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<rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/764">
    <dcterms:title><![CDATA[Fundo do Mar]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Fundo do Mar, de Jorge Kell, é uma escultura de resíduos da indústria de armações de óculos, de 2019, medindo 20 por 32 centímetros. A obra, em formato tridimensional, representa um ecossistema marinho vibrante e colorido, criado a partir de materiais reciclados. A base é um quadrado de madeira pintado com padrões geométricos em tons de laranja, azul, verde e vermelho, simulando o leito oceânico. Sobre ela, emergem formas que remetem a corais, algas e peixes, todos construídos com peças de armações de óculos. As cores são variadas e intensas, com predominância de tons de vermelho, azul, verde e preto, contrastando com o fundo. A composição é dinâmica, com elementos que se elevam e se entrelaçam, sugerindo o movimento da vida marinha. A iluminação destaca as texturas e os brilhos dos materiais, revelando a criatividade na transformação do resíduo em arte. A escultura transmite uma mensagem de conscientização ambiental, celebrando a beleza do fundo do mar e a importância da reciclagem.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Jorge Kell]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2019]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: escultura de resíduos da indústria de armações de óculos<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 20 x 32 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 258.104]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/765">
    <dcterms:title><![CDATA[Cidade Convento]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Cidade Convento, de Nazzareno Stanislau, é um desenho sobre papel de 2005, medindo 23 por 18 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata e colorida, com formas geométricas e orgânicas que se entrelaçam, sugerindo uma paisagem urbana ou arquitetônica. Predominam tons de rosa, azul, vermelho, amarelo e verde, com linhas pretas que definem os contornos das formas. No centro, uma estrutura que lembra um edifício ou um convento se destaca, com detalhes que evocam janelas e telhados. Ao redor, elementos que parecem árvores estilizadas e outras construções se misturam, criando uma atmosfera onírica e fantástica. A iluminação é difusa, realçando a vivacidade das cores e a complexidade do traço. A pintura transmite uma sensação de mistério e contemplação, convidando o observador a explorar os detalhes e as múltiplas interpretações da "Cidade Convento".]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Nazzareno Stanislau]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2005]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: desenho sobre papel<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 23 x 18 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 214.306]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/766">
    <dcterms:title><![CDATA[Estátua da Justiça]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Estátua da Justiça, de Iracema Miranda, 2012. Pintura em acrílica sobre tela, com 140 por 100 centímetros. Em composição vertical, uma figura humana estilizada ocupa o centro da obra. Sentada, mantém o tronco ereto e segura horizontalmente um objeto semelhante a uma espada apoiada sobre o colo. O rosto não apresenta traços fisionômicos, reduzido a formas geométricas simples. As vestes são sugeridas por áreas claras em branco e tons terrosos, com linhas suaves que definem o corpo. O fundo é abstrato e vibrante, dominado por tonalidades de vermelho, laranja, amarelo e toques de marrom, aplicadas em pinceladas amplas que criam sensação de calor e movimento. A figura clara destaca-se sobre esse ambiente luminoso, evocando a representação simbólica da Justiça em uma linguagem moderna e expressiva.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Iracema Miranda]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2012]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: acrílica sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 140 x 100 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 177.381]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/767">
    <dcterms:title><![CDATA[Arcanjo da Justiça]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Na obra “Arcanjo da Justiça”, de Glória Maria Mello, realizada em 2012, em acrílica sobre tela, com 120 por 80 centímetros, aparece uma figura angelical centralizada sobre fundo escuro, em tons de azul, preto e cinza. A figura tem grandes asas abertas, corpo coberto por vestes longas e volumosas, e segura uma balança dourada, símbolo da justiça. A balança pende à frente do corpo, com dois pratos suspensos por fios finos. Em uma das mãos, a figura também segura um objeto longo e claro, semelhante a uma espada ou bastão. O rosto é frontal, com traços suaves e pouco contraste. No alto da pintura, há um pequeno elemento circular luminoso. As pinceladas são aparentes, criando textura espessa e brilho sobre asas, roupas e fundo.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Glória Maria Mello]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2012]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: acrílica sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 120x 80 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 177.388]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/768">
    <dcterms:title><![CDATA[Waiting for the owner]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Waiting for the owner, aquarela sobre papel realizada por Jorge Blues em 2011, mede 54 por 36,5 centímetros. A composição apresenta uma paisagem aquática tranquila, em tons suaves de azul, branco, amarelo e verde. Em primeiro plano, uma canoa em tons amarelados e esverdeados ocupa a parte direita da cena. Vista levemente de cima, a embarcação revela seu interior escuro, com detalhes em vermelho e azul. A proa aponta para a frente, enquanto um reflexo suave se espalha sobre a água calma. No canto inferior esquerdo, pequenas pedras claras emergem da superfície azulada. Ao fundo, uma segunda canoa aparece menor e mais distante, reforçando a sensação de profundidade. Uma estreita faixa de terra recorta o horizonte, separando a água de um céu claro com pinceladas delicadas. A leveza da aquarela cria uma atmosfera silenciosa e contemplativa, sugerindo embarcações imóveis à espera de seus proprietários.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Jorge Blues]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2011]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: aquarela sobre papel<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 54x36,5 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 225.608]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/769">
    <dcterms:title><![CDATA[Identidade]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Identidade, de Bruno Matos, criada em 2010, com técnica mista sobre compensado e medindo 59 por 46 centímetros, apresenta um rosto humano centralizado, desenhado com traços escuros e bem definidos. Os cabelos são lisos. Os olhos grandes estão voltados para a direita; o nariz é alongado e a boca está fechada. O fundo combina tons quentes de vermelho, laranja e bege, com textura irregular. Ao redor da cabeça, há faixas verticais com sinais gráficos semelhantes a inscrições, e, na parte superior, uma faixa vermelha reúne caracteres estilizados. Na parte inferior, também em vermelho, aparecem pequenos animais, com traços simples que lembram pinturas rupestres. É possível reconhecer um boi e um cavalo, além de outras duas figuras: um animal de quatro patas, de corpo compacto e baixo, e um peixe, identificado pelo corpo alongado e forma contínua, sem patas. As figuras estão alinhadas, sugerindo movimento.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Bruno Matos]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2010]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: técnica mista sobre compensado<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 59 x 46 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 213.132]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/770">
