Ver Itens (650 total)

Em uma tela quadrada de cem por cem centímetros, a obra "Coruja do Cerrado e da Sabedoria" de Daibes Ottoni, de 2019, nos apresenta uma coruja imponente, pintada com esmalte síntese spray. A ave ocupa quase todo o centro da composição, com seus olhos grandes e penetrantes, de íris amareladas e pupilas pretas, fixos à frente, transmitindo uma sensação de profundidade e inteligência. Sua plumagem é predominantemente em tons de marrom e ocre, com pinceladas mais claras e escuras que criam textura e volume. Pequenos pontos brancos salpicam a cabeça e o corpo, sugerindo a luz ou a textura das penas. O bico, pequeno e discreto, é de um tom marrom escuro. Ao redor da coruja, elementos que remetem ao Cerrado brasileiro. Na parte inferior, folhas verdes com gotas de orvalho em tons de azul claro e branco, dão a impressão de frescor e vida. O fundo, em degradê de azul celeste e amarelo, evoca um céu aberto e o sol do amanhecer ou entardecer. A técnica de spray confere à obra um aspecto vibrante e contemporâneo, enquanto a coruja, símbolo de sabedoria, nos convida à contemplação e ao respeito pela natureza e pelo conhecimento.

Daibes Ottoni 2019 
Equilíbrio Infinito, de Danielle Andrezza, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 50 por 70 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma composição abstrata e vibrante, dominada por tons de azul, verde e amarelo. A textura da pintura é rica, com pinceladas que criam um efeito de espiral ou redemoinho, sugerindo movimento e fluidez. No centro, uma estrutura vertical em tons de azul mais escuro se destaca, lembrando o eixo de uma balança. Em cada lado, formas arredondadas em amarelo intenso, que se assemelham a pratos de balança, flutuam em um fundo de tons de verde e azul. A obra transmite harmonia e balanço, com a interconexão das cores e formas criando um dinamismo visual que evoca a ideia de um equilíbrio constante e infinito.

Danielle Andrezza sem data
A pintura abstrata e expressiva retrata o busto de uma figura humana, possivelmente feminina, com a cabeça levemente inclinada. A paleta de cores é vibrante e multifacetada, criando uma atmosfera de profundidade e emoção. No lado esquerdo do fundo, um verde profundo se funde a uma curva amarela brilhante. À direita, o fundo é dominado por um tom magenta intenso. A pele da figura é representada por uma fusão de tons de roxo, azul, amarelo e rosa, que modelam a forma e sugerem a interação de luz e sombra. O pescoço é alongado e os ombros são amplos. Gotas de tinta visíveis, especialmente no lado esquerdo da figura, adicionam textura e dinamismo à composição, reforçando a ideia de camadas e a liberdade artística da obra. A assinatura da artista é visível no canto inferior direito.

Deborah Laranjeira 2017
A obra, intitulada "1992", é uma fotografia da artista Denise Vourakis, criada em 2016. Com medidas de 24 por 33 centímetros, a imagem apresenta um pequeno barco, que se assemelha a uma canoa, em um plano inclinado. O barco é predominantemente ocre, com borda superior em vermelho vibrante e proa em verde escuro. No interior, uma faixa amarela clara se destaca. A superfície onde o barco repousa é lisa e reflexiva, em tons de cinza e roxo, que refletem as cores do barco e criam profundidade. A iluminação suave realça as curvas e os contornos do barco, conferindo-lhe uma aparência quase escultural. A fotografia de Denise Vourakis convida à contemplação sobre forma, cor e textura, e pode evocar sentimentos de nostalgia ou de uma jornada à espera.

Denise Vourakis 2016
Olá! Bem-vindos à audiodescrição do "Quadro Entalhe em Madeira", uma obra de artista desconhecido, com o patrimônio número 022.916. Este painel retangular vertical, medindo 29 por 69 centímetros, é uma peça de entalhe em alto-relevo que nos transporta para uma cena mitológica. No centro superior, uma figura humana jovem, que pode ser um anjo ou um cupido, é retratada em movimento, com o corpo levemente inclinado. Acima e atrás dela, uma imponente águia de asas abertas se destaca, com suas garras interagindo com o jovem. Esta composição evoca o mito de Ganimedes sendo levado pela águia de Zeus. A textura da madeira é visível, com marcas que revelam o trabalho artesanal. Na parte inferior, elementos sugerem uma paisagem rochosa ou montanhosa. A madeira, em um tom marrom avermelhado quente, apresenta variações de tonalidade que realçam o volume das figuras. O acabamento em verniz ou cera confere um brilho suave à superfície, convidando à contemplação desta peça rica em detalhes e simbolismo.

desconhecido sem data
Quadro retangular vertical.  A obra é uma retrato de Juscelino Kubitschek. A pintura compõe-se de fundo em cores claras com tons azuis e marfim e uma representação figurativa de um homem à esquerda olhando para o canto inferior à direita. O homem tem cabelos escuros, usa terno preto, camisa branca e gravata listrada de preto e vermelho. Esta pintura foi a primeira obra de arte a integrar o acervo do TJDFT.

Di Cavalcanti Produção: 1961
Pintura em formato vertical, com cerca de noventa centímetros de altura por sessenta e três centímetros de largura. A obra apresenta um retrato em meio corpo de JK posicionada levemente de perfil, voltada para o lado esquerdo da composição. A figura ocupa a maior parte da tela. O rosto está inclinado levemente para baixo, com olhar direcionado para longe, fora do campo visual do espectador. Os traços faciais são simplificados, com contornos definidos e áreas de sombra que modelam o volume. JK veste um traje formal composto por paletó em tom avermelhado escuro, camisa clara e gravata em tonalidade mais escura, criando contraste. O corpo se inclina em diagonal, ocupando o canto inferior direito da composição. O fundo é dividido em duas áreas de cor lisa, sem detalhes: à esquerda, um azul suave; à direita, um tom claro próximo ao branco ou bege. Essa divisão cria um contraste cromático que destaca a figura principal. A pincelada é visível, com aplicação de tinta característica da pintura a óleo. As cores são sóbrias, com predominância de tons quentes no vestuário e frios no fundo.

Di Cavalcanti 1961
A Janela e o espaço cúbico, de Donizetti Garci, é uma obra sem data, utilizando metal sobre madeira, medindo 81 por 95 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma ilusão de ótica que simula um espaço cúbico tridimensional. Predominam tons de vermelho vibrante nas paredes externas do cubo, que se abrem para um interior em tons de branco e cinza claro, criando profundidade e perspectiva. No centro do cubo, há uma pequena imagem retangular, que parece ser uma fotografia ou miniatura de outra obra de arte, funcionando como uma "janela" para outro universo. As linhas limpas e a geometria precisa criam um efeito visual impactante, convidando o observador a explorar a relação entre o espaço físico e o representado. A técnica de metal sobre madeira confere solidez e acabamento contemporâneo.

Donizetti Garci sem data
Obra Astreia – Filha de Têmis, de Ed Magalhães, produzida em 2014. Óleo sobre tela, medindo 80 por 100 centímetros. A pintura mostra uma figura humana de costas, posicionada à esquerda da composição, com o rosto de perfil voltado para a esquerda. Os cabelos misturam vermelho e cinza. O corpo aparece parcialmente envolto por um tecido vermelho translúcido, que atravessa a imagem em diagonal e se prolonga para a direita como uma faixa ou asa em movimento. A mão direita segura uma espada clara, apontada para baixo, em direção ao canto inferior direito. O fundo é escuro, com manchas em preto, cinza, marrom e vermelho, criando uma atmosfera densa e dramática.

