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A Justiça, de Gildrede Mascarenhas, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 120 por 90 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma figura feminina de pele morena, com um lenço verde na cabeça e cabelos escuros. Seus olhos são castanhos e o olhar é sereno. Ela segura um livro aberto com as duas mãos, que repousa sobre uma base amarela. No livro, quatro pombas brancas estilizadas estão dispostas horizontalmente, simbolizando a paz. Acima da cabeça da figura, um sol estilizado irradia raios brancos e azuis, preenchendo o fundo da obra. O azul vibrante do fundo, com pinceladas texturizadas, contrasta com os tons terrosos da figura. A composição evoca a sabedoria e a paz associadas à justiça.

Gildrede Mascarenhas sem data
Abraço

Fernanda Corsini 2021
Acervo

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Acervo

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
A obra, intitulada "Acesso Negado", é uma impressão digital da artista Onã da Silva Apolinário, criada em 2017. Com 30 por 40 centímetros, a peça apresenta uma composição impactante em formato de cartaz. No centro, destaca-se um sinal de "pare" vermelho com uma mão branca, símbolo universal de proibição. Ao redor, textos em português abordam a temática da acessibilidade e inclusão, com frases como "Acessibilidade? Acesso negado." e "Visto aqui, respeita a toda minha deficiência". Na parte inferior, uma silhueta escura de uma pessoa em cadeira de rodas reforça a mensagem de barreiras e exclusão. O fundo branco realça o contraste das cores e a clareza da mensagem. A obra é um poderoso manifesto visual que convida à reflexão sobre as dificuldades enfrentadas por pessoas com deficiência e a importância da acessibilidade plena na sociedade.

Onã da Silva Apolinário 2017
Acórdão - Danos morais. Documento textual em papel A4 em boa estado de conservação.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 05/07/1979
Obra – “Adão após o pecado original", de Siron Franco, 1969. Técnica mista sobre tela. 72 cm por 100 cm. Imagem em tons claros, com aspecto de desenho em traço fino, predominantemente em cinza e bege, com leve fundo amarelado.   A composição apresenta formas orgânicas e entrelaçadas, com linhas sinuosas que se estendem horizontalmente pelo quadro.  No centro da imagem, uma figura humana aparece deitada ou reclinada, com o corpo estendido na horizontal. Os membros são alongados e estilizados, com braços e pernas que se misturam a elementos abstratos ao redor.  A cabeça da figura está voltada para o lado direito da imagem, com o rosto pouco definido, sugerido apenas por traços leves. Ao redor da figura central, há estruturas que remetem a galhos retorcidos, raízes ou formas biomórficas, que se conectam entre si como se fossem parte de um sistema vivo ou em transformação.  À esquerda, um conjunto mais denso de formas cria uma área de maior complexidade visual, com curvas que se sobrepõem. À direita, as linhas se tornam mais abertas e menos concentradas.  A imagem não apresenta cores vibrantes nem contraste forte; as linhas são delicadas e contínuas, criando sensação de movimento

Siron Franco 1969
Admirable Nature

Liselena Dalla Corte 2020
Água de Beber

Liselena Dalla Corte 2018
Aqui e Lá

Fernanda Corsini 2021
Araras, de Clodair Edenilson Borin, é uma acrílica sobre tela de 2019, medindo 40 por 60 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, retrata duas araras-azuis em um plano próximo, com um fundo esverdeado e suavemente texturizado. A arara da esquerda está em primeiro plano, com a cabeça levemente inclinada para a direita, revelando suas penas azuis vibrantes, a face branca com detalhes pretos e o bico forte. A arara da direita está um pouco mais recuada e à frente, com a cabeça virada para a esquerda, encostando-se suavemente na primeira, criando uma sensação de intimidade e carinho. Suas penas azuis e amarelas se misturam, e os olhos expressivos de ambas as aves são destacados. A iluminação é suave e natural, realçando a riqueza das cores e a textura das penas. A pintura transmite uma sensação de tranquilidade, beleza natural e a delicadeza da relação entre os animais, celebrando a exuberância da fauna brasileira.

Clodair Edenilson Borin 2019
Na obra “Arcanjo da Justiça”, de Glória Maria Mello, realizada em 2012, em acrílica sobre tela, com 120 por 80 centímetros, aparece uma figura angelical centralizada sobre fundo escuro, em tons de azul, preto e cinza. A figura tem grandes asas abertas, corpo coberto por vestes longas e volumosas, e segura uma balança dourada, símbolo da justiça. A balança pende à frente do corpo, com dois pratos suspensos por fios finos. Em uma das mãos, a figura também segura um objeto longo e claro, semelhante a uma espada ou bastão. O rosto é frontal, com traços suaves e pouco contraste. No alto da pintura, há um pequeno elemento circular luminoso. As pinceladas são aparentes, criando textura espessa e brilho sobre asas, roupas e fundo.

Glória Maria Mello 2012
Arte Puxa

Fernanda Corsini 2021
A obra, intitulada "Asteroide", é uma pintura em acrílico sobre tela da artista Lia Paes, criada em 2017. Mede 60 por 60 centímetros. A imagem apresenta uma composição abstrata e cósmica. No lado esquerdo, domina uma grande esfera de tons amarelados e esbranquiçados, com textura rugosa, sugerindo um asteroide ou planeta. Essa esfera flutua em um espaço profundo. O fundo da pintura é uma mistura de tons escuros de azul, roxo e marrom avermelhado, com pinceladas que criam formas indefinidas, lembrando estruturas distantes. Há um contraste entre a luminosidade da esfera principal e a escuridão do ambiente. No canto inferior direito, uma esfera menor e mais clara adiciona profundidade. A obra evoca mistério e a vastidão do universo.

