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Olá. Hoje vamos conhecer a obra "Morro", da artista brasileira Esther Joffily, datada de 1961. Esta obra é uma xilogravura, uma técnica que utiliza matriz de madeira para impressão, e possui dimensões de 56 centímetros de altura por 31 centímetros de largura. Imagine uma imagem em preto e branco, com traços fortes e contrastantes. Estamos diante de uma cena urbana que retrata o dia a dia em uma comunidade em um morro. A xilogravura se apresenta em um formato vertical. No centro da composição, observamos um aglomerado de barracos de madeira, empilhados uns sobre os outros de forma irregular, acompanhando a inclinação do terreno. Os traços da gravura revelam a textura da madeira e a simplicidade das construções. Podemos identificar pequenas figuras humanas e animais circulando pelas escadarias e ruelas estreitas que serpenteiam entre as habitações. Uma figura carrega algo na cabeça, outra sobe uma escada de madeira... A sensação de movimento e vida é constante. Em primeiro plano, no pé do morro, destacam-se varais com roupas estendidas, carrinhos de mão e outras ferramentas de trabalho, sugerindo a rotina e o labor dos moradores. A obra "Morro" de Esther Joffily nos transporta para um cenário repleto de detalhes e texturas, capturando a essência e a energia da vida em uma comunidade urbana no Brasil da década de 1960. Esperamos que você tenha apreciado esta breve jornada visual pela obra "Morro". Obrigada por nos acompanhar!

Esther Joffily 1961
Morro e Cais

Rossini Perez 1959
A gravura, em tons predominantemente escuros de preto, cinza e marrom, apresenta uma composição abstrata e geométrica que evoca uma paisagem urbana ou portuária. Linhas fortes, tanto verticais quanto horizontais, se entrelaçam, criando uma rede de formas que sugerem construções, embarcações e estruturas de cais. No centro da imagem, áreas mais claras emergem da escuridão, delineando contornos que podem ser interpretados como fachadas de edifícios ou casarios de uma favela, contrastando com a massa escura ao redor. Há uma sensação de profundidade e sobreposição, com elementos que parecem estar em diferentes planos. A textura da gravura, resultado das técnicas de água-forte, água-tinta e maneira negra, confere um aspecto granulado e expressivo à superfície. A obra, parte da série 'Favela', mede 45 por 44 centímetros e utiliza matriz em metal. Ela captura a essência de um cenário onde o morro e o cais se encontram, em uma representação que é ao mesmo tempo robusta e sutil.

Rossini Perez 1959
Mulher no Espelho

Fernanda Corsini 2021
Mulheres de Areia

Glênio Bianchetti 1963
Mulheres de Areia. Pintura de Glênio Bianchetti, de 1963. Óleo sobre tela, medindo cinquenta e cinco por setenta e seis centímetros. A imagem apresenta formas arredondadas em tons quentes, como amarelo, laranja, ocre e marrom, sobre um fundo claro. Essas formas ocupam quase todo o espaço e se encaixam como peças de um quebra-cabeça. À esquerda, há um grande volume circular. No centro e à direita, aparecem formas alongadas e curvas, que lembram corpos deitados ou agrupados, mas sem detalhes de rosto ou partes do corpo. As separações entre as formas são marcadas por áreas mais escuras. As cores se misturam de forma suave, sem contornos definidos. A obra segue um estilo modernista, com formas simplificadas e poucos detalhes, aproximando-se da abstração. O foco está mais nas cores e nos volumes do que na representação fiel da realidade.

Glênio Bianchetti 1963
Mutirão, de Sérgio Vidal, 2015. Óleo sobre tela, medindo 54 por 65 centímetros. A pintura mostra a construção comunitária de uma casa de tijolos aparentes. No centro da cena, a edificação está em fase de obra. Diversas pessoas trabalham juntas carregando baldes, assentando tijolos, misturando argamassa, utilizando pás e transportando pedras em um carrinho de mão. Sobre a estrutura, três pessoas atuam na montagem da cobertura de madeira, acessada por escadas. No primeiro plano, aparecem pilhas de tijolos, montes de areia e brita, além de ferramentas espalhadas pelo chão. À direita, uma grande árvore se destaca ao lado da construção. Mais ao fundo, vê-se um conjunto de casas e um pequeno grupo reunido em torno de uma mesa. Em tons suaves de marrom, cinza, azul e rosa, a obra enfatiza a solidariedade, o trabalho coletivo e a participação da comunidade na construção de uma moradia.

