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Fotografia oficial, posição retrato, em preto e branco. Rosto e Busto do desembargador Márcio Ribeiro, na diagonal, olhando para a esquerda. Homem de cabelos brancos, meio calvo, veste toga de desembargador.<br /><br />
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Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT Década de 1960
Fotografia em preto e branco, posição paisagem. Sete homens de pé, lado a lado, de terno e gravata.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT Década de 1960
Fotografia oficial, posição retrato, em preto e branco. Rosto e Busto do desembargador Hugo Auler, na diagonal, olhando para a esquerda. Homem de cabelos escuros, meio calvo e bigode veste toga de desembargador.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT Década de 1960
Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios – 60 anos

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios 2020
Obra Dois Jarros e Uma Viola, de Tony Lima, produzida em 2013 em óleo sobre tela. Medindo 160 por 200 centímetros, a pintura apresenta uma composição geométrica em tons suaves de bege, marrom, cinza, rosa e verde-oliva. No centro, uma grande viola aparece inclinada na diagonal, dominando a cena. À frente, na parte inferior, dois jarros arredondados repousam sobre uma superfície escura ao lado de frutos verde-oliva. Ao fundo, um mosaico de formas geométricas organiza pequenas casas, árvores, pássaros e elementos decorativos distribuídos em compartimentos verticais e horizontais. Círculos, triângulos, listras e padrões repetidos criam ritmo visual e sugerem uma paisagem imaginária e fragmentada. Em diferentes pontos da tela, aves pousam sobre galhos e estruturas, enquanto frutos pendem das árvores estilizadas. A composição combina natureza, arquitetura e objetos do cotidiano em uma linguagem próxima ao cubismo, valorizando equilíbrio, repetição de formas e harmonias cromáticas delicadas.

Tony Lima 2013
Bem-vindos à audiodescrição da obra "Adorável Dançarina Espanhola", de Teresa Kodama, criada em 2021, uma acrílica sobre tela de cem por noventa centímetros. A pintura retrata uma jovem dançarina de flamenco, da cintura para cima, em um momento de intensa paixão. Ela veste um vibrante traje vermelho com detalhes em amarelo, que realça seu decote em V. Seus cabelos pretos e longos caem sobre o ombro esquerdo, adornados por uma grande flor rosa. Brincos de argola dourados complementam seu visual. Com um rosto sereno e um leve sorriso, seus olhos maquiados expressam profundidade. O braço direito está elegantemente erguido acima da cabeça, com a mão em uma pose clássica do flamenco, enquanto o esquerdo se dobra ao lado do corpo. O fundo, em tons pastéis de bege e amarelo, sugere uma atmosfera luminosa. A parte inferior da tela, que representa a saia ou o movimento da dança, é um turbilhão de pinceladas vigorosas em tons de vermelho, laranja e marrom, evocando a energia do fogo e a intensidade do movimento. A técnica acrílica sobre tela confere à obra texturas visíveis e pinceladas expressivas, capturando a essência da dança espanhola.

Teresa Kodama 2021
Obra “Justiça”, de Sônia Margarida Guerra Cardoso, realizada em 2012, em óleo sobre tela, medindo 150 por 100 centímetros. A pintura apresenta, ao centro, uma espada vertical prateada, com guarda avermelhada e ornamentada. Da espada pendem fios finos que sustentam uma balança de pratos dourados. À direita, uma figura humana de olhos vendados segura a espada. Ao fundo, há a fachada de um templo com colunas brancas e frontão triangular, envolta por tons azulados. Na parte inferior, formas onduladas em verde, amarelo, azul e branco remetem à bandeira do Brasil. A composição usa cores suaves e atmosfera nebulosa, associando justiça, equilíbrio, força da lei e identidade nacional.

Sônia Margarida Guerra Cardoso 2012
Flores, de Sonia Guerra, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 100 por 80 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata e expressiva. O fundo é dominado por tons de azul e lilás, com pinceladas verticais que criam uma textura fluida e etérea, lembrando uma cortina de chuva ou um véu. No centro, um aglomerado de flores em tons vibrantes de laranja e amarelo se destaca. As flores são representadas de forma difusa, com pinceladas soltas que sugerem movimento e a delicadeza das pétalas. Há toques de verde escuro e marrom, indicando folhagens. A iluminação parece vir de cima, realçando o brilho das flores. A composição transmite beleza efêmera e vitalidade da natureza, com atmosfera sonhadora e contemplativa.

Sonia Guerra sem data
A Justiça, de Solange Thomas, é uma pintura a óleo sobre tela, sem data, medindo 100 por 120 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma composição abstrata e expressiva. À esquerda, um rosto estilizado em tons de laranja, vermelho e amarelo, com pinceladas marcadas, tem os olhos vendados por uma faixa branca. O rosto está parcialmente imerso em um fundo escuro. À direita, duas formas triangulares brancas, que se assemelham a pratos de uma balança, emergem de um fundo preto texturizado. Uma linha vertical fina conecta as duas formas, sugerindo o eixo central de uma balança. O contraste entre as cores quentes do rosto e o preto e branco das balanças cria tensão visual. A obra evoca a figura da Justiça, com a venda nos olhos simbolizando imparcialidade e as balanças, o equilíbrio.

Solange Thomas sem data
Obra “Sem Título”, de Siron Franco, sem data, realizada em óleo sobre tela, com 109 por 100 centímetros. A pintura mostra uma figura humana em pé, centralizada, ocupando quase toda a altura da composição. A figura veste uma roupa longa em tom azul e está descalça, com os pés apoiados sobre uma superfície terrosa em tons quentes. No centro do corpo, a figura segura à frente do peito um tecido claro, onde aparece o desenho de um rosto. Ao redor, a paisagem é árida e escura, com árvores secas, troncos queimados e uma estrada sinuosa que se estende ao fundo. À esquerda, há uma pequena estrutura inclinada, sugerindo destruição. O céu é carregado, em tons de azul, cinza e marrom, criando uma atmosfera densa. As cores contrastam entre o azul da vestimenta e os tons terrosos e queimados da paisagem, reforçando a presença isolada da figura humana em um ambiente devastado.

Siron Franco Sem Data
Obra – “Adão após o pecado original", de Siron Franco, 1969. Técnica mista sobre tela. 72 cm por 100 cm. Imagem em tons claros, com aspecto de desenho em traço fino, predominantemente em cinza e bege, com leve fundo amarelado.   A composição apresenta formas orgânicas e entrelaçadas, com linhas sinuosas que se estendem horizontalmente pelo quadro.  No centro da imagem, uma figura humana aparece deitada ou reclinada, com o corpo estendido na horizontal. Os membros são alongados e estilizados, com braços e pernas que se misturam a elementos abstratos ao redor.  A cabeça da figura está voltada para o lado direito da imagem, com o rosto pouco definido, sugerido apenas por traços leves. Ao redor da figura central, há estruturas que remetem a galhos retorcidos, raízes ou formas biomórficas, que se conectam entre si como se fossem parte de um sistema vivo ou em transformação.  À esquerda, um conjunto mais denso de formas cria uma área de maior complexidade visual, com curvas que se sobrepõem. À direita, as linhas se tornam mais abertas e menos concentradas.  A imagem não apresenta cores vibrantes nem contraste forte; as linhas são delicadas e contínuas, criando sensação de movimento

Siron Franco 1969
A obra, intitulada "Campo de Papoulas", é uma pintura a óleo sobre tela da artista Silvia Medeiros, criada em 2017. Com medidas de 70 por 90 centímetros, a tela apresenta um vasto campo de papoulas vermelhas em primeiro plano, com suas flores em diferentes estágios de abertura, criando uma textura rica e um tapete de cor intensa. Um caminho de terra batida serpenteia pelo centro da composição, convidando o olhar a seguir em direção ao horizonte. Ao longo do caminho, pequenas árvores e arbustos em tons de verde e marrom adicionam profundidade à cena. Ao fundo, o céu azul claro, com algumas nuvens esparsas, complementa a paleta de cores. A técnica de óleo sobre tela confere à pintura uma sensação de movimento e vivacidade, capturando a beleza efêmera de um campo florido sob a luz do sol. A obra evoca uma sensação de tranquilidade e admiração pela natureza, convidando o observador a mergulhar na serenidade da paisagem campestre.

Silvia Medeiros 2017
Obra O Flamboyant e o TJDFT, de Silvia Medeiros, criada em 2015. Óleo sobre tela, medindo 50 por 70 centímetros. A pintura mostra, em primeiro plano, um amplo flamboyant com copa extensa e coberta por flores vermelhas intensas. Os galhos se espalham horizontalmente, formando uma grande mancha de cor que ocupa quase toda a largura da composição. O tronco é robusto, escuro e retorcido, apoiado sobre um gramado em tons de verde e ocre, com flores caídas ao redor. Ao fundo, surge parte do edifício do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios. A arquitetura apresenta volumes geométricos de concreto claro e grandes superfícies envidraçadas em azul suave. Acima, um céu azul luminoso completa a cena. A obra destaca o contraste entre a exuberância vermelha do flamboyant e as linhas sóbrias da arquitetura institucional.