Lia Paes 2017
Obra Astreia – Filha de Têmis, de Ed Magalhães, produzida em 2014. Óleo sobre tela, medindo 80 por 100 centímetros. A pintura mostra uma figura humana de costas, posicionada à esquerda da composição, com o rosto de perfil voltado para a esquerda. Os cabelos misturam vermelho e cinza. O corpo aparece parcialmente envolto por um tecido vermelho translúcido, que atravessa a imagem em diagonal e se prolonga para a direita como uma faixa ou asa em movimento. A mão direita segura uma espada clara, apontada para baixo, em direção ao canto inferior direito. O fundo é escuro, com manchas em preto, cinza, marrom e vermelho, criando uma atmosfera densa e dramática.

Ed Magalhães 2014
Atendimento

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
A obra apresenta uma estrutura metálica abstrata, composta por formas geométricas que parecem se equilibrar no ar. No topo, um plano em formato de losango, levemente inclinado, abriga vazios recortados em curvas e linhas diagonais, criando a sensação de leve movimento. No interior dessa forma maior, hastes metálicas finas atravessam o espaço, sugerindo eixos de equilíbrio, como em uma balança. A superfície do metal é lisa e refletiva, em tons acinzentados, com áreas de sombra que destacam os recortes e a profundidade. A peça se apoia sobre uma base cúbica de madeira clara, simples e sólida, que contrasta com a leveza visual da estrutura superior. O conjunto transmite uma sensação de tensão estável, como se as partes estivessem cuidadosamente posicionadas para manter o equilíbrio entre peso, forma e vazio. Trata-se de uma escultura que convida à observação das relações entre movimento, estabilidade e espaço.

Marcos Decat 2008
Balcão de novas aquisições

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
A obra, intitulada "Bandeira e Folhas", é uma fotografia de Jonas Pimentel Freitas, criada em 2018. A imagem revela uma composição intrigante onde a natureza e um símbolo nacional se entrelaçam. Em primeiro plano, galhos e folhas de árvores formam uma densa trama, com tons de verde vibrante e marrom dos troncos, criando uma sensação de profundidade e organicidade. Através dessa folhagem, vislumbra-se sutilmente a bandeira do Brasil, com suas cores verde, amarelo, azul e branco, que se integra harmoniosamente ao cenário natural. A luz do sol parece incidir sobre as folhas, realçando suas texturas e criando um jogo de luz e sombra que confere à fotografia uma atmosfera serena e contemplativa. A obra, medindo 50 por 75 centímetros, convida o observador a refletir sobre a relação entre o ambiente natural e a identidade cultural brasileira, sugerindo uma conexão profunda e orgânica entre ambos.

Jonas Pimentel Freitas 2018
Arquivo de texto com diagramação que utiliza fotografia e recursos visuais.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 24/08/2022
Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Construção de um prédio com andaimes de madeira. Placa com informações da obra do Bloco 6, com data de início 02/05/1959 e de entrega 30/10/1959, pela empresa SETAL.

Arquivo Público do Distrito Federal 1959
Fotografia colorida do Fórum de Brasília. Posição retrato. Na parte superior da imagem há um prédio de dez andares em concreto armado. Na parte inferior há uma rua de asfalto com transeuntes andando na calçada. Existem quatro arvores no gramado entre a rua e o prédio.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 12/03/1974
Brasil, de Franzoni, é uma obra sem data, utilizando tinta metálica e verniz vitral sobre vidro e madeira, medindo 79 por 110 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma composição abstrata vibrante. Predomina um tom de azul intenso, que cobre a maior parte da tela, sugerindo vastas águas ou o céu. A superfície azul é pontilhada com pequenas texturas, criando um efeito granulado e luminoso. No centro, uma faixa horizontal em tons de laranja e amarelo atravessa a tela, dividindo o azul e adicionando um ponto focal quente. As bordas são contornadas por um amarelo vibrante, que enquadra a cena e intensifica o contraste. A técnica mista confere profundidade e brilho únicos, evocando a riqueza e a diversidade das paisagens brasileiras de forma abstrata e poética.

Franzoni sem data
A imagem mostra a vista de um edifício moderno, fotografado de baixo para cima. No primeiro plano, uma fachada composta por uma malha de linhas verticais e horizontais forma um conjunto de painéis retangulares de vidro. Os vidros apresentam variações de cor entre tons de azul, roxo e branco, com algumas áreas mais opacas e outras mais translúcidas. As linhas estruturais, escuras e retas, conduzem o olhar em direção ao alto da imagem, criando um forte efeito de perspectiva. À direita, uma segunda superfície curva se eleva, também revestida por pequenos painéis, formando um contraste entre linhas retas e uma forma sinuosa. Ao fundo, o céu aparece claro e ligeiramente esmaecido, sem detalhes definidos. A iluminação é difusa, com reflexos suaves nos vidros. A composição enfatiza repetição geométrica, verticalidade e profundidade, destacando a estrutura arquitetônica e o ritmo visual dos painéis.

Martim Garcia 2015
Brasília Democrática: Identidade do Brasil, de Mariângela Junqueira Borges, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 120 por 110 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata e geométrica, dominada por tons quentes de amarelo, laranja e marrom, contrastando com azuis e cinzas. Formas verticais e angulares se entrelaçam, lembrando edifícios ou monumentos, com linhas diagonais que sugerem movimento. No centro, elementos remetem a balanças, simbolizando justiça e equilíbrio. A paleta de cores vibrantes e a sobreposição de planos criam dinamismo. A obra evoca a arquitetura e os ideais de Brasília, com uma interpretação artística da identidade brasileira através de formas e cores.

Mariângela Junqueira Borges sem data
Bumba Meu Boi, de Ricco, 2015. Acrílica e giz sobre tela, 80 por 80 centímetros. Pintura colorida e vibrante, composta por inúmeras figuras sobrepostas. No canto superior esquerdo, destaca-se um tucano estilizado de perfil, com grande bico multicolorido. À direita, aparece um boi decorado com círculos e formas geométricas, com chifres vermelhos curvos. Ao centro, uma cruz e uma pequena construção semelhante a uma capela remetem ao universo das festas populares. Folhas, flores e elementos ornamentais espalham-se por toda a composição. Na parte inferior, grandes folhas claras contrastam com áreas em azul, verde, rosa e amarelo. No canto inferior direito, surge um rosto desenhado de forma simples. A obra reúne símbolos da natureza e da cultura popular em um conjunto alegre, dinâmico e festivo, associado ao imaginário do Bumba Meu Boi.