Sérgio Vidal 2015
Na Cor da Cidade

Liselena Dalla Corte 2020
Não Consigo Falar

Fernanda Corsini 2021
Fotografia oficial, em preto e branco, posição retrato. Rosto e busto do Desembargador Natanael Caetano Fernandes, em posição diagonal. Homem de cabelos e barba brancos, veste toga de gala de desembargador.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Audiodescrição da obra "Navegador da Água", de Jimmy Christian. A obra, intitulada "Navegador da Água", é uma fotografia do artista Jimmy Christian, sem data de criação registrada. Mede 90 por 150 centímetros. A imagem retrata uma paisagem aquática serena ao pôr do sol, com tons vibrantes de laranja, vermelho e amarelo no céu e refletindo na água. No centro, a silhueta escura de uma pessoa em um pequeno barco, de costas, remando. Sua forma se funde com o reflexo na água, criando movimento e introspecção. O horizonte é marcado por uma linha escura. A fotografia transmite paz, solidão e a beleza efêmera do crepúsculo, com o navegador imersa na vastidão da natureza.

Jimmy Christian sem data
Audiodescrição da obra "Neblina no Vietnã", de Zuleika Ávila de Resende. A obra, intitulada "Neblina no Vietnã", é uma pintura em óleo sobre tela da artista Zuleika Ávila de Resende, sem data de criação registrada. Mede 50 por 70 centímetros. A imagem retrata uma paisagem aquática serena. No centro, um barco longo e estreito flutua sobre a água calma. Na popa, uma figura humana com chapéu cônico tradicional está em pé, segurando um remo. O fundo é composto por montanhas distantes, envoltas em tons esverdeados e azulados, que se misturam com a neblina do céu. A paleta de cores é suave, com predominância de azuis, verdes e cinzas, criando uma atmosfera de paz e quietude. A pincelada fluida transmite a sensação de um ambiente úmido e etéreo.

Zuleika Ávila de Resende sem data
Nick, de PJ Araújo, é uma obra de técnica mista de 2019, medindo 145 por 110 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, retrata uma figura humana em um momento de euforia ou liberdade, com os braços abertos e as pernas flexionadas, como se estivesse pulando ou dançando. A figura, de gênero indefinido, veste uma camiseta azul e calças vermelhas, com o rosto voltado para cima e os cabelos claros. O fundo é abstrato, composto por pinceladas largas e texturizadas em tons de cinza, vermelho, amarelo e verde, criando uma sensação de movimento e energia. A iluminação é dramática, com contrastes de luz e sombra que realçam a figura central. A pintura transmite uma sensação de alegria, leveza e celebração da vida, com um estilo expressivo e dinâmico.

PJ Araújo 2019
Níveis, do autor Markoh, é uma fotografia de 2025, medindo 32 por 45 centímetros. A obra, em formato vertical, apresenta uma composição abstrata de linhas luminosas e coloridas sobre um fundo escuro. As linhas formam estruturas que se assemelham a esferas e arcos sobrepostos, em tons de branco, azul, rosa e laranja. Há uma sensação de movimento e profundidade, como se as formas estivessem flutuando ou se desdobrando no espaço. A iluminação é difusa, realçando o brilho das linhas e criando um efeito etéreo. A fotografia transmite uma atmosfera futurista e onírica, explorando a interação entre luz, cor e forma de maneira dinâmica e envolvente.

Markoh 2025
Fotografia oficial, em preto e branco, posição retrato. Rosto e busto do Desembargador Nívio Geraldo Gonçalves, em posiçãodiagonal. Homem de cabelos grisalhos. Veste toga de gala de desembargador.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
No name, de Jaqueline Eickhoff, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 60 por 120 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma composição abstrata de faixas horizontais sobrepostas. Predominam tons terrosos de marrom, verde escuro e laranja queimado, com algumas pinceladas em azul acinzentado. As faixas variam em espessura e intensidade de cor, criando um efeito de camadas e profundidade. A textura da pintura é evidente, com pinceladas que sugerem movimento e fluidez. Algumas linhas finas e brancas atravessam as faixas, adicionando um elemento de contraste e dinamismo. A iluminação parece vir de cima, realçando as cores e as texturas. A composição transmite uma sensação de paisagem abstrata ou de elementos naturais em constante transformação, com uma estética que explora a interação entre cores e formas orgânicas e fluidas.

Jaqueline Eickhoff sem data
No Quadrado do Dia

Liselena Dalla Corte 2020
Audiodescrição da obra "O Cristo", de Marília Cecília Rey. A obra, intitulada "O Cristo", é uma pintura em acrílica sobre tela da artista Marília Cecília Rey, sem data de criação registrada. Mede 40 por 30 centímetros, com patrimônio número 228.173. A imagem apresenta uma representação de Cristo crucificado, focando na parte superior do corpo. A figura de Cristo tem a pele em tons pálidos, cabelos longos e escuros caindo sobre os ombros. Um ferimento no lado direito do peito é visível. Ele está com os braços estendidos, presos à cruz, sugerida por um fundo em tons de marrom escuro. Um pano branco envolve a cintura. O fundo da pintura é predominantemente vermelho vibrante, criando um contraste dramático com a figura central. A pincelada é expressiva e visível, conferindo um caráter emocional e intenso à obra.

