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Obra bidimensional emoldurada, com fundo claro. No centro, três figuras humanas estilizadas estão alinhadas lado a lado, ocupando quase toda a largura da imagem. As figuras são desenhadas com contornos pretos e preenchidas em tons de laranja. Nos corpos, há linhas verticais escuras que percorrem o tronco. As cabeças são arredondadas, com formas escuras indicando os cabelos, e os rostos apresentam poucos detalhes. As três figuras estão voltadas para a frente e posicionadas muito próximas entre si. À esquerda, uma das figuras segura um objeto alongado com partes circulares e retangulares. À direita, outra figura segura um objeto menor, de formato retangular. O fundo é esverdeado, preenchido por marcas verticais repetidas, distribuídas de maneira regular. A composição destaca contraste de cores e repetição de formas, com foco na proximidade entre as figuras.

 Sília Moan sem data
Pintura em formato vertical, inserida em moldura de madeira clara com detalhes dourados. A composição apresenta uma cena abstrata, em tons de marrom, ocre e sépia, com contraste entre luz e sombra. No centro da imagem, há um conjunto de formas orgânicas sobrepostas, criando uma estrutura visual densa. Essas formas lembram partes de corpos ou máscaras, com aberturas que sugerem olhos e cavidades. À esquerda, observa-se uma figura com parte superior arredondada. Abaixo, duas formas ovais lembram olhos vazados. No centro, um formato escuro remete a um coração. Mais abaixo, uma forma semelhante a uma boca com dentes visíveis. Na parte inferior esquerda, aparecem duas pequenas figuras humanas esquemáticas, com pernas finas, posicionadas sobre uma superfície plana. À direita, há formas volumosas com recortes que lembram rostos desestruturados. Algumas dessas formas são atravessadas por linhas diagonais. No centro inferior da pintura, uma área clara sugere um ponto de luz, contrastando com o fundo escuro. Predominam tons terrosos, com iluminação suave e difusa, que destaca volumes e cria profundidade. A composição transmite sensação de densidade e ambiguidade, com formas que evocam corpos e máscaras fragmentadas.

Bernardo Cid sem data
O trabalho tem formato vertical, estreito e alongado, com superfície em relevo e coloração marrom-escura. Na parte superior, aparece uma figura frontal com os braços erguidos e as mãos abertas, próximas às laterais do painel. O rosto tem traços simplificados, com olhos marcados e cabelos que descem até os ombros. No centro da composição, há uma segunda figura, maior e mais larga, também vista de frente. Ao redor da cabeça, formas abertas lembram folhas ou plumas. O corpo é coberto por uma textura geométrica repetida, semelhante a uma malha. Na região inferior dessa figura, surge um elemento semelhante a uma flor ou sol, com um pequeno rosto no centro. Na base da obra, duas aves em relevo aparecem lado a lado, voltadas para direções opostas. As bordas laterais do painel são decoradas com entalhes repetitivos, integrados à composição.

Romilson Lopes sem data
Sem data. Tapeçaria emoldurada em madeira, na horizontal, medindo aproximadamente 128 por 92 centímetros. Ao centro, uma composição de folhas grandes e alongadas ocupa quase toda a área. As folhas aparecem sobrepostas, em diferentes tons de verde, do claro ao escuro, com contornos marcados e formato pontiagudo, sugerindo vegetação densa. Entre as folhas, destacam-se flores estilizadas em tons de laranja e amarelo, distribuídas ao longo da parte superior. O fundo é dividido em duas faixas principais. Na parte inferior, predominam listras verticais finas nas cores verde e roxa. Na parte superior, o fundo é mais uniforme, em tom claro, próximo ao lilás. A superfície têxtil apresenta trama visível, com pequenos pontos regulares que reforçam o caráter artesanal da peça

Celeste sem data
Pintura em formato vertical, com cerca de noventa centímetros de altura por sessenta e três centímetros de largura. A obra apresenta um retrato em meio corpo de JK posicionada levemente de perfil, voltada para o lado esquerdo da composição. A figura ocupa a maior parte da tela. O rosto está inclinado levemente para baixo, com olhar direcionado para longe, fora do campo visual do espectador. Os traços faciais são simplificados, com contornos definidos e áreas de sombra que modelam o volume. JK veste um traje formal composto por paletó em tom avermelhado escuro, camisa clara e gravata em tonalidade mais escura, criando contraste. O corpo se inclina em diagonal, ocupando o canto inferior direito da composição. O fundo é dividido em duas áreas de cor lisa, sem detalhes: à esquerda, um azul suave; à direita, um tom claro próximo ao branco ou bege. Essa divisão cria um contraste cromático que destaca a figura principal. A pincelada é visível, com aplicação de tinta característica da pintura a óleo. As cores são sóbrias, com predominância de tons quentes no vestuário e frios no fundo.

