dcterms:date>
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</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/93">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano II - Nº 10 - Janeiro de 2012</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[TJDFT: &quot;Chamas da justiça alcançando a população do Distrito Federal&quot;]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Memorial TJDFT - Espaço Desembargadora Lila Pimenta Duarte: Espaço de fortalecimento da cidadania]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Arquitetura]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Arquiteto Hermano Montenegro]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Bloco D]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Programa Cidadania e Justiça na Escola]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Visitação]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Exposição]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[Na parede lateral do plenário do TJDFT existe um painel em carpete que ilustra a função do Tribunal. De um lado está representado a cidade, a sociedade e do outro constam chamas de tons alaranjado e vermelho figurando a Justiça do Distrito Federal alcançando a população. O painel é de autoria do arquiteto Hermano Montenegro, um dos responsáveis pelos projetos arquitetônicos da Corte.  ]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">01/2012</div>]]></dcterms:date>
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    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/94">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano I - Nº 9 - Novembro/Dezembro de 2011</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Inauguração do Palácio da Justiça Rui Barbosa]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Nova sede]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Inauguração]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Brasília sem fórum]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Justiça esquecida]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Tribunal da Justiça terá prédio próprio]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[A Casa da Justiça]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[O Palácio da Justiça não é bem da Justiça]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[O TJDFT não contou com sede própria quando foi instalado em Brasília no início da década de 60. Em seus primeiros anos funcionou de forma provisória no quinto e sexto andares do Bloco 6, na Esplanada dos Ministérios. Porém, em 1966, após solicitação do presidente, Desembargador Joaquim de Sousa Neto, o projeto para a construção da nova sede foi apresentado. A inauguração da nova Corte ocorreu em 5/11/1969, em solenidade dirigida pelo então presidente, Desembargador Raimundo Macedo.  ]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">11/2011</div>
<div style="font-size: 13px; text-align: left;">12/2011</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
    <dcterms:language><![CDATA[pt_BR]]></dcterms:language>
    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/95">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano I - Nº 8 - Outubro de 2011</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[E dos Territórios: o TJDFT presente nos Territórios Federais]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Palácio da Justiça do Território Federal do Acre]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Fórum da Comarca de Macapá]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Fórum Ruy Barbosa]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Antigo Fórum de Boa-Vista]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Território Federal]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[Quando criado, em 21 de abril de 1960, coube ao TJDFT administrar e promover a justiça no Distrito Federal, bem como nos Territórios Federais. À época, existiam cinco territórios no Brasil: Acre, Amapá, Fernando de Noronha, Guaporé (atual Rondônia) e Rio Branco (atual Roraima).  ]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">10/2011</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
    <dcterms:language><![CDATA[pt_BR]]></dcterms:language>
    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/96">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano I - Nº 7 - Setembro de 2011</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Instalação do TJDFT]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Primeira composição do TJDFT]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Galeria de composições plenárias]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Lei nº 3.754]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Organização Judiciária do DF]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Composição]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Quórum]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[Trata-se da história da primeira composição e funcionamento do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios logo após sua criação no ano de 1960.  A Lei nº 3.754, de 14 de abril de 1960, que regulamentou a Organização Judiciária do DF, estabeleceu que o Tribunal fosse composto de sete desembargadores e previu para seu funcionamento o quórum mínimo de quatro desembargadores.   ]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">09/2011</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
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    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/97">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano I - Nº 6 - Agosto de 2011</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[TJDFT decide sobre propriedade de terras do DF]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Conflito de propriedade]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Ácórdão 1.459]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Demarcação de terras]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[A questão das terras no Distrito Federal é um importante tema pois, no decorrer da trajetória do Poder Judiciário do Distrito Federal, coube ao TJDFT decidir sobre os conflitos em torno dos domínios de propriedade, o que ocorre desde a inauguração de Brasília até os dias atuais. Este Monumentum analisa o processo que ensejou o acórdão 1.459, referente à demarcação de terras na formação da Capital Federal.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">08/2011</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
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    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/98">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano I - Nº 5 - Julho de 2011</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Da Vara de Menores a Vara da Infância e da Juventude: Aspectos Históricos]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Desembargador Jorge Duarte de Azevedo]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Jorge Duarte de Azevedo]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Vara da Infância e da Juventude]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[Na criação do TJDFT não existia um juízo específico para cuidar das matérias hoje tratadas pela Vara da Infância e da Juventude - VIJ. A primeira Lei de Organização Judiciária do DF disciplinou a organização do Tribunal e incluiu a temática na Vara de Família, Órfãos, Menores e Sucessões. Em 1967 houve a separação das matérias, e o Decreto Lei 113 criou a Vara de Menores. Em 1991, com a Lei 8.185, a referida Vara passa se chamar de Vara da Infância e da Juventude como é conhecida nos dias de hoje.  ]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">07/2011</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
    <dcterms:language><![CDATA[pt_BR]]></dcterms:language>
    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/99">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano I - Nº 4 - Junho de 2011</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Esplanada dos Ministérios, Bloco seis: primeira morada da justiça do Distrito Federal]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:alternative><![CDATA[TJDFT: uma história de atenção ao Meio Ambiente]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Edificação]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Sede]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Bloco 6]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Palácio da Justiça Rui Barbosa]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Meio ambiente]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Programa Viver Direito]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Sustentabilidade]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, quando criado na década de 60, juntamente com o nascimento de Brasília, não contava com sede própria. Suas atividades eram desenvolvidas por seus órgãos que ocupavam o quinto e o sexto andares do Bloco 6, na Esplanada dos Ministérios. O Tribunal permaneceu nesse endereço por quase uma década. A Transferência para seu próprio espaço ocorreu em 1969, com a construção do Palácio da Justiça Rui Barbosa.  ]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">06/2011</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
    <dcterms:language><![CDATA[pt_BR]]></dcterms:language>
    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/100">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano I - Nº 3 - Maio de 2011</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Do Ácordão Número 1 ao 500 mil: cinco décadas contribuindo para o exervcício da cidadania]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Programa História Oral TJDFT: Entrevistas que enriquecem a compreensão e reflexão sobre a história do Judiciário do Distrito Federal]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Memorial TJDFT participa da 9ª Semana Nacional de Museus]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Acórdão]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Marco histórico]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Programa História Oral]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Entrevista]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[Em 28 de abril de 2011, o TJDFT registrou o acórdão nº 500 mil. Um olhar ao passado remonta ao acórdão nº 1, datado de 2 de junho de 1961, um verdadeiro marco na história do Tribunal em seus quase 51 anos de atuação no Distrito Federal.  Indubitavelmente, são duas importantes marcas para o TJDFT na materialização de objetivos que visam o amplo direito de cidadania. ]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">05/2011</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
    <dcterms:language><![CDATA[pt_BR]]></dcterms:language>
