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Objetos Espaço de Exposição Quadro com Tapeçaria

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Objetos Espaço de Exposição Móveis feitos por Pontes de Miranda

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Objetos Espaço de Exposição Morro e Cais

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Objetos Espaço de Exposição Morro

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Objetos Espaço de Exposição Menina Massai

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Objetos Espaço de Exposição Maquete TJDFT posterior

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Objetos Espaço de Exposição Jornalística de Pontes de Miranda

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Objetos Espaço de Exposição Imissão de Posse de Terreno no Núcleo Bandeirante

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Objetos Espaço de Exposição Galeria de Desembargadores 2

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Objetos Espaço de Exposição Galeria de Desembargadores

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Objetos Espaço de Exposição Fontes Antigas

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Objetos Espaço De Exposição Desembargadores

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Objetos Espaço de Exposição Des. Pontes de Miranda

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Objetos Espaço de Exposição Casos Criminais

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Objetos Espaço de Exposição Caminhantes

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Objetos Espaço de Exposição Cadeados

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Objetos Espaço de Exposição Bancada Inicial

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Objetos Espaço de Exibição Adorável Dançarina Espanhola

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Objetos Espaço de Entrevista História Oral

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Objetos Espaço da Toga - História Oral

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Objetos Entrada do Espaço História Oral

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Objetos do setor - mobiliários históricos

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Objeto Hall de Entrada à Direita

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Objeto Espaço de Exposição Terceiro Painel Pontes de Miranda

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Objeto Espaço de Exposição Segundo Painel Pontes de Miranda

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Objeto Espaço de Exposição Maquete TJDFT Lateral Direita

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Objeto Espaço de Exposição Maquete TJDFT de Frente

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Objeto Espaço de Exposição Congresso

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Objeto Entrada do Memorial

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Audiodescrição da obra "O Sol Nasce para Todos", de Maria Marlene da Costa. A obra, intitulada "O Sol Nasce para Todos", é uma pintura em acrílica sobre tela da artista Maria Marlene da Costa, sem data de criação registrada. Mede 90 por 120 centímetros, com patrimônio número 177.384. A imagem apresenta uma pintura abstrata vibrante. No canto superior esquerdo, um ponto de luz intenso irradia inúmeras linhas finas e coloridas por toda a tela. Essas linhas, em tons de azul, verde, amarelo, laranja e roxo, criam um efeito caleidoscópico e dinâmico. À direita, as linhas se agrupam formando padrões circulares ou ovais, que lembram células ou bolhas, conferindo textura e profundidade. A composição transmite uma sensação de energia, movimento e interconexão, com a luz se espalhando e alcançando todos os elementos da obra.

Maria Marlene da Costa sem data
Obra O Flamboyant e o TJDFT, de Silvia Medeiros, criada em 2015. Óleo sobre tela, medindo 50 por 70 centímetros. A pintura mostra, em primeiro plano, um amplo flamboyant com copa extensa e coberta por flores vermelhas intensas. Os galhos se espalham horizontalmente, formando uma grande mancha de cor que ocupa quase toda a largura da composição. O tronco é robusto, escuro e retorcido, apoiado sobre um gramado em tons de verde e ocre, com flores caídas ao redor. Ao fundo, surge parte do edifício do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios. A arquitetura apresenta volumes geométricos de concreto claro e grandes superfícies envidraçadas em azul suave. Acima, um céu azul luminoso completa a cena. A obra destaca o contraste entre a exuberância vermelha do flamboyant e as linhas sóbrias da arquitetura institucional.

Silvia Medeiros 2015
Audiodescrição da obra "O Cristo", de Marília Cecília Rey. A obra, intitulada "O Cristo", é uma pintura em acrílica sobre tela da artista Marília Cecília Rey, sem data de criação registrada. Mede 40 por 30 centímetros, com patrimônio número 228.173. A imagem apresenta uma representação de Cristo crucificado, focando na parte superior do corpo. A figura de Cristo tem a pele em tons pálidos, cabelos longos e escuros caindo sobre os ombros. Um ferimento no lado direito do peito é visível. Ele está com os braços estendidos, presos à cruz, sugerida por um fundo em tons de marrom escuro. Um pano branco envolve a cintura. O fundo da pintura é predominantemente vermelho vibrante, criando um contraste dramático com a figura central. A pincelada é expressiva e visível, conferindo um caráter emocional e intenso à obra.

Marília Cecília Rey sem data
No Quadrado do Dia

Liselena Dalla Corte 2020
No name, de Jaqueline Eickhoff, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 60 por 120 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma composição abstrata de faixas horizontais sobrepostas. Predominam tons terrosos de marrom, verde escuro e laranja queimado, com algumas pinceladas em azul acinzentado. As faixas variam em espessura e intensidade de cor, criando um efeito de camadas e profundidade. A textura da pintura é evidente, com pinceladas que sugerem movimento e fluidez. Algumas linhas finas e brancas atravessam as faixas, adicionando um elemento de contraste e dinamismo. A iluminação parece vir de cima, realçando as cores e as texturas. A composição transmite uma sensação de paisagem abstrata ou de elementos naturais em constante transformação, com uma estética que explora a interação entre cores e formas orgânicas e fluidas.