Silvia Medeiros 2015
Uma pintura a óleo vertical revela uma cena de profunda ternura. À esquerda, uma menina de pele clara e trança lateral veste um vestido amarelo vibrante. Ela está de perfil, com os olhos fechados, encostando suavemente os lábios no focinho de um cavalo branco. Sua mão repousa delicadamente na face do animal. O cavalo, que preenche a maior parte da tela à direita, possui crina escura e um olhar calmo e expressivo. Ele inclina a cabeça, aceitando o gesto de carinho da criança. Ao fundo, o ambiente sugere um estábulo iluminado por uma luz suave, que destaca a pureza e a inocência desse vínculo. A obra transmite uma sensação de paz e conexão absoluta entre os dois.

Sheyla Lino 2017
Mutirão, de Sérgio Vidal, 2015. Óleo sobre tela, medindo 54 por 65 centímetros. A pintura mostra a construção comunitária de uma casa de tijolos aparentes. No centro da cena, a edificação está em fase de obra. Diversas pessoas trabalham juntas carregando baldes, assentando tijolos, misturando argamassa, utilizando pás e transportando pedras em um carrinho de mão. Sobre a estrutura, três pessoas atuam na montagem da cobertura de madeira, acessada por escadas. No primeiro plano, aparecem pilhas de tijolos, montes de areia e brita, além de ferramentas espalhadas pelo chão. À direita, uma grande árvore se destaca ao lado da construção. Mais ao fundo, vê-se um conjunto de casas e um pequeno grupo reunido em torno de uma mesa. Em tons suaves de marrom, cinza, azul e rosa, a obra enfatiza a solidariedade, o trabalho coletivo e a participação da comunidade na construção de uma moradia.

Sérgio Vidal 2015
Obra “Composição III – Moringas”, de Sérgio Lafetá, pintura a óleo sobre tela, sem data, apresenta uma composição abstrata formada por grandes formas geométricas que lembram silhuetas de moringas sobrepostas. Em primeiro plano, destacam-se volumes arredondados e curvos em tons de vermelho e vinho, que se cruzam com áreas mais claras. À direita, uma grande forma branca, com contorno suave, ocupa parte central da imagem, criando contraste com o fundo azul-claro. Linhas retas e faixas horizontais, em tons de azul e lilás, atravessam a parte superior, organizando o espaço e sugerindo equilíbrio. As cores são intensas, com textura visível do óleo, levemente granulada, dando sensação tátil à superfície. As formas se encaixam como peças, sem profundidade realista, construindo um jogo de sobreposição e contraste entre curvas e retas. A composição transmite harmonia e ritmo visual, evocando objetos cotidianos de maneira simplificada e abstrata.

Sérgio Lafetá sem data
Composição III - Moringas

Sérgio Lafetá
Sacellum, fotografia com equalização total, de Salveci dos Santos, 2016. Medindo 50 por 75 centímetros. A imagem apresenta uma composição abstrata e simétrica, construída a partir da repetição e do espelhamento de elementos arquitetônicos. No centro, formas retangulares lembram pequenas janelas ou nichos dispostos em sequência. Ao redor, superfícies texturizadas em tons quentes de laranja, cobre, marrom e bege criam um efeito visual de profundidade. A simetria horizontal e vertical faz com que os elementos se reflitam uns nos outros, formando uma estrutura que sugere um espaço sagrado ou um altar visto de maneira fragmentada. Nas extremidades, áreas curvas e claras contrastam com as texturas mais densas do centro. O conjunto produz uma sensação de equilíbrio, ritmo e contemplação, marcada por padrões repetidos e cores terrosas.

Salveci dos Santos 2016
A composição apresenta três figuras femininas monumentais, de aspecto escultural, sentadas e dispostas lado a lado em um plano frontal. Elas repousam sobre uma base sólida e retangular que sugere a estabilidade de um pedestal. As três figuras possuem vendas de tecido sobre os olhos, reforçando a simbologia da imparcialidade. Uma espada de lâmina larga repousa em posição horizontal sobre o colo das personagens, atravessando a extensão das três figuras. Elas seguram o armamento com firmeza utilizando ambas as mãos — algumas apoiando o cabo, outras a lâmina — em um gesto coordenado que evoca a guarda vigilante da lei e a prontidão institucional. A textura da pintura a óleo confere às figuras uma superfície acetinada, com transições suaves de luz que definem a musculatura e as dobras das vestes. Análise de Composição Visual e Estética A obra utiliza escolhas técnicas deliberadas para transpor valores institucionais em elementos visuais: Paleta de Cores: Predomínio rigoroso de tons frios, com variações de azul-cobalto, violeta e nuances de cinza. Esta escolha estabelece uma atmosfera de sobriedade, distanciamento racional e serenidade, qualidades esperadas no rito judiciário. Tratamento de Luz e Sombra: A artista emprega um contraste direcionado que enfatiza o volume das formas. Esse tratamento confere às figuras uma tridimensionalidade que mimetiza o peso e a perenidade de estátuas de pedra, conferindo grande impacto tátil e visual. Plano de Fundo: Caracteriza-se por um degradê suave em tons de azul claro e esbranquiçado. Esta simplificação do cenário elimina distrações contextuais, isolando as figuras para que a atenção do observador se concentre inteiramente na imponência e no simbolismo das guardiãs da justiça. Elementos de Perspectiva e Simbolismo A obra é estruturada a partir de uma angulação de baixo para cima, tecnicamente conhecida como contra-plongée. Esta perspectiva é um recurso clássico para projetar autoridade e monumentalidade, colocando o observador em uma posição de respeito diante da magnitude das figuras. O simbolismo é arrematado pela disposição da espada: ao contrário da espada erguida (que indica o combate ativo), a posição horizontal sobre o colo simboliza um estado de "força potencial". Ela indica que o Poder Judiciário detém o poder de coerção e a força da lei, mas os mantém em equilíbrio e prontidão, recorrendo à ação apenas após o exercício da imparcialidade, representada pelas vendas.

Salete Flores sem data
Imagem retangular na vertical. Apresenta desenhos geométricos, abstratos e coloridos.

Rubem Valentin 1965
Obra Pintura 13, de Rubem Valentim, feita em 1965 com têmpera sobre tela, medindo 100 por 73 centímetros. A imagem tem formato vertical e é organizada de forma simétrica, como se fosse dividida ao meio. No centro, há um retângulo em tom alaranjado onde aparecem formas geométricas alinhadas de cima para baixo: uma figura preta parecida com um “T”, seguida por outras formas com pontas laterais, um círculo vermelho e curvas em preto. Pequenos detalhes azuis conectam essas figuras. Nas laterais, dois painéis azuis repetem símbolos semelhantes — círculos, linhas e formas angulares em vermelho — criando um padrão que se repete dos dois lados. Na parte superior, um grande círculo alaranjado contém uma forma azul no centro. Acima das laterais, há setas azuis apontando para cima, sugerindo movimento vertical. O fundo é verde-acinzentado e contrasta com as cores fortes da pintura: vermelho, azul, preto e laranja.

Rubem Valentim 1965
A gravura, em tons predominantemente escuros de preto, cinza e marrom, apresenta uma composição abstrata e geométrica que evoca uma paisagem urbana ou portuária. Linhas fortes, tanto verticais quanto horizontais, se entrelaçam, criando uma rede de formas que sugerem construções, embarcações e estruturas de cais. No centro da imagem, áreas mais claras emergem da escuridão, delineando contornos que podem ser interpretados como fachadas de edifícios ou casarios de uma favela, contrastando com a massa escura ao redor. Há uma sensação de profundidade e sobreposição, com elementos que parecem estar em diferentes planos. A textura da gravura, resultado das técnicas de água-forte, água-tinta e maneira negra, confere um aspecto granulado e expressivo à superfície. A obra, parte da série 'Favela', mede 45 por 44 centímetros e utiliza matriz em metal. Ela captura a essência de um cenário onde o morro e o cais se encontram, em uma representação que é ao mesmo tempo robusta e sutil.

Rossini Perez 1959
Morro e Cais

Rossini Perez 1959
Audiodescrição da obra "Lapso", de Ropre. A obra, intitulada "Lapso", é uma pintura em acrílica sobre lona do artista Ropre, sem data de criação registrada. Mede 150 por 93 centímetros. A imagem apresenta uma composição abstrata e expressiva, dominada por tons de branco, azul, vermelho-escuro e preto. No centro, destaca-se um elemento circular com uma corrente, lembrando um relógio. Gotas de tinta azul escorrem verticalmente, criando um efeito de fluidez. Manchas e pinceladas amplas em vermelho-escuro e preto contrastam com o fundo branco e azul claro, conferindo dinamismo. A obra evoca a passagem do tempo e a efemeridade, com elementos que se sobrepõem e se misturam, sugerindo um "lapso" ou interrupção.

Ropre sem data
O trabalho tem formato vertical, estreito e alongado, com superfície em relevo e coloração marrom-escura. Na parte superior, aparece uma figura frontal com os braços erguidos e as mãos abertas, próximas às laterais do painel. O rosto tem traços simplificados, com olhos marcados e cabelos que descem até os ombros. No centro da composição, há uma segunda figura, maior e mais larga, também vista de frente. Ao redor da cabeça, formas abertas lembram folhas ou plumas. O corpo é coberto por uma textura geométrica repetida, semelhante a uma malha. Na região inferior dessa figura, surge um elemento semelhante a uma flor ou sol, com um pequeno rosto no centro. Na base da obra, duas aves em relevo aparecem lado a lado, voltadas para direções opostas. As bordas laterais do painel são decoradas com entalhes repetitivos, integrados à composição.