Ed Magalhães 2014
Cartas, de Elizabete Adelaide, é uma obra de técnica mista, sem data, medindo 120 por 80 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata em tons de preto, branco e cinza, com detalhes em amarelo. À esquerda, formas geométricas em relevo sugerem pilhas de papel ou cartas, com textura de papel amassado. No centro, elementos lembram letras ou símbolos, e um pedaço de papel amarelado com escrita ilegível. À direita, pinceladas fortes em preto sobre fundo cinza, com uma grade escura e irregular. Toques de amarelo adicionam contraste. A composição transmite mistério e fragmentação, contando uma história através de elementos visuais dispersos.

Elizabete Adelaide sem data
A obra, intitulada "Deusa da Justiça", é uma pintura em técnica mista sobre tela do artista Elson Nascimento, criada em 2017. Com 80 por 60 centímetros, a tela retrata a figura clássica da Deusa da Justiça, Têmis, com interpretação vibrante. A deusa é apresentada em plano médio, com os olhos vendados por uma faixa cinza, simbolizando a imparcialidade. Em sua mão direita, ela segura uma espada prateada, apontada para cima, representando a força da lei. Na mão esquerda, balanças douradas, em equilíbrio, simbolizam a equidade. Ela veste uma túnica fluida em tons de bege e branco. O fundo da pintura é uma explosão de cores quentes, predominantemente laranjas, vermelhos e amarelos, com pinceladas largas e dinâmicas que criam movimento e energia. A obra convida à reflexão sobre os princípios fundamentais da justiça, com intensidade visual.

Elson Nascimento 2017
Madona, de mil novecentos e sessenta e três, por Emeric Marcier. Óleo sobre tela, medindo setenta e dois por cinquenta e um centímetros. Figura em primeiro plano, com rosto alongado e claro, envolto por manto azul escuro. O fundo é quase negro. Os olhos estão inclinados e voltados para baixo. À direita, uma mão alongada aparece próxima ao rosto. A iluminação suave destaca a face e a mão, criando uma atmosfera de silêncio e recolhimento.

Emeric Marcier 1963
Morro

Esther Joffily 1961
Olá. Hoje vamos conhecer a obra "Morro", da artista brasileira Esther Joffily, datada de 1961. Esta obra é uma xilogravura, uma técnica que utiliza matriz de madeira para impressão, e possui dimensões de 56 centímetros de altura por 31 centímetros de largura. Imagine uma imagem em preto e branco, com traços fortes e contrastantes. Estamos diante de uma cena urbana que retrata o dia a dia em uma comunidade em um morro. A xilogravura se apresenta em um formato vertical. No centro da composição, observamos um aglomerado de barracos de madeira, empilhados uns sobre os outros de forma irregular, acompanhando a inclinação do terreno. Os traços da gravura revelam a textura da madeira e a simplicidade das construções. Podemos identificar pequenas figuras humanas e animais circulando pelas escadarias e ruelas estreitas que serpenteiam entre as habitações. Uma figura carrega algo na cabeça, outra sobe uma escada de madeira... A sensação de movimento e vida é constante. Em primeiro plano, no pé do morro, destacam-se varais com roupas estendidas, carrinhos de mão e outras ferramentas de trabalho, sugerindo a rotina e o labor dos moradores. A obra "Morro" de Esther Joffily nos transporta para um cenário repleto de detalhes e texturas, capturando a essência e a energia da vida em uma comunidade urbana no Brasil da década de 1960. Esperamos que você tenha apreciado esta breve jornada visual pela obra "Morro". Obrigada por nos acompanhar!

Esther Joffily 1961
Identidade

Fernanda Corsini 2023
Arte Puxa

Fernanda Corsini 2021
Abraço

Fernanda Corsini 2021
Aqui e Lá

Fernanda Corsini 2021
Não Consigo Falar

Fernanda Corsini 2021
Libertação

Fernanda Corsini 2022
Criança

Fernanda Corsini 2021
Saio de Mim

Fernanda Corsini 2021
Mão

Fernanda Corsini 2021
Mulher no Espelho

Fernanda Corsini 2021
Ego

Fernanda Corsini 2022
Desejo

Fernanda Corsini 2022
Paraíso Invertido

Fernanda Corsini 2023
Eu Te Vejo, Você Me Vê?

Fernanda Corsini 2023
Migrações

Fernanda Corsini 2023
Fernanda Corsini

Fernanda Corsini 2023
Obra “A Ariano”, da artista Flávia Limeira, criada em 2016. Escultura em cerâmica esmaltada de alta temperatura, com 65,5 centímetros de altura por 29 centímetros de largura e profundidade. Vê-se uma peça vertical em tons de bege e cinza-azulado. A base arredondada lembra uma cabaça ou fruto segmentado, marcada por sulcos escuros curvos. No centro, um corpo cilíndrico revestido por formas geométricas traz a inscrição “ARIANO” em relevo. Acima, uma coroa estilizada de folhas ou chamas abertas se projeta para o alto. Faixas decorativas com padrões triangulares contornam a parte superior e inferior da região central. O esmalte confere brilho suave à superfície, destacando relevos, texturas e detalhes ornamentais da cerâmica.

Flávia Limeira 2016
Pintura em formato vertical intitulada Casa velha em SP, de Flávio Motta, realizada em 1963 em óleo sobre tela, com dimensões de cinquenta e três por quarenta centímetros. A composição apresenta uma cena urbana sintetizada por meio de formas simplificadas e pinceladas visíveis. No primeiro plano, um muro horizontal em tom rosado delimita a cena. À direita do eixo central, destaca-se uma árvore de tronco escuro e espesso, com ramificações pouco definidas, que se projetam verticalmente. No plano intermediário, à esquerda, observa-se uma construção de dois pavimentos em tonalidade amarelada. No andar superior, três janelas retangulares estão alinhadas e apresentam detalhes escuros, com pequenos elementos avermelhados na parte superior. No térreo, três aberturas em arco sugerem vãos ou portas. O plano de fundo é constituído por manchas em tons de cinza, roxo e azul, com contornos difusos, sugerindo edificações ou áreas sombreadas.

Flávio Motta 1963
A fotografia intitulada A espera, de Francisca Elisabete Reis Lima, foi realizada em 2016, e mede 90 por 40 centímetros. Em formato vertical, apresenta a silhueta de uma gestante vista de perfil. O corpo está arqueado para trás em uma pose de alongamento ou dança. Um dos braços se eleva acima da cabeça, com a mão apontada para o alto, enquanto o ventre gestacional se destaca no contorno da figura. As pernas permanecem estendidas, sustentando o equilíbrio da postura. Ao fundo, uma luz intensa em tons dourados e alaranjados cria forte contraste com a silhueta escura, destacando suas linhas. A atmosfera luminosa remete ao amanhecer ou entardecer e reforça a ideia de expectativa e esperança sugerida pelo título da obra.

Francisca Elisabete Reis Lima 2016
A obra, intitulada "Rui Barbosa", é uma peça de Frank Hopkinson, criada em 2017. Utilizando gesso e tinta a óleo metálica sobre tela de aço e compensado, a obra possui 128 por 91 centímetros. É um busto em relevo que retrata Rui Barbosa, com um olhar sério e penetrante, voltado para a direita. Seus traços faciais são marcados, com um bigode farto e óculos redondos. Ele veste um terno formal com gravata borboleta. A textura metálica da tinta a óleo confere à obra um aspecto robusto e atemporal. O fundo é texturizado, sugerindo um pergaminho antigo ou superfície desgastada. A assinatura do artista e o ano estão discretamente visíveis. A obra evoca a figura imponente de Rui Barbosa e a solidez de seu legado.