    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/101">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano I - Nº 2 - Abril de 2011</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Nasce uma nova capital, nasce um novo Tribunal...]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Primeira sentença proferida na capital]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Desembargador Joaquim de Sousa Neto]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Brasília]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Juscelino Kubitschek]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Joaquim de Sousa Neto]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[História]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Transferência]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Sede]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[A transferência da capital federal para Brasília, em 21 de abril de 1960, também remete ao nascimento do Poder Judiciário do Distrito Federal. Com a criação do Judiciário local, foi facultado aos magistrados que atuavam no Rio de Janeiro que se transferissem para o Tribunal na nova capital, composto inicialmente de 6 Varas na Primeira Instância e sete desembargadores na Segunda Instância. Ainda sem sede definitiva, o TJDFT instalou-se no Bloco 6, na Esplanada dos Ministérios.  ]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">04/2011</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
    <dcterms:language><![CDATA[pt_BR]]></dcterms:language>
    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/102">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano I - Nº 1 - Março de 2011</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Primeira Juíza do Tribunal de Justiça]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Desembargadora Lila Pimenta Duarte]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Maria Thereza de Andrade Braga Haynes: primeira desembargadora do TJDFT]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Feminização]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Dra. Maria Carmem Henriques  Ribeiro de Oliveira]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Trabalho feminino]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Dra. Maria Thereza de Andrade Braga Haynes]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Desembargadora]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Dra. Lila Pimenta Duarte]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[Trata-se da história de três mulheres que marcaram, com passos vitoriosos, suas trajetórias no Tribunal e que, mesmo após a aposentadoria, continuaram sendo reconhecidas por suas atuações brilhantes: Dra. Maria Thereza de Andrade Braga Haynes, a primeira Desembargadora nomeada para o cargo, Dra. Lila Pimenta Duarte, a segunda Desembargadora nomeada, e a Dra. Maria Carmen Henriques Ribeiro de Oliveira, a primeira Juíza empossada nesta Corte.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">03/2020</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
    <dcterms:language><![CDATA[pt_BR]]></dcterms:language>
    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/214">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum, Ano XII, nº 60, Jan/Mai 2022</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[O Flamboyant do TJDFT: a história da árvore símbolo do Tribunal ]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Flamboyant do TJDFT]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Acácia rubra ]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Paisagismo de Brasília]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Palácio Ruy Barbosa]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Francisco Ozanan Coelho]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Queda de árvore devido a fungo ]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[Nesta edição, o informativo histórico Monumentum apresenta a história da árvore de origem exótica que pela sua beleza e exuberância se tornou símbolo do Palácio da Justiça Ruy Barbosa, em Brasília.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">05/2022</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
    <dcterms:language><![CDATA[pt_BR]]></dcterms:language>
    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/215">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum, Ano XIII, nº 61, Jan/Mar de 2023</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[História e Memória]]></dcterms:alternative>
    <dcterms:subject><![CDATA[Conceito de História]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Conceito de Memória]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Resolução 324 do Conselho Nacional de Justiça]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Historiografia]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Memória Institucional]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[Esta edição do Monumentum traz à tona<br />
a discussão sobre as similaridades e as diferenças entre memória<br />
e história. Inspirado pelo renovado interesse institucional acerca<br />
do tema, que pode ser percebido pela publicação de instrumentos como a Resolução 324 do CNJ, a Política de Gestão da Memória do TJDFT e o Manual<br />
de Gestão da Memória do CNJ, o Memorial TJDFT – Espaço Desembargadora<br />
Lila Pimenta Duarte aborda esse tema complexo no intuito de suscitar o debate, sem a pretenção de saná-lo definitivamente.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">01/2023</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
    <dcterms:language><![CDATA[pt_BR]]></dcterms:language>
    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/337">
    <dcterms:title><![CDATA[<a href="https://www.youtube.com/watch?v=w9Sw0NDJtgo" target="_blank" rel="noopener"><strong>Programa História Oral - Des. Waldir Leôncio Lopes Junior</strong></a>]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O <strong>Programa História Oral</strong> é uma ferramenta que tem como objetivo constituir o acervo histórico do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, fomentado na reflexão dos personagens que participaram, ou ainda participam, da trajetória do Tribunal de Justiça e que contam, em entrevistas espontâneas e descontraídas, seu papel na história do TJDFT. <br /><br />O programa teve início em 2008 com a desembargadora Maria Thereza Braga Haynes e seguiu até 2010. Em 2014, o programa História Oral foi retomando pela 1ª Vice-Presidência do TJDFT, e, desde então, novos depoimentos que resgatam a história da Justiça no Distrito Federal e nos Territórios foram realizados e incluídos ao acervo. Essa ação visa manter a história viva do Judiciário da capital e está disponível nos vídeos a seguir. Outras entrevistas, com novos importantes personagens, estão em fase de planejamento para no futuro se somarem à trajetória da Justiça que é contada pelo Programa História Oral.&nbsp;<br /><br /></div>]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><strong><span>O Desembargador Roberval Belinati entrevista o Desembargador &nbsp;Waldir Leôncio Lopes Junior.<br /><br /></span></strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=w9Sw0NDJtgo" target="_blank" rel="noopener"><strong>Acesse aqui a íntegra desta entrevista para o Programa História Oral. </strong></a> <br /><br /></div>]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">08/08/2024</div>]]></dcterms:date>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/338">
    <dcterms:title><![CDATA[<a href="https://www.youtube.com/watch?v=4wduSEsOdh4&amp;t=34s&amp;ab_channel=TJDFToficial" target="_blank" rel="noopener"><strong>Programa História Oral - Des. Jair Soares.</strong></a>]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O <strong>Programa História Oral</strong> é uma ferramenta que tem como objetivo constituir o acervo histórico do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, fomentado na reflexão dos personagens que participaram, ou ainda participam, da trajetória do Tribunal de Justiça e que contam, em entrevistas espontâneas e descontraídas, seu papel na história do TJDFT. <br /><br />O programa teve início em 2008 com a desembargadora Maria Thereza Braga Haynes e seguiu até 2010. Em 2014, o programa História Oral foi retomando pela 1ª Vice-Presidência do TJDFT, e, desde então, novos depoimentos que resgatam a história da Justiça no Distrito Federal e nos Territórios foram realizados e incluídos ao acervo. Essa ação visa manter a história viva do Judiciário da capital e está disponível nos vídeos a seguir. Outras entrevistas, com novos importantes personagens, estão em fase de planejamento para no futuro se somarem à trajetória da Justiça que é contada pelo Programa História Oral.&nbsp;<br /><br /></div>]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><strong><strong><span>O Desembargador Roberval Belinati entrevista o Des. </span></strong></strong><strong>Jair Soares.</strong><strong><strong><span><br /></span></strong></strong><strong><span><br /><br /></span></strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=4wduSEsOdh4&amp;t=34s&amp;ab_channel=TJDFToficial" target="_blank" rel="noopener"><strong>Acesse aqui a íntegra desta entrevista para o Programa História Oral. </strong></a> <br /><br /></div>]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">13/08/2024</div>]]></dcterms:date>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/339">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=mqJWOo53w7Y&amp;t=21s" target="_blank" rel="noopener">Programa História Oral - Des. Héctor Valverde Santanna</a></strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:abstract><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><strong><span>O Desembargador Roberval Belinati entrevista o Desembargador &nbsp;Héctor Valverde Santanna.<br /><br /></span></strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=mqJWOo53w7Y&amp;t=21s" target="_blank" rel="noopener"><strong>Acesse aqui a íntegra desta entrevista para o Programa História Oral.</strong></a></div>
<div style="text-align: justify;"><br /><br /></div>]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">23/08/2024</div>]]></dcterms:date>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/340">