Marília Cecília Rey sem data
Obra O Flamboyant e o TJDFT, de Silvia Medeiros, criada em 2015. Óleo sobre tela, medindo 50 por 70 centímetros. A pintura mostra, em primeiro plano, um amplo flamboyant com copa extensa e coberta por flores vermelhas intensas. Os galhos se espalham horizontalmente, formando uma grande mancha de cor que ocupa quase toda a largura da composição. O tronco é robusto, escuro e retorcido, apoiado sobre um gramado em tons de verde e ocre, com flores caídas ao redor. Ao fundo, surge parte do edifício do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios. A arquitetura apresenta volumes geométricos de concreto claro e grandes superfícies envidraçadas em azul suave. Acima, um céu azul luminoso completa a cena. A obra destaca o contraste entre a exuberância vermelha do flamboyant e as linhas sóbrias da arquitetura institucional.

Silvia Medeiros 2015
Audiodescrição da obra "O Sol Nasce para Todos", de Maria Marlene da Costa. A obra, intitulada "O Sol Nasce para Todos", é uma pintura em acrílica sobre tela da artista Maria Marlene da Costa, sem data de criação registrada. Mede 90 por 120 centímetros, com patrimônio número 177.384. A imagem apresenta uma pintura abstrata vibrante. No canto superior esquerdo, um ponto de luz intenso irradia inúmeras linhas finas e coloridas por toda a tela. Essas linhas, em tons de azul, verde, amarelo, laranja e roxo, criam um efeito caleidoscópico e dinâmico. À direita, as linhas se agrupam formando padrões circulares ou ovais, que lembram células ou bolhas, conferindo textura e profundidade. A composição transmite uma sensação de energia, movimento e interconexão, com a luz se espalhando e alcançando todos os elementos da obra.

Maria Marlene da Costa sem data
Objeto Entrada do Memorial

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Objeto Espaço de Exposição Congresso

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Objeto Espaço de Exposição Maquete TJDFT de Frente

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Objeto Espaço de Exposição Maquete TJDFT Lateral Direita

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Objeto Espaço de Exposição Segundo Painel Pontes de Miranda

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Objeto Espaço de Exposição Terceiro Painel Pontes de Miranda

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Objeto Hall de Entrada à Direita

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Objetos do setor - mobiliários históricos

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Objetos Entrada do Espaço História Oral

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Objetos Espaço da Toga - História Oral

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Objetos Espaço de Entrevista História Oral

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Objetos Espaço de Exibição Adorável Dançarina Espanhola

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Objetos Espaço de Exposição Bancada Inicial

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Objetos Espaço de Exposição Cadeados

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Objetos Espaço de Exposição Caminhantes

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Objetos Espaço de Exposição Casos Criminais

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Objetos Espaço de Exposição Des. Pontes de Miranda

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Objetos Espaço De Exposição Desembargadores

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Objetos Espaço de Exposição Fontes Antigas

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Objetos Espaço de Exposição Galeria de Desembargadores

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Objetos Espaço de Exposição Galeria de Desembargadores 2

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Objetos Espaço de Exposição Imissão de Posse de Terreno no Núcleo Bandeirante

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Objetos Espaço de Exposição Jornalística de Pontes de Miranda

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Objetos Espaço de Exposição Maquete TJDFT posterior

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Objetos Espaço de Exposição Menina Massai

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Objetos Espaço de Exposição Morro

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Objetos Espaço de Exposição Morro e Cais

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Objetos Espaço de Exposição Móveis feitos por Pontes de Miranda

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Objetos Espaço de Exposição Quadro com Tapeçaria

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Objetos Espaço de Exposição Roda Viva

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Objetos Espaço de Exposição Zen

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Objetos Espaço História Oral

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Objetos Fotos Desembargadora Lila Pimenta Duarte

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Objetos Sala da Presidência

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Objetos Sala da Presidência 2

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
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Obras de Arte - Cenário

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Obras Raras

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Obras Raras

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Olhar Urbano

Liselena Dalla Corte 2018
Orquídeas para Athos Bulcão, de Rafael Cerqueira Nunes Carneiro, é uma acrílica sobre tela de 2022, medindo 70 por 70 centímetros. A obra, em formato quadrado, apresenta um vaso de orquídeas com flores em tons de rosa e salmão, sobre um fundo azul vibrante. O vaso, na parte inferior central, possui um padrão geométrico em preto e branco, remetendo aos azulejos de Athos Bulcão. As orquídeas têm folhas verdes escuras e hastes finas, com várias flores abertas e alguns botões. O fundo azul é preenchido com figuras estilizadas de pássaros brancos, que parecem voar ao redor das flores, adicionando um toque de leveza e movimento à composição. A iluminação é clara e uniforme, realçando as cores vivas e o contraste entre o azul do fundo e o rosa das flores. A pintura celebra a beleza da natureza e presta homenagem ao artista Athos Bulcão, incorporando elementos de seu estilo.