Di Cavalcanti 1961
Descrição dos objetos. (Lado esquerdo): Esculturas de pássaros. Duas figuras tridimensionais de pequeno porte, com formato arredondado. As peças apresentam superfície lisa e brilhante. Predominam as cores dourado e vermelho escuro, com detalhes em preto. Título: “Tori” Artista: Ateliê Bell Stop Técnica: porcelana pintada Medidas: aproximadamente 38 por 17 centímetros (Lado direito): Joia. Objeto circular, de metal prateado, posicionado horizontalmente. Apresenta estrutura vazada, com linhas que partem do centro e formam um padrão radial, semelhante a uma roda. Título: “Pingente Catedral”. Autoria: Roselaine Júlia. Ano: 2019. Técnica: joia em prata com pedra de cristal branco. Medida: cerca de 5,5 centímetros de diâmetro

Ateliê Bell Stipp e Rosânia Ulácia sem data e 2019
A imagem mostra a vista de um edifício moderno, fotografado de baixo para cima. No primeiro plano, uma fachada composta por uma malha de linhas verticais e horizontais forma um conjunto de painéis retangulares de vidro. Os vidros apresentam variações de cor entre tons de azul, roxo e branco, com algumas áreas mais opacas e outras mais translúcidas. As linhas estruturais, escuras e retas, conduzem o olhar em direção ao alto da imagem, criando um forte efeito de perspectiva. À direita, uma segunda superfície curva se eleva, também revestida por pequenos painéis, formando um contraste entre linhas retas e uma forma sinuosa. Ao fundo, o céu aparece claro e ligeiramente esmaecido, sem detalhes definidos. A iluminação é difusa, com reflexos suaves nos vidros. A composição enfatiza repetição geométrica, verticalidade e profundidade, destacando a estrutura arquitetônica e o ritmo visual dos painéis.

Martim Garcia 2015
Aqui a fotografia é vista como meio de observação de espaços construídos, explorando enquadramentos, luz e relações entre interior e exterior. A obra é apresentada em formato vertical, com moldura escura e margem branca. No centro, uma porta de madeira pintada de azul está aberta, ocupando quase toda a altura da imagem. As duas folhas se abrem para fora, criando um enquadramento retangular. Por essa abertura, vê-se uma rua de pedra e, adiante, um edifício de fachada clara com várias janelas alinhadas. Ao fundo, uma elevação escura se estende horizontalmente. Na parte inferior, uma superfície refletiva, possivelmente água, espelha parte da cena. A composição destaca a simetria e o contraste entre o azul intenso da porta e os tons claros e escuros do exterior, criando profundidade visual.

Lilian Neves 2015
A cena mostra duas figuras jovens em idade escolar, sendo uma delas a autora da obra, caminhando lado a lado sobre um caminho de terra em tons de bege e marrom. As duas usam uniforme escolar: camisas claras de manga curta, saia escura plissada, bermuda, meias claras e sapatos escuros. Cada figura carrega uma bolsa transversal posicionada à frente do corpo. A figura à esquerda apresenta cabelo dividido em duas tranças com acessórios claros. A figura à direita apresenta cabelo curto. As cabeças são proporcionalmente maiores que os corpos, característica estilizada da pintura. No plano de fundo, há pequenas construções com paredes em cores variadas — branco, azul, rosa e amarelo — e telhados em tons de vermelho. Árvores de copa arredondada e vegetação baixa aparecem distribuídas entre as casas. A parte superior é ocupada por um céu azul claro com nuvens brancas difusas.