    <dcterms:title><![CDATA[Deusa da Justiça]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Entalhe em madeira intitulado “Deusa da Justiça”, do artista Paulo Roberto da Cunha, criado em 2010, com dimensões de 82 por 56 centímetros. A superfície apresenta tonalidade marrom quente, com sulcos e relevos marcados pelo trabalho manual. No centro da composição, uma figura sentada aparece de perfil, voltada para a direita. A cabeça está coberta por uma venda esculpida. Um dos braços se estende à frente, sustentando uma balança com dois pratos suspensos. O outro braço permanece próximo ao corpo, junto a uma espada vertical apoiada na perna esquerda, com forma alongada e discreta, integrada ao relevo. Sobre as pernas, há uma tábua de leis inclinada, com inscrições em relevo, incluindo a palavra “LEX” e números romanos. As vestimentas apresentam dobras marcadas, e os pés calçam sandálias detalhadas. A cena é envolvida por uma moldura também em madeira, formando um conjunto compacto que transmite equilíbrio, firmeza e ordem, com volumes definidos e textura perceptível ao toque.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Paulo Roberto da Cunha]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2010]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: entalhe em madeira<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 82 x 56 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 258.181]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/771">
    <dcterms:title><![CDATA[Balança]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[A obra apresenta uma estrutura metálica abstrata, composta por formas geométricas que parecem se equilibrar no ar. No topo, um plano em formato de losango, levemente inclinado, abriga vazios recortados em curvas e linhas diagonais, criando a sensação de leve movimento. No interior dessa forma maior, hastes metálicas finas atravessam o espaço, sugerindo eixos de equilíbrio, como em uma balança. A superfície do metal é lisa e refletiva, em tons acinzentados, com áreas de sombra que destacam os recortes e a profundidade. A peça se apoia sobre uma base cúbica de madeira clara, simples e sólida, que contrasta com a leveza visual da estrutura superior. O conjunto transmite uma sensação de tensão estável, como se as partes estivessem cuidadosamente posicionadas para manter o equilíbrio entre peso, forma e vazio. Trata-se de uma escultura que convida à observação das relações entre movimento, estabilidade e espaço.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Marcos Decat]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2008]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: escultura<br /><br /><strong>Medidas</strong>: -<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: sem patrimônio]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/772">
    <dcterms:title><![CDATA[Passagem]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Passagem, de Cristina Pessoa, realizada em 2006 em pva sobre tela e medindo 180 por 110 centímetros, apresenta uma composição abstrata formada por retângulos concêntricos, organizados em camadas dentro de uma superfície horizontal. Ao centro, há um retângulo amplo em tom cinza claro, cercado por uma sequência de molduras retangulares que se expandem para fora. Essas molduras alternam cores neutras: bege, branco, preto e diferentes variações de cinza. As bordas são regulares, mas levemente onduladas, criando a sensação de movimento suave, como se as camadas respirassem ou pulsassem. A repetição das formas e o contraste entre claro e escuro conduzem o olhar para o interior da pintura, sugerindo profundidade e atravessamento, como um caminho ou passagem que se abre em planos sucessivos. O conjunto transmite equilíbrio e ritmo, explorando a relação entre forma, cor e espaço de maneira simples e meditativa.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Cristina Pessoa]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2006]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: pva sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 180x110cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 113.704]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/773">
    <dcterms:title><![CDATA[Dois Jarros e Uma Viola]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Obra Dois Jarros e Uma Viola, de Tony Lima, produzida em 2013 em óleo sobre tela. Medindo 160 por 200 centímetros, a pintura apresenta uma composição geométrica em tons suaves de bege, marrom, cinza, rosa e verde-oliva. No centro, uma grande viola aparece inclinada na diagonal, dominando a cena. À frente, na parte inferior, dois jarros arredondados repousam sobre uma superfície escura ao lado de frutos verde-oliva. Ao fundo, um mosaico de formas geométricas organiza pequenas casas, árvores, pássaros e elementos decorativos distribuídos em compartimentos verticais e horizontais. Círculos, triângulos, listras e padrões repetidos criam ritmo visual e sugerem uma paisagem imaginária e fragmentada. Em diferentes pontos da tela, aves pousam sobre galhos e estruturas, enquanto frutos pendem das árvores estilizadas. A composição combina natureza, arquitetura e objetos do cotidiano em uma linguagem próxima ao cubismo, valorizando equilíbrio, repetição de formas e harmonias cromáticas delicadas.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Tony Lima]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2013]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica: </strong>óleo sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 160 x 200 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 240.053]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/774">
    <dcterms:title><![CDATA[Justiça]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Obra “Justiça”, de Sônia Margarida Guerra Cardoso, realizada em 2012, em óleo sobre tela, medindo 150 por 100 centímetros. A pintura apresenta, ao centro, uma espada vertical prateada, com guarda avermelhada e ornamentada. Da espada pendem fios finos que sustentam uma balança de pratos dourados. À direita, uma figura humana de olhos vendados segura a espada. Ao fundo, há a fachada de um templo com colunas brancas e frontão triangular, envolta por tons azulados. Na parte inferior, formas onduladas em verde, amarelo, azul e branco remetem à bandeira do Brasil. A composição usa cores suaves e atmosfera nebulosa, associando justiça, equilíbrio, força da lei e identidade nacional.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Sônia Margarida Guerra Cardoso]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2012]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: óleo sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 150 x 100 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 177.380]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/775">
    <dcterms:title><![CDATA[Astreia – Filha de Têmis]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Obra Astreia – Filha de Têmis, de Ed Magalhães, produzida em 2014. Óleo sobre tela, medindo 80 por 100 centímetros. A pintura mostra uma figura humana de costas, posicionada à esquerda da composição, com o rosto de perfil voltado para a esquerda. Os cabelos misturam vermelho e cinza. O corpo aparece parcialmente envolto por um tecido vermelho translúcido, que atravessa a imagem em diagonal e se prolonga para a direita como uma faixa ou asa em movimento. A mão direita segura uma espada clara, apontada para baixo, em direção ao canto inferior direito. O fundo é escuro, com manchas em preto, cinza, marrom e vermelho, criando uma atmosfera densa e dramática.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Ed Magalhães]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2014]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: óleo sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 80 x 100 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 219.529]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/776">
    <dcterms:title><![CDATA[Ouro Preto]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Pintura intitulada “Ouro Preto”, de Lenângela, realizada em 2014 em óleo sobre tela, medindo 80 por 120 centímetros. A obra retrata uma paisagem urbana histórica de Ouro Preto, em Minas Gerais. Em primeiro plano, há um gramado iluminado em tons de verde-claro. À esquerda e ao centro, um muro de pedras em tons ocres e acinzentados percorre a cena, acompanhado por pilares de alvenaria. Por trás do muro surgem construções de telhados avermelhados e uma igreja branca com duas torres de sino. Ao fundo, colinas verdes conduzem o olhar para montanhas azuladas e suavemente esfumadas. No canto superior direito, uma árvore de folhagem densa ocupa parte do céu, com pequenos pontos vermelhos entre as folhas.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Lenângela]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2014]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: óleo sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 80 x 120 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 243.659]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/778">