Rafael Cerqueira Nunes Carneiro 2022
Audiodescrição da obra "Os Candangos", de Da Silva. A obra, intitulada "Os Candangos", é uma pirogravura em couro do artista Da Silva, sem data de criação registrada. Mede 30 por 42 centímetros, com patrimônio número 240.052. A imagem apresenta uma composição em tons terrosos, predominantemente marrom-avermelhado, característico do couro. Três figuras humanas estilizadas e alongadas são o foco central. Duas delas estão em pé, com corpos esguios e cabeças pequenas, sugerindo esforço ou trabalho, com seus corpos inclinados e braços levantados. Uma terceira figura, também estilizada, parece estar deitada no plano inferior esquerdo da obra. A técnica de pirogravura confere à obra um aspecto rústico e texturizado, com linhas queimadas que definem as formas e os contornos. O fundo é simples, realçando a presença das figuras.

Da Silva sem data
Oscar Niemeyer, um retrato marcante do renomado arquiteto, pintado por Frank Hopkinson em dois mil e dezesseis. Esta obra, realizada em óleo sobre tela e medindo sessenta por oitenta centímetros, captura a essência de uma figura icônica. O retrato apresenta Oscar Niemeyer em um plano médio, com o olhar direcionado para o lado superior esquerdo, transmitindo uma expressão pensativa e serena. Sua pele, em tons quentes de pêssego e laranja, contrasta com os cabelos e o bigode brancos, que emolduram um sorriso sutil e acolhedor. Ele veste um paletó escuro, com detalhes de botões dourados que adicionam um toque de elegância à composição. O fundo da pintura é abstrato, em tons escuros de marrom e preto, com pinceladas que sugerem profundidade e movimento, sem desviar a atenção do retratado. A técnica de óleo sobre tela confere à obra uma riqueza de texturas e uma luminosidade suave, realçando os traços característicos do arquiteto. A pincelada é visível, adicionando dinamismo e expressividade ao retrato. A obra transmite uma sensação de sabedoria e humanidade, homenageando a figura de Oscar Niemeyer com uma representação que evoca sua genialidade e sua presença marcante. É um convite à contemplação da vida e do legado de um dos maiores arquitetos do Brasil.

Frank Hopkinson 2016
Fotografia oficial, posição retrato, em preto e branco. Rosto e busto do Desembargador Otávio Augusto Barbosa, com o rosto em posição frontal e o corpo levemente na diagonal. Homem de cabelos grisalhos, olhos claros, veste toga de gala de desembargador e usa o Grão-Colar da Ordem do Mérito Judiciário do Distrito Federal e dos Territórios.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 2010
Pintura intitulada “Ouro Preto”, de Lenângela, realizada em 2014 em óleo sobre tela, medindo 80 por 120 centímetros. A obra retrata uma paisagem urbana histórica de Ouro Preto, em Minas Gerais. Em primeiro plano, há um gramado iluminado em tons de verde-claro. À esquerda e ao centro, um muro de pedras em tons ocres e acinzentados percorre a cena, acompanhado por pilares de alvenaria. Por trás do muro surgem construções de telhados avermelhados e uma igreja branca com duas torres de sino. Ao fundo, colinas verdes conduzem o olhar para montanhas azuladas e suavemente esfumadas. No canto superior direito, uma árvore de folhagem densa ocupa parte do céu, com pequenos pontos vermelhos entre as folhas.

Lenângela 2014
Painéis - Pontes de Miranda -  1 - 10

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Painéis - Pontes de Miranda - 11 - 20

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Painéis - Pontes de Miranda - 21 - 28

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Obra Paisagem Gaúcha, de Carlos Scliar, 1960. Têmpera e vinil sobre madeira, medindo 55,2 por 75 centímetros. A imagem apresenta uma paisagem com formas simplificadas e contornos suaves. No centro superior, há uma construção geométrica, de cor ocre, com linhas retas e verticais, posicionada sobre uma área levemente elevada. Ao fundo, troncos altos e verticais se distribuem pelo espaço, sugerindo árvores sem detalhes de folhas. Na metade inferior, o terreno é composto por faixas curvas e sobrepostas em tons de verde e ocre, criando a sensação de caminhos ou campos organizados em camadas. Linhas finas e inclinadas atravessam o primeiro plano, lembrando cercas ou divisões de terra. As cores predominantes são verdes, amarelos e ocres, com aplicação difusa que suaviza os contornos e reduz contrastes. A composição enfatiza formas amplas e organização espacial, sem detalhamento minucioso dos elementos.