Jaqueline Eickhoff sem data
Fotografia oficial, em preto e branco, posição retrato. Rosto e busto do Desembargador Nívio Geraldo Gonçalves, em posiçãodiagonal. Homem de cabelos grisalhos. Veste toga de gala de desembargador.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Níveis, do autor Markoh, é uma fotografia de 2025, medindo 32 por 45 centímetros. A obra, em formato vertical, apresenta uma composição abstrata de linhas luminosas e coloridas sobre um fundo escuro. As linhas formam estruturas que se assemelham a esferas e arcos sobrepostos, em tons de branco, azul, rosa e laranja. Há uma sensação de movimento e profundidade, como se as formas estivessem flutuando ou se desdobrando no espaço. A iluminação é difusa, realçando o brilho das linhas e criando um efeito etéreo. A fotografia transmite uma atmosfera futurista e onírica, explorando a interação entre luz, cor e forma de maneira dinâmica e envolvente.

Markoh 2025
Nick, de PJ Araújo, é uma obra de técnica mista de 2019, medindo 145 por 110 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, retrata uma figura humana em um momento de euforia ou liberdade, com os braços abertos e as pernas flexionadas, como se estivesse pulando ou dançando. A figura, de gênero indefinido, veste uma camiseta azul e calças vermelhas, com o rosto voltado para cima e os cabelos claros. O fundo é abstrato, composto por pinceladas largas e texturizadas em tons de cinza, vermelho, amarelo e verde, criando uma sensação de movimento e energia. A iluminação é dramática, com contrastes de luz e sombra que realçam a figura central. A pintura transmite uma sensação de alegria, leveza e celebração da vida, com um estilo expressivo e dinâmico.

PJ Araújo 2019
Audiodescrição da obra "Neblina no Vietnã", de Zuleika Ávila de Resende. A obra, intitulada "Neblina no Vietnã", é uma pintura em óleo sobre tela da artista Zuleika Ávila de Resende, sem data de criação registrada. Mede 50 por 70 centímetros. A imagem retrata uma paisagem aquática serena. No centro, um barco longo e estreito flutua sobre a água calma. Na popa, uma figura humana com chapéu cônico tradicional está em pé, segurando um remo. O fundo é composto por montanhas distantes, envoltas em tons esverdeados e azulados, que se misturam com a neblina do céu. A paleta de cores é suave, com predominância de azuis, verdes e cinzas, criando uma atmosfera de paz e quietude. A pincelada fluida transmite a sensação de um ambiente úmido e etéreo.

Zuleika Ávila de Resende sem data
Audiodescrição da obra "Navegador da Água", de Jimmy Christian. A obra, intitulada "Navegador da Água", é uma fotografia do artista Jimmy Christian, sem data de criação registrada. Mede 90 por 150 centímetros. A imagem retrata uma paisagem aquática serena ao pôr do sol, com tons vibrantes de laranja, vermelho e amarelo no céu e refletindo na água. No centro, a silhueta escura de uma pessoa em um pequeno barco, de costas, remando. Sua forma se funde com o reflexo na água, criando movimento e introspecção. O horizonte é marcado por uma linha escura. A fotografia transmite paz, solidão e a beleza efêmera do crepúsculo, com o navegador imersa na vastidão da natureza.

Jimmy Christian sem data
Fotografia oficial, em preto e branco, posição retrato. Rosto e busto do Desembargador Natanael Caetano Fernandes, em posição diagonal. Homem de cabelos e barba brancos, veste toga de gala de desembargador.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Não Consigo Falar

Fernanda Corsini 2021
Na Cor da Cidade

Liselena Dalla Corte 2020
Mutirão, de Sérgio Vidal, 2015. Óleo sobre tela, medindo 54 por 65 centímetros. A pintura mostra a construção comunitária de uma casa de tijolos aparentes. No centro da cena, a edificação está em fase de obra. Diversas pessoas trabalham juntas carregando baldes, assentando tijolos, misturando argamassa, utilizando pás e transportando pedras em um carrinho de mão. Sobre a estrutura, três pessoas atuam na montagem da cobertura de madeira, acessada por escadas. No primeiro plano, aparecem pilhas de tijolos, montes de areia e brita, além de ferramentas espalhadas pelo chão. À direita, uma grande árvore se destaca ao lado da construção. Mais ao fundo, vê-se um conjunto de casas e um pequeno grupo reunido em torno de uma mesa. Em tons suaves de marrom, cinza, azul e rosa, a obra enfatiza a solidariedade, o trabalho coletivo e a participação da comunidade na construção de uma moradia.