Ricco 2015
Escultura intitulada Busto de Ruy Barbosa, criada por Achnoor em 1969. A obra apresenta a cabeça e parte do tronco em bronze escuro, com leve brilho. O rosto tem traços marcados e testa ampla, voltado para frente. O vestuário aparece de forma simplificada, com colarinho alto e gravata. O busto está apoiado sobre um pedestal de mármore claro. Na parte superior, uma base lisa sustenta a escultura. Abaixo, um bloco maior de mármore, com veios discretos, traz uma inscrição em letras cursivas escuras, bem visíveis no fundo claro. A frase gravada diz: “Quem dá às Constituições realidade não é, nem a inteligência que as concebe, nem o pensamento que as estampa: é a magistratura que as defende.” Ao final, aparece o nome Ruy Barbosa. Ao fundo, uma parede clara com formas geométricas em relevo cria um ambiente sóbrio, destacando o contraste entre o bronze escuro e o mármore claro do pedestal.

Achnoor rio 1969 -
Caboclinho, de Márcio Garcez, é uma fotografia sem data, medindo 92,5 por 62,5 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta um close-up de um jovem de pele morena, com os olhos fechados e uma expressão serena. Ele usa um cocar exuberante, adornado com penas azuis, brancas e pretas, e detalhes em vermelho e dourado. As penas são longas e volumosas, emoldurando o rosto do jovem. O fundo é claro e desfocado, realçando o cocar e o rosto. A iluminação suave destaca os detalhes das penas e a textura da pele. A fotografia transmite uma sensação de espiritualidade, cultura e tradição, capturando a beleza e a riqueza dos rituais indígenas. A composição foca na expressão do jovem e na grandiosidade do adorno, evocando um sentimento de reverência e conexão com a ancestralidade.

Márcio Garcez sem data
Caçada da Rainha, fotografia colorida de Weverson Paulino, realizada em 2015. Em uma rua de terra batida, uma cena de celebração popular acontece sob um céu amplo, azul e parcialmente coberto por nuvens. Em primeiro plano, à esquerda, uma pessoa é vista de costas, vestindo casaco azul escuro e roupa estampada. Sobre a cabeça, carrega uma estrutura ornamentada de formato retangular. Ao lado do corpo, há uma longa haste inclinada. No centro da composição, uma pessoa monta um cavalo que atravessa a rua. Ao fundo, aparecem casas térreas, árvores, postes e pequenos grupos de pessoas. Fileiras de bandeirinhas azuis e amarelas cruzam o céu em diagonais. A iluminação valoriza o contraste entre os tons ocres do chão seco e o azul intenso do céu.

Weverson Paulino 2015
Cacique e Neto, de Gisa Muller, é uma fotografia em preto e branco, sem data, medindo 59 por 42 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta um close-up de um homem indígena mais velho e uma criança, provavelmente seu neto. O homem, à esquerda, tem o rosto enrugado, barba e cabelos longos, e usa um adorno na cabeça. Sua expressão é serena e acolhedora. A criança, à direita, tem o rosto pintado de branco e uma expressão curiosa, olhando para o lado. Ambos estão com o torso nu, e a iluminação suave realça os detalhes de suas feições e a textura da pele. O fundo é escuro e desfocado, direcionando o foco para as figuras. A fotografia transmite uma profunda conexão entre gerações e a riqueza da cultura indígena, capturando um momento de ternura e sabedoria ancestral.

Gisa Muller sem data
Cadeado

Maria Luiza Leão 1960
A composição apresenta uma organização gráfica de formas que lembram cadeados, distribuídos ao longo da superfície. As figuras aparecem repetidas e organizadas de modo ritmado, criando uma sensação de padrão e regularidade. Predominam linhas marcadas e contrastes de claro e escuro, típicos da técnica de impressão, o que reforça os contornos e a textura visual da obra. Os cadeados, estilizados, não são retratados de maneira realista, mas sim simplificados, quase geométricos, sugerindo mais uma ideia do objeto do que sua representação literal. O fundo é limpo, destacando as formas principais. A imagem transmite uma sensação de ordem e repetição, podendo evocar temas como proteção, bloqueio ou restrição, dependendo da interpretação do observador.

Maria Luiza Leao 1960
A pintura abstrata e expressiva retrata o busto de uma figura humana, possivelmente feminina, com a cabeça levemente inclinada. A paleta de cores é vibrante e multifacetada, criando uma atmosfera de profundidade e emoção. No lado esquerdo do fundo, um verde profundo se funde a uma curva amarela brilhante. À direita, o fundo é dominado por um tom magenta intenso. A pele da figura é representada por uma fusão de tons de roxo, azul, amarelo e rosa, que modelam a forma e sugerem a interação de luz e sombra. O pescoço é alongado e os ombros são amplos. Gotas de tinta visíveis, especialmente no lado esquerdo da figura, adicionam textura e dinamismo à composição, reforçando a ideia de camadas e a liberdade artística da obra. A assinatura da artista é visível no canto inferior direito.

Deborah Laranjeira 2017
Esta é uma pintura a óleo sobre tela, de 40 por 40 centímetros, criada em 1986. A obra, intitulada "Caminhantes", apresenta uma composição abstrata e expressiva, dominada por tons vibrantes de vermelho que preenchem a maior parte do fundo. No centro, emerge uma figura estilizada, que lembra um ser humano com um cajado, vestindo um adorno na cabeça que sugere uma coroa ou um elaborado capacete. A figura é retratada em tons terrosos de marrom e ocre, com texturas que conferem um aspecto quase escultural, especialmente ao redor de seu corpo. À esquerda da composição, uma faixa vertical em degradê de azul, que vai do escuro ao claro, cria um contraste marcante com o intenso vermelho. Na parte inferior esquerda, pequenos padrões quadrados em azul claro e branco adicionam um detalhe geométrico. A obra evoca uma sensação de movimento e jornada, refletindo o título "Caminhantes" e convidando à contemplação de sua rica superfície e simbolismo.