Guiomar Monteiro 2024
A composição apresenta uma organização gráfica de formas que lembram cadeados, distribuídos ao longo da superfície. As figuras aparecem repetidas e organizadas de modo ritmado, criando uma sensação de padrão e regularidade. Predominam linhas marcadas e contrastes de claro e escuro, típicos da técnica de impressão, o que reforça os contornos e a textura visual da obra. Os cadeados, estilizados, não são retratados de maneira realista, mas sim simplificados, quase geométricos, sugerindo mais uma ideia do objeto do que sua representação literal. O fundo é limpo, destacando as formas principais. A imagem transmite uma sensação de ordem e repetição, podendo evocar temas como proteção, bloqueio ou restrição, dependendo da interpretação do observador.

Maria Luiza Leao 1960
Olá. Hoje vamos conhecer a obra "Morro", da artista brasileira Esther Joffily, datada de 1961. Esta obra é uma xilogravura, uma técnica que utiliza matriz de madeira para impressão, e possui dimensões de 56 centímetros de altura por 31 centímetros de largura. Imagine uma imagem em preto e branco, com traços fortes e contrastantes. Estamos diante de uma cena urbana que retrata o dia a dia em uma comunidade em um morro. A xilogravura se apresenta em um formato vertical. No centro da composição, observamos um aglomerado de barracos de madeira, empilhados uns sobre os outros de forma irregular, acompanhando a inclinação do terreno. Os traços da gravura revelam a textura da madeira e a simplicidade das construções. Podemos identificar pequenas figuras humanas e animais circulando pelas escadarias e ruelas estreitas que serpenteiam entre as habitações. Uma figura carrega algo na cabeça, outra sobe uma escada de madeira... A sensação de movimento e vida é constante. Em primeiro plano, no pé do morro, destacam-se varais com roupas estendidas, carrinhos de mão e outras ferramentas de trabalho, sugerindo a rotina e o labor dos moradores. A obra "Morro" de Esther Joffily nos transporta para um cenário repleto de detalhes e texturas, capturando a essência e a energia da vida em uma comunidade urbana no Brasil da década de 1960. Esperamos que você tenha apreciado esta breve jornada visual pela obra "Morro". Obrigada por nos acompanhar!

Esther Joffily 1961
Pássaros, uma gravura em metal de Anna Letycia, criada em 1960. A obra, medindo 35 por 50 centímetros, apresenta um contraste marcante em tons de cinza, preto e branco. No centro e à esquerda, formas brancas estilizadas emergem, sugerindo pássaros em pleno voo ou em movimento dinâmico. Seus contornos são irregulares e preenchidos com uma textura sutil, que lhes confere leveza. Na parte inferior e nas laterais, massas escuras dominam a composição, lembrando folhagens densas ou sombras profundas. Traços verticais e orgânicos criam uma sensação de vegetação exuberante, emoldurando as figuras aladas. O fundo da gravura é preenchido por diferentes tonalidades de cinza, evocando um céu nublado ou uma atmosfera densa, que acentua o mistério da cena. A técnica de gravura em metal confere à obra uma riqueza de detalhes e texturas, realçando o jogo de luz e sombra. A obra transmite uma sensação de liberdade e movimento, com a interação entre as formas claras dos pássaros e as escuras da natureza. Uma representação expressiva da artista, onde a simplicidade das formas revela uma profunda expressividade.

Anna Letycia 1960
Esta obra de arte, com 30 centímetros de diâmetro, é uma pintura sobre barro que se assemelha a uma tigela rasa. O fundo é de um tom cinza claro e no centro, uma figura estilizada, de pele clara e sem camisa, está sentada de pernas cruzadas, com os olhos vendados por uma faixa branca. A figura segura uma espada horizontalmente sobre o colo, simbolizando a Justiça. Ao redor da figura central, uma multidão de pequenos pontos coloridos representa a diversidade da sociedade. Acima, flutuam diversos ícones que representam questões sociais contemporâneas: um megafone, uma seringa, uma folha de cannabis, uma corrente, um cocar indígena, um smartphone, uma nuvem, uma bandeira arco-íris, uma mão estendida e uma caixa de leite. Nuvens brancas estilizadas adornam as laterais da obra, completando a composição que reflete a complexidade da justiça no mundo atual.