Sérgio Vidal 2015
Mulheres de Areia. Pintura de Glênio Bianchetti, de 1963. Óleo sobre tela, medindo cinquenta e cinco por setenta e seis centímetros. A imagem apresenta formas arredondadas em tons quentes, como amarelo, laranja, ocre e marrom, sobre um fundo claro. Essas formas ocupam quase todo o espaço e se encaixam como peças de um quebra-cabeça. À esquerda, há um grande volume circular. No centro e à direita, aparecem formas alongadas e curvas, que lembram corpos deitados ou agrupados, mas sem detalhes de rosto ou partes do corpo. As separações entre as formas são marcadas por áreas mais escuras. As cores se misturam de forma suave, sem contornos definidos. A obra segue um estilo modernista, com formas simplificadas e poucos detalhes, aproximando-se da abstração. O foco está mais nas cores e nos volumes do que na representação fiel da realidade.

Glênio Bianchetti 1963
Mulheres de Areia

Glênio Bianchetti 1963
Mulher no Espelho

Fernanda Corsini 2021
A gravura, em tons predominantemente escuros de preto, cinza e marrom, apresenta uma composição abstrata e geométrica que evoca uma paisagem urbana ou portuária. Linhas fortes, tanto verticais quanto horizontais, se entrelaçam, criando uma rede de formas que sugerem construções, embarcações e estruturas de cais. No centro da imagem, áreas mais claras emergem da escuridão, delineando contornos que podem ser interpretados como fachadas de edifícios ou casarios de uma favela, contrastando com a massa escura ao redor. Há uma sensação de profundidade e sobreposição, com elementos que parecem estar em diferentes planos. A textura da gravura, resultado das técnicas de água-forte, água-tinta e maneira negra, confere um aspecto granulado e expressivo à superfície. A obra, parte da série 'Favela', mede 45 por 44 centímetros e utiliza matriz em metal. Ela captura a essência de um cenário onde o morro e o cais se encontram, em uma representação que é ao mesmo tempo robusta e sutil.

Rossini Perez 1959
Morro e Cais

Rossini Perez 1959
Olá. Hoje vamos conhecer a obra "Morro", da artista brasileira Esther Joffily, datada de 1961. Esta obra é uma xilogravura, uma técnica que utiliza matriz de madeira para impressão, e possui dimensões de 56 centímetros de altura por 31 centímetros de largura. Imagine uma imagem em preto e branco, com traços fortes e contrastantes. Estamos diante de uma cena urbana que retrata o dia a dia em uma comunidade em um morro. A xilogravura se apresenta em um formato vertical. No centro da composição, observamos um aglomerado de barracos de madeira, empilhados uns sobre os outros de forma irregular, acompanhando a inclinação do terreno. Os traços da gravura revelam a textura da madeira e a simplicidade das construções. Podemos identificar pequenas figuras humanas e animais circulando pelas escadarias e ruelas estreitas que serpenteiam entre as habitações. Uma figura carrega algo na cabeça, outra sobe uma escada de madeira... A sensação de movimento e vida é constante. Em primeiro plano, no pé do morro, destacam-se varais com roupas estendidas, carrinhos de mão e outras ferramentas de trabalho, sugerindo a rotina e o labor dos moradores. A obra "Morro" de Esther Joffily nos transporta para um cenário repleto de detalhes e texturas, capturando a essência e a energia da vida em uma comunidade urbana no Brasil da década de 1960. Esperamos que você tenha apreciado esta breve jornada visual pela obra "Morro". Obrigada por nos acompanhar!

Esther Joffily 1961
Morro

Esther Joffily 1961
Mobiliários Históricos - Cenário

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Mistérios e Descobertas

Liselena Dalla Corte 2023
Fotografia Preto e Branco do Ministro José Linhares.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT Decada de 1960
Fotografia oficial, posição retrato, em preto e branco. Rosto e Busto do desembargador Milton Sebastião Barbosa, na diagonal, olhando para a direita. Homem de cabelos escuros e bigode, veste toga de desembargador.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Fotografia em Preto e branco. Vista da parte frontal do Palácio da Justiça Ruy Barbosa. Ao fundo há a vista parcial do edifício em estilo modernista, que apresenta fachada em vidro e concreto e pilastras de concreto. À frente, na parte inferior, há civis e militares que interagem entre si. Há ainda um passeio em concreto para pedestres e um canteiro com grama.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 1968
Migrações