    <dcterms:title><![CDATA[Caçada da Rainha]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Caçada da Rainha, fotografia colorida de Weverson Paulino, realizada em 2015. Em uma rua de terra batida, uma cena de celebração popular acontece sob um céu amplo, azul e parcialmente coberto por nuvens. Em primeiro plano, à esquerda, uma pessoa é vista de costas, vestindo casaco azul escuro e roupa estampada. Sobre a cabeça, carrega uma estrutura ornamentada de formato retangular. Ao lado do corpo, há uma longa haste inclinada. No centro da composição, uma pessoa monta um cavalo que atravessa a rua. Ao fundo, aparecem casas térreas, árvores, postes e pequenos grupos de pessoas. Fileiras de bandeirinhas azuis e amarelas cruzam o céu em diagonais. A iluminação valoriza o contraste entre os tons ocres do chão seco e o azul intenso do céu.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Weverson Paulino]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2015]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: fotografia colorida<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 50 x 75 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 243.700]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/779">
    <dcterms:title><![CDATA[JK]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Obra “JK”, de Da Silva, criada em 2015 com a técnica de pirogravura em couro, mede 60 por 45 centímetros. Em uma placa de couro bege-claro, está representado Juscelino Kubitschek, em perfil. O retrato ocupa o centro da composição e mostra uma figura vestindo paletó, desenhada com finos traços em tons castanhos escuros. Ao redor do retrato, aparecem linhas retas e curvas que remetem a marcos da arquitetura modernista de Brasília, cidade associada ao legado de JK. A peça é fixada por quatro parafusos aparentes e emoldurada por uma larga moldura marrom texturizada. O conjunto une retrato e arquitetura em uma homenagem visual ao ex-presidente brasileiro.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Da Silva]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2015]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: pirogravura em couro<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 60 x 45 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 227.173]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/780">
    <dcterms:title><![CDATA[Mutirão]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Mutirão, de Sérgio Vidal, 2015. Óleo sobre tela, medindo 54 por 65 centímetros. A pintura mostra a construção comunitária de uma casa de tijolos aparentes. No centro da cena, a edificação está em fase de obra. Diversas pessoas trabalham juntas carregando baldes, assentando tijolos, misturando argamassa, utilizando pás e transportando pedras em um carrinho de mão. Sobre a estrutura, três pessoas atuam na montagem da cobertura de madeira, acessada por escadas. No primeiro plano, aparecem pilhas de tijolos, montes de areia e brita, além de ferramentas espalhadas pelo chão. À direita, uma grande árvore se destaca ao lado da construção. Mais ao fundo, vê-se um conjunto de casas e um pequeno grupo reunido em torno de uma mesa. Em tons suaves de marrom, cinza, azul e rosa, a obra enfatiza a solidariedade, o trabalho coletivo e a participação da comunidade na construção de uma moradia.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Sérgio Vidal]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2015]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: Óleo sobre Tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 54X65cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 258.182]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/781">
    <dcterms:title><![CDATA[Vestígios das cores]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Vestígios das cores, de Hermano Ferro, é uma obra de técnica mista sobre papelão de 2018, medindo 90 por 50 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata e vibrante, dominada por uma explosão de cores e texturas. Pinceladas largas e gestuais em tons de laranja, vermelho, azul-turquesa, branco e preto se sobrepõem e se entrelaçam, criando uma sensação de profundidade e movimento. Há áreas de cor mais densas e outras mais translúcidas, revelando camadas subjacentes. Linhas finas e grafismos em preto e branco adicionam detalhes e complexidade à composição, sugerindo formas e contornos indefinidos. A textura do papelão é visível em algumas partes, conferindo um aspecto rústico e orgânico à obra. A iluminação é dinâmica, realçando os contrastes e a energia das cores. A pintura transmite uma sensação de vitalidade, caos organizado e a efemeridade das memórias e emoções, convidando o observador a uma experiência visual intensa e subjetiva.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Hermano Ferro]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2018]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: técnica mista sobre papelão<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 90 x 50 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 254.259]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/782">
    <dcterms:title><![CDATA[Sobre o Traçado n 21]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Sobre o Traçado n 21, de Rita Brasil, é uma pintura a óleo sobre tela de 2018, medindo 100 por 160 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma composição abstrata vibrante, dividida verticalmente em duas seções. À esquerda, predominam tons de laranja, amarelo e azul, com formas orgânicas que se assemelham a folhagens. À direita, a paleta de cores se concentra em tons de vermelho e verde, com padrões semelhantes, mas com intensidade diferente. Uma linha sinuosa em tons de azul e roxo atravessa o centro, conectando as duas metades e adicionando fluidez. As pinceladas são expressivas e texturizadas, criando movimento e profundidade. A iluminação é difusa, realçando a riqueza das cores e a complexidade da composição. A pintura transmite energia, vitalidade e a interconexão entre diferentes elementos, convidando o observador a uma jornada visual intensa.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Rita Brasil]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2018]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: óleo sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 100 x 160 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 010.904]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/783">
    <dcterms:title><![CDATA[Bandeira e Folhas]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[A obra, intitulada "Bandeira e Folhas", é uma fotografia de Jonas Pimentel Freitas, criada em 2018. A imagem revela uma composição intrigante onde a natureza e um símbolo nacional se entrelaçam. Em primeiro plano, galhos e folhas de árvores formam uma densa trama, com tons de verde vibrante e marrom dos troncos, criando uma sensação de profundidade e organicidade. Através dessa folhagem, vislumbra-se sutilmente a bandeira do Brasil, com suas cores verde, amarelo, azul e branco, que se integra harmoniosamente ao cenário natural. A luz do sol parece incidir sobre as folhas, realçando suas texturas e criando um jogo de luz e sombra que confere à fotografia uma atmosfera serena e contemplativa. A obra, medindo 50 por 75 centímetros, convida o observador a refletir sobre a relação entre o ambiente natural e a identidade cultural brasileira, sugerindo uma conexão profunda e orgânica entre ambos.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Jonas Pimentel Freitas]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2018]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: fotografia<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 50 x 75 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 254.226]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/784">