    <dcterms:title><![CDATA[<a href="https://www.youtube.com/watch?v=AWtz17WQsD8&amp;t=27s" target="_blank" rel="noopener"><strong>Programa História Oral - Des. Josaphá Francisco dos Santos</strong></a>]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O <strong>Programa História Oral</strong> é uma ferramenta que tem como objetivo constituir o acervo histórico do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, fomentado na reflexão dos personagens que participaram, ou ainda participam, da trajetória do Tribunal de Justiça e que contam, em entrevistas espontâneas e descontraídas, seu papel na história do TJDFT. <br /><br />O programa teve início em 2008 com a desembargadora Maria Thereza Braga Haynes e seguiu até 2010. Em 2014, o programa História Oral foi retomando pela 1ª Vice-Presidência do TJDFT, e, desde então, novos depoimentos que resgatam a história da Justiça no Distrito Federal e nos Territórios foram realizados e incluídos ao acervo. Essa ação visa manter a história viva do Judiciário da capital e está disponível nos vídeos a seguir. Outras entrevistas, com novos importantes personagens, estão em fase de planejamento para no futuro se somarem à trajetória da Justiça que é contada pelo Programa História Oral.&nbsp;<br /><br /></div>]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><strong><span>O Desembargador Roberval Belinati entrevista o Desembargador Josaphá Francisco dos Santos<br /><br /></span></strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=AWtz17WQsD8&amp;t=27s" target="_blank" rel="noopener"><strong>Acesse aqui a íntegra desta entrevista para o Programa História Oral. </strong> </a><br /><br /></div>]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">29/08/2024</div>]]></dcterms:date>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/341">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=02j_GZkS604&amp;ab_channel=TJDFToficial" target="_blank" rel="noopener">Programa História Oral - Des. Alfeu Machado</a></strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O <strong>Programa História Oral</strong> é uma ferramenta que tem como objetivo constituir o acervo histórico do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, fomentado na reflexão dos personagens que participaram, ou ainda participam, da trajetória do Tribunal de Justiça e que contam, em entrevistas espontâneas e descontraídas, seu papel na história do TJDFT. <br /><br />O programa teve início em 2008 com a desembargadora Maria Thereza Braga Haynes e seguiu até 2010. Em 2014, o programa História Oral foi retomando pela 1ª Vice-Presidência do TJDFT, e, desde então, novos depoimentos que resgatam a história da Justiça no Distrito Federal e nos Territórios foram realizados e incluídos ao acervo. Essa ação visa manter a história viva do Judiciário da capital e está disponível nos vídeos a seguir. Outras entrevistas, com novos importantes personagens, estão em fase de planejamento para no futuro se somarem à trajetória da Justiça que é contada pelo Programa História Oral.&nbsp;<br /><br /></div>]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><strong><span>O Desembargador Roberval Belinati entrevista o Desembargador Alfeu Machado.<br /><br /></span></strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=02j_GZkS604&amp;ab_channel=TJDFToficial" target="_blank" rel="noopener"><strong>Acesse aqui a íntegra desta entrevista para o Programa História Oral. </strong></a> <br /><br /></div>]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">03/09/2024</div>]]></dcterms:date>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/342">
    <dcterms:title><![CDATA[<a href="https://www.youtube.com/watch?v=Y3zvjeuRk20" target="_blank" rel="noopener"><strong>Programa História Oral - Desa. Diva Lucy de Faria Pereira</strong></a>]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O <strong>Programa História Oral</strong> é uma ferramenta que tem como objetivo constituir o acervo histórico do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, fomentado na reflexão dos personagens que participaram, ou ainda participam, da trajetória do Tribunal de Justiça e que contam, em entrevistas espontâneas e descontraídas, seu papel na história do TJDFT. <br /><br />O programa teve início em 2008 com a desembargadora Maria Thereza Braga Haynes e seguiu até 2010. Em 2014, o programa História Oral foi retomando pela 1ª Vice-Presidência do TJDFT, e, desde então, novos depoimentos que resgatam a história da Justiça no Distrito Federal e nos Territórios foram realizados e incluídos ao acervo. Essa ação visa manter a história viva do Judiciário da capital e está disponível nos vídeos a seguir. Outras entrevistas, com novos importantes personagens, estão em fase de planejamento para no futuro se somarem à trajetória da Justiça que é contada pelo Programa História Oral.&nbsp;<br /><br /></div>]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><strong>O Desembargador Roberval Belinati entrevista a Desembargadora Diva Lucy de Faria Pereira.<span><br /><br /></span></strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Y3zvjeuRk20" target="_blank" rel="noopener"><strong>Acesse aqui a íntegra desta entrevista para o Programa História Oral. </strong></a> <br /><br /></div>]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">10/09/2024</div>]]></dcterms:date>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/343">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=WDFY-aIFVMg" target="_blank" rel="noopener">Programa História Oral - Des. James Eduardo Oliveira</a></strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O <strong>Programa História Oral</strong> é uma ferramenta que tem como objetivo constituir o acervo histórico do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, fomentado na reflexão dos personagens que participaram, ou ainda participam, da trajetória do Tribunal de Justiça e que contam, em entrevistas espontâneas e descontraídas, seu papel na história do TJDFT. <br /><br />O programa teve início em 2008 com a desembargadora Maria Thereza Braga Haynes e seguiu até 2010. Em 2014, o programa História Oral foi retomando pela 1ª Vice-Presidência do TJDFT, e, desde então, novos depoimentos que resgatam a história da Justiça no Distrito Federal e nos Territórios foram realizados e incluídos ao acervo. Essa ação visa manter a história viva do Judiciário da capital e está disponível nos vídeos a seguir. Outras entrevistas, com novos importantes personagens, estão em fase de planejamento para no futuro se somarem à trajetória da Justiça que é contada pelo Programa História Oral.&nbsp;<br /><br /></div>]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><strong><span>O Desembargador Roberval Belinati entrevista o Desembargador James Eduardo Oliveira.<br /><br /></span></strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=WDFY-aIFVMg" target="_blank" rel="noopener"><strong>Acesse aqui a íntegra desta entrevista para o Programa História Oral. </strong> </a><br /><br /></div>]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">20/09/2024</div>]]></dcterms:date>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/344">
    <dcterms:title><![CDATA[<a href="https://www.youtube.com/watch?v=24gN4rW9Li0" target="_blank" rel="noopener"><strong>Programa História Oral - Des. Luís Gustavo B. de Oliveira</strong></a>]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O <strong>Programa História Oral</strong> é uma ferramenta que tem como objetivo constituir o acervo histórico do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, fomentado na reflexão dos personagens que participaram, ou ainda participam, da trajetória do Tribunal de Justiça e que contam, em entrevistas espontâneas e descontraídas, seu papel na história do TJDFT. <br /><br />O programa teve início em 2008 com a desembargadora Maria Thereza Braga Haynes e seguiu até 2010. Em 2014, o programa História Oral foi retomando pela 1ª Vice-Presidência do TJDFT, e, desde então, novos depoimentos que resgatam a história da Justiça no Distrito Federal e nos Territórios foram realizados e incluídos ao acervo. Essa ação visa manter a história viva do Judiciário da capital e está disponível nos vídeos a seguir. Outras entrevistas, com novos importantes personagens, estão em fase de planejamento para no futuro se somarem à trajetória da Justiça que é contada pelo Programa História Oral.&nbsp;<br /><br /></div>]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><strong><span>O Desembargador Roberval Belinati entrevista o Desembargador Luís Gustavo B. de Oliveira.<br /><br /></span></strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=24gN4rW9Li0" target="_blank" rel="noopener"><strong>Acesse aqui a íntegra desta entrevista para o Programa História Oral. </strong> </a><br /><br /></div>]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">27/09/2024</div>]]></dcterms:date>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/345">
    <dcterms:title><![CDATA[<a href="https://www.youtube.com/watch?v=fMmd35TnrMc" target="_blank" rel="noopener"><strong>Programa História Oral - Des. Mário Machado</strong></a>]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O <strong>Programa História Oral</strong> é uma ferramenta que tem como objetivo constituir o acervo histórico do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, fomentado na reflexão dos personagens que participaram, ou ainda participam, da trajetória do Tribunal de Justiça e que contam, em entrevistas espontâneas e descontraídas, seu papel na história do TJDFT. <br /><br />O programa teve início em 2008 com a desembargadora Maria Thereza Braga Haynes e seguiu até 2010. Em 2014, o programa História Oral foi retomando pela 1ª Vice-Presidência do TJDFT, e, desde então, novos depoimentos que resgatam a história da Justiça no Distrito Federal e nos Territórios foram realizados e incluídos ao acervo. Essa ação visa manter a história viva do Judiciário da capital e está disponível nos vídeos a seguir. Outras entrevistas, com novos importantes personagens, estão em fase de planejamento para no futuro se somarem à trajetória da Justiça que é contada pelo Programa História Oral.&nbsp;<br /><br /></div>]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><strong><span>O Desembargador Roberval Belinati entrevista o Desembargador Mário Machado.<br /><br /></span></strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=fMmd35TnrMc" target="_blank" rel="noopener"><strong>Acesse aqui a íntegra desta entrevista para o Programa História Oral. </strong></a> <br /><br /></div>]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">01/10/2024</div>]]></dcterms:date>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/347">