Frank Hopkinson 2017
Oscar Niemeyer, um retrato marcante do renomado arquiteto, pintado por Frank Hopkinson em dois mil e dezesseis. Esta obra, realizada em óleo sobre tela e medindo sessenta por oitenta centímetros, captura a essência de uma figura icônica. O retrato apresenta Oscar Niemeyer em um plano médio, com o olhar direcionado para o lado superior esquerdo, transmitindo uma expressão pensativa e serena. Sua pele, em tons quentes de pêssego e laranja, contrasta com os cabelos e o bigode brancos, que emolduram um sorriso sutil e acolhedor. Ele veste um paletó escuro, com detalhes de botões dourados que adicionam um toque de elegância à composição. O fundo da pintura é abstrato, em tons escuros de marrom e preto, com pinceladas que sugerem profundidade e movimento, sem desviar a atenção do retratado. A técnica de óleo sobre tela confere à obra uma riqueza de texturas e uma luminosidade suave, realçando os traços característicos do arquiteto. A pincelada é visível, adicionando dinamismo e expressividade ao retrato. A obra transmite uma sensação de sabedoria e humanidade, homenageando a figura de Oscar Niemeyer com uma representação que evoca sua genialidade e sua presença marcante. É um convite à contemplação da vida e do legado de um dos maiores arquitetos do Brasil.

Frank Hopkinson 2016
A obra, intitulada "Rui Barbosa", é uma pintura a óleo sobre tela do autor Frank Hopkinson, criada em 2016. Com medidas de 60 por 80 centímetros, a tela apresenta um retrato de busto de Rui Barbosa, voltado para a direita, com um olhar direto e expressivo. Seus traços faciais são marcados, com um bigode farto e óculos de aro fino. Ele veste um terno escuro com uma camisa branca e uma gravata borboleta, conferindo-lhe uma postura formal e intelectual. O fundo da pintura é em tons de marrom escuro, realçando a figura central e a iluminação. A técnica de óleo sobre tela confere à obra uma textura rica e profundidade. A obra evoca a figura de Rui Barbosa, importante jurista, político e escritor brasileiro, transmitindo sua seriedade e inteligência. A assinatura do artista é visível no canto inferior direito.

Frank Hopkinson 2016
Brasil, de Franzoni, é uma obra sem data, utilizando tinta metálica e verniz vitral sobre vidro e madeira, medindo 79 por 110 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma composição abstrata vibrante. Predomina um tom de azul intenso, que cobre a maior parte da tela, sugerindo vastas águas ou o céu. A superfície azul é pontilhada com pequenas texturas, criando um efeito granulado e luminoso. No centro, uma faixa horizontal em tons de laranja e amarelo atravessa a tela, dividindo o azul e adicionando um ponto focal quente. As bordas são contornadas por um amarelo vibrante, que enquadra a cena e intensifica o contraste. A técnica mista confere profundidade e brilho únicos, evocando a riqueza e a diversidade das paisagens brasileiras de forma abstrata e poética.

Franzoni sem data
A Justiça, de Gildrede Mascarenhas, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 120 por 90 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma figura feminina de pele morena, com um lenço verde na cabeça e cabelos escuros. Seus olhos são castanhos e o olhar é sereno. Ela segura um livro aberto com as duas mãos, que repousa sobre uma base amarela. No livro, quatro pombas brancas estilizadas estão dispostas horizontalmente, simbolizando a paz. Acima da cabeça da figura, um sol estilizado irradia raios brancos e azuis, preenchendo o fundo da obra. O azul vibrante do fundo, com pinceladas texturizadas, contrasta com os tons terrosos da figura. A composição evoca a sabedoria e a paz associadas à justiça.

Gildrede Mascarenhas sem data
Cacique e Neto, de Gisa Muller, é uma fotografia em preto e branco, sem data, medindo 59 por 42 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta um close-up de um homem indígena mais velho e uma criança, provavelmente seu neto. O homem, à esquerda, tem o rosto enrugado, barba e cabelos longos, e usa um adorno na cabeça. Sua expressão é serena e acolhedora. A criança, à direita, tem o rosto pintado de branco e uma expressão curiosa, olhando para o lado. Ambos estão com o torso nu, e a iluminação suave realça os detalhes de suas feições e a textura da pele. O fundo é escuro e desfocado, direcionando o foco para as figuras. A fotografia transmite uma profunda conexão entre gerações e a riqueza da cultura indígena, capturando um momento de ternura e sabedoria ancestral.

Gisa Muller sem data
Esta é uma pintura a óleo sobre tela, de 40 por 40 centímetros, criada em 1986. A obra, intitulada "Caminhantes", apresenta uma composição abstrata e expressiva, dominada por tons vibrantes de vermelho que preenchem a maior parte do fundo. No centro, emerge uma figura estilizada, que lembra um ser humano com um cajado, vestindo um adorno na cabeça que sugere uma coroa ou um elaborado capacete. A figura é retratada em tons terrosos de marrom e ocre, com texturas que conferem um aspecto quase escultural, especialmente ao redor de seu corpo. À esquerda da composição, uma faixa vertical em degradê de azul, que vai do escuro ao claro, cria um contraste marcante com o intenso vermelho. Na parte inferior esquerda, pequenos padrões quadrados em azul claro e branco adicionam um detalhe geométrico. A obra evoca uma sensação de movimento e jornada, refletindo o título "Caminhantes" e convidando à contemplação de sua rica superfície e simbolismo.

Gledson Franqueira Amorelli 1986
Mulheres de Areia

Glênio Bianchetti 1963
Mulheres de Areia. Pintura de Glênio Bianchetti, de 1963. Óleo sobre tela, medindo cinquenta e cinco por setenta e seis centímetros. A imagem apresenta formas arredondadas em tons quentes, como amarelo, laranja, ocre e marrom, sobre um fundo claro. Essas formas ocupam quase todo o espaço e se encaixam como peças de um quebra-cabeça. À esquerda, há um grande volume circular. No centro e à direita, aparecem formas alongadas e curvas, que lembram corpos deitados ou agrupados, mas sem detalhes de rosto ou partes do corpo. As separações entre as formas são marcadas por áreas mais escuras. As cores se misturam de forma suave, sem contornos definidos. A obra segue um estilo modernista, com formas simplificadas e poucos detalhes, aproximando-se da abstração. O foco está mais nas cores e nos volumes do que na representação fiel da realidade.

Glênio Bianchetti 1963
Na obra “Arcanjo da Justiça”, de Glória Maria Mello, realizada em 2012, em acrílica sobre tela, com 120 por 80 centímetros, aparece uma figura angelical centralizada sobre fundo escuro, em tons de azul, preto e cinza. A figura tem grandes asas abertas, corpo coberto por vestes longas e volumosas, e segura uma balança dourada, símbolo da justiça. A balança pende à frente do corpo, com dois pratos suspensos por fios finos. Em uma das mãos, a figura também segura um objeto longo e claro, semelhante a uma espada ou bastão. O rosto é frontal, com traços suaves e pouco contraste. No alto da pintura, há um pequeno elemento circular luminoso. As pinceladas são aparentes, criando textura espessa e brilho sobre asas, roupas e fundo.

Glória Maria Mello 2012
A fotografia "Fosso", de Guilherme Scheufler, apresenta uma composição em preto e branco com forte contraste, guiando o olhar para uma perspectiva central profunda. A imagem revela um corredor estreito e alongado, que se assemelha a um túnel ou passagem subterrânea. No chão, trilhos ou canaletas metálicas se estendem em direção ao ponto de fuga, criando uma sensação de continuidade e profundidade. As paredes laterais exibem uma textura rústica e desgastada, sugerindo concreto ou pedra, com marcas e imperfeições que adicionam caráter ao ambiente. Na parte superior, estruturas metálicas, como vigas e fiações, reforçam a atmosfera industrial ou de infraestrutura. A iluminação é dramática, com feixes de luz vindos do fundo ou de aberturas superiores, acentuando as sombras e os contornos do espaço. Essa interação de luz e sombra confere à obra uma atmosfera sombria e introspectiva, quase claustrofóbica, mas ao mesmo tempo, a perspectiva central oferece uma sensação de caminho a ser percorrido, um convite à exploração visual do desconhecido. A obra, com suas dimensões de 70 por 45 centímetros, convida à contemplação de um espaço que é ao mesmo tempo real e abstrato, um mergulho em um "fosso" de possibilidades e reflexões.