    <dcterms:title><![CDATA[Dom Quixote depois da Batalha Pierre]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[A obra, intitulada "Dom Quixote depois da Batalha Pierre", é uma pintura a óleo sobre tela do artista Pierre, criada em 2018. A tela, de 70 por 50 centímetros, apresenta uma cena vibrante e estilizada, com pinceladas expressivas e cores intensas. No centro, a figura de Dom Quixote é retratada de forma abstrata, mas reconhecível, com seu elmo pontudo e lança. Ao seu lado, possivelmente Sancho Pança, com uma figura mais arredondada e um chapéu peculiar. O fundo é composto por uma explosão de tons quentes, como amarelo, laranja e vermelho, intercalados com toques de azul e verde, sugerindo um cenário de batalha ou um momento de grande emoção. A técnica de óleo sobre tela confere textura e profundidade à obra, convidando o observador a mergulhar na interpretação moderna e colorida do clássico personagem da literatura.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Pierre]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2018]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: óleo sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 70x50 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 254.817]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/785">
    <dcterms:title><![CDATA[Índia Brasileira]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[A obra, intitulada "Índia Brasileira", é um desenho a lápis de cor sobre papel, criado em 2018 pelo artista Wladimir Coubelli. Com medidas de 81 por 66 centímetros, a peça retrata o busto de uma mulher indígena, em um plano médio que destaca sua expressão serena e traços marcantes. Seus cabelos longos e escuros caem sobre os ombros, emoldurando um rosto de pele em tons terrosos. Uma faixa vermelha vibrante atravessa a testa, contrastando com a tonalidade da pele e o azul claro de uma vestimenta que cobre parte de seu colo. Um colar discreto, em tons claros, adorna seu pescoço. O fundo da obra é sutilmente esverdeado, criando uma atmosfera suave que realça a figura central. A técnica de lápis de cor confere à imagem uma delicadeza e riqueza de detalhes, convidando à contemplação da beleza e da identidade da mulher indígena brasileira.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Wladimir Coubelli]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2018]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: lápis de cor sobre papel<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 81x66 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 254.531]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/786">
    <dcterms:title><![CDATA[Tucano-de-bico-verde Rampahastos Dicolorus e Açaí<br />
]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[A obra, intitulada "Tucano-de-bico-verde Rampahastos Dicoloros e Açaí", é uma aquarela sobre papel da artista Therese Von Behr, criada em 2018. Com medidas de 37 por 45 centímetros, a pintura retrata um tucano-de-bico-verde pousado em um galho de açaí. O pássaro, com sua plumagem preta, peito vermelho e amarelo, e o característico bico verde-claro, está voltado para a esquerda, com a cabeça levemente inclinada. Seus olhos são pequenos e escuros, e o bico é proeminente. O galho, com folhas finas e alongadas em tons de verde e marrom, sustenta cachos de açaí, representados por pequenas esferas roxas. O fundo da aquarela é claro e suave, com pinceladas que sugerem folhagens distantes em tons pastel. A delicadeza da aquarela realça a beleza natural da fauna e flora brasileiras, capturando a vivacidade do tucano em seu habitat.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Therese Von Behr]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2018]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: Aquarela sobre Papel<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 37 x 45cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 255450]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/787">
    <dcterms:title><![CDATA[Pôr do Sol 103 Street]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[A obra, intitulada "Pôr do Sol 103 Street", é uma pintura a óleo sobre tela da artista Maria Clara Marra, criada em 2018. Com medidas de 70 por 100 centímetros, a tela apresenta uma paisagem urbana ao entardecer, dominada por tons quentes e contrastes dramáticos. Em primeiro plano, silhuetas escuras de edifícios e árvores se erguem verticalmente, criando uma moldura para o céu vibrante. O sol se põe no horizonte, pintando o céu com uma paleta intensa de laranjas, vermelhos e amarelos, que se misturam a nuvens em tons de roxo e cinza. A luz alaranjada do pôr do sol reflete-se sutilmente em algumas superfícies, adicionando profundidade à cena. A técnica de óleo sobre tela confere uma textura rica e pinceladas expressivas, que capturam a beleza efêmera e a atmosfera melancólica de um pôr do sol em meio à cidade.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Maria Clara Marra]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2018]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: óleo sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 70 x 100 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 254.255]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/788">
    <dcterms:title><![CDATA[Em Busca do Despertar]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[A obra, intitulada "Em Busca do Despertar", é uma escultura do artista Alex Ofuji, criada em 2018. Utilizando a técnica de desgaste em PVC, a peça possui 65 centímetros de altura, 47 de largura e 20 de profundidade. A escultura apresenta uma forma cilíndrica, que se assemelha a um tronco de árvore, com detalhes intrincados esculpidos em sua superfície. Uma figura humana, em posição meditativa, está esculpida na base, com um semblante sereno e envolto em vestes fluidas. Acima dela, uma árvore estilizada com folhagens densas se ramifica, simbolizando crescimento e conexão com a natureza. A obra é apresentada em duas versões: uma em PVC claro, destacando a textura e os detalhes do desgaste, e outra iluminada internamente, que realça a figura meditativa e a árvore com um brilho quente, criando um efeito de luz e sombra que evoca introspecção e espiritualidade. A peça convida à reflexão sobre a jornada interior e a busca pelo autoconhecimento.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Alex Ofuji]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2018]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: Desgaste em tudo de PVC<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 65 cm (altura) x 47 cm (largura) x 20 cm (profundidade)<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 254.199]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/789">
    <dcterms:title><![CDATA[Rui Barbosa (2017)]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[A obra, intitulada "Rui Barbosa", é uma peça de Frank Hopkinson, criada em 2017. Utilizando gesso e tinta a óleo metálica sobre tela de aço e compensado, a obra possui 128 por 91 centímetros. É um busto em relevo que retrata Rui Barbosa, com um olhar sério e penetrante, voltado para a direita. Seus traços faciais são marcados, com um bigode farto e óculos redondos. Ele veste um terno formal com gravata borboleta. A textura metálica da tinta a óleo confere à obra um aspecto robusto e atemporal. O fundo é texturizado, sugerindo um pergaminho antigo ou superfície desgastada. A assinatura do artista e o ano estão discretamente visíveis. A obra evoca a figura imponente de Rui Barbosa e a solidez de seu legado.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Frank Hopkinson]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2017]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: gesso e tinta a óleo metálica sobre tela de aço e compensado<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 128cmx91cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 281.493]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/790">