Fernanda Corsini 2023
Descrição Geral: A obra é um desenho realista vertical, executado inteiramente em tons de cinza sobre um fundo branco liso. Retrata, em plano médio, o perfil esquerdo de uma jovem africana da etnia Massai. A figura está centralizada, capturada do topo da cabeça até a altura da cintura. Elementos da Figura A jovem possui traços delicados e uma expressão serena. Seu rosto está voltado para a esquerda. Ela tem a cabeça raspada, característica comum na cultura Massai, o que destaca o contorno preciso de seu crânio e a curva suave de sua nuca. O trabalho de luz e sombra é minucioso, criando uma ilusão de tridimensionalidade na pele. Há um brilho sutil na têmpora, na maçã do rosto e na ponta do nariz, enquanto sombras profundas definem a curvatura da orelha e a linha do maxilar. Vestimentas e Adornos A jovem veste uma túnica leve que envolve seus ombros e cai em dobras naturais sobre o peito e as costas. O tecido é representado com sombreados suaves que sugerem uma textura macia. Em seu pescoço, ela ostenta um colar tradicional Massai, composto por múltiplas fileiras de contas que formam uma estrutura circular plana, assemelhando-se a um disco. Embora o desenho seja em grafite, a variação de tons sugere o contraste de cores das miçangas originais. Ela também usa brincos pendentes, que se destacam contra o pescoço. Composição e Técnica: A composição é limpa e minimalista. Não há cenário ou elementos de fundo, o que direciona todo o foco para a figura feminina. A técnica de grafite é refinada, com transições de degradê quase imperceptíveis e detalhes precisos nos olhos, lábios e nos ornamentos, conferindo à obra uma qualidade quase fotográfica. A iluminação parece vir da parte frontal superior esquerda, criando contrastes que enfatizam a postura ereta e a dignidade da jovem retratada.

Clodair Borin 2024
Memórias de um Lugar

Liselena Dalla Corte 2021
Fotografia colorida da parte interna do Espaço Desembargadora Lila Pimenta Duarte. Posição paisagem. Em primeiro plano há um expositor com cúpula de vidro com maquete do complexo arquitetônico dos edifícios da sede do TJDFT. Atrás da maquete pode-se ver dois painéis com imagens e textos. À esquerda, há um ambiente com duas poltronas estilo rococó com veludo verde, um baú de madeira, sobre o qual há duas lanternas de cerâmica e na parede uma pintura de flores de estilo moderno. Ao fundo, uma galeria com diversas fotos dos desembargadores do TJDFT e um busto em bronze de Clóvis Beviláqua. O chão tem um carpete acinzentado e no teto está afixado um trilho de canhões de luz.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 19/04/2010
Esta é a pintura Mascarados, de Athos Bulcão, criada em 1962, em óleo sobre tela, com 33 por 100 centímetros. A composição é horizontal, com fundo rosa claro. Ao longo da imagem, cerca de onze figuras aparecem alinhadas, uma ao lado da outra, ocupando toda a largura. Cada figura veste roupas longas, com cores fortes e chapadas, como vermelho, azul, verde, amarelo e laranja. O destaque está nas máscaras. Cada personagem usa uma diferente: algumas são altas e estreitas, como cilindros; outras têm formatos mais largos ou achatados. Há máscaras com extensões laterais que lembram abas ou bicos, e outras com partes que se projetam para cima, como pontas ou hastes. Os rostos são bem simplificados, com poucos traços indicando olhos e nariz, sem detalhes realistas. Algumas figuras seguram objetos, como um instrumento musical, um círculo branco semelhante a um tambor e uma rede apoiada no chão. Todas permanecem no mesmo plano, criando um ritmo visual baseado na repetição e na variedade de formas e cores.

Athos Bulcão 1962
Fotografia oficial, em preto e branco, posição paisagem. Rosto e busto do Desembargador Mario Machado Vieira Netto, em posição frontal. Homem de cabelos grisalhos, sem barba ou bigodes, veste toga de gala de desembargador.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Fotografia oficial, posição retrato, em preto e branco. Rosto e Busto do desembargador Márcio Ribeiro, na diagonal, olhando para a esquerda. Homem de cabelos brancos, meio calvo, veste toga de desembargador.<br /><br />
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Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT Década de 1960
Maquete do TJDFT

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT Década de 2010
Mão

Fernanda Corsini 2021
Fotografia em preto e branco, posição paisagem. Sete homens de pé, lado a lado, de terno e gravata.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT Década de 1960
Madona, de mil novecentos e sessenta e três, por Emeric Marcier. Óleo sobre tela, medindo setenta e dois por cinquenta e um centímetros. Figura em primeiro plano, com rosto alongado e claro, envolto por manto azul escuro. O fundo é quase negro. Os olhos estão inclinados e voltados para baixo. À direita, uma mão alongada aparece próxima ao rosto. A iluminação suave destaca a face e a mão, criando uma atmosfera de silêncio e recolhimento.