Guilherme Scheufler 2016
Flores Tropicais, de Guiomar, é um tapete sem data, sem medidas especificadas. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma rica composição de flores e folhagens tropicais bordadas em tons vibrantes sobre um fundo marrom escuro. As flores são representadas em amarelo, laranja e vermelho, com detalhes em branco e verde, e as folhas em diversos tons de verde, marrom e roxo. A textura do bordado é evidente, conferindo profundidade e um aspecto tátil à peça. Os elementos florais e foliares estão dispostos de forma orgânica e densa, preenchendo quase todo o espaço. Há um contraste marcante entre as cores quentes das flores e o fundo escuro, que realça a vivacidade da flora tropical. A composição transmite exuberância e vitalidade, celebrando a beleza da natureza com um toque artesanal.

Guiomar sem data
A cena mostra duas figuras jovens em idade escolar, sendo uma delas a autora da obra, caminhando lado a lado sobre um caminho de terra em tons de bege e marrom. As duas usam uniforme escolar: camisas claras de manga curta, saia escura plissada, bermuda, meias claras e sapatos escuros. Cada figura carrega uma bolsa transversal posicionada à frente do corpo. A figura à esquerda apresenta cabelo dividido em duas tranças com acessórios claros. A figura à direita apresenta cabelo curto. As cabeças são proporcionalmente maiores que os corpos, característica estilizada da pintura. No plano de fundo, há pequenas construções com paredes em cores variadas — branco, azul, rosa e amarelo — e telhados em tons de vermelho. Árvores de copa arredondada e vegetação baixa aparecem distribuídas entre as casas. A parte superior é ocupada por um céu azul claro com nuvens brancas difusas.

Guiomar Monteiro 2024
Obra intitulada Ipê Amarelo, da artista Haydevalda, realizada em óleo sobre tela, com dimensões de 59 por 39 centímetros. A pintura apresenta um ipê-amarelo em destaque, ocupando a maior parte da composição. O tronco escuro e alongado se ergue do solo e se ramifica em galhos finos, que sustentam uma copa cheia de flores amarelas vibrantes. As flores se agrupam densamente, formando uma massa luminosa que contrasta com o fundo. O ambiente ao redor sugere uma paisagem natural, com tons suaves e difusos, que podem indicar céu claro e vegetação ao fundo, sem muitos detalhes definidos. Essa escolha valoriza ainda mais a intensidade do amarelo das flores, que se tornam o ponto focal da obra. A cena transmite uma sensação de leveza e luminosidade, evocando o florescimento típico do ipê e a beleza da natureza brasileira. A composição vertical reforça a elegância da árvore, conduzindo o olhar de baixo para cima, acompanhando seu crescimento. Uma obra que celebra a cor, a luz e a força simbólica do ipê-amarelo.

Haydevalda sem data
Pintura intitulada “Vegetação da Serra de Guaramiranga”, da artista Heloísa Juaçaba, obra sem data, realizada em óleo sobre tela, medindo aproximadamente 55 por 100 centímetros, apresentada em moldura de madeira clara. A composição vertical mostra um cenário de mata tropical estilizada. No centro e à esquerda, dois troncos altos e sinuosos, com textura marcada em marrom escuro, se elevam em direção ao topo. De suas copas brotam folhas longas e curvas em tons intensos de verde, laranja e amarelo, criando um efeito de movimento. Na parte inferior, pequenos ramos com folhas alaranjadas se destacam contra o fundo. À direita e à esquerda, formas arredondadas e sobrepostas, em verdes variando do escuro ao acinzentado, simulam plantas densas ou cactáceas, organizadas como blocos. No canto inferior direito, folhas largas e bem definidas em verde vibrante reforçam a diversidade vegetal. O fundo em tom quente, próximo ao dourado, ilumina toda a cena, destacando as cores saturadas. A pintura apresenta estilo decorativo e gráfico, com contornos definidos e repetição de padrões, evocando a exuberância da vegetação serrana.

Heloísa Juaçaba sem data
Obra “Expresso 12”, de Henrique Siqueira, criada em 2015, em xilografia, com 50 por 60 centímetros, em preto, branco e tons de cinza. A composição mostra o interior de um veículo de transporte coletivo, visto em perspectiva diagonal. Uma sequência de assentos escuros se repete do primeiro plano ao fundo, criando sensação de profundidade e movimento. Sobre os bancos, aparecem figuras humanas reduzidas a silhuetas brancas, sem detalhes faciais ou roupas definidas. As linhas simples e os contrastes marcantes entre claro e escuro são característicos da xilografia. O piso cinza texturizado ocupa a parte inferior da imagem, enquanto linhas escuras sugerem janelas e a estrutura interna do veículo. A cena transmite a experiência cotidiana de um deslocamento urbano.

Henrique Siqueira 2015
Obra “Ceia”, de Henry Carribres, de 1986, óleo sobre tela de 60 por 80 centímetros, apresenta uma composição abstrata com formas geométricas sobrepostas em tons de vermelho, laranja, verde e azul. No centro da composição, uma forma alongada e curva, em tons claros, sugere o corpo de um peixe disposto sobre a mesa, atravessando a imagem na horizontal. Ao redor, planos triangulares e linhas diagonais criam sensação de movimento e fragmentação. À direita, um conjunto de pequenos círculos claros representa um cacho de uvas. Na parte inferior esquerda, uma forma oval aberta, com pequenos pontos no interior, lembra uma fruta cortada. Outras formas circulares e semicirculares sugerem pratos ou recipientes. O fundo é dividido em blocos de cor, como se diferentes ângulos da mesa fossem vistos ao mesmo tempo. A cena remete a uma refeição, reinterpretada de forma abstrata e dinâmica.

Henry Carribres
1986
Vestígios das cores, de Hermano Ferro, é uma obra de técnica mista sobre papelão de 2018, medindo 90 por 50 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata e vibrante, dominada por uma explosão de cores e texturas. Pinceladas largas e gestuais em tons de laranja, vermelho, azul-turquesa, branco e preto se sobrepõem e se entrelaçam, criando uma sensação de profundidade e movimento. Há áreas de cor mais densas e outras mais translúcidas, revelando camadas subjacentes. Linhas finas e grafismos em preto e branco adicionam detalhes e complexidade à composição, sugerindo formas e contornos indefinidos. A textura do papelão é visível em algumas partes, conferindo um aspecto rústico e orgânico à obra. A iluminação é dinâmica, realçando os contrastes e a energia das cores. A pintura transmite uma sensação de vitalidade, caos organizado e a efemeridade das memórias e emoções, convidando o observador a uma experiência visual intensa e subjetiva.

Hermano Ferro 2018
Arte e Cultura - Palácio da Justiça, de Hosana Epaminondas, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 90 por 90 centímetros. A obra, em formato quadrado, apresenta uma composição abstrata e geométrica. Cinco grandes colunas verticais em tons de cinza escuro e roxo se alternam com espaços preenchidos por pequenos quadrados coloridos em amarelo, verde, laranja e azul, lembrando vitrais. Formas curvas e pontiagudas em cinza escuro projetam-se das colunas, criando movimento. O contraste entre as cores vibrantes e os tons sóbrios confere um caráter moderno e dinâmico. A composição sugere uma interpretação artística da arquitetura e da atmosfera de um palácio da justiça, onde arte e cultura se entrelaçam.

Hosana Epaminondas sem data
Xadrez Político, de Hosana Epaminondas Bezerra, 2015. Acrílica sobre tela, medindo 100 por 160 centímetros. A pintura é organizada como um tabuleiro de quinze casas retangulares. Predominam amarelos intensos, contrastando com áreas em vermelho, azul, turquesa, roxo, marrom e preto. Em oito casas surgem composições geométricas com círculos, semicírculos, quadrados, triângulos e linhas. No alto, destacam-se uma forma branca simétrica sobre vermelho, quatro figuras rosas sobre fundo preto e uma estrutura triangular azul-clara. Ao centro, uma forma verde cortada por uma diagonal azul e, ao lado, um círculo branco suspenso sobre um semicírculo semelhante a um sorriso. Na parte inferior, há círculos lilases interligados, dois triângulos claros verticais sobre marrom e um grande círculo amarelo-claro atravessado por faixas horizontais sobre vermelho. A obra cria um jogo visual de símbolos e posições, sugerindo estratégia, equilíbrio e disputa.