    <dcterms:title><![CDATA[Bumba Meu Boi]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Bumba Meu Boi, de Ricco, 2015. Acrílica e giz sobre tela, 80 por 80 centímetros. Pintura colorida e vibrante, composta por inúmeras figuras sobrepostas. No canto superior esquerdo, destaca-se um tucano estilizado de perfil, com grande bico multicolorido. À direita, aparece um boi decorado com círculos e formas geométricas, com chifres vermelhos curvos. Ao centro, uma cruz e uma pequena construção semelhante a uma capela remetem ao universo das festas populares. Folhas, flores e elementos ornamentais espalham-se por toda a composição. Na parte inferior, grandes folhas claras contrastam com áreas em azul, verde, rosa e amarelo. No canto inferior direito, surge um rosto desenhado de forma simples. A obra reúne símbolos da natureza e da cultura popular em um conjunto alegre, dinâmico e festivo, associado ao imaginário do Bumba Meu Boi.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Ricco]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2015]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: acrílica e giz sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 80 x 80 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 227.183]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/791">
    <dcterms:title><![CDATA[Farol Sentinela]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Farol Sentinela, de Céres Sertã, realizada em 2015 em óleo sobre tela, mede 60 por 90 centímetros. A obra retrata uma paisagem costeira dominada pelo encontro entre o mar e rochas escarpadas. Uma antiga ponte de pedra atravessa a cena, sustentada por um amplo arco sob o qual passam as águas agitadas do oceano. No lado esquerdo da ponte, destaca-se um pequeno farol em tom amarelado. De formato cilíndrico e vertical, o farol ergue-se sobre a estrutura rochosa como ponto focal da composição. No topo, uma lanterna de cor clara é coroada por um pequeno telhado avermelhado, contrastando com o céu azul intenso ao fundo. Apesar das dimensões discretas, o farol se sobressai pela posição elevada e pela luminosidade de suas cores. Abaixo, ondas espumantes avançam contra as pedras escuras, enquanto o céu varia do azul profundo ao azul claro próximo ao horizonte.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Céres Sertã]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2015]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: óleo sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 60 x 90 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 234.932]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/792">
    <dcterms:title><![CDATA[Expresso 12]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Obra “Expresso 12”, de Henrique Siqueira, criada em 2015, em xilografia, com 50 por 60 centímetros, em preto, branco e tons de cinza. A composição mostra o interior de um veículo de transporte coletivo, visto em perspectiva diagonal. Uma sequência de assentos escuros se repete do primeiro plano ao fundo, criando sensação de profundidade e movimento. Sobre os bancos, aparecem figuras humanas reduzidas a silhuetas brancas, sem detalhes faciais ou roupas definidas. As linhas simples e os contrastes marcantes entre claro e escuro são característicos da xilografia. O piso cinza texturizado ocupa a parte inferior da imagem, enquanto linhas escuras sugerem janelas e a estrutura interna do veículo. A cena transmite a experiência cotidiana de um deslocamento urbano.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Henrique Siqueira]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2015]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: xilografia<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 50 x 60 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 235.339]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/793">
    <dcterms:title><![CDATA[O Flamboyant e o TJDFT]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Obra O Flamboyant e o TJDFT, de Silvia Medeiros, criada em 2015. Óleo sobre tela, medindo 50 por 70 centímetros. A pintura mostra, em primeiro plano, um amplo flamboyant com copa extensa e coberta por flores vermelhas intensas. Os galhos se espalham horizontalmente, formando uma grande mancha de cor que ocupa quase toda a largura da composição. O tronco é robusto, escuro e retorcido, apoiado sobre um gramado em tons de verde e ocre, com flores caídas ao redor. Ao fundo, surge parte do edifício do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios. A arquitetura apresenta volumes geométricos de concreto claro e grandes superfícies envidraçadas em azul suave. Acima, um céu azul luminoso completa a cena. A obra destaca o contraste entre a exuberância vermelha do flamboyant e as linhas sóbrias da arquitetura institucional.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Silvia Medeiros]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2015]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: óleo sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 50 x 70 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 234.968]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/794">
    <dcterms:title><![CDATA[Xadrez Político]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Xadrez Político, de Hosana Epaminondas Bezerra, 2015. Acrílica sobre tela, medindo 100 por 160 centímetros. A pintura é organizada como um tabuleiro de quinze casas retangulares. Predominam amarelos intensos, contrastando com áreas em vermelho, azul, turquesa, roxo, marrom e preto. Em oito casas surgem composições geométricas com círculos, semicírculos, quadrados, triângulos e linhas. No alto, destacam-se uma forma branca simétrica sobre vermelho, quatro figuras rosas sobre fundo preto e uma estrutura triangular azul-clara. Ao centro, uma forma verde cortada por uma diagonal azul e, ao lado, um círculo branco suspenso sobre um semicírculo semelhante a um sorriso. Na parte inferior, há círculos lilases interligados, dois triângulos claros verticais sobre marrom e um grande círculo amarelo-claro atravessado por faixas horizontais sobre vermelho. A obra cria um jogo visual de símbolos e posições, sugerindo estratégia, equilíbrio e disputa.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Hosana Epaminondas Bezerra]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2015]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: acrílica sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 100 x 160 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 240.161]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/795">
    <dcterms:title><![CDATA[A Ariano]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Obra “A Ariano”, da artista Flávia Limeira, criada em 2016. Escultura em cerâmica esmaltada de alta temperatura, com 65,5 centímetros de altura por 29 centímetros de largura e profundidade. Vê-se uma peça vertical em tons de bege e cinza-azulado. A base arredondada lembra uma cabaça ou fruto segmentado, marcada por sulcos escuros curvos. No centro, um corpo cilíndrico revestido por formas geométricas traz a inscrição “ARIANO” em relevo. Acima, uma coroa estilizada de folhas ou chamas abertas se projeta para o alto. Faixas decorativas com padrões triangulares contornam a parte superior e inferior da região central. O esmalte confere brilho suave à superfície, destacando relevos, texturas e detalhes ornamentais da cerâmica.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Flávia Limeira]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2016]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: cerâmica grés esmaltada<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 65,5 x 29 x 29 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 240.051]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/796">
    <dcterms:title><![CDATA[A espera]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[A fotografia intitulada A espera, de Francisca Elisabete Reis Lima, foi realizada em 2016, e mede 90 por 40 centímetros. Em formato vertical, apresenta a silhueta de uma gestante vista de perfil. O corpo está arqueado para trás em uma pose de alongamento ou dança. Um dos braços se eleva acima da cabeça, com a mão apontada para o alto, enquanto o ventre gestacional se destaca no contorno da figura. As pernas permanecem estendidas, sustentando o equilíbrio da postura. Ao fundo, uma luz intensa em tons dourados e alaranjados cria forte contraste com a silhueta escura, destacando suas linhas. A atmosfera luminosa remete ao amanhecer ou entardecer e reforça a ideia de expectativa e esperança sugerida pelo título da obra.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Francisca Elisabete Reis Lima]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2016]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: fotografia<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 90x40 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 010.901]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/797">