    <dcterms:title><![CDATA[<a href="https://www.youtube.com/watch?v=ffKTIzWWVt4" target="_blank" rel="noopener"><strong>Programa História Oral - Des. Alvaro Ciarlini</strong></a>]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O <strong>Programa História Oral</strong> é uma ferramenta que tem como objetivo constituir o acervo histórico do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, fomentado na reflexão dos personagens que participaram, ou ainda participam, da trajetória do Tribunal de Justiça e que contam, em entrevistas espontâneas e descontraídas, seu papel na história do TJDFT. <br /><br />O programa teve início em 2008 com a desembargadora Maria Thereza Braga Haynes e seguiu até 2010. Em 2014, o programa História Oral foi retomando pela 1ª Vice-Presidência do TJDFT, e, desde então, novos depoimentos que resgatam a história da Justiça no Distrito Federal e nos Territórios foram realizados e incluídos ao acervo. Essa ação visa manter a história viva do Judiciário da capital e está disponível nos vídeos a seguir. Outras entrevistas, com novos importantes personagens, estão em fase de planejamento para no futuro se somarem à trajetória da Justiça que é contada pelo Programa História Oral.&nbsp;<br /><br /></div>]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><strong><span>O Desembargador Roberval Belinati entrevista o Desembargador Alvaro Ciarlini.<br /><br /></span></strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ffKTIzWWVt4" target="_blank" rel="noopener"><strong>Acesse aqui a íntegra desta entrevista para o Programa História Oral. </strong></a> <br /><br /></div>]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">15/10/2024</div>]]></dcterms:date>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/350">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano XIV, nº 63, jul/dez de 2024</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Na presente edição, em homenagem ao trigésimo aniversário de funcionamento do Pró-Saúde, o Informativo Monumentum nos conta sobre a criação e formação da entidade de gestão de benefícios sociais voltados a magistrados e servidores do Tribunal<br /><br /></div>]]></dcterms:subject>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">07/2024</div>]]></dcterms:date>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/351">
    <dcterms:title><![CDATA[<a href="https://www.youtube.com/watch?v=l7Otvz-eLsI&amp;list=PLEVu_ObONqat2RNPT4XdMBG1luh_rjETg&amp;index=3" target="_blank" rel="noopener"><strong>Programa História Oral - Des. Jesuíno Rissato</strong></a>]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O <strong>Programa História Oral</strong> é uma ferramenta que tem como objetivo constituir o acervo histórico do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, fomentado na reflexão dos personagens que participaram, ou ainda participam, da trajetória do Tribunal de Justiça e que contam, em entrevistas espontâneas e descontraídas, seu papel na história do TJDFT. <br /><br />O programa teve início em 2008 com a desembargadora Maria Thereza Braga Haynes e seguiu até 2010. Em 2014, o programa História Oral foi retomando pela 1ª Vice-Presidência do TJDFT, e, desde então, novos depoimentos que resgatam a história da Justiça no Distrito Federal e nos Territórios foram realizados e incluídos ao acervo. Essa ação visa manter a história viva do Judiciário da capital e está disponível nos vídeos a seguir. Outras entrevistas, com novos importantes personagens, estão em fase de planejamento para no futuro se somarem à trajetória da Justiça que é contada pelo Programa História Oral.&nbsp;<br /><br /></div>]]></dcterms:subject>
    <dcterms:abstract><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><strong><span>O Desembargador Roberval Belinati entrevista o Desembargador Jesuíno Rissato.<br /><br /></span></strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=l7Otvz-eLsI&amp;list=PLEVu_ObONqat2RNPT4XdMBG1luh_rjETg&amp;index=3" target="_blank" rel="noopener"><strong>Acesse aqui a íntegra desta entrevista para o Programa História Oral. </strong> </a><br /><br /></div>]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">18/10/2024</div>]]></dcterms:date>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/360">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano XIV, nº 62, jan/jun de 2024</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">01/2024</div>]]></dcterms:date>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/430">
    <dcterms:title><![CDATA[<strong>Monumentum Ano XI, nº 64, jan/dez de 2025</strong>]]></dcterms:title>
    <dcterms:abstract><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Nesta edição do Informativo Monumentum, presta a devida <strong>homenagem ao Desembargador Pontes de Miranda</strong>, personalidade singular da história do Brasil, relacionando registros biográficos à elementos de sua teoria jurídica e traçando um perfil com vistas a compreender sua influência tanto no cenário jurídico nacional quanto na memória do TJDFT.</div>]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[<spam style="font-size: 14px; text-align: left;">Primeira Vice-Presidência do TJDFT</spam>]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[<div style="font-size: 13px; text-align: left;">12/2025</div>]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/745">
    <dcterms:title><![CDATA[Busto de Ruy Barbosa]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Escultura intitulada Busto de Ruy Barbosa, criada por Achnoor em 1969. A obra apresenta a cabeça e parte do tronco em bronze escuro, com leve brilho. O rosto tem traços marcados e testa ampla, voltado para frente. O vestuário aparece de forma simplificada, com colarinho alto e gravata. O busto está apoiado sobre um pedestal de mármore claro. Na parte superior, uma base lisa sustenta a escultura. Abaixo, um bloco maior de mármore, com veios discretos, traz uma inscrição em letras cursivas escuras, bem visíveis no fundo claro. A frase gravada diz: “Quem dá às Constituições realidade não é, nem a inteligência que as concebe, nem o pensamento que as estampa: é a magistratura que as defende.” Ao final, aparece o nome Ruy Barbosa. Ao fundo, uma parede clara com formas geométricas em relevo cria um ambiente sóbrio, destacando o contraste entre o bronze escuro e o mármore claro do pedestal.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Achnoor rio 1969]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[-]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: -<br /><br /><strong>Medidas</strong>: -<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 017.008]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/788">
    <dcterms:title><![CDATA[Em Busca do Despertar]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[A obra, intitulada "Em Busca do Despertar", é uma escultura do artista Alex Ofuji, criada em 2018. Utilizando a técnica de desgaste em PVC, a peça possui 65 centímetros de altura, 47 de largura e 20 de profundidade. A escultura apresenta uma forma cilíndrica, que se assemelha a um tronco de árvore, com detalhes intrincados esculpidos em sua superfície. Uma figura humana, em posição meditativa, está esculpida na base, com um semblante sereno e envolto em vestes fluidas. Acima dela, uma árvore estilizada com folhagens densas se ramifica, simbolizando crescimento e conexão com a natureza. A obra é apresentada em duas versões: uma em PVC claro, destacando a textura e os detalhes do desgaste, e outra iluminada internamente, que realça a figura meditativa e a árvore com um brilho quente, criando um efeito de luz e sombra que evoca introspecção e espiritualidade. A peça convida à reflexão sobre a jornada interior e a busca pelo autoconhecimento.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Alex Ofuji]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2018]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: Desgaste em tudo de PVC<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 65 cm (altura) x 47 cm (largura) x 20 cm (profundidade)<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 254.199]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/716">
    <dcterms:title><![CDATA[Dom Quixote 2]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Dom Quixote 2, de Alexsandro Almeida, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 70 por 110 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, exibe uma cena vibrante e colorida, com estilo popular. À esquerda, um homem de chapéu de palha monta um burro marrom. À direita, um homem de bigode e armadura branca cavalga um cavalo branco, empunhando uma lança. Ambos estão em um campo verde com corações vermelhos. O fundo é abstrato e dinâmico, com formas geométricas coloridas em tons de azul, amarelo, laranja, roxo e rosa, lembrando bandeiras ou moinhos de vento. A paleta de cores é intensa e alegre, e as pinceladas expressivas criam uma atmosfera lúdica e fantástica, evocando a história de Dom Quixote com vivacidade.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Alexsandro Almeida]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[sem data]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: acrílica sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 70 x 110 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 234.654]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/798">
    <dcterms:title><![CDATA[STF 1]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[A obra “STF 1”, de Alexandro Almeida, produzida em 2016 em acrílica sobre tela, apresenta uma composição abstrata de 60 por 60 centímetros, marcada pelo contraste entre formas geométricas e cores vibrantes. Sobre um fundo rosa intenso, uma forma amarela irregular ocupa a lateral esquerda, enquanto um pequeno círculo da mesma cor paira próximo ao topo. No centro da pintura, grandes faixas verticais em tons de azul e violeta descem em direção à base, ladeando formas brancas alongadas que evocam a silhueta estilizada de torres ou pilares. Na parte inferior, semicírculos em laranja, verde, preto e azul-claro introduzem curvas que dialogam com o predomínio das linhas verticais. À direita, uma estreita faixa amarela separa o conjunto central de uma larga faixa vermelha. A disposição das formas e o encontro entre cores quentes e frias criam uma composição equilibrada, dinâmica e fortemente gráfica, característica da linguagem abstrata da obra.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Alexsandro Almeida]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2016]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: acrílica sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 60 x 60 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 240.164]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/731">
    <dcterms:title><![CDATA[Promessa Chão]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Promessa Chão, de Alliny Nunes, é uma fotografia em preto e branco, sem data, medindo 40 por 60 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta um grupo de sete pessoas, de diferentes idades, sorrindo e se abraçando, sugerindo uma família. No centro, um homem de óculos e cabelos claros, com um sorriso acolhedor, é abraçado por crianças e jovens. Todos estão vestidos com roupas claras, que se mesclam ao fundo. A composição é um close-up, focando nos rostos e expressões de felicidade e união. A iluminação suave realça os detalhes e as texturas, criando uma atmosfera íntima e calorosa. A fotografia transmite amor, cumplicidade e alegria, celebrando os laços familiares e a promessa de um futuro juntos.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Alliny Nunes]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[sem data]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: fotografia<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 40 x 60 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 010.903]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/109">