Hosana Epaminondas Bezerra 2015
Estátua da Justiça, de Iracema Miranda, 2012. Pintura em acrílica sobre tela, com 140 por 100 centímetros. Em composição vertical, uma figura humana estilizada ocupa o centro da obra. Sentada, mantém o tronco ereto e segura horizontalmente um objeto semelhante a uma espada apoiada sobre o colo. O rosto não apresenta traços fisionômicos, reduzido a formas geométricas simples. As vestes são sugeridas por áreas claras em branco e tons terrosos, com linhas suaves que definem o corpo. O fundo é abstrato e vibrante, dominado por tonalidades de vermelho, laranja, amarelo e toques de marrom, aplicadas em pinceladas amplas que criam sensação de calor e movimento. A figura clara destaca-se sobre esse ambiente luminoso, evocando a representação simbólica da Justiça em uma linguagem moderna e expressiva.

Iracema Miranda 2012
No name, de Jaqueline Eickhoff, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 60 por 120 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma composição abstrata de faixas horizontais sobrepostas. Predominam tons terrosos de marrom, verde escuro e laranja queimado, com algumas pinceladas em azul acinzentado. As faixas variam em espessura e intensidade de cor, criando um efeito de camadas e profundidade. A textura da pintura é evidente, com pinceladas que sugerem movimento e fluidez. Algumas linhas finas e brancas atravessam as faixas, adicionando um elemento de contraste e dinamismo. A iluminação parece vir de cima, realçando as cores e as texturas. A composição transmite uma sensação de paisagem abstrata ou de elementos naturais em constante transformação, com uma estética que explora a interação entre cores e formas orgânicas e fluidas.

Jaqueline Eickhoff sem data
Audiodescrição da obra "Navegador da Água", de Jimmy Christian. A obra, intitulada "Navegador da Água", é uma fotografia do artista Jimmy Christian, sem data de criação registrada. Mede 90 por 150 centímetros. A imagem retrata uma paisagem aquática serena ao pôr do sol, com tons vibrantes de laranja, vermelho e amarelo no céu e refletindo na água. No centro, a silhueta escura de uma pessoa em um pequeno barco, de costas, remando. Sua forma se funde com o reflexo na água, criando movimento e introspecção. O horizonte é marcado por uma linha escura. A fotografia transmite paz, solidão e a beleza efêmera do crepúsculo, com o navegador imersa na vastidão da natureza.

Jimmy Christian sem data
Vaso Artesanal, de Joaneison Moreira, é uma escultura sem data, medindo 80 por 35 por 35 centímetros. A obra apresenta um vaso escultural de formato orgânico e irregular, com abertura superior e base mais estreita. A textura é rugosa, lembrando casca de árvore ou tecido amassado, com dobras e vincos que criam profundidade. A cor predominante é um marrom-dourado, com variações de tonalidade que sugerem a técnica de escultura com toalha. A iluminação destaca superfícies e curvas, conferindo um aspecto natural e artesanal. A peça evoca a beleza da simplicidade e a transformação de materiais comuns em arte, celebrando a criatividade e a habilidade manual.

Joaneison Moreira sem data
Esta é a obra "Formiga Livre Interpretação", uma fotografia em preto e branco de Jonas Pimentel, criada em 2017. A imagem, de 50 por 75 centímetros, nos convida a um olhar detalhado sobre a natureza. No centro da composição, um fino caule de planta, talvez um galho ou uma folha de grama, atravessa a cena diagonalmente, do canto inferior esquerdo para o superior direito. Sobre ele, dezenas de pequenas formigas escuras se movem em fila, criando um contraste marcante com o tom mais claro do caule. Elas parecem estar em uma jornada coletiva, subindo ou descendo, com suas minúsculas patas e antenas visíveis em close-up. O fundo da fotografia é suavemente desfocado, revelando formas arredondadas e irregulares em tons de cinza, que sugerem pedras ou seixos. Essa profundidade de campo rasa direciona toda a atenção para a atividade incessante das formigas no caule, destacando a delicadeza e a complexidade do micro-universo natural. A ausência de cores intensifica a textura e a forma, conferindo à cena uma atmosfera de introspecção e observação atenta.

Jonas Pimentel 2017
A obra, intitulada "Bandeira e Folhas", é uma fotografia de Jonas Pimentel Freitas, criada em 2018. A imagem revela uma composição intrigante onde a natureza e um símbolo nacional se entrelaçam. Em primeiro plano, galhos e folhas de árvores formam uma densa trama, com tons de verde vibrante e marrom dos troncos, criando uma sensação de profundidade e organicidade. Através dessa folhagem, vislumbra-se sutilmente a bandeira do Brasil, com suas cores verde, amarelo, azul e branco, que se integra harmoniosamente ao cenário natural. A luz do sol parece incidir sobre as folhas, realçando suas texturas e criando um jogo de luz e sombra que confere à fotografia uma atmosfera serena e contemplativa. A obra, medindo 50 por 75 centímetros, convida o observador a refletir sobre a relação entre o ambiente natural e a identidade cultural brasileira, sugerindo uma conexão profunda e orgânica entre ambos.

Jonas Pimentel Freitas 2018
Waiting for the owner, aquarela sobre papel realizada por Jorge Blues em 2011, mede 54 por 36,5 centímetros. A composição apresenta uma paisagem aquática tranquila, em tons suaves de azul, branco, amarelo e verde. Em primeiro plano, uma canoa em tons amarelados e esverdeados ocupa a parte direita da cena. Vista levemente de cima, a embarcação revela seu interior escuro, com detalhes em vermelho e azul. A proa aponta para a frente, enquanto um reflexo suave se espalha sobre a água calma. No canto inferior esquerdo, pequenas pedras claras emergem da superfície azulada. Ao fundo, uma segunda canoa aparece menor e mais distante, reforçando a sensação de profundidade. Uma estreita faixa de terra recorta o horizonte, separando a água de um céu claro com pinceladas delicadas. A leveza da aquarela cria uma atmosfera silenciosa e contemplativa, sugerindo embarcações imóveis à espera de seus proprietários.

Jorge Blues 2011
Fundo do Mar, de Jorge Kell, é uma escultura de resíduos da indústria de armações de óculos, de 2019, medindo 20 por 32 centímetros. A obra, em formato tridimensional, representa um ecossistema marinho vibrante e colorido, criado a partir de materiais reciclados. A base é um quadrado de madeira pintado com padrões geométricos em tons de laranja, azul, verde e vermelho, simulando o leito oceânico. Sobre ela, emergem formas que remetem a corais, algas e peixes, todos construídos com peças de armações de óculos. As cores são variadas e intensas, com predominância de tons de vermelho, azul, verde e preto, contrastando com o fundo. A composição é dinâmica, com elementos que se elevam e se entrelaçam, sugerindo o movimento da vida marinha. A iluminação destaca as texturas e os brilhos dos materiais, revelando a criatividade na transformação do resíduo em arte. A escultura transmite uma mensagem de conscientização ambiental, celebrando a beleza do fundo do mar e a importância da reciclagem.

Jorge Kell 2019
União dos Pássaros, de José Guilherme, 2016. Óleo sobre tela, medindo 63 por 100 centímetros. A pintura apresenta quatro pássaros estilizados em um enquadramento muito próximo, com as cabeças voltadas para o centro da composição. Os longos bicos amarelos se encontram e se sobrepõem, formando um ponto de união entre as aves. À esquerda, destaca-se um pássaro azul intenso com olho circular amarelo e preto. À direita, três pássaros ocupam o espaço em camadas, com plumagens em vermelho, laranja, verde-claro, azul e amarelo. O fundo mistura tons vibrantes de azul e verde, com pinceladas visíveis que criam textura e movimento. As formas simplificadas, as cores luminosas e a proximidade entre os pássaros reforçam a ideia de encontro, convivência e união sugerida pelo título.