Leonardo Machado 2024 
A pintura abstrata e expressiva retrata o busto de uma figura humana, possivelmente feminina, com a cabeça levemente inclinada. A paleta de cores é vibrante e multifacetada, criando uma atmosfera de profundidade e emoção. No lado esquerdo do fundo, um verde profundo se funde a uma curva amarela brilhante. À direita, o fundo é dominado por um tom magenta intenso. A pele da figura é representada por uma fusão de tons de roxo, azul, amarelo e rosa, que modelam a forma e sugerem a interação de luz e sombra. O pescoço é alongado e os ombros são amplos. Gotas de tinta visíveis, especialmente no lado esquerdo da figura, adicionam textura e dinamismo à composição, reforçando a ideia de camadas e a liberdade artística da obra. A assinatura da artista é visível no canto inferior direito.

Deborah Laranjeira 2017
Em uma tela quadrada de cem por cem centímetros, a obra "Coruja do Cerrado e da Sabedoria" de Daibes Ottoni, de 2019, nos apresenta uma coruja imponente, pintada com esmalte síntese spray. A ave ocupa quase todo o centro da composição, com seus olhos grandes e penetrantes, de íris amareladas e pupilas pretas, fixos à frente, transmitindo uma sensação de profundidade e inteligência. Sua plumagem é predominantemente em tons de marrom e ocre, com pinceladas mais claras e escuras que criam textura e volume. Pequenos pontos brancos salpicam a cabeça e o corpo, sugerindo a luz ou a textura das penas. O bico, pequeno e discreto, é de um tom marrom escuro. Ao redor da coruja, elementos que remetem ao Cerrado brasileiro. Na parte inferior, folhas verdes com gotas de orvalho em tons de azul claro e branco, dão a impressão de frescor e vida. O fundo, em degradê de azul celeste e amarelo, evoca um céu aberto e o sol do amanhecer ou entardecer. A técnica de spray confere à obra um aspecto vibrante e contemporâneo, enquanto a coruja, símbolo de sabedoria, nos convida à contemplação e ao respeito pela natureza e pelo conhecimento.

Daibes Ottoni 2019 
A gravura, em tons predominantemente escuros de preto, cinza e marrom, apresenta uma composição abstrata e geométrica que evoca uma paisagem urbana ou portuária. Linhas fortes, tanto verticais quanto horizontais, se entrelaçam, criando uma rede de formas que sugerem construções, embarcações e estruturas de cais. No centro da imagem, áreas mais claras emergem da escuridão, delineando contornos que podem ser interpretados como fachadas de edifícios ou casarios de uma favela, contrastando com a massa escura ao redor. Há uma sensação de profundidade e sobreposição, com elementos que parecem estar em diferentes planos. A textura da gravura, resultado das técnicas de água-forte, água-tinta e maneira negra, confere um aspecto granulado e expressivo à superfície. A obra, parte da série 'Favela', mede 45 por 44 centímetros e utiliza matriz em metal. Ela captura a essência de um cenário onde o morro e o cais se encontram, em uma representação que é ao mesmo tempo robusta e sutil.

Rossini Perez 1959
Bem-vindos à audiodescrição da obra "Adorável Dançarina Espanhola", de Teresa Kodama, criada em 2021, uma acrílica sobre tela de cem por noventa centímetros. A pintura retrata uma jovem dançarina de flamenco, da cintura para cima, em um momento de intensa paixão. Ela veste um vibrante traje vermelho com detalhes em amarelo, que realça seu decote em V. Seus cabelos pretos e longos caem sobre o ombro esquerdo, adornados por uma grande flor rosa. Brincos de argola dourados complementam seu visual. Com um rosto sereno e um leve sorriso, seus olhos maquiados expressam profundidade. O braço direito está elegantemente erguido acima da cabeça, com a mão em uma pose clássica do flamenco, enquanto o esquerdo se dobra ao lado do corpo. O fundo, em tons pastéis de bege e amarelo, sugere uma atmosfera luminosa. A parte inferior da tela, que representa a saia ou o movimento da dança, é um turbilhão de pinceladas vigorosas em tons de vermelho, laranja e marrom, evocando a energia do fogo e a intensidade do movimento. A técnica acrílica sobre tela confere à obra texturas visíveis e pinceladas expressivas, capturando a essência da dança espanhola.