Emeric Marcier 1963
Fotografia oficial, posição retrato, em preto e branco. Rosto e Busto do desembargador Lucio Batista Arantes, na diagonal, olhando para a direita. Homem de cabelos escuros e meio calvo, veste toga de desembargador e usa óculos para correção da visão.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Libertação

Fernanda Corsini 2022
Fotografia oficial, em preto e branco, posição retrato. Rosto e busto do Desembargador Lécio Resende da Silva, em posição frontal. Homem de cabelos grisalhos. Veste toga de gala de desembargador.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Fotografia oficial, posição retrato, em preto e branco. Rosto e Busto do desembargador Lucio Batista Arantes, posição frontal. Homem de cabelos escuros e meio calvo, veste toga de desembargador.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Audiodescrição da obra "Lapso", de Ropre. A obra, intitulada "Lapso", é uma pintura em acrílica sobre lona do artista Ropre, sem data de criação registrada. Mede 150 por 93 centímetros. A imagem apresenta uma composição abstrata e expressiva, dominada por tons de branco, azul, vermelho-escuro e preto. No centro, destaca-se um elemento circular com uma corrente, lembrando um relógio. Gotas de tinta azul escorrem verticalmente, criando um efeito de fluidez. Manchas e pinceladas amplas em vermelho-escuro e preto contrastam com o fundo branco e azul claro, conferindo dinamismo. A obra evoca a passagem do tempo e a efemeridade, com elementos que se sobrepõem e se misturam, sugerindo um "lapso" ou interrupção.

Ropre sem data
Lançamento dos livros - 2013

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Audiodescrição da obra "Lágrimas do Tempo", de Marco Aurélio Bomfim. A obra, intitulada "Lágrimas do Tempo", é uma pintura em óleo sobre tela em espátula do artista Marco Aurélio Bomfim, sem data de criação registrada. Mede 150 por 100 centímetros. A imagem apresenta uma composição abstrata dominada por tons de vermelho profundo, variando de carmesim a bordô, com pinceladas escuras em preto e marrom. A técnica de espátula confere uma textura rica e visível, com camadas de tinta que criam sulcos e relevos, sugerindo movimento e profundidade. As cores escuras parecem escorrer ou se espalhar sobre o vermelho vibrante, evocando a ideia de lágrimas ou a passagem inexorável do tempo. A obra transmite uma sensação de melancolia, paixão e a fluidez da existência.

Marco Aurélio Bomfim sem data
A obra, intitulada "Lago Sul", é uma pintura a óleo sobre cartão do artista Milan Dusek, criada em 1982. Com 61 por 61 centímetros, a tela apresenta uma paisagem serena e minimalista. Em primeiro plano, um campo verde-claro se estende, com um único tronco de árvore marrom e copa arredondada em tons de verde-escuro, ligeiramente à direita do centro. Atrás do campo, um corpo d'água azul-claro, o Lago Sul, reflete a luz suave do céu. Na margem oposta, vegetação mais escura se eleva, e ao fundo, edifícios modernos em tons de cinza e branco se destacam contra um céu azul-pálido. A técnica de óleo sobre cartão confere textura suave e paleta de cores delicadas, evocando calma e contemplação. A obra captura a essência da paisagem urbana de Brasília, integrando natureza e arquitetura harmoniosamente.

Milan Dusek 1982
Audiodescrição da obra "Justiça Verde-Amarela", de Lourenço Guimarães. A obra, intitulada "Justiça Verde-Amarela", é uma pintura em acrílica sobre tela do artista Lourenço Guimarães, sem data de criação registrada. As medidas da obra não foram especificadas no catálogo. A imagem apresenta uma figura feminina estilizada, sentada, que representa a Justiça. Ela tem a pele em tons amarelados e cabelos longos e castanhos. Seus olhos estão vendados com uma faixa verde. Ela veste um traje verde que cobre parte do corpo. Na mão esquerda, ela segura uma balança de dois pratos em equilíbrio. Na mão direita, ela segura uma espada prateada, apontada para baixo, que repousa sobre sua perna direita. A figura está sentada sobre uma base rochosa em tons de ocre. O fundo da pintura é em tons de amarelo dourado, criando uma atmosfera luminosa e solene. A obra combina elementos clássicos da representação da Justiça com as cores da bandeira brasileira.

Lourenço Guimarães sem data
Esta obra de arte, com 30 centímetros de diâmetro, é uma pintura sobre barro que se assemelha a uma tigela rasa. O fundo é de um tom cinza claro e no centro, uma figura estilizada, de pele clara e sem camisa, está sentada de pernas cruzadas, com os olhos vendados por uma faixa branca. A figura segura uma espada horizontalmente sobre o colo, simbolizando a Justiça. Ao redor da figura central, uma multidão de pequenos pontos coloridos representa a diversidade da sociedade. Acima, flutuam diversos ícones que representam questões sociais contemporâneas: um megafone, uma seringa, uma folha de cannabis, uma corrente, um cocar indígena, um smartphone, uma nuvem, uma bandeira arco-íris, uma mão estendida e uma caixa de leite. Nuvens brancas estilizadas adornam as laterais da obra, completando a composição que reflete a complexidade da justiça no mundo atual.