José Guilherme 2016
Pintura intitulada “Ouro Preto”, de Lenângela, realizada em 2014 em óleo sobre tela, medindo 80 por 120 centímetros. A obra retrata uma paisagem urbana histórica de Ouro Preto, em Minas Gerais. Em primeiro plano, há um gramado iluminado em tons de verde-claro. À esquerda e ao centro, um muro de pedras em tons ocres e acinzentados percorre a cena, acompanhado por pilares de alvenaria. Por trás do muro surgem construções de telhados avermelhados e uma igreja branca com duas torres de sino. Ao fundo, colinas verdes conduzem o olhar para montanhas azuladas e suavemente esfumadas. No canto superior direito, uma árvore de folhagem densa ocupa parte do céu, com pequenos pontos vermelhos entre as folhas.

Lenângela 2014
Esta obra de arte, com 30 centímetros de diâmetro, é uma pintura sobre barro que se assemelha a uma tigela rasa. O fundo é de um tom cinza claro e no centro, uma figura estilizada, de pele clara e sem camisa, está sentada de pernas cruzadas, com os olhos vendados por uma faixa branca. A figura segura uma espada horizontalmente sobre o colo, simbolizando a Justiça. Ao redor da figura central, uma multidão de pequenos pontos coloridos representa a diversidade da sociedade. Acima, flutuam diversos ícones que representam questões sociais contemporâneas: um megafone, uma seringa, uma folha de cannabis, uma corrente, um cocar indígena, um smartphone, uma nuvem, uma bandeira arco-íris, uma mão estendida e uma caixa de leite. Nuvens brancas estilizadas adornam as laterais da obra, completando a composição que reflete a complexidade da justiça no mundo atual.

Leonardo Machado 2024 
A obra, intitulada "Asteroide", é uma pintura em acrílico sobre tela da artista Lia Paes, criada em 2017. Mede 60 por 60 centímetros. A imagem apresenta uma composição abstrata e cósmica. No lado esquerdo, domina uma grande esfera de tons amarelados e esbranquiçados, com textura rugosa, sugerindo um asteroide ou planeta. Essa esfera flutua em um espaço profundo. O fundo da pintura é uma mistura de tons escuros de azul, roxo e marrom avermelhado, com pinceladas que criam formas indefinidas, lembrando estruturas distantes. Há um contraste entre a luminosidade da esfera principal e a escuridão do ambiente. No canto inferior direito, uma esfera menor e mais clara adiciona profundidade. A obra evoca mistério e a vastidão do universo.

Lia Paes 2017
Aqui a fotografia é vista como meio de observação de espaços construídos, explorando enquadramentos, luz e relações entre interior e exterior. A obra é apresentada em formato vertical, com moldura escura e margem branca. No centro, uma porta de madeira pintada de azul está aberta, ocupando quase toda a altura da imagem. As duas folhas se abrem para fora, criando um enquadramento retangular. Por essa abertura, vê-se uma rua de pedra e, adiante, um edifício de fachada clara com várias janelas alinhadas. Ao fundo, uma elevação escura se estende horizontalmente. Na parte inferior, uma superfície refletiva, possivelmente água, espelha parte da cena. A composição destaca a simetria e o contraste entre o azul intenso da porta e os tons claros e escuros do exterior, criando profundidade visual.

Lilian Neves 2015
A Cidade Fala

Liselena Dalla Corte 2022
Admirable Nature

Liselena Dalla Corte 2020
Água de Beber

Liselena Dalla Corte 2018
Casa Branca

Liselena Dalla Corte 2023
Celeiro

Liselena Dalla Corte 2023
Chegadas

Liselena Dalla Corte 2018
Clareza

Liselena Dalla Corte 2018
Cores da Cidade

Liselena Dalla Corte 2016
Descalços

Liselena Dalla Corte 2018
Favela 3

Liselena Dalla Corte 2018
Favela 2

Liselena Dalla Corte 2018
Força da Natureza

Liselena Dalla Corte 2022
Foto da artista Liselena

Liselena Dalla Corte 2023
Garimpo

Liselena Dalla Corte 2020
Intensidade

Liselena Dalla Corte 2019
Jardim Sereno

Liselena Dalla Corte 2019
Memórias de um Lugar

Liselena Dalla Corte 2021
Mistérios e Descobertas

Liselena Dalla Corte 2023
Na Cor da Cidade

Liselena Dalla Corte 2020
No Quadrado do Dia

Liselena Dalla Corte 2020
Olhar Urbano

Liselena Dalla Corte 2018
Relações

Liselena Dalla Corte 2019
Savana

Liselena Dalla Corte 2018
Suavidade da Alma

Liselena Dalla Corte 2020
Subindo o Morro

Liselena Dalla Corte 2018
Um Dia em Giverny

Liselena Dalla Corte 2019
Pintura intitulada Pelourinho, do artista Lopes, realizada em 1981, em óleo sobre tela, com 140 por 210 centímetros. A cena mostra uma rua de pedra em perspectiva, formando uma leve descida em direção ao mar, visível ao fundo como uma faixa azul no horizonte. Nas laterais da rua, há casas coloniais coloridas, próximas umas das outras, com paredes em tons de branco, azul, amarelo e rosa. Os telhados são inclinados, cobertos por telhas cerâmicas em vermelho. À direita, destaca-se uma igreja com torre alta, janelas alongadas e detalhes arquitetônicos simples. No centro da composição, algumas pessoas caminham ou conversam, distribuídas ao longo da rua de pedras irregulares. À esquerda, três figuras estão agrupadas perto de uma escadaria, vestindo roupas em cores vivas. Mais ao fundo, outros pequenos grupos aparecem, sugerindo movimento cotidiano. O céu ocupa boa parte da parte superior da imagem, em tons claros de azul com nuvens suaves. A luz é difusa, sem sombras fortes, criando uma atmosfera tranquila e luminosa. A composição valoriza a profundidade da rua e o conjunto arquitetônico do Pelourinho.

Lopes 1981
Audiodescrição da obra "Poder", de Loreni Schenkel. A obra é uma pintura abstrata vertical, em acrílica, grafite e verniz sobre tela, medindo 154 por 70 centímetros. Patrimônio número 237.581. A data de criação não está registrada. A composição apresenta manchas difusas em tons de roxo escuro, lilás, cinza e branco, com toques de amarelo dourado. As áreas mais escuras concentram-se nas bordas superior e inferior, enquanto o centro revela uma região mais clara, com branco e lilás suave, evocando luz emergindo entre sombras. Os pontos dourados adicionam vibração e contraste. A transição entre as cores é fluida, sugerindo formações nebulosas ou paisagens geológicas. A textura da superfície, reforçada pelo grafite e pelo verniz, transmite profundidade e movimento.

Loreni Schenkel sem data
Audiodescrição da obra "Justiça Verde-Amarela", de Lourenço Guimarães. A obra, intitulada "Justiça Verde-Amarela", é uma pintura em acrílica sobre tela do artista Lourenço Guimarães, sem data de criação registrada. As medidas da obra não foram especificadas no catálogo. A imagem apresenta uma figura feminina estilizada, sentada, que representa a Justiça. Ela tem a pele em tons amarelados e cabelos longos e castanhos. Seus olhos estão vendados com uma faixa verde. Ela veste um traje verde que cobre parte do corpo. Na mão esquerda, ela segura uma balança de dois pratos em equilíbrio. Na mão direita, ela segura uma espada prateada, apontada para baixo, que repousa sobre sua perna direita. A figura está sentada sobre uma base rochosa em tons de ocre. O fundo da pintura é em tons de amarelo dourado, criando uma atmosfera luminosa e solene. A obra combina elementos clássicos da representação da Justiça com as cores da bandeira brasileira.