Gledson Franqueira Amorelli 1986
A cena mostra duas figuras jovens em idade escolar, sendo uma delas a autora da obra, caminhando lado a lado sobre um caminho de terra em tons de bege e marrom. As duas usam uniforme escolar: camisas claras de manga curta, saia escura plissada, bermuda, meias claras e sapatos escuros. Cada figura carrega uma bolsa transversal posicionada à frente do corpo. A figura à esquerda apresenta cabelo dividido em duas tranças com acessórios claros. A figura à direita apresenta cabelo curto. As cabeças são proporcionalmente maiores que os corpos, característica estilizada da pintura. No plano de fundo, há pequenas construções com paredes em cores variadas — branco, azul, rosa e amarelo — e telhados em tons de vermelho. Árvores de copa arredondada e vegetação baixa aparecem distribuídas entre as casas. A parte superior é ocupada por um céu azul claro com nuvens brancas difusas.

Guiomar Monteiro 2024
A obra, intitulada "Campo de Papoulas", é uma pintura a óleo sobre tela da artista Silvia Medeiros, criada em 2017. Com medidas de 70 por 90 centímetros, a tela apresenta um vasto campo de papoulas vermelhas em primeiro plano, com suas flores em diferentes estágios de abertura, criando uma textura rica e um tapete de cor intensa. Um caminho de terra batida serpenteia pelo centro da composição, convidando o olhar a seguir em direção ao horizonte. Ao longo do caminho, pequenas árvores e arbustos em tons de verde e marrom adicionam profundidade à cena. Ao fundo, o céu azul claro, com algumas nuvens esparsas, complementa a paleta de cores. A técnica de óleo sobre tela confere à pintura uma sensação de movimento e vivacidade, capturando a beleza efêmera de um campo florido sob a luz do sol. A obra evoca uma sensação de tranquilidade e admiração pela natureza, convidando o observador a mergulhar na serenidade da paisagem campestre.

Silvia Medeiros 2017
Fotografia oficial, posição retrato, em preto e branco. Rosto e Busto do desembargador Candido Colombo Cerqueira, na diagonal, olhando para a direita. Homem de cabelos escuros, meio calvo, veste toga de desembargador.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Audiodescrição da obra "Canto da Sereia", de Camilo Carvalho. A obra, intitulada "Canto da Sereia", é uma pintura em acrílica sobre tela do artista Camilo Carvalho, sem data de criação registrada. Mede 50 por 50 centímetros, com patrimônio número 236.058. A imagem apresenta uma figura feminina estilizada, possivelmente uma sereia, tocando uma flauta de Pã. A figura é retratada da cintura para cima, com a pele em tons terrosos e cabelos longos e ondulados. Ela usa um adorno na cabeça e brincos em formato de leque. A flauta de Pã é segurada com as duas mãos e levada à boca. O fundo da pintura é em tons de marrom e ocre, com uma área mais clara no canto superior direito, de onde parece emanar um som ou fumaça estilizada. A obra transmite uma atmosfera mística e musical, com a figura da sereia em um momento de encantamento.

Camilo Carvalho sem data
Fotografia em preto e branco, posição paisagem. Vista aérea das obras para construção do Bloco A e Palácio do TJDFT.  A fotografia apresenta um edifício em concreto nas fases iniciais da obra para construção. Ao fundo na parte superior há a vista parcial do céu e da obra em construção. À frente, na parte inferior, há vista área do canteiro de obras. <br /><br />
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Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT Década de 1960
Capa exposição

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Capa: Ser é Estar

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Obra intitulada Carnaval, de Athos Bulcão, datada de 1962. Técnica: óleo sobre cartão. Medidas: 40 por 60 centímetros. A imagem apresenta cinco figuras humanas estilizadas alinhadas horizontalmente sobre um fundo claro, em tons suaves de rosa e bege. As formas são geométricas, com contornos simples e pouca definição de detalhes faciais. Da esquerda para a direita: a primeira figura veste peças em azul e laranja. Ao lado, uma segunda figura usa roupas em azul escuro. A terceira figura veste uma combinação de laranja, verde e amarelo, com um elemento branco próximo à cabeça. A quarta figura, ao centro-direita, utiliza um chapéu alto escuro e uma roupa composta por losangos em tons de azul, com os braços erguidos para cima. A quinta figura, à direita, veste peças em verde, branco e vermelho.

Athos Bulcão 1962
Cartas, de Elizabete Adelaide, é uma obra de técnica mista, sem data, medindo 120 por 80 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata em tons de preto, branco e cinza, com detalhes em amarelo. À esquerda, formas geométricas em relevo sugerem pilhas de papel ou cartas, com textura de papel amassado. No centro, elementos lembram letras ou símbolos, e um pedaço de papel amarelado com escrita ilegível. À direita, pinceladas fortes em preto sobre fundo cinza, com uma grade escura e irregular. Toques de amarelo adicionam contraste. A composição transmite mistério e fragmentação, contando uma história através de elementos visuais dispersos.