Carlos Scliar 1960
Fotografia colorida do Palácio da Justiça do Distrito Federal, na Rua Dom Manuel, inaugurado em cerimônia realizada num sábado, dia 6 de novembro de 1926, conforme se pode constatar pelo noticiário dos jornais da época, embora na ata de inauguração conste a data de 7 de novembro de 1926. Hoje abriga a sede do Museu da Justiça no Rio de Janeiro.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Fotografia em preto e branco. Vista da parte frontal do Palácio da Justiça Ruy Barbosa<br /><br />
- primeiro edifício do TJDFT. Ao fundo, na parte superior, há a vista parcial do céu e um edifício de dez andares. Fachada do edifício de vidros e concreto em estilo modernista. Próximo ao edifício há árvores e carros. À frente, na parte inferior, há um pátio em concreto com bancos, um canteiro com flores e um passeio de concreto para pedestres.<br /><br />

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 1969
Fotografia Preto e Branco do Palácio da Relação do Rio de Janeiro.<br /><br />
Com a transferência da Corte Portuguesa para o Brasil, em 1808, em decorrência das guerras Napoleônicas, a Relação do Rio de Janeiro foi transformada em Tribunal superior de última instância, com a mesma alçada da Casa da Suplicação de Lisboa.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Palácio dos Governadores na Bahia

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 1609 a 1626
Palingenesia, de Da Silva, é uma pirogravura em cortiça de 2019, medindo 79,5 por 85 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma paisagem árida onde uma árvore solitária se destaca. Sob sua copa, a estátua da Justiça emerge do solo, simbolizando um renascimento. A técnica de pirogravura confere à imagem tons sépia e marrons, com texturas que remetem à madeira queimada. A árvore, no centro da composição, possui galhos retorcidos e folhagem densa, projetando uma sombra protetora sobre a figura. A estátua da Justiça, parcialmente visível, parece brotar da terra, sugerindo a força e a permanência do ideal de justiça mesmo em ambientes desolados. O fundo é simples, com um horizonte baixo, reforçando a quietude e a resiliência da cena. A obra evoca temas de regeneração e a conexão profunda entre a justiça e a vida, transmitindo uma mensagem de esperança e renovação.

Da Silva 2019
Paraíso Invertido

Fernanda Corsini 2023
Passagem, de Cristina Pessoa, realizada em 2006 em pva sobre tela e medindo 180 por 110 centímetros, apresenta uma composição abstrata formada por retângulos concêntricos, organizados em camadas dentro de uma superfície horizontal. Ao centro, há um retângulo amplo em tom cinza claro, cercado por uma sequência de molduras retangulares que se expandem para fora. Essas molduras alternam cores neutras: bege, branco, preto e diferentes variações de cinza. As bordas são regulares, mas levemente onduladas, criando a sensação de movimento suave, como se as camadas respirassem ou pulsassem. A repetição das formas e o contraste entre claro e escuro conduzem o olhar para o interior da pintura, sugerindo profundidade e atravessamento, como um caminho ou passagem que se abre em planos sucessivos. O conjunto transmite equilíbrio e ritmo, explorando a relação entre forma, cor e espaço de maneira simples e meditativa.

Cristina Pessoa 2006
Imagem retangular na horizontal. Apresenta desenhos abstratos em preto e branco.

Ana Letycia 1960
Pássaros, uma gravura em metal de Anna Letycia, criada em 1960. A obra, medindo 35 por 50 centímetros, apresenta um contraste marcante em tons de cinza, preto e branco. No centro e à esquerda, formas brancas estilizadas emergem, sugerindo pássaros em pleno voo ou em movimento dinâmico. Seus contornos são irregulares e preenchidos com uma textura sutil, que lhes confere leveza. Na parte inferior e nas laterais, massas escuras dominam a composição, lembrando folhagens densas ou sombras profundas. Traços verticais e orgânicos criam uma sensação de vegetação exuberante, emoldurando as figuras aladas. O fundo da gravura é preenchido por diferentes tonalidades de cinza, evocando um céu nublado ou uma atmosfera densa, que acentua o mistério da cena. A técnica de gravura em metal confere à obra uma riqueza de detalhes e texturas, realçando o jogo de luz e sombra. A obra transmite uma sensação de liberdade e movimento, com a interação entre as formas claras dos pássaros e as escuras da natureza. Uma representação expressiva da artista, onde a simplicidade das formas revela uma profunda expressividade.