Lourenço Guimarães sem data
Flamboyant do TJDFT, de Luana Melo, é uma aquarela sobre papel de 2021, medindo 26 por 36 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, retrata uma árvore flamboyant em plena floração, com suas flores vermelhas e alaranjadas, em frente a um edifício moderno. A árvore ocupa o centro da composição, com sua copa ampla e densa, e o tronco robusto. O edifício, ao fundo, possui linhas retas e janelas escuras, com pilares brancos que se destacam. O céu, em tons de azul claro e branco, apresenta nuvens suaves. Há um gramado verde bem cuidado na parte inferior da tela. A iluminação é natural e difusa, realçando as cores vibrantes da árvore e a arquitetura do prédio, transmitindo uma sensação de tranquilidade e a beleza da natureza integrada ao ambiente urbano.

luana Melo 2021
Audiodescrição da obra "Duas Irmãs - Palácio da Alvorada", de Luciana Navarro. A obra, intitulada "Duas Irmãs - Palácio da Alvorada", é uma fotografia da artista Luciana Navarro, sem data de criação registrada. Mede 30 por 45 centímetros. A imagem apresenta uma vista noturna do Palácio da Alvorada, em Brasília, com foco nas duas esculturas femininas de bronze, conhecidas como "As Banhistas" ou "As Gêmeas", de Alfredo Ceschiatti, que adornam o espelho d'água. As esculturas estão em primeiro plano, com suas formas fluidas e contornos suaves, refletindo-se na superfície calma da água. Ao fundo, a arquitetura modernista do palácio, com suas colunas em forma de arcos, é iluminada. O céu noturno, em tons de azul escuro, complementa a cena, conferindo uma atmosfera de tranquilidade e grandiosidade. A fotografia captura a beleza e a harmonia entre a arte e a arquitetura, destacando a icônica paisagem de Brasília.

Luciana Navarro sem data
Sem título, de Lya Astrid, é uma fotografia em preto e branco, sem data, medindo 60 por 90 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta um close-up de um bebê dormindo, deitado de lado. A pele do bebê é clara e macia, e seus cabelos escuros e finos estão levemente despenteados. As mãos pequenas estão unidas perto do rosto, em uma posição delicada e serena. O rosto do bebê está relaxado, com os olhos fechados e uma expressão de paz. O fundo é suavemente desfocado, com texturas que sugerem um cobertor ou lençol. A iluminação é difusa, realçando a delicadeza da pele e os contornos suaves do rosto. A fotografia transmite inocência, tranquilidade e ternura, capturando a beleza e a fragilidade da vida em um momento de descanso profundo.

Lya Astrid sem data
Contra Luz no Museu, de Márcia Barros, é uma fotografia sem data, medindo 40 por 60 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma paisagem urbana com um edifício moderno em contraluz. O céu, em tons de azul claro e branco, é dominado por nuvens e um sol forte que irradia luz, criando um efeito de silhueta nos elementos em primeiro plano. À esquerda, a arquitetura curva de um museu se destaca, com suas formas suaves e contemporâneas. À direita, edifícios mais baixos e retilíneos completam a paisagem urbana. A luz intensa do sol cria um contraste dramático, realçando as formas e texturas dos edifícios. A fotografia transmite grandiosidade e modernidade, com a contraluz adicionando um toque de mistério e imponência à cena.

Márcia Barros sem data
Pequena Catrina Juanita, de Marcio de Andrade, é uma fotografia sem data, medindo 75 por 50 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma criança de pele clara, com o rosto pintado como uma caveira mexicana, inspirada na figura da Catrina. Seus olhos são delineados em preto e azul, e a boca é desenhada com dentes, em um sorriso estilizado. Ela usa um chapéu vermelho adornado com velas brancas, flores amarelas e pequenas caveiras, além de um vestido vermelho com detalhes amarelos. O fundo é escuro e desfocado, realçando a figura da criança. A iluminação é suave, destacando os detalhes da maquiagem e do traje. A fotografia transmite uma celebração da vida e da morte, com a inocência da criança contrastando com a simbologia da Catrina. A composição evoca a riqueza cultural do Dia dos Mortos, com cores vibrantes e um toque de fantasia.

Marcio de Andrade sem data
Caboclinho, de Márcio Garcez, é uma fotografia sem data, medindo 92,5 por 62,5 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta um close-up de um jovem de pele morena, com os olhos fechados e uma expressão serena. Ele usa um cocar exuberante, adornado com penas azuis, brancas e pretas, e detalhes em vermelho e dourado. As penas são longas e volumosas, emoldurando o rosto do jovem. O fundo é claro e desfocado, realçando o cocar e o rosto. A iluminação suave destaca os detalhes das penas e a textura da pele. A fotografia transmite uma sensação de espiritualidade, cultura e tradição, capturando a beleza e a riqueza dos rituais indígenas. A composição foca na expressão do jovem e na grandiosidade do adorno, evocando um sentimento de reverência e conexão com a ancestralidade.

Márcio Garcez sem data
Festa Popular II, de Márcio Souto, é uma guache sobre tela de 2020, medindo 40 por 50 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição vibrante e colorida, inspirada em festas populares. O fundo é predominantemente azul escuro, sobre o qual se destacam diversas bandeirinhas triangulares e retangulares, em tons de vermelho, laranja, rosa, amarelo, verde e roxo. As bandeirinhas estão dispostas de forma geométrica, criando um padrão dinâmico. Entre as bandeirinhas, há lâmpadas amarelas estilizadas, que sugerem a iluminação festiva. As cores são intensas e saturadas, e as formas são bem definidas, com contornos marcados. A pintura transmite uma atmosfera de alegria, celebração e vivacidade, capturando a essência das festas populares brasileiras com um estilo abstrato e moderno.

Márcio Souto 2020
Audiodescrição da obra "Lágrimas do Tempo", de Marco Aurélio Bomfim. A obra, intitulada "Lágrimas do Tempo", é uma pintura em óleo sobre tela em espátula do artista Marco Aurélio Bomfim, sem data de criação registrada. Mede 150 por 100 centímetros. A imagem apresenta uma composição abstrata dominada por tons de vermelho profundo, variando de carmesim a bordô, com pinceladas escuras em preto e marrom. A técnica de espátula confere uma textura rica e visível, com camadas de tinta que criam sulcos e relevos, sugerindo movimento e profundidade. As cores escuras parecem escorrer ou se espalhar sobre o vermelho vibrante, evocando a ideia de lágrimas ou a passagem inexorável do tempo. A obra transmite uma sensação de melancolia, paixão e a fluidez da existência.

Marco Aurélio Bomfim sem data
A obra apresenta uma estrutura metálica abstrata, composta por formas geométricas que parecem se equilibrar no ar. No topo, um plano em formato de losango, levemente inclinado, abriga vazios recortados em curvas e linhas diagonais, criando a sensação de leve movimento. No interior dessa forma maior, hastes metálicas finas atravessam o espaço, sugerindo eixos de equilíbrio, como em uma balança. A superfície do metal é lisa e refletiva, em tons acinzentados, com áreas de sombra que destacam os recortes e a profundidade. A peça se apoia sobre uma base cúbica de madeira clara, simples e sólida, que contrasta com a leveza visual da estrutura superior. O conjunto transmite uma sensação de tensão estável, como se as partes estivessem cuidadosamente posicionadas para manter o equilíbrio entre peso, forma e vazio. Trata-se de uma escultura que convida à observação das relações entre movimento, estabilidade e espaço.