    <dcterms:title><![CDATA[Pássaros]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Imagem retangular na horizontal. Apresenta desenhos abstratos em preto e branco.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Ana Letycia]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[1960]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Técnica: Gravura, matriz em metal<br />
Medidas: 35 x 50 cm]]></dcterms:format>
    <dcterms:language><![CDATA[pt_BR]]></dcterms:language>
    <dcterms:type><![CDATA[Imagem]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/740">
    <dcterms:title><![CDATA[Índia Yanomami]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Índia Yanomami, de André Rodrigo, é uma fotografia sem data, medindo 100 por 100 centímetros. A obra, em formato quadrado, apresenta um close-up do rosto de uma jovem indígena Yanomami. Sua pele é morena e seus olhos escuros e expressivos olham diretamente para o observador. O rosto está adornado com pinturas faciais tradicionais em preto, com linhas horizontais sobre a testa e bochechas, e verticais que descem do nariz até o queixo. Adornos de palha ou madeira atravessam o septo nasal e os cantos da boca, e brincos brancos e pretos pendem das orelhas. O cabelo escuro e liso emoldura o rosto. O fundo é escuro e desfocado, realçando a figura da jovem. A iluminação suave destaca os detalhes das pinturas e adornos. A fotografia transmite a beleza, a força e a riqueza cultural do povo Yanomami, capturando a essência de sua identidade.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[André Rodrigo]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[sem data]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: fotografia<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 100 x 100 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 240.047]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/681">
    <dcterms:title><![CDATA[Pássaros]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Pássaros, uma gravura em metal de Anna Letycia, criada em 1960. A obra, medindo 35 por 50 centímetros, apresenta um contraste marcante em tons de cinza, preto e branco. No centro e à esquerda, formas brancas estilizadas emergem, sugerindo pássaros em pleno voo ou em movimento dinâmico. Seus contornos são irregulares e preenchidos com uma textura sutil, que lhes confere leveza. Na parte inferior e nas laterais, massas escuras dominam a composição, lembrando folhagens densas ou sombras profundas. Traços verticais e orgânicos criam uma sensação de vegetação exuberante, emoldurando as figuras aladas. O fundo da gravura é preenchido por diferentes tonalidades de cinza, evocando um céu nublado ou uma atmosfera densa, que acentua o mistério da cena. A técnica de gravura em metal confere à obra uma riqueza de detalhes e texturas, realçando o jogo de luz e sombra. A obra transmite uma sensação de liberdade e movimento, com a interação entre as formas claras dos pássaros e as escuras da natureza. Uma representação expressiva da artista, onde a simplicidade das formas revela uma profunda expressividade.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Anna Letycia]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[1960]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Técnica:&nbsp;</strong>gravura matriz em metal</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Medidas:&nbsp;</strong>35x50 cm<br /><br /><strong>Patrimônio:</strong> 003.736</p>]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/732">
    <dcterms:title><![CDATA[Voe]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Voe, de Antônia Célia, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 90 por 100 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma composição abstrata e expressiva. O fundo é dominado por tons de verde oliva e marrom, com pinceladas que criam uma textura orgânica. No centro, uma forma vertical em tons de branco e cinza claro se destaca, atravessando a tela de cima a baixo, com detalhes que lembram galhos ou raízes finas e emaranhadas. À esquerda da forma central, há uma linha horizontal fina em tons de laranja e amarelo, adicionando um toque de cor e contraste. A iluminação parece vir do centro, realçando a textura e a profundidade. A composição transmite uma sensação de movimento ascendente e leveza, evocando a ideia de voo e liberdade, com uma estética que explora a interação entre formas orgânicas e abstratas.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Antônia Célia]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[sem data]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: acrílica sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 90 x 100 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 219.528]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/755">
    <dcterms:title><![CDATA[Refletindo]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Refletindo, de Armando Cunha, é uma pintura a óleo sobre tela de 2024, medindo 120 por 80 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata com formas orgânicas e geométricas interligadas, em uma paleta de cores vibrantes e terrosas. Predominam tons de amarelo, verde-limão, azul-claro, marrom, cinza e rosa pálido. Há figuras que remetem a rostos ou perfis humanos, com olhos e narizes estilizados, sugerindo reflexão ou introspecção. As formas são contornadas por linhas finas em preto e branco, que adicionam dinamismo e separam os planos. A iluminação é suave, realçando as texturas e as sobreposições das cores. A pintura evoca uma sensação de mistério e contemplação, convidando o observador a interpretar as formas e as emoções transmitidas.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Armando Cunha]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2024]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: Óleo sobre Tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 120 x 80cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 277.331]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/756">
    <dcterms:title><![CDATA[Justiça]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Justiça, de Armando Cunha, é uma pintura a óleo sobre tela de 2024, medindo 120 por 70 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata de formas geométricas e orgânicas interligadas, em uma paleta de cores intensas e contrastantes. Predominam tons de vermelho, laranja, azul, roxo, amarelo e marrom. As formas se sobrepõem e se entrelaçam, criando uma sensação de movimento e profundidade. É possível identificar elementos que remetem a figuras humanas estilizadas, com traços angulares e curvos, sugerindo a complexidade e a dinâmica do conceito de justiça. A iluminação é dramática, com áreas de luz e sombra que realçam as cores e as texturas da pintura. A obra transmite uma sensação de força, equilíbrio e a busca por uma resolução, convidando o observador a refletir sobre os múltiplos aspectos da justiça.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Armando Cunha]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2024]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: óleo sobre Tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>:120 x 70 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 277.330]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/4">
    <dcterms:title><![CDATA[Bloco 6 da Esplanada dos Ministérios em construção]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[Construção de Brasília]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Esplanada dos Ministérios]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Bloco 6]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Início do TJDFT]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Sociedade Engenharia Terraplanagem Alberto LTDA - SETAL]]></dcterms:subject>
    <dcterms:description><![CDATA[Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Construção de um prédio com andaimes de madeira. Placa com informações da obra do Bloco 6, com data de início 02/05/1959 e de entrega 30/10/1959, pela empresa SETAL.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Arquivo Público do Distrito Federal ]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[1959]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Fotografia em Preto e Branco<br />
Dimensão: 15x21cm<br />
]]></dcterms:format>
    <dcterms:language><![CDATA[pt_BR]]></dcterms:language>
    <dcterms:type><![CDATA[Imagem]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/751">
    <dcterms:title><![CDATA[Busto de Clóvis Beviláqua]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Busto de Clóvis Beviláqua, do artista ASCHOOR, é uma escultura sem data, técnica ou medidas informadas. A obra apresenta um busto masculino em bronze, retratando um homem de meia-idade com bigode e cabelo penteado para trás. Ele veste terno com lapelas largas, camisa e gravata. O rosto possui traços marcantes, com expressão séria e olhar direto. A superfície do bronze é lisa e polida em algumas áreas, e mais texturizada em outras, criando um jogo de luz e sombra. O busto está apoiado sobre uma base retangular de bronze, que por sua vez repousa sobre um pedestal escuro. A iluminação realça os contornos e a profundidade da escultura, transmitindo a imponência e a intelectualidade da figura retratada.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[ASCHOOR]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[-]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: -<br /><br /><strong>Medidas</strong>: -<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 017.007]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/687">
    <dcterms:title><![CDATA[Tori e Pingente Catedral]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Descrição dos objetos. (Lado esquerdo): Esculturas de pássaros. Duas figuras tridimensionais de pequeno porte, com formato arredondado. As peças apresentam superfície lisa e brilhante. Predominam as cores dourado e vermelho escuro, com detalhes em preto. Título: “Tori” Artista: Ateliê Bell Stop Técnica: porcelana pintada Medidas: aproximadamente 38 por 17 centímetros (Lado direito): Joia. Objeto circular, de metal prateado, posicionado horizontalmente. Apresenta estrutura vazada, com linhas que partem do centro e formam um padrão radial, semelhante a uma roda. Título: “Pingente Catedral”. Autoria: Roselaine Júlia. Ano: 2019. Técnica: joia em prata com pedra de cristal branco. Medida: cerca de 5,5 centímetros de diâmetro]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Ateliê Bell Stipp e Rosânia Ulácia]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[sem data e 2019]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Obra à esquerda:</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Técnica:&nbsp;</strong>porcelana pintada<strong></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Medidas:&nbsp;</strong>38x17 cm<br /><br /></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Obra à direita:</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Técnica:&nbsp;</strong>jóia em prata com gema de cristal branco<strong></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Medidas:&nbsp;</strong>5,5 cm de diâmetro</p>]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/44">