Anna Letycia 1960
Pintura intitulada Pelourinho, do artista Lopes, realizada em 1981, em óleo sobre tela, com 140 por 210 centímetros. A cena mostra uma rua de pedra em perspectiva, formando uma leve descida em direção ao mar, visível ao fundo como uma faixa azul no horizonte. Nas laterais da rua, há casas coloniais coloridas, próximas umas das outras, com paredes em tons de branco, azul, amarelo e rosa. Os telhados são inclinados, cobertos por telhas cerâmicas em vermelho. À direita, destaca-se uma igreja com torre alta, janelas alongadas e detalhes arquitetônicos simples. No centro da composição, algumas pessoas caminham ou conversam, distribuídas ao longo da rua de pedras irregulares. À esquerda, três figuras estão agrupadas perto de uma escadaria, vestindo roupas em cores vivas. Mais ao fundo, outros pequenos grupos aparecem, sugerindo movimento cotidiano. O céu ocupa boa parte da parte superior da imagem, em tons claros de azul com nuvens suaves. A luz é difusa, sem sombras fortes, criando uma atmosfera tranquila e luminosa. A composição valoriza a profundidade da rua e o conjunto arquitetônico do Pelourinho.

Lopes 1981
Pequena Catrina Juanita, de Marcio de Andrade, é uma fotografia sem data, medindo 75 por 50 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma criança de pele clara, com o rosto pintado como uma caveira mexicana, inspirada na figura da Catrina. Seus olhos são delineados em preto e azul, e a boca é desenhada com dentes, em um sorriso estilizado. Ela usa um chapéu vermelho adornado com velas brancas, flores amarelas e pequenas caveiras, além de um vestido vermelho com detalhes amarelos. O fundo é escuro e desfocado, realçando a figura da criança. A iluminação é suave, destacando os detalhes da maquiagem e do traje. A fotografia transmite uma celebração da vida e da morte, com a inocência da criança contrastando com a simbologia da Catrina. A composição evoca a riqueza cultural do Dia dos Mortos, com cores vibrantes e um toque de fantasia.

Marcio de Andrade sem data
Pessoal - Pontes de Miranda

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Imagem retangular na vertical. Apresenta desenhos geométricos, abstratos e coloridos.

Rubem Valentin 1965
Obra Pintura 13, de Rubem Valentim, feita em 1965 com têmpera sobre tela, medindo 100 por 73 centímetros. A imagem tem formato vertical e é organizada de forma simétrica, como se fosse dividida ao meio. No centro, há um retângulo em tom alaranjado onde aparecem formas geométricas alinhadas de cima para baixo: uma figura preta parecida com um “T”, seguida por outras formas com pontas laterais, um círculo vermelho e curvas em preto. Pequenos detalhes azuis conectam essas figuras. Nas laterais, dois painéis azuis repetem símbolos semelhantes — círculos, linhas e formas angulares em vermelho — criando um padrão que se repete dos dois lados. Na parte superior, um grande círculo alaranjado contém uma forma azul no centro. Acima das laterais, há setas azuis apontando para cima, sugerindo movimento vertical. O fundo é verde-acinzentado e contrasta com as cores fortes da pintura: vermelho, azul, preto e laranja.

Rubem Valentim 1965
Placa de inauguração

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Placa de inauguração

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 14/04/2025
Fotografia em preto e branco do Palácio da Justiça do TJDFT. Ao fundo, na parte superior à esquerda, há a vista parcial do céu e, na parte superior à direita, o edifício de concreto. À frente, há nove homens que são magistrados do Tribunal. Eles usam roupas sociais - ternos e gravatas. O Desembargador José Júlio Leal Fagundes, ao centro, planta uma árvore – o ipê, que embelezaria o local. Os outros magistrados ao redor apreciam o plantio.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 1967
Audiodescrição da obra "Poder", de Loreni Schenkel. A obra é uma pintura abstrata vertical, em acrílica, grafite e verniz sobre tela, medindo 154 por 70 centímetros. Patrimônio número 237.581. A data de criação não está registrada. A composição apresenta manchas difusas em tons de roxo escuro, lilás, cinza e branco, com toques de amarelo dourado. As áreas mais escuras concentram-se nas bordas superior e inferior, enquanto o centro revela uma região mais clara, com branco e lilás suave, evocando luz emergindo entre sombras. Os pontos dourados adicionam vibração e contraste. A transição entre as cores é fluida, sugerindo formações nebulosas ou paisagens geológicas. A textura da superfície, reforçada pelo grafite e pelo verniz, transmite profundidade e movimento.