Romilson Lopes sem data
Sobre o Traçado n 21, de Rita Brasil, é uma pintura a óleo sobre tela de 2018, medindo 100 por 160 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma composição abstrata vibrante, dividida verticalmente em duas seções. À esquerda, predominam tons de laranja, amarelo e azul, com formas orgânicas que se assemelham a folhagens. À direita, a paleta de cores se concentra em tons de vermelho e verde, com padrões semelhantes, mas com intensidade diferente. Uma linha sinuosa em tons de azul e roxo atravessa o centro, conectando as duas metades e adicionando fluidez. As pinceladas são expressivas e texturizadas, criando movimento e profundidade. A iluminação é difusa, realçando a riqueza das cores e a complexidade da composição. A pintura transmite energia, vitalidade e a interconexão entre diferentes elementos, convidando o observador a uma jornada visual intensa.

Rita Brasil 2018
Bumba Meu Boi, de Ricco, 2015. Acrílica e giz sobre tela, 80 por 80 centímetros. Pintura colorida e vibrante, composta por inúmeras figuras sobrepostas. No canto superior esquerdo, destaca-se um tucano estilizado de perfil, com grande bico multicolorido. À direita, aparece um boi decorado com círculos e formas geométricas, com chifres vermelhos curvos. Ao centro, uma cruz e uma pequena construção semelhante a uma capela remetem ao universo das festas populares. Folhas, flores e elementos ornamentais espalham-se por toda a composição. Na parte inferior, grandes folhas claras contrastam com áreas em azul, verde, rosa e amarelo. No canto inferior direito, surge um rosto desenhado de forma simples. A obra reúne símbolos da natureza e da cultura popular em um conjunto alegre, dinâmico e festivo, associado ao imaginário do Bumba Meu Boi.

Ricco 2015
Deusa da Justiça, de Ramon Rocha, é uma escultura sem data, medindo 160 por 50 centímetros. A obra, feita por soldagem de sucata, apresenta uma figura feminina esguia e estilizada, em pé, com os braços levantados. Na mão direita, ela segura uma espada vertical, e na esquerda, uma balança de dois pratos. A figura é composta por diversas peças metálicas soldadas, criando uma textura rica e um visual industrial. A cabeça é pequena e abstrata, sem feições definidas, e o corpo é alongado e angular. A cor predominante é um tom de cobre ou bronze oxidado, com reflexos metálicos. A base é sólida e escura, proporcionando estabilidade. A obra transmite a força e a simbologia da justiça, com um toque de modernidade e originalidade na sua execução.

Ramon Rocha sem data
Orquídeas para Athos Bulcão, de Rafael Cerqueira Nunes Carneiro, é uma acrílica sobre tela de 2022, medindo 70 por 70 centímetros. A obra, em formato quadrado, apresenta um vaso de orquídeas com flores em tons de rosa e salmão, sobre um fundo azul vibrante. O vaso, na parte inferior central, possui um padrão geométrico em preto e branco, remetendo aos azulejos de Athos Bulcão. As orquídeas têm folhas verdes escuras e hastes finas, com várias flores abertas e alguns botões. O fundo azul é preenchido com figuras estilizadas de pássaros brancos, que parecem voar ao redor das flores, adicionando um toque de leveza e movimento à composição. A iluminação é clara e uniforme, realçando as cores vivas e o contraste entre o azul do fundo e o rosa das flores. A pintura celebra a beleza da natureza e presta homenagem ao artista Athos Bulcão, incorporando elementos de seu estilo.

Rafael Cerqueira Nunes Carneiro 2022
Flamboyant do TJDFT, de Rafael Cerqueira, é uma acrílica sobre tela de 2024, medindo 100 por 135 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, retrata uma árvore flamboyant em plena floração, com suas flores vermelhas vibrantes, em frente a um edifício moderno. A árvore ocupa o centro da composição, com copa larga e densa, e tronco robusto. O edifício, ao fundo, possui linhas retas e janelas escuras, contrastando com as formas orgânicas da árvore. O céu, em tons de azul e roxo, apresenta pinceladas expressivas. Há um gramado verde bem cuidado e uma calçada cinza. A iluminação destaca as cores quentes da árvore e a arquitetura do prédio, transmitindo vitalidade e harmonia entre natureza e construção humana.

Rafael Cerqueira 2024
A obra Tropical, do artista Quirino Campofiorito, de 1935, é uma pintura a óleo sobre tela. Imagine uma mesa vermelha, lisa e firme, ocupando a parte de baixo da cena. Em cima dessa mesa estão três objetos principais. Do lado esquerdo, há uma fruta com casca marrom, grossa e irregular, com aparência áspera e seca, como uma superfície dura ao toque. No centro, essa mesma fruta aparece aberta ao meio, mostrando camadas em círculos, em tons de amarelo e branco. A parte externa parece mais firme, enquanto o interior sugere uma textura mais lisa. Sobre a parte aberta, repousa uma colher de metal, lisa, fria e levemente brilhante, apoiada na diagonal. À frente, há um copo transparente, com aparência delicada, como vidro fino. Abaixo da mesa, surgem formas escuras e pontiagudas, com aspecto rígido. Atrás dos objetos, uma forma verde com pontas alongadas se eleva, como uma coroa. O fundo é azul com nuvens claras, lembrando um céu leve, que contrasta com a solidez dos objetos.

Quirino Campofiorito 1935
Nick, de PJ Araújo, é uma obra de técnica mista de 2019, medindo 145 por 110 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, retrata uma figura humana em um momento de euforia ou liberdade, com os braços abertos e as pernas flexionadas, como se estivesse pulando ou dançando. A figura, de gênero indefinido, veste uma camiseta azul e calças vermelhas, com o rosto voltado para cima e os cabelos claros. O fundo é abstrato, composto por pinceladas largas e texturizadas em tons de cinza, vermelho, amarelo e verde, criando uma sensação de movimento e energia. A iluminação é dramática, com contrastes de luz e sombra que realçam a figura central. A pintura transmite uma sensação de alegria, leveza e celebração da vida, com um estilo expressivo e dinâmico.

PJ Araújo 2019
Obra intitulada STF, do artista Pedro Roberto da Silva Nunes, produzida em óleo sobre tela, sem data, com dimensões de 130 por 75 centímetros. A imagem apresenta uma representação do edifício do Supremo Tribunal Federal, em Brasília. Em primeiro plano, destaca-se uma figura humana estilizada, possivelmente inspirada na escultura da Justiça, posicionada de forma serena e contemplativa. Seus contornos são marcados e simplificados, transmitindo solidez e introspecção. Ao fundo, observa-se o edifício modernista com linhas horizontais e estrutura sustentada por colunas finas, característico da arquitetura de Brasília. A composição utiliza tons de azul, cinza e terrosos, criando uma atmosfera sóbria e institucional. A iluminação é suave e uniforme, reforçando a sensação de equilíbrio e estabilidade. A cena sugere a relação entre a figura simbólica da Justiça e o espaço físico onde ela se realiza, evocando autoridade, silêncio e reflexão.

Pedro Roberto da Silva Nunes sem data
A fotografia, em formato paisagem, revela uma cena vibrante de circo ou teatro, capturada em um palco de madeira. À esquerda, um pilar vertical de cor amarela e marrom se estende até o topo, enquanto um segundo pilar similar aparece mais ao centro, inclinado para a direita. O centro da imagem é dominado por um palhaço de pele clara, em movimento, com o corpo inclinado para a frente e o braço direito estendido em direção à plateia. Ele usa uma camisa branca de mangas compridas, calças largas vermelhas com bolinhas brancas, suspensórios finos brancos e meias vermelhas. Seus sapatos são pretos com detalhes brancos. Na cabeça, um chapéu verde e amarelo, e no rosto, a maquiagem clássica de palhaço com nariz vermelho. Em sua mão esquerda, o palhaço segura um objeto azul e amarelo, que parece ser um brinquedo ou acessório de malabarismo. A expressão em seu rosto é de concentração ou talvez de um sorriso contido, enquanto ele interage com o público. Ao fundo, uma lona azul escura serve de cenário, com aberturas retangulares na parte inferior que revelam um azul mais claro, sugerindo janelas ou entradas. Pequenos pontos de luz branca e azulada salpicam a lona, criando um efeito de brilho ou estrelas. À direita, a plateia é composta por diversas pessoas, algumas com os braços erguidos, tentando alcançar uma pequena bola laranja que flutua no ar, próxima ao palhaço. A interação entre o artista e o público é palpável, transmitindo alegria e participação. A iluminação geral é suave, destacando os elementos centrais da cena. A obra captura um momento de pura interação e emoção, um fragmento da tragicomédia da vida cotidiana.

Pedro Mendes 2012
O Café da Manhã, de Paulo Sérgio Souza Andrade, é uma fotografia em preto e branco, sem data, medindo 39 por 32 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta um close-up de um bebê sendo alimentado com uma mamadeira. A mão de um adulto, com braço peludo, segura a mamadeira, que está na boca do bebê. O bebê, deitado em um lençol texturizado, tem o rosto parcialmente visível, com os olhos fixos na mamadeira. Seus cabelos são claros e finos. A iluminação suave realça a textura da pele do bebê e do braço do adulto, criando um contraste delicado. A fotografia transmite cuidado, nutrição e intimidade, capturando um momento cotidiano e terno entre o adulto e o bebê. A composição foca na interação e na simplicidade do gesto, evocando sentimentos de amor e proteção.

