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    <dcterms:title><![CDATA[Caso Sílvio Hollembach - ariranha do zoológico]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[Adilson Florência da Costa]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Bravura]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Mensalão]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Processo 941/1978]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[“onça-d’água”, “lontra-gigante” e “lobo-do-rio”]]></dcterms:subject>
    <dcterms:subject><![CDATA[Hospital das Forças Armadas – HFA]]></dcterms:subject>
    <dcterms:description><![CDATA[Encarte sobre o caso do sargento Sílvio Delmar Hollembach que morreu ao salvar uma criança do ataque de ariranha no Zoológico de Brasília]]></dcterms:description>
    <dcterms:abstract><![CDATA[O Sargento Sílvio Hollembach morreu após salvar uma criança do ataque de ariranhas no Zoológico de Brasília. O ato heróico do militar comoveu o Brasil e o mundo. Após 10 anos do fato, a Promotoria de Justiça solicitou o arquivamento dos autos, alegando “não ocorrência de circunstâncias dolosas ou culposas por parte de terceiros”. Em 25/8/1987, o então Juiz de Direito da 4ª Vara Criminal, Otávio Augusto Barbosa, acatou o pedido de arquivamento, mas destacou em sua sentença o “ato de bravura e heroísmo” do Sargento, cuja morte “foi lamentada por toda Brasília.]]></dcterms:abstract>
    <dcterms:creator><![CDATA[Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional - NUAMI]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[1978]]></dcterms:date>
    <dcterms:format><![CDATA[Digital]]></dcterms:format>
    <dcterms:language><![CDATA[pt_BR]]></dcterms:language>
    <dcterms:type><![CDATA[Texto]]></dcterms:type>
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