Teresa Kodama 2021
A pintura apresenta uma paisagem campestre idílica, dominada por um céu azul vibrante que ocupa a metade superior da tela. Nele, nuvens brancas e fofas flutuam, e um sol grande e amarelo irradia luz do lado direito. Um pequeno pássaro preto voa no centro do céu, adicionando um toque de vida à cena. Abaixo do céu, uma extensa cadeia de montanhas ou colinas verdejantes preenche o plano médio, com variações de tons que sugerem densa vegetação. Espalhadas pelas encostas e pelo primeiro plano, surgem pequenas casas de paredes brancas e telhados vermelhos, com uma casa maior e amarela, também de telhado vermelho, destacando-se à direita. Caminhos sinuosos de terra conectam essas moradias, criando uma sensação de comunidade e tranquilidade. A obra transmite uma atmosfera pacífica e rústica, com um estilo que remete à arte popular, caracterizado por contornos definidos e cores vivas.

 Jorge Kell 2017
Esta é a obra "Formiga Livre Interpretação", uma fotografia em preto e branco de Jonas Pimentel, criada em 2017. A imagem, de 50 por 75 centímetros, nos convida a um olhar detalhado sobre a natureza. No centro da composição, um fino caule de planta, talvez um galho ou uma folha de grama, atravessa a cena diagonalmente, do canto inferior esquerdo para o superior direito. Sobre ele, dezenas de pequenas formigas escuras se movem em fila, criando um contraste marcante com o tom mais claro do caule. Elas parecem estar em uma jornada coletiva, subindo ou descendo, com suas minúsculas patas e antenas visíveis em close-up. O fundo da fotografia é suavemente desfocado, revelando formas arredondadas e irregulares em tons de cinza, que sugerem pedras ou seixos. Essa profundidade de campo rasa direciona toda a atenção para a atividade incessante das formigas no caule, destacando a delicadeza e a complexidade do micro-universo natural. A ausência de cores intensifica a textura e a forma, conferindo à cena uma atmosfera de introspecção e observação atenta.

Jonas Pimentel 2017
Uma pintura a óleo vertical revela uma cena de profunda ternura. À esquerda, uma menina de pele clara e trança lateral veste um vestido amarelo vibrante. Ela está de perfil, com os olhos fechados, encostando suavemente os lábios no focinho de um cavalo branco. Sua mão repousa delicadamente na face do animal. O cavalo, que preenche a maior parte da tela à direita, possui crina escura e um olhar calmo e expressivo. Ele inclina a cabeça, aceitando o gesto de carinho da criança. Ao fundo, o ambiente sugere um estábulo iluminado por uma luz suave, que destaca a pureza e a inocência desse vínculo. A obra transmite uma sensação de paz e conexão absoluta entre os dois.

Sheyla Lino 2017
A fotografia, em formato paisagem, revela uma cena vibrante de circo ou teatro, capturada em um palco de madeira. À esquerda, um pilar vertical de cor amarela e marrom se estende até o topo, enquanto um segundo pilar similar aparece mais ao centro, inclinado para a direita. O centro da imagem é dominado por um palhaço de pele clara, em movimento, com o corpo inclinado para a frente e o braço direito estendido em direção à plateia. Ele usa uma camisa branca de mangas compridas, calças largas vermelhas com bolinhas brancas, suspensórios finos brancos e meias vermelhas. Seus sapatos são pretos com detalhes brancos. Na cabeça, um chapéu verde e amarelo, e no rosto, a maquiagem clássica de palhaço com nariz vermelho. Em sua mão esquerda, o palhaço segura um objeto azul e amarelo, que parece ser um brinquedo ou acessório de malabarismo. A expressão em seu rosto é de concentração ou talvez de um sorriso contido, enquanto ele interage com o público. Ao fundo, uma lona azul escura serve de cenário, com aberturas retangulares na parte inferior que revelam um azul mais claro, sugerindo janelas ou entradas. Pequenos pontos de luz branca e azulada salpicam a lona, criando um efeito de brilho ou estrelas. À direita, a plateia é composta por diversas pessoas, algumas com os braços erguidos, tentando alcançar uma pequena bola laranja que flutua no ar, próxima ao palhaço. A interação entre o artista e o público é palpável, transmitindo alegria e participação. A iluminação geral é suave, destacando os elementos centrais da cena. A obra captura um momento de pura interação e emoção, um fragmento da tragicomédia da vida cotidiana.