Paulo Sérgio Souza Andrade sem data
Entalhe em madeira intitulado “Deusa da Justiça”, do artista Paulo Roberto da Cunha, criado em 2010, com dimensões de 82 por 56 centímetros. A superfície apresenta tonalidade marrom quente, com sulcos e relevos marcados pelo trabalho manual. No centro da composição, uma figura sentada aparece de perfil, voltada para a direita. A cabeça está coberta por uma venda esculpida. Um dos braços se estende à frente, sustentando uma balança com dois pratos suspensos. O outro braço permanece próximo ao corpo, junto a uma espada vertical apoiada na perna esquerda, com forma alongada e discreta, integrada ao relevo. Sobre as pernas, há uma tábua de leis inclinada, com inscrições em relevo, incluindo a palavra “LEX” e números romanos. As vestimentas apresentam dobras marcadas, e os pés calçam sandálias detalhadas. A cena é envolvida por uma moldura também em madeira, formando um conjunto compacto que transmite equilíbrio, firmeza e ordem, com volumes definidos e textura perceptível ao toque.

Paulo Roberto da Cunha 2010
Obra intitulada Equilíbrio de Poderes e Justiça Cega, do artista Oscar Mendes Moren, executada em técnica mista sobre tela. A composição apresenta uma cena simbólica e carregada de significados. No centro, destaca-se a figura da Justiça, tradicionalmente representada com os olhos vendados, sugerindo imparcialidade. Sua postura é firme, transmitindo autoridade e serenidade. Ao redor, aparecem elementos que remetem ao equilíbrio entre os poderes. Linhas, formas e possivelmente estruturas arquitetônicas ou geométricas se organizam de maneira dinâmica, sugerindo tensão e harmonia ao mesmo tempo. A balança, símbolo clássico da Justiça, pode ser percebida, reforçando a ideia de ponderação e decisão equilibrada. As cores variam entre tons contrastantes, criando profundidade e intensidade visual. Áreas mais escuras convivem com pontos de luz, guiando o olhar pela tela e destacando os principais elementos. A obra transmite uma reflexão sobre o papel da Justiça no equilíbrio institucional, evocando ordem, responsabilidade e vigilância constante. A composição convida o observador a contemplar a importância da harmonia entre forças distintas em uma sociedade democrática.

Oscar Mendes Moren sem data
A obra, intitulada "Acesso Negado", é uma impressão digital da artista Onã da Silva Apolinário, criada em 2017. Com 30 por 40 centímetros, a peça apresenta uma composição impactante em formato de cartaz. No centro, destaca-se um sinal de "pare" vermelho com uma mão branca, símbolo universal de proibição. Ao redor, textos em português abordam a temática da acessibilidade e inclusão, com frases como "Acessibilidade? Acesso negado." e "Visto aqui, respeita a toda minha deficiência". Na parte inferior, uma silhueta escura de uma pessoa em cadeira de rodas reforça a mensagem de barreiras e exclusão. O fundo branco realça o contraste das cores e a clareza da mensagem. A obra é um poderoso manifesto visual que convida à reflexão sobre as dificuldades enfrentadas por pessoas com deficiência e a importância da acessibilidade plena na sociedade.

Onã da Silva Apolinário 2017
Olá! Bem-vindos à audiodescrição da obra 'Série Corpo e Alma', da artista Norma Stela. Esta é uma pintura que nos transporta para uma paisagem noturna ou crepuscular, dominada por tons escuros e terrosos, com toques de amarelo suave. No centro da composição, três árvores de copas densas e escuras se destacam, criando uma silhueta imponente. À direita delas, duas figuras humanas, pequenas e estilizadas, caminham por um caminho que parece ser iluminado por uma luz amarelada, quase mística. Ao fundo, à esquerda, podemos vislumbrar as silhuetas de construções, possivelmente casas, com pontos de luz sugerindo janelas acesas, adicionando um toque de vida e mistério à cena. O céu, carregado e escuro, apresenta uma textura esfumaçada que evoca a sensação de névoa ou uma noite nublada, contribuindo para a atmosfera introspectiva da obra. A técnica utilizada, embora não especificada, sugere um desenho, talvez em carvão ou pastel seco, devido ao seu efeito granulado e às transições suaves entre as sombras, que conferem profundidade e delicadeza à imagem. Com medidas de 33 por 27,5 centímetros, 'Série Corpo e Alma' é uma obra que convida à contemplação, transmitindo uma sensação de quietude e introspecção. Seu patrimônio é o número 004.036. Uma verdadeira joia que nos faz refletir sobre a conexão entre o corpo e a alma em meio à natureza e à noite.

Norma Stela -
Domingo, obra de Norma Autuori de Lima. Pintura a óleo sobre tela, medindo 90 por 130 centímetros. A composição retrata uma paisagem ao ar livre em tons de outono. À esquerda, uma árvore de copa volumosa exibe folhas amarelas e douradas, com folhas caídas no chão. Ao centro, um campo verde-amarelado se estende até o horizonte. À direita, um caminho pavimentado conduz em diagonal até um edifício moderno ao fundo, com fachada de grandes vidraças brancas e um espelho d'água à sua frente. Pequenas figuras humanas caminham pelo passeio, sugerindo um domingo tranquilo. O céu azul com nuvens suaves completa a cena. As pinceladas visíveis conferem leveza e textura à obra.

Norma Autuori de Lima sem data
Cidade Convento, de Nazzareno Stanislau, é um desenho sobre papel de 2005, medindo 23 por 18 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata e colorida, com formas geométricas e orgânicas que se entrelaçam, sugerindo uma paisagem urbana ou arquitetônica. Predominam tons de rosa, azul, vermelho, amarelo e verde, com linhas pretas que definem os contornos das formas. No centro, uma estrutura que lembra um edifício ou um convento se destaca, com detalhes que evocam janelas e telhados. Ao redor, elementos que parecem árvores estilizadas e outras construções se misturam, criando uma atmosfera onírica e fantástica. A iluminação é difusa, realçando a vivacidade das cores e a complexidade do traço. A pintura transmite uma sensação de mistério e contemplação, convidando o observador a explorar os detalhes e as múltiplas interpretações da "Cidade Convento".

Nazzareno Stanislau 2005
Audiodescrição da obra "Justiça Ambiental", de Naura Coelho Timm. A obra, intitulada "Justiça Ambiental", é uma técnica mista sobre lona da artista Naura Coelho Timm, sem data de criação registrada. Mede 200 por 100 centímetros. A imagem apresenta uma composição abstrata e figurativa, com cores vibrantes e pinceladas expressivas. No centro, uma figura feminina estilizada, com corpo alongado e contornos fluidos, emerge da tela. Ela tem pele em tons terrosos e está adornada com elementos naturais, como flores e folhagens. Ao redor, há uma profusão de cores e formas abstratas, com tons de amarelo, azul, vermelho e verde se misturando. Elementos que lembram peixes e formas orgânicas sugerem a riqueza da vida aquática e terrestre. A obra transmite uma mensagem de conexão com a natureza e a importância da preservação ambiental, com a figura feminina como guardiã desse equilíbrio.

Naura Coelho Timm sem data
"Polis 4", uma fotografia em preto e branco de Mônica Machado, nos convida a um olhar contemplativo sobre a paisagem urbana. A imagem, enquadrada por uma moldura clara, revela uma cena capturada através de um reflexo, possivelmente em uma superfície de água ou vidro, que distorce e reinterpreta a realidade. No centro da composição, vemos a silhueta de uma construção, que se assemelha a um telhado inclinado com texturas onduladas, como se fossem telhas ou a superfície da água em movimento. Ao redor dessa estrutura, emergem formas que sugerem árvores com folhagens densas, suas copas e galhos se misturando e se espelhando de maneira abstrata. Linhas horizontais escuras cortam a imagem em três faixas, adicionando uma camada de profundidade e complexidade à cena. Essas linhas podem representar grades, janelas ou até mesmo a marcação de um horizonte invertido, criando uma sensação de sobreposição e fragmentação. A paleta de tons de cinza, do mais claro ao mais escuro, acentua o contraste e a dramaticidade da obra, enquanto a técnica de reflexo transforma elementos cotidianos em uma composição quase onírica. A fotografia de Mônica Machado nos desafia a ver além do óbvio, explorando a beleza e a poesia nas distorções do mundo ao nosso redor.

Mônica Machado 2014
Olá! Bem-vindos à audiodescrição da obra "Ronda", da artista Mirele Brant. Esta é uma pintura a óleo sobre tela, medindo 83 por 96 centímetros, com o patrimônio número 225.076. A obra nos apresenta uma figura feminina nua, deitada horizontalmente em uma composição onírica. Seus olhos estão fechados, sugerindo um sono profundo ou meditação. Longos cabelos pretos e ondulados se espalham fluidamente pela tela, enquanto um adorno floral em tons de amarelo e laranja, como girassóis, enfeita sua cabeça. O braço direito da mulher pende suavemente sobre a borda de uma superfície terrosa e alaranjada que ocupa a parte inferior da tela. No canto superior esquerdo, contra um céu azul claro, quatro pássaros pretos voam em silhueta, adicionando um toque de liberdade à cena. A paleta de cores suaves, com o azul do céu, o tom de pele claro da figura e o laranja terroso, cria uma atmosfera de paz e conexão com a natureza. "Ronda" é uma obra que convida à contemplação e à introspecção, transmitindo uma sensação de entrega e serenidade.