    <dcterms:title><![CDATA[Sacellum]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Sacellum, fotografia com equalização total, de Salveci dos Santos, 2016. Medindo 50 por 75 centímetros. A imagem apresenta uma composição abstrata e simétrica, construída a partir da repetição e do espelhamento de elementos arquitetônicos. No centro, formas retangulares lembram pequenas janelas ou nichos dispostos em sequência. Ao redor, superfícies texturizadas em tons quentes de laranja, cobre, marrom e bege criam um efeito visual de profundidade. A simetria horizontal e vertical faz com que os elementos se reflitam uns nos outros, formando uma estrutura que sugere um espaço sagrado ou um altar visto de maneira fragmentada. Nas extremidades, áreas curvas e claras contrastam com as texturas mais densas do centro. O conjunto produz uma sensação de equilíbrio, ritmo e contemplação, marcada por padrões repetidos e cores terrosas.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Salveci dos Santos]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2016]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: fotografia com equalização total<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 50 x 75 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 254.256]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/798">
    <dcterms:title><![CDATA[STF 1]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[A obra “STF 1”, de Alexandro Almeida, produzida em 2016 em acrílica sobre tela, apresenta uma composição abstrata de 60 por 60 centímetros, marcada pelo contraste entre formas geométricas e cores vibrantes. Sobre um fundo rosa intenso, uma forma amarela irregular ocupa a lateral esquerda, enquanto um pequeno círculo da mesma cor paira próximo ao topo. No centro da pintura, grandes faixas verticais em tons de azul e violeta descem em direção à base, ladeando formas brancas alongadas que evocam a silhueta estilizada de torres ou pilares. Na parte inferior, semicírculos em laranja, verde, preto e azul-claro introduzem curvas que dialogam com o predomínio das linhas verticais. À direita, uma estreita faixa amarela separa o conjunto central de uma larga faixa vermelha. A disposição das formas e o encontro entre cores quentes e frias criam uma composição equilibrada, dinâmica e fortemente gráfica, característica da linguagem abstrata da obra.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Alexsandro Almeida]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2016]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: acrílica sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 60 x 60 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 240.164]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/799">
    <dcterms:title><![CDATA[União dos Pássaros]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[União dos Pássaros, de José Guilherme, 2016. Óleo sobre tela, medindo 63 por 100 centímetros. A pintura apresenta quatro pássaros estilizados em um enquadramento muito próximo, com as cabeças voltadas para o centro da composição. Os longos bicos amarelos se encontram e se sobrepõem, formando um ponto de união entre as aves. À esquerda, destaca-se um pássaro azul intenso com olho circular amarelo e preto. À direita, três pássaros ocupam o espaço em camadas, com plumagens em vermelho, laranja, verde-claro, azul e amarelo. O fundo mistura tons vibrantes de azul e verde, com pinceladas visíveis que criam textura e movimento. As formas simplificadas, as cores luminosas e a proximidade entre os pássaros reforçam a ideia de encontro, convivência e união sugerida pelo título.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[José Guilherme]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2016]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: óleo sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 63 x 100 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 254.200]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/800">
    <dcterms:title><![CDATA[Campo de Papoulas]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[A obra, intitulada "Campo de Papoulas", é uma pintura a óleo sobre tela da artista Silvia Medeiros, criada em 2017. Com medidas de 70 por 90 centímetros, a tela apresenta um vasto campo de papoulas vermelhas em primeiro plano, com suas flores em diferentes estágios de abertura, criando uma textura rica e um tapete de cor intensa. Um caminho de terra batida serpenteia pelo centro da composição, convidando o olhar a seguir em direção ao horizonte. Ao longo do caminho, pequenas árvores e arbustos em tons de verde e marrom adicionam profundidade à cena. Ao fundo, o céu azul claro, com algumas nuvens esparsas, complementa a paleta de cores. A técnica de óleo sobre tela confere à pintura uma sensação de movimento e vivacidade, capturando a beleza efêmera de um campo florido sob a luz do sol. A obra evoca uma sensação de tranquilidade e admiração pela natureza, convidando o observador a mergulhar na serenidade da paisagem campestre.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Silvia Medeiros]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2017]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: óleo sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 70 x 90 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 243.660]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/801">
    <dcterms:title><![CDATA[Deusa da Justiça]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[A obra, intitulada "Deusa da Justiça", é uma pintura em técnica mista sobre tela do artista Elson Nascimento, criada em 2017. Com 80 por 60 centímetros, a tela retrata a figura clássica da Deusa da Justiça, Têmis, com interpretação vibrante. A deusa é apresentada em plano médio, com os olhos vendados por uma faixa cinza, simbolizando a imparcialidade. Em sua mão direita, ela segura uma espada prateada, apontada para cima, representando a força da lei. Na mão esquerda, balanças douradas, em equilíbrio, simbolizam a equidade. Ela veste uma túnica fluida em tons de bege e branco. O fundo da pintura é uma explosão de cores quentes, predominantemente laranjas, vermelhos e amarelos, com pinceladas largas e dinâmicas que criam movimento e energia. A obra convida à reflexão sobre os princípios fundamentais da justiça, com intensidade visual.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Elson Nascimento]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2017]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: técnica mista sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 80x60 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 254.198]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/802">
    <dcterms:title><![CDATA[Acesso Negado]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[A obra, intitulada "Acesso Negado", é uma impressão digital da artista Onã da Silva Apolinário, criada em 2017. Com 30 por 40 centímetros, a peça apresenta uma composição impactante em formato de cartaz. No centro, destaca-se um sinal de "pare" vermelho com uma mão branca, símbolo universal de proibição. Ao redor, textos em português abordam a temática da acessibilidade e inclusão, com frases como "Acessibilidade? Acesso negado." e "Visto aqui, respeita a toda minha deficiência". Na parte inferior, uma silhueta escura de uma pessoa em cadeira de rodas reforça a mensagem de barreiras e exclusão. O fundo branco realça o contraste das cores e a clareza da mensagem. A obra é um poderoso manifesto visual que convida à reflexão sobre as dificuldades enfrentadas por pessoas com deficiência e a importância da acessibilidade plena na sociedade.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Onã da Silva Apolinário]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2017]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: impressão digital<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 30 x 40 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 258.180]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/803">