Leonardo Machado 2024 
Obra “Justiça”, de Sônia Margarida Guerra Cardoso, realizada em 2012, em óleo sobre tela, medindo 150 por 100 centímetros. A pintura apresenta, ao centro, uma espada vertical prateada, com guarda avermelhada e ornamentada. Da espada pendem fios finos que sustentam uma balança de pratos dourados. À direita, uma figura humana de olhos vendados segura a espada. Ao fundo, há a fachada de um templo com colunas brancas e frontão triangular, envolta por tons azulados. Na parte inferior, formas onduladas em verde, amarelo, azul e branco remetem à bandeira do Brasil. A composição usa cores suaves e atmosfera nebulosa, associando justiça, equilíbrio, força da lei e identidade nacional.

Sônia Margarida Guerra Cardoso 2012
Justiça, de Armando Cunha, é uma pintura a óleo sobre tela de 2024, medindo 120 por 70 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata de formas geométricas e orgânicas interligadas, em uma paleta de cores intensas e contrastantes. Predominam tons de vermelho, laranja, azul, roxo, amarelo e marrom. As formas se sobrepõem e se entrelaçam, criando uma sensação de movimento e profundidade. É possível identificar elementos que remetem a figuras humanas estilizadas, com traços angulares e curvos, sugerindo a complexidade e a dinâmica do conceito de justiça. A iluminação é dramática, com áreas de luz e sombra que realçam as cores e as texturas da pintura. A obra transmite uma sensação de força, equilíbrio e a busca por uma resolução, convidando o observador a refletir sobre os múltiplos aspectos da justiça.

Armando Cunha 2024
A composição apresenta três figuras femininas monumentais, de aspecto escultural, sentadas e dispostas lado a lado em um plano frontal. Elas repousam sobre uma base sólida e retangular que sugere a estabilidade de um pedestal. As três figuras possuem vendas de tecido sobre os olhos, reforçando a simbologia da imparcialidade. Uma espada de lâmina larga repousa em posição horizontal sobre o colo das personagens, atravessando a extensão das três figuras. Elas seguram o armamento com firmeza utilizando ambas as mãos — algumas apoiando o cabo, outras a lâmina — em um gesto coordenado que evoca a guarda vigilante da lei e a prontidão institucional. A textura da pintura a óleo confere às figuras uma superfície acetinada, com transições suaves de luz que definem a musculatura e as dobras das vestes. Análise de Composição Visual e Estética A obra utiliza escolhas técnicas deliberadas para transpor valores institucionais em elementos visuais: Paleta de Cores: Predomínio rigoroso de tons frios, com variações de azul-cobalto, violeta e nuances de cinza. Esta escolha estabelece uma atmosfera de sobriedade, distanciamento racional e serenidade, qualidades esperadas no rito judiciário. Tratamento de Luz e Sombra: A artista emprega um contraste direcionado que enfatiza o volume das formas. Esse tratamento confere às figuras uma tridimensionalidade que mimetiza o peso e a perenidade de estátuas de pedra, conferindo grande impacto tátil e visual. Plano de Fundo: Caracteriza-se por um degradê suave em tons de azul claro e esbranquiçado. Esta simplificação do cenário elimina distrações contextuais, isolando as figuras para que a atenção do observador se concentre inteiramente na imponência e no simbolismo das guardiãs da justiça. Elementos de Perspectiva e Simbolismo A obra é estruturada a partir de uma angulação de baixo para cima, tecnicamente conhecida como contra-plongée. Esta perspectiva é um recurso clássico para projetar autoridade e monumentalidade, colocando o observador em uma posição de respeito diante da magnitude das figuras. O simbolismo é arrematado pela disposição da espada: ao contrário da espada erguida (que indica o combate ativo), a posição horizontal sobre o colo simboliza um estado de "força potencial". Ela indica que o Poder Judiciário detém o poder de coerção e a força da lei, mas os mantém em equilíbrio e prontidão, recorrendo à ação apenas após o exercício da imparcialidade, representada pelas vendas.

Salete Flores sem data
Fotografia Preto e Branco do ex-presidente do Brasil Juscelino Kubitschek.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT Década de 1960
Fotografia oficial, em preto e branco, posição retrato. Rosto e busto do Desembargador José Jeronymo Bezerra de Souza, em posição frontal. Homem de cabelos e bigode brancos, usa óculos, veste toga de gala de desembargador.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Fotografia oficial, posição retrato, em preto e branco. Rosto e Busto do desembargador José Colombo Sousa, na diagonal, olhando para a esquerda. Homem de cabelos escuros veste toga de desembargador.<br /><br />
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Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Fotografia oficial, posição retrato, em preto e branco. Rosto e Busto do desembargador Joaquim Sousa Neto, na diagonal, olhando para a esquerda. Homem de cabelos escuros, meio calvo e bigode veste toga de desembargador.<br /><br />
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Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Fotografia oficial, em preto e branco, posição retrato. Rosto e busto do Desembargador João de Assis Mariosi com o rosto em posição frontal e corpo levemente na diagonal. Homem de cabelos pretos, sem barba ou bigode, veste toga de desembargador.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Obra “JK”, de Da Silva, criada em 2015 com a técnica de pirogravura em couro, mede 60 por 45 centímetros. Em uma placa de couro bege-claro, está representado Juscelino Kubitschek, em perfil. O retrato ocupa o centro da composição e mostra uma figura vestindo paletó, desenhada com finos traços em tons castanhos escuros. Ao redor do retrato, aparecem linhas retas e curvas que remetem a marcos da arquitetura modernista de Brasília, cidade associada ao legado de JK. A peça é fixada por quatro parafusos aparentes e emoldurada por uma larga moldura marrom texturizada. O conjunto une retrato e arquitetura em uma homenagem visual ao ex-presidente brasileiro.