Mirele Brant sem data
A obra, intitulada "Ponte Costa e Silva", é uma pintura em óleo sobre tela do artista Milan Dusek, criada em 1982. Mede 40 por 70 centímetros. A imagem apresenta uma representação da Ponte Costa e Silva, em Brasília. A ponte, em tons de branco e cinza claro, se estende em um arco suave sobre um corpo d'água azul escuro. As margens do rio são cobertas por vegetação em tons de verde vibrante. Ao fundo, a silhueta de edifícios modernos da cidade de Brasília pode ser vista sob um céu azul claro com nuvens esparsas. A pintura utiliza uma paleta de cores suaves e pinceladas fluidas, criando uma atmosfera calma e serena. A obra celebra a arquitetura modernista de Brasília e a beleza de sua paisagem urbana.

Milan Dusek 1982
A obra, intitulada "Lago Sul", é uma pintura a óleo sobre cartão do artista Milan Dusek, criada em 1982. Com 61 por 61 centímetros, a tela apresenta uma paisagem serena e minimalista. Em primeiro plano, um campo verde-claro se estende, com um único tronco de árvore marrom e copa arredondada em tons de verde-escuro, ligeiramente à direita do centro. Atrás do campo, um corpo d'água azul-claro, o Lago Sul, reflete a luz suave do céu. Na margem oposta, vegetação mais escura se eleva, e ao fundo, edifícios modernos em tons de cinza e branco se destacam contra um céu azul-pálido. A técnica de óleo sobre cartão confere textura suave e paleta de cores delicadas, evocando calma e contemplação. A obra captura a essência da paisagem urbana de Brasília, integrando natureza e arquitetura harmoniosamente.

Milan Dusek 1982
A imagem mostra a vista de um edifício moderno, fotografado de baixo para cima. No primeiro plano, uma fachada composta por uma malha de linhas verticais e horizontais forma um conjunto de painéis retangulares de vidro. Os vidros apresentam variações de cor entre tons de azul, roxo e branco, com algumas áreas mais opacas e outras mais translúcidas. As linhas estruturais, escuras e retas, conduzem o olhar em direção ao alto da imagem, criando um forte efeito de perspectiva. À direita, uma segunda superfície curva se eleva, também revestida por pequenos painéis, formando um contraste entre linhas retas e uma forma sinuosa. Ao fundo, o céu aparece claro e ligeiramente esmaecido, sem detalhes definidos. A iluminação é difusa, com reflexos suaves nos vidros. A composição enfatiza repetição geométrica, verticalidade e profundidade, destacando a estrutura arquitetônica e o ritmo visual dos painéis.

Martim Garcia 2015
Níveis, do autor Markoh, é uma fotografia de 2025, medindo 32 por 45 centímetros. A obra, em formato vertical, apresenta uma composição abstrata de linhas luminosas e coloridas sobre um fundo escuro. As linhas formam estruturas que se assemelham a esferas e arcos sobrepostos, em tons de branco, azul, rosa e laranja. Há uma sensação de movimento e profundidade, como se as formas estivessem flutuando ou se desdobrando no espaço. A iluminação é difusa, realçando o brilho das linhas e criando um efeito etéreo. A fotografia transmite uma atmosfera futurista e onírica, explorando a interação entre luz, cor e forma de maneira dinâmica e envolvente.

Markoh 2025
Audiodescrição da obra 'Zen', do artista Markoh, criada em 2020. Uma peça de 33 por 45 centímetros, realizada com a técnica de bordado sobre papel, emoldurada por uma fina moldura de madeira escura. A obra apresenta um fundo predominantemente escuro. Na parte superior, em preto e branco, vemos a imagem de uma pessoa sentada em posição de lótus, com as mãos repousando sobre os joelhos, palmas para cima, em um gesto de meditação. A figura, que parece ser masculina, tem cabelos curtos e encaracolados, e está com o torso nu, vestindo uma peça de roupa clara na parte inferior. Há detalhes que sugerem adornos florais na cabeça e na base onde a pessoa está sentada, que se assemelha a um leito de folhas ou tecido. Da base dessa figura meditativa, emergem fios coloridos que se transformam em um vibrante bordado. Esses fios se entrelaçam e se espalham pela parte inferior da obra, formando padrões orgânicos que lembram raízes, caules e diversas formas florais e folhagens. As cores do bordado são variadas e vivas, incluindo tons de amarelo, laranja, rosa, roxo, verde e azul claro, criando um contraste marcante e harmonioso com a imagem em preto e branco e o fundo escuro. O bordado adiciona textura e profundidade, dando vida à composição e evocando uma sensação de crescimento e conexão com a natureza. A obra transmite uma atmosfera de serenidade e introspecção, com a figura central em meditação e a explosão de cores e formas orgânicas simbolizando a vitalidade e a energia que emanam desse estado de paz.

Markoh 2020
Ciranda com meninas, de Marília Ferrer, é uma colagem em tecido, sem data, medindo 36 por 48 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta quatro figuras femininas estilizadas, com corpos alongados e sem detalhes faciais, dançando em uma ciranda. Elas vestem roupas coloridas: verde claro, magenta, azul claro e amarelo. Estão de mãos dadas, formando um círculo, com braços estendidos e pernas em movimento, sugerindo leveza e alegria. O fundo é formado por casas coloridas em tons de azul, marrom e vermelho, com telhados em diferentes alturas, criando um cenário urbano simplificado. O chão é em tons de bege e rosa, com sombras. A técnica de colagem de tecido confere textura única e aspecto artesanal, transmitindo uma atmosfera lúdica e infantil.

Marília Ferrer sem data
Audiodescrição da obra "O Cristo", de Marília Cecília Rey. A obra, intitulada "O Cristo", é uma pintura em acrílica sobre tela da artista Marília Cecília Rey, sem data de criação registrada. Mede 40 por 30 centímetros, com patrimônio número 228.173. A imagem apresenta uma representação de Cristo crucificado, focando na parte superior do corpo. A figura de Cristo tem a pele em tons pálidos, cabelos longos e escuros caindo sobre os ombros. Um ferimento no lado direito do peito é visível. Ele está com os braços estendidos, presos à cruz, sugerida por um fundo em tons de marrom escuro. Um pano branco envolve a cintura. O fundo da pintura é predominantemente vermelho vibrante, criando um contraste dramático com a figura central. A pincelada é expressiva e visível, conferindo um caráter emocional e intenso à obra.

Marília Cecília Rey sem data
Brasília Democrática: Identidade do Brasil, de Mariângela Junqueira Borges, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 120 por 110 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata e geométrica, dominada por tons quentes de amarelo, laranja e marrom, contrastando com azuis e cinzas. Formas verticais e angulares se entrelaçam, lembrando edifícios ou monumentos, com linhas diagonais que sugerem movimento. No centro, elementos remetem a balanças, simbolizando justiça e equilíbrio. A paleta de cores vibrantes e a sobreposição de planos criam dinamismo. A obra evoca a arquitetura e os ideais de Brasília, com uma interpretação artística da identidade brasileira através de formas e cores.

Mariângela Junqueira Borges sem data
Audiodescrição da obra "O Sol Nasce para Todos", de Maria Marlene da Costa. A obra, intitulada "O Sol Nasce para Todos", é uma pintura em acrílica sobre tela da artista Maria Marlene da Costa, sem data de criação registrada. Mede 90 por 120 centímetros, com patrimônio número 177.384. A imagem apresenta uma pintura abstrata vibrante. No canto superior esquerdo, um ponto de luz intenso irradia inúmeras linhas finas e coloridas por toda a tela. Essas linhas, em tons de azul, verde, amarelo, laranja e roxo, criam um efeito caleidoscópico e dinâmico. À direita, as linhas se agrupam formando padrões circulares ou ovais, que lembram células ou bolhas, conferindo textura e profundidade. A composição transmite uma sensação de energia, movimento e interconexão, com a luz se espalhando e alcançando todos os elementos da obra.

Maria Marlene da Costa sem data
A composição apresenta uma organização gráfica de formas que lembram cadeados, distribuídos ao longo da superfície. As figuras aparecem repetidas e organizadas de modo ritmado, criando uma sensação de padrão e regularidade. Predominam linhas marcadas e contrastes de claro e escuro, típicos da técnica de impressão, o que reforça os contornos e a textura visual da obra. Os cadeados, estilizados, não são retratados de maneira realista, mas sim simplificados, quase geométricos, sugerindo mais uma ideia do objeto do que sua representação literal. O fundo é limpo, destacando as formas principais. A imagem transmite uma sensação de ordem e repetição, podendo evocar temas como proteção, bloqueio ou restrição, dependendo da interpretação do observador.