    <dcterms:title><![CDATA[Carnaval]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[Carnaval]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Athos Bulcão ]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Modernismo Brasileiro]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Acervo Artístico Originário<br />
]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[A Gênese de um Acervo<br />
]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Acervo Artístico TJDFT<br />
]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Obras Adquiridas pelo TJDFT<br />
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    <dcterms:subject><![CDATA[Pintura<br />
]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Artista Brasileiro<br />
]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Artista Modernista<br />
]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Pintura Figurativa<br />
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    <dcterms:description><![CDATA[Obra intitulada Carnaval, de Athos Bulcão, datada de 1962. Técnica: óleo sobre cartão. Medidas: 40 por 60 centímetros. A imagem apresenta cinco figuras humanas estilizadas alinhadas horizontalmente sobre um fundo claro, em tons suaves de rosa e bege. As formas são geométricas, com contornos simples e pouca definição de detalhes faciais. Da esquerda para a direita: a primeira figura veste peças em azul e laranja. Ao lado, uma segunda figura usa roupas em azul escuro. A terceira figura veste uma combinação de laranja, verde e amarelo, com um elemento branco próximo à cabeça. A quarta figura, ao centro-direita, utiliza um chapéu alto escuro e uma roupa composta por losangos em tons de azul, com os braços erguidos para cima. A quinta figura, à direita, veste peças em verde, branco e vermelho.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Athos Bulcão]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[1962]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Técnica: Óleo sobre cartão<br />
Dimensão: 40 x 60 cm]]></dcterms:format>
    <dcterms:type><![CDATA[Imagem]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/45">
    <dcterms:title><![CDATA[Mascarados]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[Mascarados]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Athos Bulcão]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Acervo Artístico Originário]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[A Gênese de um Acervo<br />
]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Modernismo Brasileiro]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Pintura figurativa]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Série Carnaval de Athos Bulcão]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Pintor Modernista Brasileiro]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Artista Modernista<br />
]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Obras Adquiridas pelo TJDFT<br />
]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Artista Brasileiro]]></dcterms:subject>
    <dcterms:description><![CDATA[Esta é a pintura Mascarados, de Athos Bulcão, criada em 1962, em óleo sobre tela, com 33 por 100 centímetros. A composição é horizontal, com fundo rosa claro. Ao longo da imagem, cerca de onze figuras aparecem alinhadas, uma ao lado da outra, ocupando toda a largura. Cada figura veste roupas longas, com cores fortes e chapadas, como vermelho, azul, verde, amarelo e laranja. O destaque está nas máscaras. Cada personagem usa uma diferente: algumas são altas e estreitas, como cilindros; outras têm formatos mais largos ou achatados. Há máscaras com extensões laterais que lembram abas ou bicos, e outras com partes que se projetam para cima, como pontas ou hastes. Os rostos são bem simplificados, com poucos traços indicando olhos e nariz, sem detalhes realistas. Algumas figuras seguram objetos, como um instrumento musical, um círculo branco semelhante a um tambor e uma rede apoiada no chão. Todas permanecem no mesmo plano, criando um ritmo visual baseado na repetição e na variedade de formas e cores.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Athos Bulcão ]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[1962]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Técnica: óleo sobre tela<br />
Dimensão: 33 x 100 cm]]></dcterms:format>
    <dcterms:language><![CDATA[pt_BR]]></dcterms:language>
    <dcterms:type><![CDATA[Imagem]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/752">
    <dcterms:title><![CDATA[Busto de Lila Pimenta Duarte]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Busto de Lila Pimenta Duarte, da artista Audarea Belo, é uma escultura sem data, técnica ou medidas informadas. A obra apresenta um busto feminino em bronze, retratando uma mulher de meia-idade com cabelo curto e ondulado, penteado para trás. Ela veste uma gola alta franzida, que se assemelha a um rufo, e um colar longo com um pingente. O rosto possui traços suaves, com expressão serena e um leve sorriso. A superfície do bronze é polida, refletindo a luz e destacando detalhes do cabelo e da vestimenta. O busto está apoiado sobre um pedestal escuro. A iluminação realça os contornos e a profundidade da escultura, transmitindo a elegância e a personalidade da figura retratada.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Audarea Belo]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[-]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: -<br /><br /><strong>Medidas</strong>: -<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: sem patrimônio]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/759">
    <dcterms:title><![CDATA[Deusa da Justiça]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Deusa da Justiça, de Aulion, é uma pintura a óleo sobre tela de 2021, medindo 92 por 62 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, retrata uma figura feminina estilizada, representando a Deusa da Justiça, em plano médio. Ela está de perfil, com o rosto levemente inclinado para baixo e olhos vendados por uma faixa clara. Seus cabelos, em tons de cinza e branco, estão presos em um coque alto. Veste uma túnica clara que revela parte de seu ombro. À esquerda, no fundo, uma balança de dois pratos, símbolo da equidade, aparece em tons escuros sobre um fundo marrom texturizado. À direita, atrás da figura, a empunhadura de uma espada, símbolo da força da lei, é visível. A paleta de cores é composta por tons terrosos, marrons, cinzas e um toque de verde. A iluminação suave cria um ambiente de seriedade e contemplação. A pintura evoca a imparcialidade e a força da justiça, com uma representação moderna e simbólica.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Aulion]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2021]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: óleo sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 92x62 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 255.074]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/106">
    <dcterms:title><![CDATA[Sem título]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Imagem retangular na vertical. Apresenta cores escuras e amarronzadas. Representação abstrata.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Bernardo Cid]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:format><![CDATA[Tipo: Pintura<br />
Técnica: óleo sobre tela<br />
Dimensão: 90 x 72cm]]></dcterms:format>
    <dcterms:language><![CDATA[pt_BR]]></dcterms:language>
    <dcterms:type><![CDATA[Imagem]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/692">
    <dcterms:title><![CDATA[Sem título]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Pintura em formato vertical, inserida em moldura de madeira clara com detalhes dourados. A composição apresenta uma cena abstrata, em tons de marrom, ocre e sépia, com contraste entre luz e sombra. No centro da imagem, há um conjunto de formas orgânicas sobrepostas, criando uma estrutura visual densa. Essas formas lembram partes de corpos ou máscaras, com aberturas que sugerem olhos e cavidades. À esquerda, observa-se uma figura com parte superior arredondada. Abaixo, duas formas ovais lembram olhos vazados. No centro, um formato escuro remete a um coração. Mais abaixo, uma forma semelhante a uma boca com dentes visíveis. Na parte inferior esquerda, aparecem duas pequenas figuras humanas esquemáticas, com pernas finas, posicionadas sobre uma superfície plana. À direita, há formas volumosas com recortes que lembram rostos desestruturados. Algumas dessas formas são atravessadas por linhas diagonais. No centro inferior da pintura, uma área clara sugere um ponto de luz, contrastando com o fundo escuro. Predominam tons terrosos, com iluminação suave e difusa, que destaca volumes e cria profundidade. A composição transmite sensação de densidade e ambiguidade, com formas que evocam corpos e máscaras fragmentadas.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Bernardo Cid]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[sem data]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Técnica:&nbsp;</strong>óleo sobre tela</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Dimensão:&nbsp;</strong>90x72 cm</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Patrimônio:&nbsp;</strong>000.068</p>]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/769">
    <dcterms:title><![CDATA[Identidade]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Identidade, de Bruno Matos, criada em 2010, com técnica mista sobre compensado e medindo 59 por 46 centímetros, apresenta um rosto humano centralizado, desenhado com traços escuros e bem definidos. Os cabelos são lisos. Os olhos grandes estão voltados para a direita; o nariz é alongado e a boca está fechada. O fundo combina tons quentes de vermelho, laranja e bege, com textura irregular. Ao redor da cabeça, há faixas verticais com sinais gráficos semelhantes a inscrições, e, na parte superior, uma faixa vermelha reúne caracteres estilizados. Na parte inferior, também em vermelho, aparecem pequenos animais, com traços simples que lembram pinturas rupestres. É possível reconhecer um boi e um cavalo, além de outras duas figuras: um animal de quatro patas, de corpo compacto e baixo, e um peixe, identificado pelo corpo alongado e forma contínua, sem patas. As figuras estão alinhadas, sugerindo movimento.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Bruno Matos]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2010]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: técnica mista sobre compensado<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 59 x 46 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 213.132]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/704">