Da Silva 2015
Jardim Sereno

Liselena Dalla Corte 2019
Intensidade

Liselena Dalla Corte 2019
Inscrições Abertas!

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 10/2022
Encarte sobre o IPM que perseguiu o ex-presidente João Goulart

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 1967
Índia Yanomami, de André Rodrigo, é uma fotografia sem data, medindo 100 por 100 centímetros. A obra, em formato quadrado, apresenta um close-up do rosto de uma jovem indígena Yanomami. Sua pele é morena e seus olhos escuros e expressivos olham diretamente para o observador. O rosto está adornado com pinturas faciais tradicionais em preto, com linhas horizontais sobre a testa e bochechas, e verticais que descem do nariz até o queixo. Adornos de palha ou madeira atravessam o septo nasal e os cantos da boca, e brincos brancos e pretos pendem das orelhas. O cabelo escuro e liso emoldura o rosto. O fundo é escuro e desfocado, realçando a figura da jovem. A iluminação suave destaca os detalhes das pinturas e adornos. A fotografia transmite a beleza, a força e a riqueza cultural do povo Yanomami, capturando a essência de sua identidade.

André Rodrigo sem data
A obra, intitulada "Índia Brasileira", é um desenho a lápis de cor sobre papel, criado em 2018 pelo artista Wladimir Coubelli. Com medidas de 81 por 66 centímetros, a peça retrata o busto de uma mulher indígena, em um plano médio que destaca sua expressão serena e traços marcantes. Seus cabelos longos e escuros caem sobre os ombros, emoldurando um rosto de pele em tons terrosos. Uma faixa vermelha vibrante atravessa a testa, contrastando com a tonalidade da pele e o azul claro de uma vestimenta que cobre parte de seu colo. Um colar discreto, em tons claros, adorna seu pescoço. O fundo da obra é sutilmente esverdeado, criando uma atmosfera suave que realça a figura central. A técnica de lápis de cor confere à imagem uma delicadeza e riqueza de detalhes, convidando à contemplação da beleza e da identidade da mulher indígena brasileira.

Wladimir Coubelli 2018
Inauguração - descerramento da placa

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 14/04/2025
Identidade, de Bruno Matos, criada em 2010, com técnica mista sobre compensado e medindo 59 por 46 centímetros, apresenta um rosto humano centralizado, desenhado com traços escuros e bem definidos. Os cabelos são lisos. Os olhos grandes estão voltados para a direita; o nariz é alongado e a boca está fechada. O fundo combina tons quentes de vermelho, laranja e bege, com textura irregular. Ao redor da cabeça, há faixas verticais com sinais gráficos semelhantes a inscrições, e, na parte superior, uma faixa vermelha reúne caracteres estilizados. Na parte inferior, também em vermelho, aparecem pequenos animais, com traços simples que lembram pinturas rupestres. É possível reconhecer um boi e um cavalo, além de outras duas figuras: um animal de quatro patas, de corpo compacto e baixo, e um peixe, identificado pelo corpo alongado e forma contínua, sem patas. As figuras estão alinhadas, sugerindo movimento.

Bruno Matos 2010
Identidade

Fernanda Corsini 2023
Fotografia oficial, posição retrato, em preto e branco. Rosto e Busto do desembargador Hugo Auler, na diagonal, olhando para a esquerda. Homem de cabelos escuros, meio calvo e bigode veste toga de desembargador.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT Década de 1960
homologação-do-resultado-final

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
homologação-2018

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
homologacao-2017

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
homologação_2016

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
História Oral - Cenário

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Hall de Entrada - Cenário

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Guia em formato digital.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 2022
Girassóis, de Valéria Vidigal, é uma pintura a óleo sobre tela, sem data, medindo 80 por 80 centímetros. A obra, em formato quadrado, apresenta uma natureza-morta vibrante. À esquerda, um vaso de vidro transparente contém um arranjo de girassóis em tons de amarelo e laranja, com centros escuros e folhas verdes. O fundo atrás do vaso é um azul intenso, com pinceladas que sugerem movimento. À direita, sobre uma superfície marrom que simula uma mesa de madeira, há uma chaleira branca de cerâmica, uma xícara de café branca com café escuro e um pires. Pequenas folhas secas e grãos de café estão espalhados. A composição transmite uma atmosfera acolhedora e rústica, com a luz realçando os girassóis e os objetos, criando um contraste harmonioso.