Maria Luiza Leao 1960
Cadeado

Maria Luiza Leão 1960
A obra, intitulada "Pôr do Sol 103 Street", é uma pintura a óleo sobre tela da artista Maria Clara Marra, criada em 2018. Com medidas de 70 por 100 centímetros, a tela apresenta uma paisagem urbana ao entardecer, dominada por tons quentes e contrastes dramáticos. Em primeiro plano, silhuetas escuras de edifícios e árvores se erguem verticalmente, criando uma moldura para o céu vibrante. O sol se põe no horizonte, pintando o céu com uma paleta intensa de laranjas, vermelhos e amarelos, que se misturam a nuvens em tons de roxo e cinza. A luz alaranjada do pôr do sol reflete-se sutilmente em algumas superfícies, adicionando profundidade à cena. A técnica de óleo sobre tela confere uma textura rica e pinceladas expressivas, que capturam a beleza efêmera e a atmosfera melancólica de um pôr do sol em meio à cidade.

Maria Clara Marra 2018
Esta é a obra 'Roda Viva', uma arte têxtil de 12 pontas criada por Marcos Félix em 2022. Com 55 centímetros de diâmetro, a peça é composta por diversas linhas e madeira, apresentando uma complexa mandala em tons de amarelo, cinza e cinza escuro, emoldurada por um fundo marrom profundo. No centro, um pequeno hexágono em cinza escuro e branco dá início a uma série de padrões geométricos que se expandem. Camadas de linhas amarelas vibrantes e cinzas claras se entrelaçam, formando estrelas e polígonos que se sobrepõem, criando uma sensação de profundidade e movimento. As doze pontas da estrutura externa são claramente definidas por linhas amarelas e cinzas mais escuras, que se projetam para fora, lembrando raios de uma roda. A técnica de arte têxtil confere à obra uma textura rica e um visual tridimensional, convidando o observador a explorar seus detalhes e a harmonia de suas formas.

Marcos Félix 2022
A obra apresenta uma estrutura metálica abstrata, composta por formas geométricas que parecem se equilibrar no ar. No topo, um plano em formato de losango, levemente inclinado, abriga vazios recortados em curvas e linhas diagonais, criando a sensação de leve movimento. No interior dessa forma maior, hastes metálicas finas atravessam o espaço, sugerindo eixos de equilíbrio, como em uma balança. A superfície do metal é lisa e refletiva, em tons acinzentados, com áreas de sombra que destacam os recortes e a profundidade. A peça se apoia sobre uma base cúbica de madeira clara, simples e sólida, que contrasta com a leveza visual da estrutura superior. O conjunto transmite uma sensação de tensão estável, como se as partes estivessem cuidadosamente posicionadas para manter o equilíbrio entre peso, forma e vazio. Trata-se de uma escultura que convida à observação das relações entre movimento, estabilidade e espaço.

Marcos Decat 2008
Audiodescrição da obra "Lágrimas do Tempo", de Marco Aurélio Bomfim. A obra, intitulada "Lágrimas do Tempo", é uma pintura em óleo sobre tela em espátula do artista Marco Aurélio Bomfim, sem data de criação registrada. Mede 150 por 100 centímetros. A imagem apresenta uma composição abstrata dominada por tons de vermelho profundo, variando de carmesim a bordô, com pinceladas escuras em preto e marrom. A técnica de espátula confere uma textura rica e visível, com camadas de tinta que criam sulcos e relevos, sugerindo movimento e profundidade. As cores escuras parecem escorrer ou se espalhar sobre o vermelho vibrante, evocando a ideia de lágrimas ou a passagem inexorável do tempo. A obra transmite uma sensação de melancolia, paixão e a fluidez da existência.

Marco Aurélio Bomfim sem data
Festa Popular II, de Márcio Souto, é uma guache sobre tela de 2020, medindo 40 por 50 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição vibrante e colorida, inspirada em festas populares. O fundo é predominantemente azul escuro, sobre o qual se destacam diversas bandeirinhas triangulares e retangulares, em tons de vermelho, laranja, rosa, amarelo, verde e roxo. As bandeirinhas estão dispostas de forma geométrica, criando um padrão dinâmico. Entre as bandeirinhas, há lâmpadas amarelas estilizadas, que sugerem a iluminação festiva. As cores são intensas e saturadas, e as formas são bem definidas, com contornos marcados. A pintura transmite uma atmosfera de alegria, celebração e vivacidade, capturando a essência das festas populares brasileiras com um estilo abstrato e moderno.

Márcio Souto 2020
Caboclinho, de Márcio Garcez, é uma fotografia sem data, medindo 92,5 por 62,5 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta um close-up de um jovem de pele morena, com os olhos fechados e uma expressão serena. Ele usa um cocar exuberante, adornado com penas azuis, brancas e pretas, e detalhes em vermelho e dourado. As penas são longas e volumosas, emoldurando o rosto do jovem. O fundo é claro e desfocado, realçando o cocar e o rosto. A iluminação suave destaca os detalhes das penas e a textura da pele. A fotografia transmite uma sensação de espiritualidade, cultura e tradição, capturando a beleza e a riqueza dos rituais indígenas. A composição foca na expressão do jovem e na grandiosidade do adorno, evocando um sentimento de reverência e conexão com a ancestralidade.

Márcio Garcez sem data
Pequena Catrina Juanita, de Marcio de Andrade, é uma fotografia sem data, medindo 75 por 50 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma criança de pele clara, com o rosto pintado como uma caveira mexicana, inspirada na figura da Catrina. Seus olhos são delineados em preto e azul, e a boca é desenhada com dentes, em um sorriso estilizado. Ela usa um chapéu vermelho adornado com velas brancas, flores amarelas e pequenas caveiras, além de um vestido vermelho com detalhes amarelos. O fundo é escuro e desfocado, realçando a figura da criança. A iluminação é suave, destacando os detalhes da maquiagem e do traje. A fotografia transmite uma celebração da vida e da morte, com a inocência da criança contrastando com a simbologia da Catrina. A composição evoca a riqueza cultural do Dia dos Mortos, com cores vibrantes e um toque de fantasia.

Marcio de Andrade sem data
Contra Luz no Museu, de Márcia Barros, é uma fotografia sem data, medindo 40 por 60 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma paisagem urbana com um edifício moderno em contraluz. O céu, em tons de azul claro e branco, é dominado por nuvens e um sol forte que irradia luz, criando um efeito de silhueta nos elementos em primeiro plano. À esquerda, a arquitetura curva de um museu se destaca, com suas formas suaves e contemporâneas. À direita, edifícios mais baixos e retilíneos completam a paisagem urbana. A luz intensa do sol cria um contraste dramático, realçando as formas e texturas dos edifícios. A fotografia transmite grandiosidade e modernidade, com a contraluz adicionando um toque de mistério e imponência à cena.

Márcia Barros sem data
Sem título, de Lya Astrid, é uma fotografia em preto e branco, sem data, medindo 60 por 90 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta um close-up de um bebê dormindo, deitado de lado. A pele do bebê é clara e macia, e seus cabelos escuros e finos estão levemente despenteados. As mãos pequenas estão unidas perto do rosto, em uma posição delicada e serena. O rosto do bebê está relaxado, com os olhos fechados e uma expressão de paz. O fundo é suavemente desfocado, com texturas que sugerem um cobertor ou lençol. A iluminação é difusa, realçando a delicadeza da pele e os contornos suaves do rosto. A fotografia transmite inocência, tranquilidade e ternura, capturando a beleza e a fragilidade da vida em um momento de descanso profundo.

Lya Astrid sem data
Audiodescrição da obra "Duas Irmãs - Palácio da Alvorada", de Luciana Navarro. A obra, intitulada "Duas Irmãs - Palácio da Alvorada", é uma fotografia da artista Luciana Navarro, sem data de criação registrada. Mede 30 por 45 centímetros. A imagem apresenta uma vista noturna do Palácio da Alvorada, em Brasília, com foco nas duas esculturas femininas de bronze, conhecidas como "As Banhistas" ou "As Gêmeas", de Alfredo Ceschiatti, que adornam o espelho d'água. As esculturas estão em primeiro plano, com suas formas fluidas e contornos suaves, refletindo-se na superfície calma da água. Ao fundo, a arquitetura modernista do palácio, com suas colunas em forma de arcos, é iluminada. O céu noturno, em tons de azul escuro, complementa a cena, conferindo uma atmosfera de tranquilidade e grandiosidade. A fotografia captura a beleza e a harmonia entre a arte e a arquitetura, destacando a icônica paisagem de Brasília.

Luciana Navarro sem data
Flamboyant do TJDFT, de Luana Melo, é uma aquarela sobre papel de 2021, medindo 26 por 36 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, retrata uma árvore flamboyant em plena floração, com suas flores vermelhas e alaranjadas, em frente a um edifício moderno. A árvore ocupa o centro da composição, com sua copa ampla e densa, e o tronco robusto. O edifício, ao fundo, possui linhas retas e janelas escuras, com pilares brancos que se destacam. O céu, em tons de azul claro e branco, apresenta nuvens suaves. Há um gramado verde bem cuidado na parte inferior da tela. A iluminação é natural e difusa, realçando as cores vibrantes da árvore e a arquitetura do prédio, transmitindo uma sensação de tranquilidade e a beleza da natureza integrada ao ambiente urbano.

luana Melo 2021
Audiodescrição da obra "Justiça Verde-Amarela", de Lourenço Guimarães. A obra, intitulada "Justiça Verde-Amarela", é uma pintura em acrílica sobre tela do artista Lourenço Guimarães, sem data de criação registrada. As medidas da obra não foram especificadas no catálogo. A imagem apresenta uma figura feminina estilizada, sentada, que representa a Justiça. Ela tem a pele em tons amarelados e cabelos longos e castanhos. Seus olhos estão vendados com uma faixa verde. Ela veste um traje verde que cobre parte do corpo. Na mão esquerda, ela segura uma balança de dois pratos em equilíbrio. Na mão direita, ela segura uma espada prateada, apontada para baixo, que repousa sobre sua perna direita. A figura está sentada sobre uma base rochosa em tons de ocre. O fundo da pintura é em tons de amarelo dourado, criando uma atmosfera luminosa e solene. A obra combina elementos clássicos da representação da Justiça com as cores da bandeira brasileira.