Elizabete Adelaide sem data
Cartazes - 2013

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Cartazes - 2014

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Cartazes - 2020 - 2022

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Cartazes - 2023

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Cartazes - 2024

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Cartazes - 2026

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Cartazes 2015

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Cartazes 2016

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Cartazes 2017

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
cartazes-2018

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Cartazes-2025

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Casa Branca

Liselena Dalla Corte 2023
Fotografia Colorida da Casa da Suplicação

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Pintura em formato vertical intitulada Casa velha em SP, de Flávio Motta, realizada em 1963 em óleo sobre tela, com dimensões de cinquenta e três por quarenta centímetros. A composição apresenta uma cena urbana sintetizada por meio de formas simplificadas e pinceladas visíveis. No primeiro plano, um muro horizontal em tom rosado delimita a cena. À direita do eixo central, destaca-se uma árvore de tronco escuro e espesso, com ramificações pouco definidas, que se projetam verticalmente. No plano intermediário, à esquerda, observa-se uma construção de dois pavimentos em tonalidade amarelada. No andar superior, três janelas retangulares estão alinhadas e apresentam detalhes escuros, com pequenos elementos avermelhados na parte superior. No térreo, três aberturas em arco sugerem vãos ou portas. O plano de fundo é constituído por manchas em tons de cinza, roxo e azul, com contornos difusos, sugerindo edificações ou áreas sombreadas.

Flávio Motta 1963
Fotografia colorida do Casarão na Rua Luís de Camões, para onde a Corte se  transferiu e permaneceu até 1926. <br /><br />
Esse prédio atualmente abriga o Centro de Arte Hélio Oiticica.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
A pintura apresenta uma paisagem campestre idílica, dominada por um céu azul vibrante que ocupa a metade superior da tela. Nele, nuvens brancas e fofas flutuam, e um sol grande e amarelo irradia luz do lado direito. Um pequeno pássaro preto voa no centro do céu, adicionando um toque de vida à cena. Abaixo do céu, uma extensa cadeia de montanhas ou colinas verdejantes preenche o plano médio, com variações de tons que sugerem densa vegetação. Espalhadas pelas encostas e pelo primeiro plano, surgem pequenas casas de paredes brancas e telhados vermelhos, com uma casa maior e amarela, também de telhado vermelho, destacando-se à direita. Caminhos sinuosos de terra conectam essas moradias, criando uma sensação de comunidade e tranquilidade. A obra transmite uma atmosfera pacífica e rústica, com um estilo que remete à arte popular, caracterizado por contornos definidos e cores vivas.

 Jorge Kell 2017
Encarte sobre o caso Arnon Mello

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 1963
Encarte sobre o caso do sargento Sílvio Delmar Hollembach que morreu ao salvar uma criança do ataque de ariranha no Zoológico de Brasília

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 1978
Obra “Ceia”, de Henry Carribres, de 1986, óleo sobre tela de 60 por 80 centímetros, apresenta uma composição abstrata com formas geométricas sobrepostas em tons de vermelho, laranja, verde e azul. No centro da composição, uma forma alongada e curva, em tons claros, sugere o corpo de um peixe disposto sobre a mesa, atravessando a imagem na horizontal. Ao redor, planos triangulares e linhas diagonais criam sensação de movimento e fragmentação. À direita, um conjunto de pequenos círculos claros representa um cacho de uvas. Na parte inferior esquerda, uma forma oval aberta, com pequenos pontos no interior, lembra uma fruta cortada. Outras formas circulares e semicirculares sugerem pratos ou recipientes. O fundo é dividido em blocos de cor, como se diferentes ângulos da mesa fossem vistos ao mesmo tempo. A cena remete a uma refeição, reinterpretada de forma abstrata e dinâmica.

Henry Carribres
1986
Celeiro

Liselena Dalla Corte 2023
Cenário - Pontes de Miranda - 1 - 7

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Cenário - Pontes de Miranda - 7 - 15

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Chegadas

Liselena Dalla Corte 2018
Cidade Convento, de Nazzareno Stanislau, é um desenho sobre papel de 2005, medindo 23 por 18 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata e colorida, com formas geométricas e orgânicas que se entrelaçam, sugerindo uma paisagem urbana ou arquitetônica. Predominam tons de rosa, azul, vermelho, amarelo e verde, com linhas pretas que definem os contornos das formas. No centro, uma estrutura que lembra um edifício ou um convento se destaca, com detalhes que evocam janelas e telhados. Ao redor, elementos que parecem árvores estilizadas e outras construções se misturam, criando uma atmosfera onírica e fantástica. A iluminação é difusa, realçando a vivacidade das cores e a complexidade do traço. A pintura transmite uma sensação de mistério e contemplação, convidando o observador a explorar os detalhes e as múltiplas interpretações da "Cidade Convento".

Nazzareno Stanislau 2005
Aqui a fotografia é vista como meio de observação de espaços construídos, explorando enquadramentos, luz e relações entre interior e exterior. A obra é apresentada em formato vertical, com moldura escura e margem branca. No centro, uma porta de madeira pintada de azul está aberta, ocupando quase toda a altura da imagem. As duas folhas se abrem para fora, criando um enquadramento retangular. Por essa abertura, vê-se uma rua de pedra e, adiante, um edifício de fachada clara com várias janelas alinhadas. Ao fundo, uma elevação escura se estende horizontalmente. Na parte inferior, uma superfície refletiva, possivelmente água, espelha parte da cena. A composição destaca a simetria e o contraste entre o azul intenso da porta e os tons claros e escuros do exterior, criando profundidade visual.

Lilian Neves 2015
Ciranda com meninas, de Marília Ferrer, é uma colagem em tecido, sem data, medindo 36 por 48 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta quatro figuras femininas estilizadas, com corpos alongados e sem detalhes faciais, dançando em uma ciranda. Elas vestem roupas coloridas: verde claro, magenta, azul claro e amarelo. Estão de mãos dadas, formando um círculo, com braços estendidos e pernas em movimento, sugerindo leveza e alegria. O fundo é formado por casas coloridas em tons de azul, marrom e vermelho, com telhados em diferentes alturas, criando um cenário urbano simplificado. O chão é em tons de bege e rosa, com sombras. A técnica de colagem de tecido confere textura única e aspecto artesanal, transmitindo uma atmosfera lúdica e infantil.