Marcos Decat 2008
Esta é a obra 'Roda Viva', uma arte têxtil de 12 pontas criada por Marcos Félix em 2022. Com 55 centímetros de diâmetro, a peça é composta por diversas linhas e madeira, apresentando uma complexa mandala em tons de amarelo, cinza e cinza escuro, emoldurada por um fundo marrom profundo. No centro, um pequeno hexágono em cinza escuro e branco dá início a uma série de padrões geométricos que se expandem. Camadas de linhas amarelas vibrantes e cinzas claras se entrelaçam, formando estrelas e polígonos que se sobrepõem, criando uma sensação de profundidade e movimento. As doze pontas da estrutura externa são claramente definidas por linhas amarelas e cinzas mais escuras, que se projetam para fora, lembrando raios de uma roda. A técnica de arte têxtil confere à obra uma textura rica e um visual tridimensional, convidando o observador a explorar seus detalhes e a harmonia de suas formas.

Marcos Félix 2022
A obra, intitulada "Pôr do Sol 103 Street", é uma pintura a óleo sobre tela da artista Maria Clara Marra, criada em 2018. Com medidas de 70 por 100 centímetros, a tela apresenta uma paisagem urbana ao entardecer, dominada por tons quentes e contrastes dramáticos. Em primeiro plano, silhuetas escuras de edifícios e árvores se erguem verticalmente, criando uma moldura para o céu vibrante. O sol se põe no horizonte, pintando o céu com uma paleta intensa de laranjas, vermelhos e amarelos, que se misturam a nuvens em tons de roxo e cinza. A luz alaranjada do pôr do sol reflete-se sutilmente em algumas superfícies, adicionando profundidade à cena. A técnica de óleo sobre tela confere uma textura rica e pinceladas expressivas, que capturam a beleza efêmera e a atmosfera melancólica de um pôr do sol em meio à cidade.

Maria Clara Marra 2018
Cadeado

Maria Luiza Leão 1960
A composição apresenta uma organização gráfica de formas que lembram cadeados, distribuídos ao longo da superfície. As figuras aparecem repetidas e organizadas de modo ritmado, criando uma sensação de padrão e regularidade. Predominam linhas marcadas e contrastes de claro e escuro, típicos da técnica de impressão, o que reforça os contornos e a textura visual da obra. Os cadeados, estilizados, não são retratados de maneira realista, mas sim simplificados, quase geométricos, sugerindo mais uma ideia do objeto do que sua representação literal. O fundo é limpo, destacando as formas principais. A imagem transmite uma sensação de ordem e repetição, podendo evocar temas como proteção, bloqueio ou restrição, dependendo da interpretação do observador.

Maria Luiza Leao 1960
Audiodescrição da obra "O Sol Nasce para Todos", de Maria Marlene da Costa. A obra, intitulada "O Sol Nasce para Todos", é uma pintura em acrílica sobre tela da artista Maria Marlene da Costa, sem data de criação registrada. Mede 90 por 120 centímetros, com patrimônio número 177.384. A imagem apresenta uma pintura abstrata vibrante. No canto superior esquerdo, um ponto de luz intenso irradia inúmeras linhas finas e coloridas por toda a tela. Essas linhas, em tons de azul, verde, amarelo, laranja e roxo, criam um efeito caleidoscópico e dinâmico. À direita, as linhas se agrupam formando padrões circulares ou ovais, que lembram células ou bolhas, conferindo textura e profundidade. A composição transmite uma sensação de energia, movimento e interconexão, com a luz se espalhando e alcançando todos os elementos da obra.

Maria Marlene da Costa sem data
Brasília Democrática: Identidade do Brasil, de Mariângela Junqueira Borges, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 120 por 110 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata e geométrica, dominada por tons quentes de amarelo, laranja e marrom, contrastando com azuis e cinzas. Formas verticais e angulares se entrelaçam, lembrando edifícios ou monumentos, com linhas diagonais que sugerem movimento. No centro, elementos remetem a balanças, simbolizando justiça e equilíbrio. A paleta de cores vibrantes e a sobreposição de planos criam dinamismo. A obra evoca a arquitetura e os ideais de Brasília, com uma interpretação artística da identidade brasileira através de formas e cores.

Mariângela Junqueira Borges sem data
Audiodescrição da obra "O Cristo", de Marília Cecília Rey. A obra, intitulada "O Cristo", é uma pintura em acrílica sobre tela da artista Marília Cecília Rey, sem data de criação registrada. Mede 40 por 30 centímetros, com patrimônio número 228.173. A imagem apresenta uma representação de Cristo crucificado, focando na parte superior do corpo. A figura de Cristo tem a pele em tons pálidos, cabelos longos e escuros caindo sobre os ombros. Um ferimento no lado direito do peito é visível. Ele está com os braços estendidos, presos à cruz, sugerida por um fundo em tons de marrom escuro. Um pano branco envolve a cintura. O fundo da pintura é predominantemente vermelho vibrante, criando um contraste dramático com a figura central. A pincelada é expressiva e visível, conferindo um caráter emocional e intenso à obra.

Marília Cecília Rey sem data
Ciranda com meninas, de Marília Ferrer, é uma colagem em tecido, sem data, medindo 36 por 48 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta quatro figuras femininas estilizadas, com corpos alongados e sem detalhes faciais, dançando em uma ciranda. Elas vestem roupas coloridas: verde claro, magenta, azul claro e amarelo. Estão de mãos dadas, formando um círculo, com braços estendidos e pernas em movimento, sugerindo leveza e alegria. O fundo é formado por casas coloridas em tons de azul, marrom e vermelho, com telhados em diferentes alturas, criando um cenário urbano simplificado. O chão é em tons de bege e rosa, com sombras. A técnica de colagem de tecido confere textura única e aspecto artesanal, transmitindo uma atmosfera lúdica e infantil.

Marília Ferrer sem data
Audiodescrição da obra 'Zen', do artista Markoh, criada em 2020. Uma peça de 33 por 45 centímetros, realizada com a técnica de bordado sobre papel, emoldurada por uma fina moldura de madeira escura. A obra apresenta um fundo predominantemente escuro. Na parte superior, em preto e branco, vemos a imagem de uma pessoa sentada em posição de lótus, com as mãos repousando sobre os joelhos, palmas para cima, em um gesto de meditação. A figura, que parece ser masculina, tem cabelos curtos e encaracolados, e está com o torso nu, vestindo uma peça de roupa clara na parte inferior. Há detalhes que sugerem adornos florais na cabeça e na base onde a pessoa está sentada, que se assemelha a um leito de folhas ou tecido. Da base dessa figura meditativa, emergem fios coloridos que se transformam em um vibrante bordado. Esses fios se entrelaçam e se espalham pela parte inferior da obra, formando padrões orgânicos que lembram raízes, caules e diversas formas florais e folhagens. As cores do bordado são variadas e vivas, incluindo tons de amarelo, laranja, rosa, roxo, verde e azul claro, criando um contraste marcante e harmonioso com a imagem em preto e branco e o fundo escuro. O bordado adiciona textura e profundidade, dando vida à composição e evocando uma sensação de crescimento e conexão com a natureza. A obra transmite uma atmosfera de serenidade e introspecção, com a figura central em meditação e a explosão de cores e formas orgânicas simbolizando a vitalidade e a energia que emanam desse estado de paz.

Markoh 2020
Níveis, do autor Markoh, é uma fotografia de 2025, medindo 32 por 45 centímetros. A obra, em formato vertical, apresenta uma composição abstrata de linhas luminosas e coloridas sobre um fundo escuro. As linhas formam estruturas que se assemelham a esferas e arcos sobrepostos, em tons de branco, azul, rosa e laranja. Há uma sensação de movimento e profundidade, como se as formas estivessem flutuando ou se desdobrando no espaço. A iluminação é difusa, realçando o brilho das linhas e criando um efeito etéreo. A fotografia transmite uma atmosfera futurista e onírica, explorando a interação entre luz, cor e forma de maneira dinâmica e envolvente.

Markoh 2025
Formatos de Saída

atom, dc-rdf, dcmes-xml, json, omeka-xml, rss2