Lourenço Guimarães sem data
Audiodescrição da obra "Poder", de Loreni Schenkel. A obra é uma pintura abstrata vertical, em acrílica, grafite e verniz sobre tela, medindo 154 por 70 centímetros. Patrimônio número 237.581. A data de criação não está registrada. A composição apresenta manchas difusas em tons de roxo escuro, lilás, cinza e branco, com toques de amarelo dourado. As áreas mais escuras concentram-se nas bordas superior e inferior, enquanto o centro revela uma região mais clara, com branco e lilás suave, evocando luz emergindo entre sombras. Os pontos dourados adicionam vibração e contraste. A transição entre as cores é fluida, sugerindo formações nebulosas ou paisagens geológicas. A textura da superfície, reforçada pelo grafite e pelo verniz, transmite profundidade e movimento.

Loreni Schenkel sem data
Pintura intitulada Pelourinho, do artista Lopes, realizada em 1981, em óleo sobre tela, com 140 por 210 centímetros. A cena mostra uma rua de pedra em perspectiva, formando uma leve descida em direção ao mar, visível ao fundo como uma faixa azul no horizonte. Nas laterais da rua, há casas coloniais coloridas, próximas umas das outras, com paredes em tons de branco, azul, amarelo e rosa. Os telhados são inclinados, cobertos por telhas cerâmicas em vermelho. À direita, destaca-se uma igreja com torre alta, janelas alongadas e detalhes arquitetônicos simples. No centro da composição, algumas pessoas caminham ou conversam, distribuídas ao longo da rua de pedras irregulares. À esquerda, três figuras estão agrupadas perto de uma escadaria, vestindo roupas em cores vivas. Mais ao fundo, outros pequenos grupos aparecem, sugerindo movimento cotidiano. O céu ocupa boa parte da parte superior da imagem, em tons claros de azul com nuvens suaves. A luz é difusa, sem sombras fortes, criando uma atmosfera tranquila e luminosa. A composição valoriza a profundidade da rua e o conjunto arquitetônico do Pelourinho.

Lopes 1981
Um Dia em Giverny

Liselena Dalla Corte 2019
Subindo o Morro

Liselena Dalla Corte 2018
Suavidade da Alma

Liselena Dalla Corte 2020
Savana

Liselena Dalla Corte 2018
Relações

Liselena Dalla Corte 2019
Olhar Urbano

Liselena Dalla Corte 2018
No Quadrado do Dia

Liselena Dalla Corte 2020
Na Cor da Cidade

Liselena Dalla Corte 2020
Mistérios e Descobertas

Liselena Dalla Corte 2023
Memórias de um Lugar

Liselena Dalla Corte 2021
Jardim Sereno

Liselena Dalla Corte 2019
Intensidade

Liselena Dalla Corte 2019
Garimpo

Liselena Dalla Corte 2020
Foto da artista Liselena

Liselena Dalla Corte 2023
Força da Natureza

Liselena Dalla Corte 2022
Favela 2

Liselena Dalla Corte 2018
Favela 3

Liselena Dalla Corte 2018
Descalços

Liselena Dalla Corte 2018
Cores da Cidade

Liselena Dalla Corte 2016
Clareza

Liselena Dalla Corte 2018
Chegadas

Liselena Dalla Corte 2018
Celeiro

Liselena Dalla Corte 2023
Casa Branca

Liselena Dalla Corte 2023
Água de Beber

Liselena Dalla Corte 2018
Admirable Nature

Liselena Dalla Corte 2020
A Cidade Fala

Liselena Dalla Corte 2022
Aqui a fotografia é vista como meio de observação de espaços construídos, explorando enquadramentos, luz e relações entre interior e exterior. A obra é apresentada em formato vertical, com moldura escura e margem branca. No centro, uma porta de madeira pintada de azul está aberta, ocupando quase toda a altura da imagem. As duas folhas se abrem para fora, criando um enquadramento retangular. Por essa abertura, vê-se uma rua de pedra e, adiante, um edifício de fachada clara com várias janelas alinhadas. Ao fundo, uma elevação escura se estende horizontalmente. Na parte inferior, uma superfície refletiva, possivelmente água, espelha parte da cena. A composição destaca a simetria e o contraste entre o azul intenso da porta e os tons claros e escuros do exterior, criando profundidade visual.

Lilian Neves 2015
A obra, intitulada "Asteroide", é uma pintura em acrílico sobre tela da artista Lia Paes, criada em 2017. Mede 60 por 60 centímetros. A imagem apresenta uma composição abstrata e cósmica. No lado esquerdo, domina uma grande esfera de tons amarelados e esbranquiçados, com textura rugosa, sugerindo um asteroide ou planeta. Essa esfera flutua em um espaço profundo. O fundo da pintura é uma mistura de tons escuros de azul, roxo e marrom avermelhado, com pinceladas que criam formas indefinidas, lembrando estruturas distantes. Há um contraste entre a luminosidade da esfera principal e a escuridão do ambiente. No canto inferior direito, uma esfera menor e mais clara adiciona profundidade. A obra evoca mistério e a vastidão do universo.

Lia Paes 2017
Esta obra de arte, com 30 centímetros de diâmetro, é uma pintura sobre barro que se assemelha a uma tigela rasa. O fundo é de um tom cinza claro e no centro, uma figura estilizada, de pele clara e sem camisa, está sentada de pernas cruzadas, com os olhos vendados por uma faixa branca. A figura segura uma espada horizontalmente sobre o colo, simbolizando a Justiça. Ao redor da figura central, uma multidão de pequenos pontos coloridos representa a diversidade da sociedade. Acima, flutuam diversos ícones que representam questões sociais contemporâneas: um megafone, uma seringa, uma folha de cannabis, uma corrente, um cocar indígena, um smartphone, uma nuvem, uma bandeira arco-íris, uma mão estendida e uma caixa de leite. Nuvens brancas estilizadas adornam as laterais da obra, completando a composição que reflete a complexidade da justiça no mundo atual.

Leonardo Machado 2024 
Pintura intitulada “Ouro Preto”, de Lenângela, realizada em 2014 em óleo sobre tela, medindo 80 por 120 centímetros. A obra retrata uma paisagem urbana histórica de Ouro Preto, em Minas Gerais. Em primeiro plano, há um gramado iluminado em tons de verde-claro. À esquerda e ao centro, um muro de pedras em tons ocres e acinzentados percorre a cena, acompanhado por pilares de alvenaria. Por trás do muro surgem construções de telhados avermelhados e uma igreja branca com duas torres de sino. Ao fundo, colinas verdes conduzem o olhar para montanhas azuladas e suavemente esfumadas. No canto superior direito, uma árvore de folhagem densa ocupa parte do céu, com pequenos pontos vermelhos entre as folhas.

Lenângela 2014
União dos Pássaros, de José Guilherme, 2016. Óleo sobre tela, medindo 63 por 100 centímetros. A pintura apresenta quatro pássaros estilizados em um enquadramento muito próximo, com as cabeças voltadas para o centro da composição. Os longos bicos amarelos se encontram e se sobrepõem, formando um ponto de união entre as aves. À esquerda, destaca-se um pássaro azul intenso com olho circular amarelo e preto. À direita, três pássaros ocupam o espaço em camadas, com plumagens em vermelho, laranja, verde-claro, azul e amarelo. O fundo mistura tons vibrantes de azul e verde, com pinceladas visíveis que criam textura e movimento. As formas simplificadas, as cores luminosas e a proximidade entre os pássaros reforçam a ideia de encontro, convivência e união sugerida pelo título.

José Guilherme 2016
Fundo do Mar, de Jorge Kell, é uma escultura de resíduos da indústria de armações de óculos, de 2019, medindo 20 por 32 centímetros. A obra, em formato tridimensional, representa um ecossistema marinho vibrante e colorido, criado a partir de materiais reciclados. A base é um quadrado de madeira pintado com padrões geométricos em tons de laranja, azul, verde e vermelho, simulando o leito oceânico. Sobre ela, emergem formas que remetem a corais, algas e peixes, todos construídos com peças de armações de óculos. As cores são variadas e intensas, com predominância de tons de vermelho, azul, verde e preto, contrastando com o fundo. A composição é dinâmica, com elementos que se elevam e se entrelaçam, sugerindo o movimento da vida marinha. A iluminação destaca as texturas e os brilhos dos materiais, revelando a criatividade na transformação do resíduo em arte. A escultura transmite uma mensagem de conscientização ambiental, celebrando a beleza do fundo do mar e a importância da reciclagem.