Pedro Mendes 2012
Audiodescrição da obra 'Zen', do artista Markoh, criada em 2020. Uma peça de 33 por 45 centímetros, realizada com a técnica de bordado sobre papel, emoldurada por uma fina moldura de madeira escura. A obra apresenta um fundo predominantemente escuro. Na parte superior, em preto e branco, vemos a imagem de uma pessoa sentada em posição de lótus, com as mãos repousando sobre os joelhos, palmas para cima, em um gesto de meditação. A figura, que parece ser masculina, tem cabelos curtos e encaracolados, e está com o torso nu, vestindo uma peça de roupa clara na parte inferior. Há detalhes que sugerem adornos florais na cabeça e na base onde a pessoa está sentada, que se assemelha a um leito de folhas ou tecido. Da base dessa figura meditativa, emergem fios coloridos que se transformam em um vibrante bordado. Esses fios se entrelaçam e se espalham pela parte inferior da obra, formando padrões orgânicos que lembram raízes, caules e diversas formas florais e folhagens. As cores do bordado são variadas e vivas, incluindo tons de amarelo, laranja, rosa, roxo, verde e azul claro, criando um contraste marcante e harmonioso com a imagem em preto e branco e o fundo escuro. O bordado adiciona textura e profundidade, dando vida à composição e evocando uma sensação de crescimento e conexão com a natureza. A obra transmite uma atmosfera de serenidade e introspecção, com a figura central em meditação e a explosão de cores e formas orgânicas simbolizando a vitalidade e a energia que emanam desse estado de paz.

Markoh 2020
A fotografia "Fosso", de Guilherme Scheufler, apresenta uma composição em preto e branco com forte contraste, guiando o olhar para uma perspectiva central profunda. A imagem revela um corredor estreito e alongado, que se assemelha a um túnel ou passagem subterrânea. No chão, trilhos ou canaletas metálicas se estendem em direção ao ponto de fuga, criando uma sensação de continuidade e profundidade. As paredes laterais exibem uma textura rústica e desgastada, sugerindo concreto ou pedra, com marcas e imperfeições que adicionam caráter ao ambiente. Na parte superior, estruturas metálicas, como vigas e fiações, reforçam a atmosfera industrial ou de infraestrutura. A iluminação é dramática, com feixes de luz vindos do fundo ou de aberturas superiores, acentuando as sombras e os contornos do espaço. Essa interação de luz e sombra confere à obra uma atmosfera sombria e introspectiva, quase claustrofóbica, mas ao mesmo tempo, a perspectiva central oferece uma sensação de caminho a ser percorrido, um convite à exploração visual do desconhecido. A obra, com suas dimensões de 70 por 45 centímetros, convida à contemplação de um espaço que é ao mesmo tempo real e abstrato, um mergulho em um "fosso" de possibilidades e reflexões.

Guilherme Scheufler 2016
"Polis 4", uma fotografia em preto e branco de Mônica Machado, nos convida a um olhar contemplativo sobre a paisagem urbana. A imagem, enquadrada por uma moldura clara, revela uma cena capturada através de um reflexo, possivelmente em uma superfície de água ou vidro, que distorce e reinterpreta a realidade. No centro da composição, vemos a silhueta de uma construção, que se assemelha a um telhado inclinado com texturas onduladas, como se fossem telhas ou a superfície da água em movimento. Ao redor dessa estrutura, emergem formas que sugerem árvores com folhagens densas, suas copas e galhos se misturando e se espelhando de maneira abstrata. Linhas horizontais escuras cortam a imagem em três faixas, adicionando uma camada de profundidade e complexidade à cena. Essas linhas podem representar grades, janelas ou até mesmo a marcação de um horizonte invertido, criando uma sensação de sobreposição e fragmentação. A paleta de tons de cinza, do mais claro ao mais escuro, acentua o contraste e a dramaticidade da obra, enquanto a técnica de reflexo transforma elementos cotidianos em uma composição quase onírica. A fotografia de Mônica Machado nos desafia a ver além do óbvio, explorando a beleza e a poesia nas distorções do mundo ao nosso redor.