    <dcterms:title><![CDATA[Canto da Sereia]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Audiodescrição da obra "Canto da Sereia", de Camilo Carvalho. A obra, intitulada "Canto da Sereia", é uma pintura em acrílica sobre tela do artista Camilo Carvalho, sem data de criação registrada. Mede 50 por 50 centímetros, com patrimônio número 236.058. A imagem apresenta uma figura feminina estilizada, possivelmente uma sereia, tocando uma flauta de Pã. A figura é retratada da cintura para cima, com a pele em tons terrosos e cabelos longos e ondulados. Ela usa um adorno na cabeça e brincos em formato de leque. A flauta de Pã é segurada com as duas mãos e levada à boca. O fundo da pintura é em tons de marrom e ocre, com uma área mais clara no canto superior direito, de onde parece emanar um som ou fumaça estilizada. A obra transmite uma atmosfera mística e musical, com a figura da sereia em um momento de encantamento.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Camilo Carvalho]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[sem data]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: acrílica sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 50 x 50 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 236.058]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/814">
    <dcterms:title><![CDATA[Retirantes]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA["Retirantes", uma obra impactante do artista Carl Brussel, criada em mil novecentos e oitenta e seis. Esta pintura, realizada em óleo sobre tela e medindo noventa e dois por setenta e três centímetros, retrata a dura realidade da migração. A composição apresenta figuras humanas estilizadas, com formas angulares e alongadas, que transmitem uma sensação de movimento e cansaço. No primeiro plano, uma mulher com um chapéu grande e branco na cabeça, e um vestido em tons de azul acinzentado, caminha carregando uma cesta. Seu olhar é direcionado para frente, mas sua postura sugere resignação. Ao seu lado e um pouco atrás, outras figuras, também estilizadas, a acompanham, formando um grupo coeso. As cores predominantes são tons terrosos, cinzas, azuis pálidos e brancos, que evocam a paisagem árida e a poeira do caminho. A técnica de óleo sobre tela confere à obra uma textura rica e uma profundidade que acentua a dramaticidade da cena. O fundo da pintura é composto por planos geométricos e cores claras, que sugerem um horizonte distante e a vastidão do percurso. A luz incide de forma difusa, criando um ambiente de melancolia e esperança. A obra "Retirantes" transmite uma sensação de resiliência e a força do espírito humano diante das adversidades. É um tributo àqueles que buscam um novo começo, carregando consigo a história e a esperança de um futuro melhor.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Carl Brussel]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[1986]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: óleo sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 92 x 73 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 000.020]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/741">
    <dcterms:title><![CDATA[Clamor de Justiça]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Clamor de Justiça, de Carlos da Paz, é uma escultura sem data, medindo 150 por 50 centímetros. A obra apresenta uma figura humana estilizada, com a cabeça inclinada para trás e os braços levantados, em um gesto de súplica ou protesto. A escultura é composta por elementos que sugerem uma estrutura metálica ou de arame, com formas que remetem a fragmentos ou camadas. A cabeça, em tom claro, parece ser de um material diferente do corpo, mais escuro e texturizado. Uma base sólida e escura sustenta a figura verticalmente. A iluminação realça as texturas e as formas angulares, transmitindo movimento e emoção. A peça evoca a ideia de um grito silencioso por justiça, um clamor por atenção e reconhecimento.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Carlos da Paz]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[sem data]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: escultura<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 150 x 50 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 177.390]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/110">
    <dcterms:title><![CDATA[Paisagem II]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Obra Paisagem Gaúcha, de Carlos Scliar, 1960. Têmpera e vinil sobre madeira, medindo 55,2 por 75 centímetros. A imagem apresenta uma paisagem com formas simplificadas e contornos suaves. No centro superior, há uma construção geométrica, de cor ocre, com linhas retas e verticais, posicionada sobre uma área levemente elevada. Ao fundo, troncos altos e verticais se distribuem pelo espaço, sugerindo árvores sem detalhes de folhas. Na metade inferior, o terreno é composto por faixas curvas e sobrepostas em tons de verde e ocre, criando a sensação de caminhos ou campos organizados em camadas. Linhas finas e inclinadas atravessam o primeiro plano, lembrando cercas ou divisões de terra. As cores predominantes são verdes, amarelos e ocres, com aplicação difusa que suaviza os contornos e reduz contrastes. A composição enfatiza formas amplas e organização espacial, sem detalhamento minucioso dos elementos.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Carlos Scliar]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[1960]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Técnica: Vinil sobre madeira<br />
Medidas: 55,2 x 75 cm]]></dcterms:format>
    <dcterms:language><![CDATA[pt_BR]]></dcterms:language>
    <dcterms:type><![CDATA[Imagem]]></dcterms:type>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/803">
    <dcterms:title><![CDATA[Refugiados]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[A obra, intitulada "Refugiados", é uma pintura a óleo sobre tela do artista Cassiano Araújo, criada em 2017. Com medidas de 70 por 200 centímetros, a tela apresenta uma composição horizontal que retrata uma multidão de pessoas em movimento, sugerindo uma jornada ou fuga. As figuras são representadas de forma abstrata, com pinceladas soltas e cores vibrantes, como tons de vermelho, laranja, azul e branco, que se misturam e se sobrepõem, criando uma sensação de dinamismo e urgência. As cores quentes predominam no centro da tela, enquanto as bordas apresentam tons mais frios, como azuis e cinzas. A massa de corpos transmite a ideia de um coletivo em busca de um novo lar. A obra é um poderoso comentário visual sobre a crise humanitária dos refugiados, convidando o observador a refletir sobre a resiliência e a esperança em meio à adversidade.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Cassiano Araújo]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2017]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: óleo sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 70 x 200 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 258.102]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/805">
    <dcterms:title><![CDATA[Rosa Vermelha]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Rosa Vermelha, uma pintura vibrante da artista Cecília Prudente, criada em dois mil e dezessete. Esta obra, com cinquenta por cinquenta centímetros, é uma fusão de tinta acrílica e óleo, resultando em uma textura rica e cores intensas. No centro da tela, uma única rosa vermelha se destaca, preenchendo quase todo o espaço. Suas pétalas, em diversos tons de vermelho, do escarlate profundo ao carmesim brilhante, se desdobram em camadas, criando uma sensação de profundidade e volume. A luz parece incidir suavemente sobre as bordas das pétalas, realçando suas curvas e aveludado. O miolo da rosa, mais escuro e denso, convida o olhar a se perder em suas profundezas, enquanto as pétalas externas se abrem graciosamente. O fundo da pintura é um tom escuro e uniforme, quase preto, que serve para acentuar ainda mais a intensidade e a paixão da rosa. A técnica mista de acrílica e óleo confere à obra uma qualidade tátil, onde se pode quase sentir a suavidade das pétalas. A composição é simples, mas poderosa, focando na beleza singular da flor. A obra transmite uma sensação de amor, beleza e intensidade, capturando a essência atemporal da rosa vermelha.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Cecília Prudente]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2017]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: tinta acrílica e a óleo<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 50x50cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 240.049]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/689">
    <dcterms:title><![CDATA[Quadro com tapeçaria]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Sem data. Tapeçaria emoldurada em madeira, na horizontal, medindo aproximadamente 128 por 92 centímetros. Ao centro, uma composição de folhas grandes e alongadas ocupa quase toda a área. As folhas aparecem sobrepostas, em diferentes tons de verde, do claro ao escuro, com contornos marcados e formato pontiagudo, sugerindo vegetação densa. Entre as folhas, destacam-se flores estilizadas em tons de laranja e amarelo, distribuídas ao longo da parte superior. O fundo é dividido em duas faixas principais. Na parte inferior, predominam listras verticais finas nas cores verde e roxa. Na parte superior, o fundo é mais uniforme, em tom claro, próximo ao lilás. A superfície têxtil apresenta trama visível, com pequenos pontos regulares que reforçam o caráter artesanal da peça]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Celeste]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[sem data]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Técnica:&nbsp;</strong>tapeçaria</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Medidas:</strong><span>&nbsp;</span>128x92 cm</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Patrimônio:&nbsp;</strong>700.001</p>]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/791">