Loreni Schenkel sem data
"Polis 4", uma fotografia em preto e branco de Mônica Machado, nos convida a um olhar contemplativo sobre a paisagem urbana. A imagem, enquadrada por uma moldura clara, revela uma cena capturada através de um reflexo, possivelmente em uma superfície de água ou vidro, que distorce e reinterpreta a realidade. No centro da composição, vemos a silhueta de uma construção, que se assemelha a um telhado inclinado com texturas onduladas, como se fossem telhas ou a superfície da água em movimento. Ao redor dessa estrutura, emergem formas que sugerem árvores com folhagens densas, suas copas e galhos se misturando e se espelhando de maneira abstrata. Linhas horizontais escuras cortam a imagem em três faixas, adicionando uma camada de profundidade e complexidade à cena. Essas linhas podem representar grades, janelas ou até mesmo a marcação de um horizonte invertido, criando uma sensação de sobreposição e fragmentação. A paleta de tons de cinza, do mais claro ao mais escuro, acentua o contraste e a dramaticidade da obra, enquanto a técnica de reflexo transforma elementos cotidianos em uma composição quase onírica. A fotografia de Mônica Machado nos desafia a ver além do óbvio, explorando a beleza e a poesia nas distorções do mundo ao nosso redor.

Mônica Machado 2014
A obra, intitulada "Ponte Costa e Silva", é uma pintura em óleo sobre tela do artista Milan Dusek, criada em 1982. Mede 40 por 70 centímetros. A imagem apresenta uma representação da Ponte Costa e Silva, em Brasília. A ponte, em tons de branco e cinza claro, se estende em um arco suave sobre um corpo d'água azul escuro. As margens do rio são cobertas por vegetação em tons de verde vibrante. Ao fundo, a silhueta de edifícios modernos da cidade de Brasília pode ser vista sob um céu azul claro com nuvens esparsas. A pintura utiliza uma paleta de cores suaves e pinceladas fluidas, criando uma atmosfera calma e serena. A obra celebra a arquitetura modernista de Brasília e a beleza de sua paisagem urbana.

Milan Dusek 1982
Pontes de Miranda - Cenário

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Pontes de Miranda Banner

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
A obra, intitulada "Pôr do Sol 103 Street", é uma pintura a óleo sobre tela da artista Maria Clara Marra, criada em 2018. Com medidas de 70 por 100 centímetros, a tela apresenta uma paisagem urbana ao entardecer, dominada por tons quentes e contrastes dramáticos. Em primeiro plano, silhuetas escuras de edifícios e árvores se erguem verticalmente, criando uma moldura para o céu vibrante. O sol se põe no horizonte, pintando o céu com uma paleta intensa de laranjas, vermelhos e amarelos, que se misturam a nuvens em tons de roxo e cinza. A luz alaranjada do pôr do sol reflete-se sutilmente em algumas superfícies, adicionando profundidade à cena. A técnica de óleo sobre tela confere uma textura rica e pinceladas expressivas, que capturam a beleza efêmera e a atmosfera melancólica de um pôr do sol em meio à cidade.

Maria Clara Marra 2018
Primeiro acórdão do Tribunal de Justiça sobre Agravo de Petição em caso de Acidente de Trabalho, em formato papel A4. Em bom estado de conservação.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 02/06/1961
Uma pintura a óleo vertical revela uma cena de profunda ternura. À esquerda, uma menina de pele clara e trança lateral veste um vestido amarelo vibrante. Ela está de perfil, com os olhos fechados, encostando suavemente os lábios no focinho de um cavalo branco. Sua mão repousa delicadamente na face do animal. O cavalo, que preenche a maior parte da tela à direita, possui crina escura e um olhar calmo e expressivo. Ele inclina a cabeça, aceitando o gesto de carinho da criança. Ao fundo, o ambiente sugere um estábulo iluminado por uma luz suave, que destaca a pureza e a inocência desse vínculo. A obra transmite uma sensação de paz e conexão absoluta entre os dois.

Sheyla Lino 2017
Primeiro Concurso de Desenho

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Processos Históricos - Cenário

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Promessa Chão, de Alliny Nunes, é uma fotografia em preto e branco, sem data, medindo 40 por 60 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta um grupo de sete pessoas, de diferentes idades, sorrindo e se abraçando, sugerindo uma família. No centro, um homem de óculos e cabelos claros, com um sorriso acolhedor, é abraçado por crianças e jovens. Todos estão vestidos com roupas claras, que se mesclam ao fundo. A composição é um close-up, focando nos rostos e expressões de felicidade e união. A iluminação suave realça os detalhes e as texturas, criando uma atmosfera íntima e calorosa. A fotografia transmite amor, cumplicidade e alegria, celebrando os laços familiares e a promessa de um futuro juntos.

