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"Retirantes", uma obra impactante do artista Carl Brussel, criada em mil novecentos e oitenta e seis. Esta pintura, realizada em óleo sobre tela e medindo noventa e dois por setenta e três centímetros, retrata a dura realidade da migração. A composição apresenta figuras humanas estilizadas, com formas angulares e alongadas, que transmitem uma sensação de movimento e cansaço. No primeiro plano, uma mulher com um chapéu grande e branco na cabeça, e um vestido em tons de azul acinzentado, caminha carregando uma cesta. Seu olhar é direcionado para frente, mas sua postura sugere resignação. Ao seu lado e um pouco atrás, outras figuras, também estilizadas, a acompanham, formando um grupo coeso. As cores predominantes são tons terrosos, cinzas, azuis pálidos e brancos, que evocam a paisagem árida e a poeira do caminho. A técnica de óleo sobre tela confere à obra uma textura rica e uma profundidade que acentua a dramaticidade da cena. O fundo da pintura é composto por planos geométricos e cores claras, que sugerem um horizonte distante e a vastidão do percurso. A luz incide de forma difusa, criando um ambiente de melancolia e esperança. A obra "Retirantes" transmite uma sensação de resiliência e a força do espírito humano diante das adversidades. É um tributo àqueles que buscam um novo começo, carregando consigo a história e a esperança de um futuro melhor.

Carl Brussel 1986
Quadro retangular vertical.  A obra é uma retrato de Juscelino Kubitschek. A pintura compõe-se de fundo em cores claras com tons azuis e marfim e uma representação figurativa de um homem à esquerda olhando para o canto inferior à direita. O homem tem cabelos escuros, usa terno preto, camisa branca e gravata listrada de preto e vermelho. Esta pintura foi a primeira obra de arte a integrar o acervo do TJDFT.

Di Cavalcanti Produção: 1961
Pintura em formato vertical, com cerca de noventa centímetros de altura por sessenta e três centímetros de largura. A obra apresenta um retrato em meio corpo de JK posicionada levemente de perfil, voltada para o lado esquerdo da composição. A figura ocupa a maior parte da tela. O rosto está inclinado levemente para baixo, com olhar direcionado para longe, fora do campo visual do espectador. Os traços faciais são simplificados, com contornos definidos e áreas de sombra que modelam o volume. JK veste um traje formal composto por paletó em tom avermelhado escuro, camisa clara e gravata em tonalidade mais escura, criando contraste. O corpo se inclina em diagonal, ocupando o canto inferior direito da composição. O fundo é dividido em duas áreas de cor lisa, sem detalhes: à esquerda, um azul suave; à direita, um tom claro próximo ao branco ou bege. Essa divisão cria um contraste cromático que destaca a figura principal. A pincelada é visível, com aplicação de tinta característica da pintura a óleo. As cores são sóbrias, com predominância de tons quentes no vestuário e frios no fundo.

Di Cavalcanti 1961
Esta é a obra 'Roda Viva', uma arte têxtil de 12 pontas criada por Marcos Félix em 2022. Com 55 centímetros de diâmetro, a peça é composta por diversas linhas e madeira, apresentando uma complexa mandala em tons de amarelo, cinza e cinza escuro, emoldurada por um fundo marrom profundo. No centro, um pequeno hexágono em cinza escuro e branco dá início a uma série de padrões geométricos que se expandem. Camadas de linhas amarelas vibrantes e cinzas claras se entrelaçam, formando estrelas e polígonos que se sobrepõem, criando uma sensação de profundidade e movimento. As doze pontas da estrutura externa são claramente definidas por linhas amarelas e cinzas mais escuras, que se projetam para fora, lembrando raios de uma roda. A técnica de arte têxtil confere à obra uma textura rica e um visual tridimensional, convidando o observador a explorar seus detalhes e a harmonia de suas formas.