Marília Ferrer sem data
Clamor de Justiça, de Carlos da Paz, é uma escultura sem data, medindo 150 por 50 centímetros. A obra apresenta uma figura humana estilizada, com a cabeça inclinada para trás e os braços levantados, em um gesto de súplica ou protesto. A escultura é composta por elementos que sugerem uma estrutura metálica ou de arame, com formas que remetem a fragmentos ou camadas. A cabeça, em tom claro, parece ser de um material diferente do corpo, mais escuro e texturizado. Uma base sólida e escura sustenta a figura verticalmente. A iluminação realça as texturas e as formas angulares, transmitindo movimento e emoção. A peça evoca a ideia de um grito silencioso por justiça, um clamor por atenção e reconhecimento.

Carlos da Paz sem data
Clareza

Liselena Dalla Corte 2018
Composição III - Moringas

Sérgio Lafetá
Obra “Composição III – Moringas”, de Sérgio Lafetá, pintura a óleo sobre tela, sem data, apresenta uma composição abstrata formada por grandes formas geométricas que lembram silhuetas de moringas sobrepostas. Em primeiro plano, destacam-se volumes arredondados e curvos em tons de vermelho e vinho, que se cruzam com áreas mais claras. À direita, uma grande forma branca, com contorno suave, ocupa parte central da imagem, criando contraste com o fundo azul-claro. Linhas retas e faixas horizontais, em tons de azul e lilás, atravessam a parte superior, organizando o espaço e sugerindo equilíbrio. As cores são intensas, com textura visível do óleo, levemente granulada, dando sensação tátil à superfície. As formas se encaixam como peças, sem profundidade realista, construindo um jogo de sobreposição e contraste entre curvas e retas. A composição transmite harmonia e ritmo visual, evocando objetos cotidianos de maneira simplificada e abstrata.

Sérgio Lafetá sem data
Arquivo diagramado com imagens, textos e recursos visuais. Apresenta galeria de fotos dos desembargadores da composição plenária.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 2022
Composição Plenária Biênio 2020-2022

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Concurso de Desenho Banner

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
A obra 'Congresso', de Vique_Ateliê Bell Stipp, é uma instalação decorativa em porcelana pintada, sem data de criação. Ela é composta por quatro peças dispostas sobre uma superfície escura. A inspiração para esta obra vem do renomado artista Athos Bulcão, conhecido por sua influência na arquitetura e arte de Brasília. No centro da composição, destacam-se dois vasos retangulares e alongados, com aproximadamente trinta centímetros de altura. Eles são predominantemente azuis, com um padrão repetitivo de figuras brancas estilizadas que lembram pássaros em voo, organizadas em colunas verticais. A boca dos vasos é quadrada e branca, contrastando com o azul vibrante do corpo. À frente dos vasos, há duas tigelas rasas e redondas. Uma delas está invertida, revelando sua base azul intensa e brilhante, adornada com padrões circulares e abstratos em branco nas bordas. A outra tigela está com a parte interna voltada para cima, exibindo um centro branco liso e uma borda decorada com formas geométricas em azul e branco, que remetem aos mesmos elementos visuais dos vasos. A combinação de azul e branco, com suas formas geométricas e a repetição de padrões, cria uma harmonia visual que evoca a modernidade e a identidade artística de Brasília.

Vique_Ateliê Bell Stipp sem data

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 1937
Contra Luz no Museu, de Márcia Barros, é uma fotografia sem data, medindo 40 por 60 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma paisagem urbana com um edifício moderno em contraluz. O céu, em tons de azul claro e branco, é dominado por nuvens e um sol forte que irradia luz, criando um efeito de silhueta nos elementos em primeiro plano. À esquerda, a arquitetura curva de um museu se destaca, com suas formas suaves e contemporâneas. À direita, edifícios mais baixos e retilíneos completam a paisagem urbana. A luz intensa do sol cria um contraste dramático, realçando as formas e texturas dos edifícios. A fotografia transmite grandiosidade e modernidade, com a contraluz adicionando um toque de mistério e imponência à cena.

Márcia Barros sem data
Cores da Cidade

Liselena Dalla Corte 2016
Corredor de acesso às salas de estudos

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Em uma tela quadrada de cem por cem centímetros, a obra "Coruja do Cerrado e da Sabedoria" de Daibes Ottoni, de 2019, nos apresenta uma coruja imponente, pintada com esmalte síntese spray. A ave ocupa quase todo o centro da composição, com seus olhos grandes e penetrantes, de íris amareladas e pupilas pretas, fixos à frente, transmitindo uma sensação de profundidade e inteligência. Sua plumagem é predominantemente em tons de marrom e ocre, com pinceladas mais claras e escuras que criam textura e volume. Pequenos pontos brancos salpicam a cabeça e o corpo, sugerindo a luz ou a textura das penas. O bico, pequeno e discreto, é de um tom marrom escuro. Ao redor da coruja, elementos que remetem ao Cerrado brasileiro. Na parte inferior, folhas verdes com gotas de orvalho em tons de azul claro e branco, dão a impressão de frescor e vida. O fundo, em degradê de azul celeste e amarelo, evoca um céu aberto e o sol do amanhecer ou entardecer. A técnica de spray confere à obra um aspecto vibrante e contemporâneo, enquanto a coruja, símbolo de sabedoria, nos convida à contemplação e ao respeito pela natureza e pelo conhecimento.

Daibes Ottoni 2019 
Criança

Fernanda Corsini 2021
Obra bidimensional emoldurada, com fundo claro. No centro, três figuras humanas estilizadas estão alinhadas lado a lado, ocupando quase toda a largura da imagem. As figuras são desenhadas com contornos pretos e preenchidas em tons de laranja. Nos corpos, há linhas verticais escuras que percorrem o tronco. As cabeças são arredondadas, com formas escuras indicando os cabelos, e os rostos apresentam poucos detalhes. As três figuras estão voltadas para a frente e posicionadas muito próximas entre si. À esquerda, uma das figuras segura um objeto alongado com partes circulares e retangulares. À direita, outra figura segura um objeto menor, de formato retangular. O fundo é esverdeado, preenchido por marcas verticais repetidas, distribuídas de maneira regular. A composição destaca contraste de cores e repetição de formas, com foco na proximidade entre as figuras.