Valéria Vidigal sem data
Fotografia oficial, em preto e branco, posição retrato. Rosto e busto do Desembargador Getúlio Vargas de Moraes Oliveira, em posição frontal. Homem de cabelos curtos e pretos, veste toga de desembargador.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Garimpo

Liselena Dalla Corte 2020
Galeria de Desembargadores - Cenário

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Fundo do Mar, de Jorge Kell, é uma escultura de resíduos da indústria de armações de óculos, de 2019, medindo 20 por 32 centímetros. A obra, em formato tridimensional, representa um ecossistema marinho vibrante e colorido, criado a partir de materiais reciclados. A base é um quadrado de madeira pintado com padrões geométricos em tons de laranja, azul, verde e vermelho, simulando o leito oceânico. Sobre ela, emergem formas que remetem a corais, algas e peixes, todos construídos com peças de armações de óculos. As cores são variadas e intensas, com predominância de tons de vermelho, azul, verde e preto, contrastando com o fundo. A composição é dinâmica, com elementos que se elevam e se entrelaçam, sugerindo o movimento da vida marinha. A iluminação destaca as texturas e os brilhos dos materiais, revelando a criatividade na transformação do resíduo em arte. A escultura transmite uma mensagem de conscientização ambiental, celebrando a beleza do fundo do mar e a importância da reciclagem.

Jorge Kell 2019
Fotografia Preto e Branco de Francisco Adolfo de Varnhagen que foi um militar, diplomata e historiador brasileiro.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT Década de 1890
Fotografia em preto e branco

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Foto da artista Liselena

Liselena Dalla Corte 2023
A fotografia "Fosso", de Guilherme Scheufler, apresenta uma composição em preto e branco com forte contraste, guiando o olhar para uma perspectiva central profunda. A imagem revela um corredor estreito e alongado, que se assemelha a um túnel ou passagem subterrânea. No chão, trilhos ou canaletas metálicas se estendem em direção ao ponto de fuga, criando uma sensação de continuidade e profundidade. As paredes laterais exibem uma textura rústica e desgastada, sugerindo concreto ou pedra, com marcas e imperfeições que adicionam caráter ao ambiente. Na parte superior, estruturas metálicas, como vigas e fiações, reforçam a atmosfera industrial ou de infraestrutura. A iluminação é dramática, com feixes de luz vindos do fundo ou de aberturas superiores, acentuando as sombras e os contornos do espaço. Essa interação de luz e sombra confere à obra uma atmosfera sombria e introspectiva, quase claustrofóbica, mas ao mesmo tempo, a perspectiva central oferece uma sensação de caminho a ser percorrido, um convite à exploração visual do desconhecido. A obra, com suas dimensões de 70 por 45 centímetros, convida à contemplação de um espaço que é ao mesmo tempo real e abstrato, um mergulho em um "fosso" de possibilidades e reflexões.

Guilherme Scheufler 2016
Fotografia colorida do Fórum do Júlio Fabbrini Mirabete. Posição retrato. Imagem de prédio de sete andares, visto a partir de sua lateral. O edifício é revestido com ladrilhos na cor cinza e azul e há um letreiro onde se lê Fórum Júlio Fabbrini Mirabete.  Na imagem há alguns grupos de pessoas e carros nas proximidades do edifício.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 2006
Fotografia colorida do Fórum do Gama. Posição retrato. Na parte superior há a vista parcial do céu e na parte central da imagem há a vista frontal do prédio de quatro andares de cor cinza. Na parte inferior, há uma rua de asfalto com canteiros de gramas.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Fotografia colorida do Fórum do Guará. Posição paisagem. Imagem de prédio de dois andares, visto a partir de sua lateral. A parte inferior da construção é revestida com ladrilhos na cor marrom e há um letreiro onde se lê TJDFT - Fórum do Guará. Em primeiro plano, à esquerda, tem uma rampa de acesso que leva a uma escadaria localizada na parte central do prédio. Na imagem há alguns grupos de pessoas nas proximidades e no edifício.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 2014
Fotografia do Fórum do Itapoã. Posição paisagem. Prédio de dois andares visto a partir de sua lateral. Na parte térrea da fachada principal a parede é revestida de azulejos de cor marrom e há um letreiro com o nome do Fórum. No centro do edifício há uma larga escada com corrimãos metálicos.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 05/03/2020
Fotografia colorida do Fórum do Recanto das Emas. Posição paisagem. Prédio de dois andares visto a partir do canto direito. A parte do prédio ao nível do chão é revestida com azulejos azuis e há um letreiro com o nome do fórum. Na parte central da edificação tem uma escada que leva à entrada principal.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 2018
Fotografia colorida do Fórum Desembargador Mauro Renan Bittencourt. Posição paisagem. Imagem do hall de entrada do prédio. Em primeiro plano há piso em mármore e teto em vidro.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 1998
Formatos de Saída

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