Marcos Félix 2022
Fotografia oficial, em preto e branco, posição retrato. Rosto e busto do Desembargador Romão Cícero de Oliveira, em posição frontal. Homem de cabelos e barba brancos, usa óculos com armação preta, veste toga de gala de desembargador.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Fotografia oficial, em preto e branco, posição retrato. Rosto e busto do Desembargador Romeu Gonzaga Neiva, homem de cabelos grisalhos e sobrancelhas grossas. Veste toga de desembargador.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Olá! Bem-vindos à audiodescrição da obra "Ronda", da artista Mirele Brant. Esta é uma pintura a óleo sobre tela, medindo 83 por 96 centímetros, com o patrimônio número 225.076. A obra nos apresenta uma figura feminina nua, deitada horizontalmente em uma composição onírica. Seus olhos estão fechados, sugerindo um sono profundo ou meditação. Longos cabelos pretos e ondulados se espalham fluidamente pela tela, enquanto um adorno floral em tons de amarelo e laranja, como girassóis, enfeita sua cabeça. O braço direito da mulher pende suavemente sobre a borda de uma superfície terrosa e alaranjada que ocupa a parte inferior da tela. No canto superior esquerdo, contra um céu azul claro, quatro pássaros pretos voam em silhueta, adicionando um toque de liberdade à cena. A paleta de cores suaves, com o azul do céu, o tom de pele claro da figura e o laranja terroso, cria uma atmosfera de paz e conexão com a natureza. "Ronda" é uma obra que convida à contemplação e à introspecção, transmitindo uma sensação de entrega e serenidade.

Mirele Brant sem data
Rosa Vermelha, uma pintura vibrante da artista Cecília Prudente, criada em dois mil e dezessete. Esta obra, com cinquenta por cinquenta centímetros, é uma fusão de tinta acrílica e óleo, resultando em uma textura rica e cores intensas. No centro da tela, uma única rosa vermelha se destaca, preenchendo quase todo o espaço. Suas pétalas, em diversos tons de vermelho, do escarlate profundo ao carmesim brilhante, se desdobram em camadas, criando uma sensação de profundidade e volume. A luz parece incidir suavemente sobre as bordas das pétalas, realçando suas curvas e aveludado. O miolo da rosa, mais escuro e denso, convida o olhar a se perder em suas profundezas, enquanto as pétalas externas se abrem graciosamente. O fundo da pintura é um tom escuro e uniforme, quase preto, que serve para acentuar ainda mais a intensidade e a paixão da rosa. A técnica mista de acrílica e óleo confere à obra uma qualidade tátil, onde se pode quase sentir a suavidade das pétalas. A composição é simples, mas poderosa, focando na beleza singular da flor. A obra transmite uma sensação de amor, beleza e intensidade, capturando a essência atemporal da rosa vermelha.

Cecília Prudente 2017
A obra, intitulada "Rui Barbosa", é uma pintura a óleo sobre tela do autor Frank Hopkinson, criada em 2016. Com medidas de 60 por 80 centímetros, a tela apresenta um retrato de busto de Rui Barbosa, voltado para a direita, com um olhar direto e expressivo. Seus traços faciais são marcados, com um bigode farto e óculos de aro fino. Ele veste um terno escuro com uma camisa branca e uma gravata borboleta, conferindo-lhe uma postura formal e intelectual. O fundo da pintura é em tons de marrom escuro, realçando a figura central e a iluminação. A técnica de óleo sobre tela confere à obra uma textura rica e profundidade. A obra evoca a figura de Rui Barbosa, importante jurista, político e escritor brasileiro, transmitindo sua seriedade e inteligência. A assinatura do artista é visível no canto inferior direito.

Frank Hopkinson 2016
A obra, intitulada "Rui Barbosa", é uma peça de Frank Hopkinson, criada em 2017. Utilizando gesso e tinta a óleo metálica sobre tela de aço e compensado, a obra possui 128 por 91 centímetros. É um busto em relevo que retrata Rui Barbosa, com um olhar sério e penetrante, voltado para a direita. Seus traços faciais são marcados, com um bigode farto e óculos redondos. Ele veste um terno formal com gravata borboleta. A textura metálica da tinta a óleo confere à obra um aspecto robusto e atemporal. O fundo é texturizado, sugerindo um pergaminho antigo ou superfície desgastada. A assinatura do artista e o ano estão discretamente visíveis. A obra evoca a figura imponente de Rui Barbosa e a solidez de seu legado.