Alliny Nunes sem data
prorrogacao-edital-1-2014

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Sem data. Tapeçaria emoldurada em madeira, na horizontal, medindo aproximadamente 128 por 92 centímetros. Ao centro, uma composição de folhas grandes e alongadas ocupa quase toda a área. As folhas aparecem sobrepostas, em diferentes tons de verde, do claro ao escuro, com contornos marcados e formato pontiagudo, sugerindo vegetação densa. Entre as folhas, destacam-se flores estilizadas em tons de laranja e amarelo, distribuídas ao longo da parte superior. O fundo é dividido em duas faixas principais. Na parte inferior, predominam listras verticais finas nas cores verde e roxa. Na parte superior, o fundo é mais uniforme, em tom claro, próximo ao lilás. A superfície têxtil apresenta trama visível, com pequenos pontos regulares que reforçam o caráter artesanal da peça

Celeste sem data
Quadro Des Antônio Mello Martins

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Olá! Bem-vindos à audiodescrição do "Quadro Entalhe em Madeira", uma obra de artista desconhecido, com o patrimônio número 022.916. Este painel retangular vertical, medindo 29 por 69 centímetros, é uma peça de entalhe em alto-relevo que nos transporta para uma cena mitológica. No centro superior, uma figura humana jovem, que pode ser um anjo ou um cupido, é retratada em movimento, com o corpo levemente inclinado. Acima e atrás dela, uma imponente águia de asas abertas se destaca, com suas garras interagindo com o jovem. Esta composição evoca o mito de Ganimedes sendo levado pela águia de Zeus. A textura da madeira é visível, com marcas que revelam o trabalho artesanal. Na parte inferior, elementos sugerem uma paisagem rochosa ou montanhosa. A madeira, em um tom marrom avermelhado quente, apresenta variações de tonalidade que realçam o volume das figuras. O acabamento em verniz ou cera confere um brilho suave à superfície, convidando à contemplação desta peça rica em detalhes e simbolismo.

desconhecido sem data
Fotografia oficial, posição retrato, em preto e branco. Rosto e Busto do desembargador Raimundo Macedo, na diagonal, olhando para a esquerda. Homem de cabelos brancos, meio calvo, veste   toga de desembargador e usa óculos para correção da visão.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Recepção

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Recepção

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Recepção -  Novas Aquisições

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Refletindo, de Armando Cunha, é uma pintura a óleo sobre tela de 2024, medindo 120 por 80 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata com formas orgânicas e geométricas interligadas, em uma paleta de cores vibrantes e terrosas. Predominam tons de amarelo, verde-limão, azul-claro, marrom, cinza e rosa pálido. Há figuras que remetem a rostos ou perfis humanos, com olhos e narizes estilizados, sugerindo reflexão ou introspecção. As formas são contornadas por linhas finas em preto e branco, que adicionam dinamismo e separam os planos. A iluminação é suave, realçando as texturas e as sobreposições das cores. A pintura evoca uma sensação de mistério e contemplação, convidando o observador a interpretar as formas e as emoções transmitidas.

Armando Cunha 2024
A obra, intitulada "Refugiados", é uma pintura a óleo sobre tela do artista Cassiano Araújo, criada em 2017. Com medidas de 70 por 200 centímetros, a tela apresenta uma composição horizontal que retrata uma multidão de pessoas em movimento, sugerindo uma jornada ou fuga. As figuras são representadas de forma abstrata, com pinceladas soltas e cores vibrantes, como tons de vermelho, laranja, azul e branco, que se misturam e se sobrepõem, criando uma sensação de dinamismo e urgência. As cores quentes predominam no centro da tela, enquanto as bordas apresentam tons mais frios, como azuis e cinzas. A massa de corpos transmite a ideia de um coletivo em busca de um novo lar. A obra é um poderoso comentário visual sobre a crise humanitária dos refugiados, convidando o observador a refletir sobre a resiliência e a esperança em meio à adversidade.

Cassiano Araújo 2017
Fotografia colorida. Em primeiro plano, mulher ao centro com cabelos curtos e claros, usando vestido claro, acompanhada de um senhor à esquerda, que usa terno, óculos, é calvo e usa bigode e outro senhor à direita, calvo que usa barba e veste terno. Ao fundo há uma placa de inauguração.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 1999
Fotografia em Preto e Branco do Edifício da Relação da Corte do Rio de Janeiro

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Relações

Liselena Dalla Corte 2019
resultado-final-2014

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retificacao-edital-1-2014

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