Jorge Kell 2019
Waiting for the owner, aquarela sobre papel realizada por Jorge Blues em 2011, mede 54 por 36,5 centímetros. A composição apresenta uma paisagem aquática tranquila, em tons suaves de azul, branco, amarelo e verde. Em primeiro plano, uma canoa em tons amarelados e esverdeados ocupa a parte direita da cena. Vista levemente de cima, a embarcação revela seu interior escuro, com detalhes em vermelho e azul. A proa aponta para a frente, enquanto um reflexo suave se espalha sobre a água calma. No canto inferior esquerdo, pequenas pedras claras emergem da superfície azulada. Ao fundo, uma segunda canoa aparece menor e mais distante, reforçando a sensação de profundidade. Uma estreita faixa de terra recorta o horizonte, separando a água de um céu claro com pinceladas delicadas. A leveza da aquarela cria uma atmosfera silenciosa e contemplativa, sugerindo embarcações imóveis à espera de seus proprietários.

Jorge Blues 2011
A obra, intitulada "Bandeira e Folhas", é uma fotografia de Jonas Pimentel Freitas, criada em 2018. A imagem revela uma composição intrigante onde a natureza e um símbolo nacional se entrelaçam. Em primeiro plano, galhos e folhas de árvores formam uma densa trama, com tons de verde vibrante e marrom dos troncos, criando uma sensação de profundidade e organicidade. Através dessa folhagem, vislumbra-se sutilmente a bandeira do Brasil, com suas cores verde, amarelo, azul e branco, que se integra harmoniosamente ao cenário natural. A luz do sol parece incidir sobre as folhas, realçando suas texturas e criando um jogo de luz e sombra que confere à fotografia uma atmosfera serena e contemplativa. A obra, medindo 50 por 75 centímetros, convida o observador a refletir sobre a relação entre o ambiente natural e a identidade cultural brasileira, sugerindo uma conexão profunda e orgânica entre ambos.

Jonas Pimentel Freitas 2018
Esta é a obra "Formiga Livre Interpretação", uma fotografia em preto e branco de Jonas Pimentel, criada em 2017. A imagem, de 50 por 75 centímetros, nos convida a um olhar detalhado sobre a natureza. No centro da composição, um fino caule de planta, talvez um galho ou uma folha de grama, atravessa a cena diagonalmente, do canto inferior esquerdo para o superior direito. Sobre ele, dezenas de pequenas formigas escuras se movem em fila, criando um contraste marcante com o tom mais claro do caule. Elas parecem estar em uma jornada coletiva, subindo ou descendo, com suas minúsculas patas e antenas visíveis em close-up. O fundo da fotografia é suavemente desfocado, revelando formas arredondadas e irregulares em tons de cinza, que sugerem pedras ou seixos. Essa profundidade de campo rasa direciona toda a atenção para a atividade incessante das formigas no caule, destacando a delicadeza e a complexidade do micro-universo natural. A ausência de cores intensifica a textura e a forma, conferindo à cena uma atmosfera de introspecção e observação atenta.

Jonas Pimentel 2017
Vaso Artesanal, de Joaneison Moreira, é uma escultura sem data, medindo 80 por 35 por 35 centímetros. A obra apresenta um vaso escultural de formato orgânico e irregular, com abertura superior e base mais estreita. A textura é rugosa, lembrando casca de árvore ou tecido amassado, com dobras e vincos que criam profundidade. A cor predominante é um marrom-dourado, com variações de tonalidade que sugerem a técnica de escultura com toalha. A iluminação destaca superfícies e curvas, conferindo um aspecto natural e artesanal. A peça evoca a beleza da simplicidade e a transformação de materiais comuns em arte, celebrando a criatividade e a habilidade manual.

Joaneison Moreira sem data
Audiodescrição da obra "Navegador da Água", de Jimmy Christian. A obra, intitulada "Navegador da Água", é uma fotografia do artista Jimmy Christian, sem data de criação registrada. Mede 90 por 150 centímetros. A imagem retrata uma paisagem aquática serena ao pôr do sol, com tons vibrantes de laranja, vermelho e amarelo no céu e refletindo na água. No centro, a silhueta escura de uma pessoa em um pequeno barco, de costas, remando. Sua forma se funde com o reflexo na água, criando movimento e introspecção. O horizonte é marcado por uma linha escura. A fotografia transmite paz, solidão e a beleza efêmera do crepúsculo, com o navegador imersa na vastidão da natureza.

Jimmy Christian sem data
No name, de Jaqueline Eickhoff, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 60 por 120 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma composição abstrata de faixas horizontais sobrepostas. Predominam tons terrosos de marrom, verde escuro e laranja queimado, com algumas pinceladas em azul acinzentado. As faixas variam em espessura e intensidade de cor, criando um efeito de camadas e profundidade. A textura da pintura é evidente, com pinceladas que sugerem movimento e fluidez. Algumas linhas finas e brancas atravessam as faixas, adicionando um elemento de contraste e dinamismo. A iluminação parece vir de cima, realçando as cores e as texturas. A composição transmite uma sensação de paisagem abstrata ou de elementos naturais em constante transformação, com uma estética que explora a interação entre cores e formas orgânicas e fluidas.

Jaqueline Eickhoff sem data
Estátua da Justiça, de Iracema Miranda, 2012. Pintura em acrílica sobre tela, com 140 por 100 centímetros. Em composição vertical, uma figura humana estilizada ocupa o centro da obra. Sentada, mantém o tronco ereto e segura horizontalmente um objeto semelhante a uma espada apoiada sobre o colo. O rosto não apresenta traços fisionômicos, reduzido a formas geométricas simples. As vestes são sugeridas por áreas claras em branco e tons terrosos, com linhas suaves que definem o corpo. O fundo é abstrato e vibrante, dominado por tonalidades de vermelho, laranja, amarelo e toques de marrom, aplicadas em pinceladas amplas que criam sensação de calor e movimento. A figura clara destaca-se sobre esse ambiente luminoso, evocando a representação simbólica da Justiça em uma linguagem moderna e expressiva.

Iracema Miranda 2012
Xadrez Político, de Hosana Epaminondas Bezerra, 2015. Acrílica sobre tela, medindo 100 por 160 centímetros. A pintura é organizada como um tabuleiro de quinze casas retangulares. Predominam amarelos intensos, contrastando com áreas em vermelho, azul, turquesa, roxo, marrom e preto. Em oito casas surgem composições geométricas com círculos, semicírculos, quadrados, triângulos e linhas. No alto, destacam-se uma forma branca simétrica sobre vermelho, quatro figuras rosas sobre fundo preto e uma estrutura triangular azul-clara. Ao centro, uma forma verde cortada por uma diagonal azul e, ao lado, um círculo branco suspenso sobre um semicírculo semelhante a um sorriso. Na parte inferior, há círculos lilases interligados, dois triângulos claros verticais sobre marrom e um grande círculo amarelo-claro atravessado por faixas horizontais sobre vermelho. A obra cria um jogo visual de símbolos e posições, sugerindo estratégia, equilíbrio e disputa.

Hosana Epaminondas Bezerra 2015
Arte e Cultura - Palácio da Justiça, de Hosana Epaminondas, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 90 por 90 centímetros. A obra, em formato quadrado, apresenta uma composição abstrata e geométrica. Cinco grandes colunas verticais em tons de cinza escuro e roxo se alternam com espaços preenchidos por pequenos quadrados coloridos em amarelo, verde, laranja e azul, lembrando vitrais. Formas curvas e pontiagudas em cinza escuro projetam-se das colunas, criando movimento. O contraste entre as cores vibrantes e os tons sóbrios confere um caráter moderno e dinâmico. A composição sugere uma interpretação artística da arquitetura e da atmosfera de um palácio da justiça, onde arte e cultura se entrelaçam.

Hosana Epaminondas sem data
Vestígios das cores, de Hermano Ferro, é uma obra de técnica mista sobre papelão de 2018, medindo 90 por 50 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata e vibrante, dominada por uma explosão de cores e texturas. Pinceladas largas e gestuais em tons de laranja, vermelho, azul-turquesa, branco e preto se sobrepõem e se entrelaçam, criando uma sensação de profundidade e movimento. Há áreas de cor mais densas e outras mais translúcidas, revelando camadas subjacentes. Linhas finas e grafismos em preto e branco adicionam detalhes e complexidade à composição, sugerindo formas e contornos indefinidos. A textura do papelão é visível em algumas partes, conferindo um aspecto rústico e orgânico à obra. A iluminação é dinâmica, realçando os contrastes e a energia das cores. A pintura transmite uma sensação de vitalidade, caos organizado e a efemeridade das memórias e emoções, convidando o observador a uma experiência visual intensa e subjetiva.

Hermano Ferro 2018
Obra “Ceia”, de Henry Carribres, de 1986, óleo sobre tela de 60 por 80 centímetros, apresenta uma composição abstrata com formas geométricas sobrepostas em tons de vermelho, laranja, verde e azul. No centro da composição, uma forma alongada e curva, em tons claros, sugere o corpo de um peixe disposto sobre a mesa, atravessando a imagem na horizontal. Ao redor, planos triangulares e linhas diagonais criam sensação de movimento e fragmentação. À direita, um conjunto de pequenos círculos claros representa um cacho de uvas. Na parte inferior esquerda, uma forma oval aberta, com pequenos pontos no interior, lembra uma fruta cortada. Outras formas circulares e semicirculares sugerem pratos ou recipientes. O fundo é dividido em blocos de cor, como se diferentes ângulos da mesa fossem vistos ao mesmo tempo. A cena remete a uma refeição, reinterpretada de forma abstrata e dinâmica.

Henry Carribres
1986
Formatos de Saída

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