Frank Hopkinson 2017
Sacellum, fotografia com equalização total, de Salveci dos Santos, 2016. Medindo 50 por 75 centímetros. A imagem apresenta uma composição abstrata e simétrica, construída a partir da repetição e do espelhamento de elementos arquitetônicos. No centro, formas retangulares lembram pequenas janelas ou nichos dispostos em sequência. Ao redor, superfícies texturizadas em tons quentes de laranja, cobre, marrom e bege criam um efeito visual de profundidade. A simetria horizontal e vertical faz com que os elementos se reflitam uns nos outros, formando uma estrutura que sugere um espaço sagrado ou um altar visto de maneira fragmentada. Nas extremidades, áreas curvas e claras contrastam com as texturas mais densas do centro. O conjunto produz uma sensação de equilíbrio, ritmo e contemplação, marcada por padrões repetidos e cores terrosas.

Salveci dos Santos 2016
Saio de Mim

Fernanda Corsini 2021
Sala de Estudos

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Sala de Estudos

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Sala de Estudos e Autoridades

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 14/04/2025
Sala de estudos em grupo

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Sala de magistrados

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Sala dos Magistrados

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Savana

Liselena Dalla Corte 2018
Imagem retangular na vertical. Apresenta cores escuras e amarronzadas. Representação abstrata.

Bernardo Cid
Pintura em formato vertical, inserida em moldura de madeira clara com detalhes dourados. A composição apresenta uma cena abstrata, em tons de marrom, ocre e sépia, com contraste entre luz e sombra. No centro da imagem, há um conjunto de formas orgânicas sobrepostas, criando uma estrutura visual densa. Essas formas lembram partes de corpos ou máscaras, com aberturas que sugerem olhos e cavidades. À esquerda, observa-se uma figura com parte superior arredondada. Abaixo, duas formas ovais lembram olhos vazados. No centro, um formato escuro remete a um coração. Mais abaixo, uma forma semelhante a uma boca com dentes visíveis. Na parte inferior esquerda, aparecem duas pequenas figuras humanas esquemáticas, com pernas finas, posicionadas sobre uma superfície plana. À direita, há formas volumosas com recortes que lembram rostos desestruturados. Algumas dessas formas são atravessadas por linhas diagonais. No centro inferior da pintura, uma área clara sugere um ponto de luz, contrastando com o fundo escuro. Predominam tons terrosos, com iluminação suave e difusa, que destaca volumes e cria profundidade. A composição transmite sensação de densidade e ambiguidade, com formas que evocam corpos e máscaras fragmentadas.

Bernardo Cid sem data
Sem título, de Lya Astrid, é uma fotografia em preto e branco, sem data, medindo 60 por 90 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta um close-up de um bebê dormindo, deitado de lado. A pele do bebê é clara e macia, e seus cabelos escuros e finos estão levemente despenteados. As mãos pequenas estão unidas perto do rosto, em uma posição delicada e serena. O rosto do bebê está relaxado, com os olhos fechados e uma expressão de paz. O fundo é suavemente desfocado, com texturas que sugerem um cobertor ou lençol. A iluminação é difusa, realçando a delicadeza da pele e os contornos suaves do rosto. A fotografia transmite inocência, tranquilidade e ternura, capturando a beleza e a fragilidade da vida em um momento de descanso profundo.

Lya Astrid sem data
Obra “Sem Título”, de Siron Franco, sem data, realizada em óleo sobre tela, com 109 por 100 centímetros. A pintura mostra uma figura humana em pé, centralizada, ocupando quase toda a altura da composição. A figura veste uma roupa longa em tom azul e está descalça, com os pés apoiados sobre uma superfície terrosa em tons quentes. No centro do corpo, a figura segura à frente do peito um tecido claro, onde aparece o desenho de um rosto. Ao redor, a paisagem é árida e escura, com árvores secas, troncos queimados e uma estrada sinuosa que se estende ao fundo. À esquerda, há uma pequena estrutura inclinada, sugerindo destruição. O céu é carregado, em tons de azul, cinza e marrom, criando uma atmosfera densa. As cores contrastam entre o azul da vestimenta e os tons terrosos e queimados da paisagem, reforçando a presença isolada da figura humana em um ambiente devastado.