    <dcterms:title><![CDATA[Farol Sentinela]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Farol Sentinela, de Céres Sertã, realizada em 2015 em óleo sobre tela, mede 60 por 90 centímetros. A obra retrata uma paisagem costeira dominada pelo encontro entre o mar e rochas escarpadas. Uma antiga ponte de pedra atravessa a cena, sustentada por um amplo arco sob o qual passam as águas agitadas do oceano. No lado esquerdo da ponte, destaca-se um pequeno farol em tom amarelado. De formato cilíndrico e vertical, o farol ergue-se sobre a estrutura rochosa como ponto focal da composição. No topo, uma lanterna de cor clara é coroada por um pequeno telhado avermelhado, contrastando com o céu azul intenso ao fundo. Apesar das dimensões discretas, o farol se sobressai pela posição elevada e pela luminosidade de suas cores. Abaixo, ondas espumantes avançam contra as pedras escuras, enquanto o céu varia do azul profundo ao azul claro próximo ao horizonte.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Céres Sertã]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2015]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: óleo sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 60 x 90 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 234.932]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/658">
    <dcterms:title><![CDATA[Menina Massai]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Descrição Geral: A obra é um desenho realista vertical, executado inteiramente em tons de cinza sobre um fundo branco liso. Retrata, em plano médio, o perfil esquerdo de uma jovem africana da etnia Massai. A figura está centralizada, capturada do topo da cabeça até a altura da cintura. Elementos da Figura A jovem possui traços delicados e uma expressão serena. Seu rosto está voltado para a esquerda. Ela tem a cabeça raspada, característica comum na cultura Massai, o que destaca o contorno preciso de seu crânio e a curva suave de sua nuca. O trabalho de luz e sombra é minucioso, criando uma ilusão de tridimensionalidade na pele. Há um brilho sutil na têmpora, na maçã do rosto e na ponta do nariz, enquanto sombras profundas definem a curvatura da orelha e a linha do maxilar. Vestimentas e Adornos A jovem veste uma túnica leve que envolve seus ombros e cai em dobras naturais sobre o peito e as costas. O tecido é representado com sombreados suaves que sugerem uma textura macia. Em seu pescoço, ela ostenta um colar tradicional Massai, composto por múltiplas fileiras de contas que formam uma estrutura circular plana, assemelhando-se a um disco. Embora o desenho seja em grafite, a variação de tons sugere o contraste de cores das miçangas originais. Ela também usa brincos pendentes, que se destacam contra o pescoço. Composição e Técnica: A composição é limpa e minimalista. Não há cenário ou elementos de fundo, o que direciona todo o foco para a figura feminina. A técnica de grafite é refinada, com transições de degradê quase imperceptíveis e detalhes precisos nos olhos, lábios e nos ornamentos, conferindo à obra uma qualidade quase fotográfica. A iluminação parece vir da parte frontal superior esquerda, criando contrastes que enfatizam a postura ereta e a dignidade da jovem retratada.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Clodair Borin]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2024]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica:</strong> grafite sobre papel<br /><br /><strong>Medidas:</strong> 32cmx60cm<br /><br /><strong>Patrimônio:</strong> 281.487]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/763">
    <dcterms:title><![CDATA[Araras]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Araras, de Clodair Edenilson Borin, é uma acrílica sobre tela de 2019, medindo 40 por 60 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, retrata duas araras-azuis em um plano próximo, com um fundo esverdeado e suavemente texturizado. A arara da esquerda está em primeiro plano, com a cabeça levemente inclinada para a direita, revelando suas penas azuis vibrantes, a face branca com detalhes pretos e o bico forte. A arara da direita está um pouco mais recuada e à frente, com a cabeça virada para a esquerda, encostando-se suavemente na primeira, criando uma sensação de intimidade e carinho. Suas penas azuis e amarelas se misturam, e os olhos expressivos de ambas as aves são destacados. A iluminação é suave e natural, realçando a riqueza das cores e a textura das penas. A pintura transmite uma sensação de tranquilidade, beleza natural e a delicadeza da relação entre os animais, celebrando a exuberância da fauna brasileira.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Clodair Edenilson Borin]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2019]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: acrílica sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 40 x 60 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 258.182]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/735">
    <dcterms:title><![CDATA[Estruturas e Desestruturas]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Estruturas e Desestruturas, do Coletivo Nós e Ludmyla Monteiro, é uma fotografia sem data, medindo 42 por 60 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta duas imagens de estruturas de madeira em um campo gramado. A imagem superior mostra postes e vigas de madeira dispostos verticalmente e em ângulos, formando uma cerca abstrata. O campo é verde com trilhas avermelhadas, e o céu é claro com algumas árvores ao fundo. A imagem inferior exibe estruturas de madeira semelhantes, mas organizadas em padrões triangulares interconectados, com um corpo d'água ao fundo e um céu rosado. A composição explora a dualidade entre construção e desconstrução, ordem e caos, utilizando elementos naturais e artificiais para refletir sobre a paisagem e a intervenção humana. A fotografia transmite efemeridade e transformação.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Coletivo Nós / Ludmyla Monteiro]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[sem data]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: fotografia<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 42 x 60 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 213.284/213.285]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/772">
    <dcterms:title><![CDATA[Passagem]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Passagem, de Cristina Pessoa, realizada em 2006 em pva sobre tela e medindo 180 por 110 centímetros, apresenta uma composição abstrata formada por retângulos concêntricos, organizados em camadas dentro de uma superfície horizontal. Ao centro, há um retângulo amplo em tom cinza claro, cercado por uma sequência de molduras retangulares que se expandem para fora. Essas molduras alternam cores neutras: bege, branco, preto e diferentes variações de cinza. As bordas são regulares, mas levemente onduladas, criando a sensação de movimento suave, como se as camadas respirassem ou pulsassem. A repetição das formas e o contraste entre claro e escuro conduzem o olhar para o interior da pintura, sugerindo profundidade e atravessamento, como um caminho ou passagem que se abre em planos sucessivos. O conjunto transmite equilíbrio e ritmo, explorando a relação entre forma, cor e espaço de maneira simples e meditativa.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Cristina Pessoa]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2006]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: pva sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 180x110cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 113.704]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/701">
    <dcterms:title><![CDATA[Os Candangos]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Audiodescrição da obra "Os Candangos", de Da Silva. A obra, intitulada "Os Candangos", é uma pirogravura em couro do artista Da Silva, sem data de criação registrada. Mede 30 por 42 centímetros, com patrimônio número 240.052. A imagem apresenta uma composição em tons terrosos, predominantemente marrom-avermelhado, característico do couro. Três figuras humanas estilizadas e alongadas são o foco central. Duas delas estão em pé, com corpos esguios e cabeças pequenas, sugerindo esforço ou trabalho, com seus corpos inclinados e braços levantados. Uma terceira figura, também estilizada, parece estar deitada no plano inferior esquerdo da obra. A técnica de pirogravura confere à obra um aspecto rústico e texturizado, com linhas queimadas que definem as formas e os contornos. O fundo é simples, realçando a presença das figuras.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Da Silva]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[sem data]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: pirogravura em couro<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 30 x 42 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 240.052]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/761">
    <dcterms:title><![CDATA[Palingenesia]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Palingenesia, de Da Silva, é uma pirogravura em cortiça de 2019, medindo 79,5 por 85 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma paisagem árida onde uma árvore solitária se destaca. Sob sua copa, a estátua da Justiça emerge do solo, simbolizando um renascimento. A técnica de pirogravura confere à imagem tons sépia e marrons, com texturas que remetem à madeira queimada. A árvore, no centro da composição, possui galhos retorcidos e folhagem densa, projetando uma sombra protetora sobre a figura. A estátua da Justiça, parcialmente visível, parece brotar da terra, sugerindo a força e a permanência do ideal de justiça mesmo em ambientes desolados. O fundo é simples, com um horizonte baixo, reforçando a quietude e a resiliência da cena. A obra evoca temas de regeneração e a conexão profunda entre a justiça e a vida, transmitindo uma mensagem de esperança e renovação.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Da Silva]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2019]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: pirogravura em cortiça<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 79.5 x 85 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 258.103]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/779">
    <dcterms:title><![CDATA[JK]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Obra “JK”, de Da Silva, criada em 2015 com a técnica de pirogravura em couro, mede 60 por 45 centímetros. Em uma placa de couro bege-claro, está representado Juscelino Kubitschek, em perfil. O retrato ocupa o centro da composição e mostra uma figura vestindo paletó, desenhada com finos traços em tons castanhos escuros. Ao redor do retrato, aparecem linhas retas e curvas que remetem a marcos da arquitetura modernista de Brasília, cidade associada ao legado de JK. A peça é fixada por quatro parafusos aparentes e emoldurada por uma larga moldura marrom texturizada. O conjunto une retrato e arquitetura em uma homenagem visual ao ex-presidente brasileiro.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Da Silva]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2015]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: pirogravura em couro<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 60 x 45 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 227.173]]></dcterms:format>
</rdf:Description></rdf:RDF>