    <dcterms:title><![CDATA[Refugiados]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[A obra, intitulada "Refugiados", é uma pintura a óleo sobre tela do artista Cassiano Araújo, criada em 2017. Com medidas de 70 por 200 centímetros, a tela apresenta uma composição horizontal que retrata uma multidão de pessoas em movimento, sugerindo uma jornada ou fuga. As figuras são representadas de forma abstrata, com pinceladas soltas e cores vibrantes, como tons de vermelho, laranja, azul e branco, que se misturam e se sobrepõem, criando uma sensação de dinamismo e urgência. As cores quentes predominam no centro da tela, enquanto as bordas apresentam tons mais frios, como azuis e cinzas. A massa de corpos transmite a ideia de um coletivo em busca de um novo lar. A obra é um poderoso comentário visual sobre a crise humanitária dos refugiados, convidando o observador a refletir sobre a resiliência e a esperança em meio à adversidade.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Cassiano Araújo]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2017]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: óleo sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 70 x 200 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 258.102]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/804">
    <dcterms:title><![CDATA[Asteroide]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[A obra, intitulada "Asteroide", é uma pintura em acrílico sobre tela da artista Lia Paes, criada em 2017. Mede 60 por 60 centímetros. A imagem apresenta uma composição abstrata e cósmica. No lado esquerdo, domina uma grande esfera de tons amarelados e esbranquiçados, com textura rugosa, sugerindo um asteroide ou planeta. Essa esfera flutua em um espaço profundo. O fundo da pintura é uma mistura de tons escuros de azul, roxo e marrom avermelhado, com pinceladas que criam formas indefinidas, lembrando estruturas distantes. Há um contraste entre a luminosidade da esfera principal e a escuridão do ambiente. No canto inferior direito, uma esfera menor e mais clara adiciona profundidade. A obra evoca mistério e a vastidão do universo.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Lia Paes]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2017]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: acrílico sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 60 x 60 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 258.176]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/805">
    <dcterms:title><![CDATA[Rosa Vermelha]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Rosa Vermelha, uma pintura vibrante da artista Cecília Prudente, criada em dois mil e dezessete. Esta obra, com cinquenta por cinquenta centímetros, é uma fusão de tinta acrílica e óleo, resultando em uma textura rica e cores intensas. No centro da tela, uma única rosa vermelha se destaca, preenchendo quase todo o espaço. Suas pétalas, em diversos tons de vermelho, do escarlate profundo ao carmesim brilhante, se desdobram em camadas, criando uma sensação de profundidade e volume. A luz parece incidir suavemente sobre as bordas das pétalas, realçando suas curvas e aveludado. O miolo da rosa, mais escuro e denso, convida o olhar a se perder em suas profundezas, enquanto as pétalas externas se abrem graciosamente. O fundo da pintura é um tom escuro e uniforme, quase preto, que serve para acentuar ainda mais a intensidade e a paixão da rosa. A técnica mista de acrílica e óleo confere à obra uma qualidade tátil, onde se pode quase sentir a suavidade das pétalas. A composição é simples, mas poderosa, focando na beleza singular da flor. A obra transmite uma sensação de amor, beleza e intensidade, capturando a essência atemporal da rosa vermelha.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Cecília Prudente]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2017]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: tinta acrílica e a óleo<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 50x50cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 240.049]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/806">
    <dcterms:title><![CDATA[Oscar Niemeyer]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Oscar Niemeyer, um retrato marcante do renomado arquiteto, pintado por Frank Hopkinson em dois mil e dezesseis. Esta obra, realizada em óleo sobre tela e medindo sessenta por oitenta centímetros, captura a essência de uma figura icônica. O retrato apresenta Oscar Niemeyer em um plano médio, com o olhar direcionado para o lado superior esquerdo, transmitindo uma expressão pensativa e serena. Sua pele, em tons quentes de pêssego e laranja, contrasta com os cabelos e o bigode brancos, que emolduram um sorriso sutil e acolhedor. Ele veste um paletó escuro, com detalhes de botões dourados que adicionam um toque de elegância à composição. O fundo da pintura é abstrato, em tons escuros de marrom e preto, com pinceladas que sugerem profundidade e movimento, sem desviar a atenção do retratado. A técnica de óleo sobre tela confere à obra uma riqueza de texturas e uma luminosidade suave, realçando os traços característicos do arquiteto. A pincelada é visível, adicionando dinamismo e expressividade ao retrato. A obra transmite uma sensação de sabedoria e humanidade, homenageando a figura de Oscar Niemeyer com uma representação que evoca sua genialidade e sua presença marcante. É um convite à contemplação da vida e do legado de um dos maiores arquitetos do Brasil.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Frank Hopkinson]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2016]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: óleo sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 60cmx80cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 281.491]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/807">
    <dcterms:title><![CDATA[Rui Barbosa (2016)]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[A obra, intitulada "Rui Barbosa", é uma pintura a óleo sobre tela do autor Frank Hopkinson, criada em 2016. Com medidas de 60 por 80 centímetros, a tela apresenta um retrato de busto de Rui Barbosa, voltado para a direita, com um olhar direto e expressivo. Seus traços faciais são marcados, com um bigode farto e óculos de aro fino. Ele veste um terno escuro com uma camisa branca e uma gravata borboleta, conferindo-lhe uma postura formal e intelectual. O fundo da pintura é em tons de marrom escuro, realçando a figura central e a iluminação. A técnica de óleo sobre tela confere à obra uma textura rica e profundidade. A obra evoca a figura de Rui Barbosa, importante jurista, político e escritor brasileiro, transmitindo sua seriedade e inteligência. A assinatura do artista é visível no canto inferior direito.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Frank Hopkinson]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2016]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: óleo sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 60cmx80cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 281.490]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/808">
    <dcterms:title><![CDATA[1992]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[A obra, intitulada "1992", é uma fotografia da artista Denise Vourakis, criada em 2016. Com medidas de 24 por 33 centímetros, a imagem apresenta um pequeno barco, que se assemelha a uma canoa, em um plano inclinado. O barco é predominantemente ocre, com borda superior em vermelho vibrante e proa em verde escuro. No interior, uma faixa amarela clara se destaca. A superfície onde o barco repousa é lisa e reflexiva, em tons de cinza e roxo, que refletem as cores do barco e criam profundidade. A iluminação suave realça as curvas e os contornos do barco, conferindo-lhe uma aparência quase escultural. A fotografia de Denise Vourakis convida à contemplação sobre forma, cor e textura, e pode evocar sentimentos de nostalgia ou de uma jornada à espera.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Denise Vourakis]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2016]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: fotografia<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 24x33 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 237.655]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/809">