Siron Franco Sem Data
Olá! Bem-vindos à audiodescrição da obra 'Série Corpo e Alma', da artista Norma Stela. Esta é uma pintura que nos transporta para uma paisagem noturna ou crepuscular, dominada por tons escuros e terrosos, com toques de amarelo suave. No centro da composição, três árvores de copas densas e escuras se destacam, criando uma silhueta imponente. À direita delas, duas figuras humanas, pequenas e estilizadas, caminham por um caminho que parece ser iluminado por uma luz amarelada, quase mística. Ao fundo, à esquerda, podemos vislumbrar as silhuetas de construções, possivelmente casas, com pontos de luz sugerindo janelas acesas, adicionando um toque de vida e mistério à cena. O céu, carregado e escuro, apresenta uma textura esfumaçada que evoca a sensação de névoa ou uma noite nublada, contribuindo para a atmosfera introspectiva da obra. A técnica utilizada, embora não especificada, sugere um desenho, talvez em carvão ou pastel seco, devido ao seu efeito granulado e às transições suaves entre as sombras, que conferem profundidade e delicadeza à imagem. Com medidas de 33 por 27,5 centímetros, 'Série Corpo e Alma' é uma obra que convida à contemplação, transmitindo uma sensação de quietude e introspecção. Seu patrimônio é o número 004.036. Uma verdadeira joia que nos faz refletir sobre a conexão entre o corpo e a alma em meio à natureza e à noite.

Norma Stela -
Sobre o Traçado n 21, de Rita Brasil, é uma pintura a óleo sobre tela de 2018, medindo 100 por 160 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma composição abstrata vibrante, dividida verticalmente em duas seções. À esquerda, predominam tons de laranja, amarelo e azul, com formas orgânicas que se assemelham a folhagens. À direita, a paleta de cores se concentra em tons de vermelho e verde, com padrões semelhantes, mas com intensidade diferente. Uma linha sinuosa em tons de azul e roxo atravessa o centro, conectando as duas metades e adicionando fluidez. As pinceladas são expressivas e texturizadas, criando movimento e profundidade. A iluminação é difusa, realçando a riqueza das cores e a complexidade da composição. A pintura transmite energia, vitalidade e a interconexão entre diferentes elementos, convidando o observador a uma jornada visual intensa.

Rita Brasil 2018
Obra intitulada STF, do artista Pedro Roberto da Silva Nunes, produzida em óleo sobre tela, sem data, com dimensões de 130 por 75 centímetros. A imagem apresenta uma representação do edifício do Supremo Tribunal Federal, em Brasília. Em primeiro plano, destaca-se uma figura humana estilizada, possivelmente inspirada na escultura da Justiça, posicionada de forma serena e contemplativa. Seus contornos são marcados e simplificados, transmitindo solidez e introspecção. Ao fundo, observa-se o edifício modernista com linhas horizontais e estrutura sustentada por colunas finas, característico da arquitetura de Brasília. A composição utiliza tons de azul, cinza e terrosos, criando uma atmosfera sóbria e institucional. A iluminação é suave e uniforme, reforçando a sensação de equilíbrio e estabilidade. A cena sugere a relação entre a figura simbólica da Justiça e o espaço físico onde ela se realiza, evocando autoridade, silêncio e reflexão.

Pedro Roberto da Silva Nunes sem data
A obra “STF 1”, de Alexandro Almeida, produzida em 2016 em acrílica sobre tela, apresenta uma composição abstrata de 60 por 60 centímetros, marcada pelo contraste entre formas geométricas e cores vibrantes. Sobre um fundo rosa intenso, uma forma amarela irregular ocupa a lateral esquerda, enquanto um pequeno círculo da mesma cor paira próximo ao topo. No centro da pintura, grandes faixas verticais em tons de azul e violeta descem em direção à base, ladeando formas brancas alongadas que evocam a silhueta estilizada de torres ou pilares. Na parte inferior, semicírculos em laranja, verde, preto e azul-claro introduzem curvas que dialogam com o predomínio das linhas verticais. À direita, uma estreita faixa amarela separa o conjunto central de uma larga faixa vermelha. A disposição das formas e o encontro entre cores quentes e frias criam uma composição equilibrada, dinâmica e fortemente gráfica, característica da linguagem abstrata da obra.