Mônica Machado 2014
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Madona, de Emeric Marcier, de 1963. A pintura apresenta uma figura única em primeiro plano, ocupando quase toda a imagem. O rosto é alongado e estreito, com formato oval. Os olhos são pequenos e inclinados, voltados para baixo. O nariz é longo e reto. A boca é pequena, com traço simples. A cabeça está coberta por um manto escuro, em tons de azul e preto. No canto inferior direito, aparece uma mão com dedos longos, próxima ao rosto. O fundo é escuro e uniforme, destacando o rosto claro. A composição é simples, com forte contraste entre claro e escuro.

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Esta é uma pintura a óleo sobre tela, de 40 por 40 centímetros, criada em 1986. A obra, intitulada "Caminhantes", apresenta uma composição abstrata e expressiva, dominada por tons vibrantes de vermelho que preenchem a maior parte do fundo. No centro, emerge uma figura estilizada, que lembra um ser humano com um cajado, vestindo um adorno na cabeça que sugere uma coroa ou um elaborado capacete. A figura é retratada em tons terrosos de marrom e ocre, com texturas que conferem um aspecto quase escultural, especialmente ao redor de seu corpo. À esquerda da composição, uma faixa vertical em degradê de azul, que vai do escuro ao claro, cria um contraste marcante com o intenso vermelho. Na parte inferior esquerda, pequenos padrões quadrados em azul claro e branco adicionam um detalhe geométrico. A obra evoca uma sensação de movimento e jornada, refletindo o título "Caminhantes" e convidando à contemplação de sua rica superfície e simbolismo.

Gledson Franqueira Amorelli 1986
A obra 'Congresso', de Vique_Ateliê Bell Stipp, é uma instalação decorativa em porcelana pintada, sem data de criação. Ela é composta por quatro peças dispostas sobre uma superfície escura. A inspiração para esta obra vem do renomado artista Athos Bulcão, conhecido por sua influência na arquitetura e arte de Brasília. No centro da composição, destacam-se dois vasos retangulares e alongados, com aproximadamente trinta centímetros de altura. Eles são predominantemente azuis, com um padrão repetitivo de figuras brancas estilizadas que lembram pássaros em voo, organizadas em colunas verticais. A boca dos vasos é quadrada e branca, contrastando com o azul vibrante do corpo. À frente dos vasos, há duas tigelas rasas e redondas. Uma delas está invertida, revelando sua base azul intensa e brilhante, adornada com padrões circulares e abstratos em branco nas bordas. A outra tigela está com a parte interna voltada para cima, exibindo um centro branco liso e uma borda decorada com formas geométricas em azul e branco, que remetem aos mesmos elementos visuais dos vasos. A combinação de azul e branco, com suas formas geométricas e a repetição de padrões, cria uma harmonia visual que evoca a modernidade e a identidade artística de Brasília.

Vique_Ateliê Bell Stipp sem data
Esta é a obra 'Roda Viva', uma arte têxtil de 12 pontas criada por Marcos Félix em 2022. Com 55 centímetros de diâmetro, a peça é composta por diversas linhas e madeira, apresentando uma complexa mandala em tons de amarelo, cinza e cinza escuro, emoldurada por um fundo marrom profundo. No centro, um pequeno hexágono em cinza escuro e branco dá início a uma série de padrões geométricos que se expandem. Camadas de linhas amarelas vibrantes e cinzas claras se entrelaçam, formando estrelas e polígonos que se sobrepõem, criando uma sensação de profundidade e movimento. As doze pontas da estrutura externa são claramente definidas por linhas amarelas e cinzas mais escuras, que se projetam para fora, lembrando raios de uma roda. A técnica de arte têxtil confere à obra uma textura rica e um visual tridimensional, convidando o observador a explorar seus detalhes e a harmonia de suas formas.