 Sília Moan sem data
Fotografia oficial, em preto e branco, posição retrato. Rosto e busto do Desembargador Dácio Vieira, em posição frontal. Homem com cabelos brancos, veste toga de desembargador.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Fotografia da Des.ª Maria Thereza Andrade Braga Haynes , a primeira mulher a exercer o cargo de Presidente do TJDFT (1988-1990). Ao assumir mais esse cargo, a primeira desembargadora e corregedora da Justiça (1984 - 1986) reafirmou seu pioneirismo.<br /><br />
Fotografia em preto e branco. Em primeiro plano, mulher ao centro, usando vestido claro, bolsa no ombro direito, óculos, acompanhada de um senhor  à esquerda, que usa terno, óculos, é calvo e usa bigode, e outro senhor à direita que usa terno e tem cabelos escuros.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 1988
Descalços

Liselena Dalla Corte 2018
Desejo

Fernanda Corsini 2022
Fotografia Preto e Branco do Desembargador Alfrânio da Costa.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Fotografia oficial, em preto e branco, posição retrato. Rosto e busto do Desembargador Antônio Honório Pires de Oliveira Júnior, em posição frontal. Homem de cabelos e bigode escuros. Veste toga de gala de desembargador.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 1994
Fotografia oficial, em preto e branco, posição retrato. Rosto e busto do Desembargador Carlos Augusto Machado Faria, em posição diagonal. Homem de cabelos grisalhos, usa óculos com armação preta, veste toga de gala de desembargador.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 1996
Retrato Preto e Branco do Ministro Faria

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Fotografia oficial, em preto e branco, posição retrato. Rosto e busto do Desembargador Helládio Toledo Monteiro, em posição frontal. Homem calvo, usa óculos com armação preta, veste toga de gala de desembargador.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 1982
Fotografia oficial, em preto e branco, posição retrato. Rosto e busto do Desembargador Hermenegildo Fernandes Gonçalves, em posição frontal. Homem de cabelos escuros, usa óculos e veste toga de gala de desembargador.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 1998
Fotografia oficial, em preto e branco, posição retrato. Rosto e busto do Desembargador João Carneiro de Ulhôa, em posição diagonal. Homem de cabelos brancos. Veste toga de gala de desembargador.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 1994
Fotografia oficial, em preto e branco, posição retrato. Rosto e busto do Desembargador José Fernandes de Andrade, em posição diagonal. Homem de cabelos brancos, usa óculos, veste toga de gala de desembargador.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 1980
Fotografia oficial, em preto e branco, posição retrato. Rosto e busto do Desembargador José Manoel Coelho, em posição diagonal. Homem de calvo, usa óculos com armação preta, veste toga de gala de desembargador.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 1992
Fotografia oficial, em preto e branco, posição retrato. Rosto e busto do Desembargador Juscelino José Ribeiro, em posição frontal. Homem calvo, usa óculos com armação escura, veste toga de gala de desembargador.<br /><br />
Editor<br /><br />

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 1981
Fotografia oficial, em preto e branco, posição retrato. Rosto e busto do Desembargador Luiz Cláudio de Almeida Abreu, em posição doagonal. Homem de cabelos grisalhos, usa óculos com armação escura, veste toga de gala de desembargador.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 1992
Fotografia oficial, em preto e branco, posição retrato. Rosto e busto do Desembargador Luiz Vicente Cernicchiaro, em posição frontal. Homem de cabelos grisalhos, usa óculos com armação escura, veste toga de gala de desembargador.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 1986
Fotografia oficial, em preto e branco, posição retrato. Rosto e busto do Desembargador Valtênio Mendes Cardoso, em posição frontal. Homem calvo, com bigode, usa óculos com armação escura, veste toga de gala de desembargador.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 1990
Fotografia oficial, em preto e branco, posição retrato. Rosto e busto da Desembargadora Maria Thereza de Andrade Braga Haynes, em posição diagonal. Mulher de cabelos curtos e escuros, usa óculos com armação escura, veste toga de gala de desembargadora.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 1988
Deusa da Justiça, de Ramon Rocha, é uma escultura sem data, medindo 160 por 50 centímetros. A obra, feita por soldagem de sucata, apresenta uma figura feminina esguia e estilizada, em pé, com os braços levantados. Na mão direita, ela segura uma espada vertical, e na esquerda, uma balança de dois pratos. A figura é composta por diversas peças metálicas soldadas, criando uma textura rica e um visual industrial. A cabeça é pequena e abstrata, sem feições definidas, e o corpo é alongado e angular. A cor predominante é um tom de cobre ou bronze oxidado, com reflexos metálicos. A base é sólida e escura, proporcionando estabilidade. A obra transmite a força e a simbologia da justiça, com um toque de modernidade e originalidade na sua execução.

Ramon Rocha sem data
Deusa da Justiça, de Aulion, é uma pintura a óleo sobre tela de 2021, medindo 92 por 62 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, retrata uma figura feminina estilizada, representando a Deusa da Justiça, em plano médio. Ela está de perfil, com o rosto levemente inclinado para baixo e olhos vendados por uma faixa clara. Seus cabelos, em tons de cinza e branco, estão presos em um coque alto. Veste uma túnica clara que revela parte de seu ombro. À esquerda, no fundo, uma balança de dois pratos, símbolo da equidade, aparece em tons escuros sobre um fundo marrom texturizado. À direita, atrás da figura, a empunhadura de uma espada, símbolo da força da lei, é visível. A paleta de cores é composta por tons terrosos, marrons, cinzas e um toque de verde. A iluminação suave cria um ambiente de seriedade e contemplação. A pintura evoca a imparcialidade e a força da justiça, com uma representação moderna e simbólica.