    <dcterms:title><![CDATA[Vegetação da Serra de Guaramiranga]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Pintura intitulada “Vegetação da Serra de Guaramiranga”, da artista Heloísa Juaçaba, obra sem data, realizada em óleo sobre tela, medindo aproximadamente 55 por 100 centímetros, apresentada em moldura de madeira clara. A composição vertical mostra um cenário de mata tropical estilizada. No centro e à esquerda, dois troncos altos e sinuosos, com textura marcada em marrom escuro, se elevam em direção ao topo. De suas copas brotam folhas longas e curvas em tons intensos de verde, laranja e amarelo, criando um efeito de movimento. Na parte inferior, pequenos ramos com folhas alaranjadas se destacam contra o fundo. À direita e à esquerda, formas arredondadas e sobrepostas, em verdes variando do escuro ao acinzentado, simulam plantas densas ou cactáceas, organizadas como blocos. No canto inferior direito, folhas largas e bem definidas em verde vibrante reforçam a diversidade vegetal. O fundo em tom quente, próximo ao dourado, ilumina toda a cena, destacando as cores saturadas. A pintura apresenta estilo decorativo e gráfico, com contornos definidos e repetição de padrões, evocando a exuberância da vegetação serrana.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Heloísa Juaçaba]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[sem data]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: óleo sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 55x100cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 000.067]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/810">
    <dcterms:title><![CDATA[Pelourinho]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Pintura intitulada Pelourinho, do artista Lopes, realizada em 1981, em óleo sobre tela, com 140 por 210 centímetros. A cena mostra uma rua de pedra em perspectiva, formando uma leve descida em direção ao mar, visível ao fundo como uma faixa azul no horizonte. Nas laterais da rua, há casas coloniais coloridas, próximas umas das outras, com paredes em tons de branco, azul, amarelo e rosa. Os telhados são inclinados, cobertos por telhas cerâmicas em vermelho. À direita, destaca-se uma igreja com torre alta, janelas alongadas e detalhes arquitetônicos simples. No centro da composição, algumas pessoas caminham ou conversam, distribuídas ao longo da rua de pedras irregulares. À esquerda, três figuras estão agrupadas perto de uma escadaria, vestindo roupas em cores vivas. Mais ao fundo, outros pequenos grupos aparecem, sugerindo movimento cotidiano. O céu ocupa boa parte da parte superior da imagem, em tons claros de azul com nuvens suaves. A luz é difusa, sem sombras fortes, criando uma atmosfera tranquila e luminosa. A composição valoriza a profundidade da rua e o conjunto arquitetônico do Pelourinho.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Lopes]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[1981]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: óleo sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 140x210 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 240.050]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/811">
    <dcterms:title><![CDATA[Lago Sul]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[A obra, intitulada "Lago Sul", é uma pintura a óleo sobre cartão do artista Milan Dusek, criada em 1982. Com 61 por 61 centímetros, a tela apresenta uma paisagem serena e minimalista. Em primeiro plano, um campo verde-claro se estende, com um único tronco de árvore marrom e copa arredondada em tons de verde-escuro, ligeiramente à direita do centro. Atrás do campo, um corpo d'água azul-claro, o Lago Sul, reflete a luz suave do céu. Na margem oposta, vegetação mais escura se eleva, e ao fundo, edifícios modernos em tons de cinza e branco se destacam contra um céu azul-pálido. A técnica de óleo sobre cartão confere textura suave e paleta de cores delicadas, evocando calma e contemplação. A obra captura a essência da paisagem urbana de Brasília, integrando natureza e arquitetura harmoniosamente.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Milan Dusek]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[1982]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: óleo sobre cartão<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 61 x 61 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 000.078]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/812">
    <dcterms:title><![CDATA[Ponte Costa e Silva]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[A obra, intitulada "Ponte Costa e Silva", é uma pintura em óleo sobre tela do artista Milan Dusek, criada em 1982. Mede 40 por 70 centímetros. A imagem apresenta uma representação da Ponte Costa e Silva, em Brasília. A ponte, em tons de branco e cinza claro, se estende em um arco suave sobre um corpo d'água azul escuro. As margens do rio são cobertas por vegetação em tons de verde vibrante. Ao fundo, a silhueta de edifícios modernos da cidade de Brasília pode ser vista sob um céu azul claro com nuvens esparsas. A pintura utiliza uma paleta de cores suaves e pinceladas fluidas, criando uma atmosfera calma e serena. A obra celebra a arquitetura modernista de Brasília e a beleza de sua paisagem urbana.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Milan Dusek]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[1982]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: óleo sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 40 x 70 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 000.081]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/813">
    <dcterms:title><![CDATA[Ceia]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Obra “Ceia”, de Henry Carribres, de 1986, óleo sobre tela de 60 por 80 centímetros, apresenta uma composição abstrata com formas geométricas sobrepostas em tons de vermelho, laranja, verde e azul. No centro da composição, uma forma alongada e curva, em tons claros, sugere o corpo de um peixe disposto sobre a mesa, atravessando a imagem na horizontal. Ao redor, planos triangulares e linhas diagonais criam sensação de movimento e fragmentação. À direita, um conjunto de pequenos círculos claros representa um cacho de uvas. Na parte inferior esquerda, uma forma oval aberta, com pequenos pontos no interior, lembra uma fruta cortada. Outras formas circulares e semicirculares sugerem pratos ou recipientes. O fundo é dividido em blocos de cor, como se diferentes ângulos da mesa fossem vistos ao mesmo tempo. A cena remete a uma refeição, reinterpretada de forma abstrata e dinâmica.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Henry Carribres<br />
]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[1986]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica: </strong>óleo sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 60x80 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 004.235]]></dcterms:format>
</rdf:Description><rdf:Description rdf:about="https://memoriaecultura.tjdft.jus.br/items/show/814">
    <dcterms:title><![CDATA[Retirantes]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA["Retirantes", uma obra impactante do artista Carl Brussel, criada em mil novecentos e oitenta e seis. Esta pintura, realizada em óleo sobre tela e medindo noventa e dois por setenta e três centímetros, retrata a dura realidade da migração. A composição apresenta figuras humanas estilizadas, com formas angulares e alongadas, que transmitem uma sensação de movimento e cansaço. No primeiro plano, uma mulher com um chapéu grande e branco na cabeça, e um vestido em tons de azul acinzentado, caminha carregando uma cesta. Seu olhar é direcionado para frente, mas sua postura sugere resignação. Ao seu lado e um pouco atrás, outras figuras, também estilizadas, a acompanham, formando um grupo coeso. As cores predominantes são tons terrosos, cinzas, azuis pálidos e brancos, que evocam a paisagem árida e a poeira do caminho. A técnica de óleo sobre tela confere à obra uma textura rica e uma profundidade que acentua a dramaticidade da cena. O fundo da pintura é composto por planos geométricos e cores claras, que sugerem um horizonte distante e a vastidão do percurso. A luz incide de forma difusa, criando um ambiente de melancolia e esperança. A obra "Retirantes" transmite uma sensação de resiliência e a força do espírito humano diante das adversidades. É um tributo àqueles que buscam um novo começo, carregando consigo a história e a esperança de um futuro melhor.]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Carl Brussel]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[1986]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[<strong>Técnica</strong>: óleo sobre tela<br /><br /><strong>Medidas</strong>: 92 x 73 cm<br /><br /><strong>Patrimônio</strong>: 000.020]]></dcterms:format>
</rdf:Description></rdf:RDF>