Marcos Félix 2022
Descrição Geral: A obra é um desenho realista vertical, executado inteiramente em tons de cinza sobre um fundo branco liso. Retrata, em plano médio, o perfil esquerdo de uma jovem africana da etnia Massai. A figura está centralizada, capturada do topo da cabeça até a altura da cintura. Elementos da Figura A jovem possui traços delicados e uma expressão serena. Seu rosto está voltado para a esquerda. Ela tem a cabeça raspada, característica comum na cultura Massai, o que destaca o contorno preciso de seu crânio e a curva suave de sua nuca. O trabalho de luz e sombra é minucioso, criando uma ilusão de tridimensionalidade na pele. Há um brilho sutil na têmpora, na maçã do rosto e na ponta do nariz, enquanto sombras profundas definem a curvatura da orelha e a linha do maxilar. Vestimentas e Adornos A jovem veste uma túnica leve que envolve seus ombros e cai em dobras naturais sobre o peito e as costas. O tecido é representado com sombreados suaves que sugerem uma textura macia. Em seu pescoço, ela ostenta um colar tradicional Massai, composto por múltiplas fileiras de contas que formam uma estrutura circular plana, assemelhando-se a um disco. Embora o desenho seja em grafite, a variação de tons sugere o contraste de cores das miçangas originais. Ela também usa brincos pendentes, que se destacam contra o pescoço. Composição e Técnica: A composição é limpa e minimalista. Não há cenário ou elementos de fundo, o que direciona todo o foco para a figura feminina. A técnica de grafite é refinada, com transições de degradê quase imperceptíveis e detalhes precisos nos olhos, lábios e nos ornamentos, conferindo à obra uma qualidade quase fotográfica. A iluminação parece vir da parte frontal superior esquerda, criando contrastes que enfatizam a postura ereta e a dignidade da jovem retratada.

Clodair Borin 2024
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2010 - IV Centenário do Tribunal de Justiça da Bahia

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2007 - Inauguração do Espaço Histórico Cultural do Fórum de Taguatinga.

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Exposição "Trajetória da Mulher Magistrada"

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Exposição "Abstratos Urbanos" de Sonnia Guerra.

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Lançamento dos livros - 2013

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Exposição "Café com Arte" - 2013

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Cartazes - 2014

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Cartazes 2015

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Cartazes 2016

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Cartazes 2017

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<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=JrS0n_mZx48" rel="noopener" target="_blank">Programa História Oral - Servidor José Rodrigues Costa Neto</a></strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
13/04/2026
Pessoal - Pontes de Miranda

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Painéis - Pontes de Miranda - 21 - 28

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Painéis - Pontes de Miranda - 11 - 20

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Painéis - Pontes de Miranda -  1 - 10

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Cenário - Pontes de Miranda - 7 - 15

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Cenário - Pontes de Miranda - 1 - 7

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<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=YiCnABeM5vs" rel="noopener" target="_blank">Programa História Oral - Juiz José Ronaldo Rossato.</a></strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
10/04/2026
Pontes de Miranda - Cenário

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Obras de Arte - Cenário

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Galeria de Desembargadores - Cenário

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História Oral - Cenário

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Processos Históricos - Cenário

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Mobiliários Históricos - Cenário

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Hall de Entrada - Cenário

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Entrada do Memorial - Cenário

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<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=l6MNiFtEybY" rel="noopener" target="_blank">Programa História Oral - Juíza Oriana Piske de Azevedo Barbosa.</a></strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
30/03/2026
<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=zLspvpMhEfM" rel="noopener" target="_blank">Programa História Oral - Desembargador Silvanio Barbosa Dos Santos.</a></strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
26/03/2026
Objetos do setor - mobiliários históricos

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=LTHR9uy6v4k" rel="noopener" target="_blank">Programa História Oral - Juiz Luis Martius Holanda Bezerra Junior.</a></strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
25/03/2026
<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=VVZzfpBqJpA" rel="noopener" target="_blank">Programa História Oral - Juiz Aimar Neres de Matos.</a></strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
20/03/2026
Objeto Entrada do Memorial

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Objetos Espaço de Exposição Galeria de Desembargadores 2

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Objetos Espaço de Exposição Zen

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Objetos Espaço de Exibição Adorável Dançarina Espanhola

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<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=NJyGNc7NOIU" rel="noopener" target="_blank">Programa História Oral - Desembargador Arquibaldo Carneiro Portela.</a></strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
19/03/2026
Objetos Espaço de Exposição Morro e Cais

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Objetos Espaço de Exposição Móveis feitos por Pontes de Miranda

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Objetos Espaço de Exposição Jornalística de Pontes de Miranda

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Objetos Espaço de Exposição Morro

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Objetos Espaço de Exposição Cadeados

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Objeto Espaço de Exposição Segundo Painel Pontes de Miranda

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Objeto Espaço de Exposição Terceiro Painel Pontes de Miranda

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Objetos Espaço de Exposição Galeria de Desembargadores

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