Aulion 2021
Entalhe em madeira intitulado “Deusa da Justiça”, do artista Paulo Roberto da Cunha, criado em 2010, com dimensões de 82 por 56 centímetros. A superfície apresenta tonalidade marrom quente, com sulcos e relevos marcados pelo trabalho manual. No centro da composição, uma figura sentada aparece de perfil, voltada para a direita. A cabeça está coberta por uma venda esculpida. Um dos braços se estende à frente, sustentando uma balança com dois pratos suspensos. O outro braço permanece próximo ao corpo, junto a uma espada vertical apoiada na perna esquerda, com forma alongada e discreta, integrada ao relevo. Sobre as pernas, há uma tábua de leis inclinada, com inscrições em relevo, incluindo a palavra “LEX” e números romanos. As vestimentas apresentam dobras marcadas, e os pés calçam sandálias detalhadas. A cena é envolvida por uma moldura também em madeira, formando um conjunto compacto que transmite equilíbrio, firmeza e ordem, com volumes definidos e textura perceptível ao toque.

Paulo Roberto da Cunha 2010
A obra, intitulada "Deusa da Justiça", é uma pintura em técnica mista sobre tela do artista Elson Nascimento, criada em 2017. Com 80 por 60 centímetros, a tela retrata a figura clássica da Deusa da Justiça, Têmis, com interpretação vibrante. A deusa é apresentada em plano médio, com os olhos vendados por uma faixa cinza, simbolizando a imparcialidade. Em sua mão direita, ela segura uma espada prateada, apontada para cima, representando a força da lei. Na mão esquerda, balanças douradas, em equilíbrio, simbolizam a equidade. Ela veste uma túnica fluida em tons de bege e branco. O fundo da pintura é uma explosão de cores quentes, predominantemente laranjas, vermelhos e amarelos, com pinceladas largas e dinâmicas que criam movimento e energia. A obra convida à reflexão sobre os princípios fundamentais da justiça, com intensidade visual.

Elson Nascimento 2017
Discurso de inauguração - Dr. Luis Martius

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 14/04/2025
Discurso de inauguração - Gabriela

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 14/04/2025
Discurso de inauguração - Marcelo

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 14/04/2025
Discurso de inauguração - Primeiro Vice Presidente

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 14/04/2025
Documento oficial do TJDFT contendo o discurso proferido pelo Desembargador Deocleciano Elias de Queiroga. Suporte papel oficio branco, tamanho A4. Texto impresso na cor preta. Documento digitalizado. Original em bom estado de conservação.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 17/02/1997
Obra Dois Jarros e Uma Viola, de Tony Lima, produzida em 2013 em óleo sobre tela. Medindo 160 por 200 centímetros, a pintura apresenta uma composição geométrica em tons suaves de bege, marrom, cinza, rosa e verde-oliva. No centro, uma grande viola aparece inclinada na diagonal, dominando a cena. À frente, na parte inferior, dois jarros arredondados repousam sobre uma superfície escura ao lado de frutos verde-oliva. Ao fundo, um mosaico de formas geométricas organiza pequenas casas, árvores, pássaros e elementos decorativos distribuídos em compartimentos verticais e horizontais. Círculos, triângulos, listras e padrões repetidos criam ritmo visual e sugerem uma paisagem imaginária e fragmentada. Em diferentes pontos da tela, aves pousam sobre galhos e estruturas, enquanto frutos pendem das árvores estilizadas. A composição combina natureza, arquitetura e objetos do cotidiano em uma linguagem próxima ao cubismo, valorizando equilíbrio, repetição de formas e harmonias cromáticas delicadas.

Tony Lima 2013
Dom Quixote 2, de Alexsandro Almeida, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 70 por 110 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, exibe uma cena vibrante e colorida, com estilo popular. À esquerda, um homem de chapéu de palha monta um burro marrom. À direita, um homem de bigode e armadura branca cavalga um cavalo branco, empunhando uma lança. Ambos estão em um campo verde com corações vermelhos. O fundo é abstrato e dinâmico, com formas geométricas coloridas em tons de azul, amarelo, laranja, roxo e rosa, lembrando bandeiras ou moinhos de vento. A paleta de cores é intensa e alegre, e as pinceladas expressivas criam uma atmosfera lúdica e fantástica, evocando a história de Dom Quixote com vivacidade.

Alexsandro Almeida sem data
Domingo, obra de Norma Autuori de Lima. Pintura a óleo sobre tela, medindo 90 por 130 centímetros. A composição retrata uma paisagem ao ar livre em tons de outono. À esquerda, uma árvore de copa volumosa exibe folhas amarelas e douradas, com folhas caídas no chão. Ao centro, um campo verde-amarelado se estende até o horizonte. À direita, um caminho pavimentado conduz em diagonal até um edifício moderno ao fundo, com fachada de grandes vidraças brancas e um espelho d'água à sua frente. Pequenas figuras humanas caminham pelo passeio, sugerindo um domingo tranquilo. O céu azul com nuvens suaves completa a cena. As pinceladas visíveis conferem leveza e textura à obra.

Norma Autuori de Lima sem data
Audiodescrição da obra "Duas Irmãs - Palácio da Alvorada", de Luciana Navarro. A obra, intitulada "Duas Irmãs - Palácio da Alvorada", é uma fotografia da artista Luciana Navarro, sem data de criação registrada. Mede 30 por 45 centímetros. A imagem apresenta uma vista noturna do Palácio da Alvorada, em Brasília, com foco nas duas esculturas femininas de bronze, conhecidas como "As Banhistas" ou "As Gêmeas", de Alfredo Ceschiatti, que adornam o espelho d'água. As esculturas estão em primeiro plano, com suas formas fluidas e contornos suaves, refletindo-se na superfície calma da água. Ao fundo, a arquitetura modernista do palácio, com suas colunas em forma de arcos, é iluminada. O céu noturno, em tons de azul escuro, complementa a cena, conferindo uma atmosfera de tranquilidade e grandiosidade. A fotografia captura a beleza e a harmonia entre a arte e a arquitetura, destacando a icônica paisagem de Brasília.

Luciana Navarro sem data
Formatos de Saída

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