Alexsandro Almeida 2016
Suavidade da Alma

Liselena Dalla Corte 2020
Subindo o Morro

Liselena Dalla Corte 2018
Retrato em Preto e Branco de Tiradentes<br /><br />
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Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Descrição dos objetos. (Lado esquerdo): Esculturas de pássaros. Duas figuras tridimensionais de pequeno porte, com formato arredondado. As peças apresentam superfície lisa e brilhante. Predominam as cores dourado e vermelho escuro, com detalhes em preto. Título: “Tori” Artista: Ateliê Bell Stop Técnica: porcelana pintada Medidas: aproximadamente 38 por 17 centímetros (Lado direito): Joia. Objeto circular, de metal prateado, posicionado horizontalmente. Apresenta estrutura vazada, com linhas que partem do centro e formam um padrão radial, semelhante a uma roda. Título: “Pingente Catedral”. Autoria: Roselaine Júlia. Ano: 2019. Técnica: joia em prata com pedra de cristal branco. Medida: cerca de 5,5 centímetros de diâmetro

Ateliê Bell Stipp e Rosânia Ulácia sem data e 2019
A fotografia, em formato paisagem, revela uma cena vibrante de circo ou teatro, capturada em um palco de madeira. À esquerda, um pilar vertical de cor amarela e marrom se estende até o topo, enquanto um segundo pilar similar aparece mais ao centro, inclinado para a direita. O centro da imagem é dominado por um palhaço de pele clara, em movimento, com o corpo inclinado para a frente e o braço direito estendido em direção à plateia. Ele usa uma camisa branca de mangas compridas, calças largas vermelhas com bolinhas brancas, suspensórios finos brancos e meias vermelhas. Seus sapatos são pretos com detalhes brancos. Na cabeça, um chapéu verde e amarelo, e no rosto, a maquiagem clássica de palhaço com nariz vermelho. Em sua mão esquerda, o palhaço segura um objeto azul e amarelo, que parece ser um brinquedo ou acessório de malabarismo. A expressão em seu rosto é de concentração ou talvez de um sorriso contido, enquanto ele interage com o público. Ao fundo, uma lona azul escura serve de cenário, com aberturas retangulares na parte inferior que revelam um azul mais claro, sugerindo janelas ou entradas. Pequenos pontos de luz branca e azulada salpicam a lona, criando um efeito de brilho ou estrelas. À direita, a plateia é composta por diversas pessoas, algumas com os braços erguidos, tentando alcançar uma pequena bola laranja que flutua no ar, próxima ao palhaço. A interação entre o artista e o público é palpável, transmitindo alegria e participação. A iluminação geral é suave, destacando os elementos centrais da cena. A obra captura um momento de pura interação e emoção, um fragmento da tragicomédia da vida cotidiana.

Pedro Mendes 2012
Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios – 60 anos

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios 2020
Escultura figurativa em bronze

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 2006
A obra Tropical, do artista Quirino Campofiorito, de 1935, é uma pintura a óleo sobre tela. Imagine uma mesa vermelha, lisa e firme, ocupando a parte de baixo da cena. Em cima dessa mesa estão três objetos principais. Do lado esquerdo, há uma fruta com casca marrom, grossa e irregular, com aparência áspera e seca, como uma superfície dura ao toque. No centro, essa mesma fruta aparece aberta ao meio, mostrando camadas em círculos, em tons de amarelo e branco. A parte externa parece mais firme, enquanto o interior sugere uma textura mais lisa. Sobre a parte aberta, repousa uma colher de metal, lisa, fria e levemente brilhante, apoiada na diagonal. À frente, há um copo transparente, com aparência delicada, como vidro fino. Abaixo da mesa, surgem formas escuras e pontiagudas, com aspecto rígido. Atrás dos objetos, uma forma verde com pontas alongadas se eleva, como uma coroa. O fundo é azul com nuvens claras, lembrando um céu leve, que contrasta com a solidez dos objetos.

Quirino Campofiorito 1935
Um Dia em Giverny

Liselena Dalla Corte 2019
Encarte informativo sobre o Processo Histórico 3269/78 sobre um dos primeiros divórcios julgados no Distrito Federal.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 1978
União dos Pássaros, de José Guilherme, 2016. Óleo sobre tela, medindo 63 por 100 centímetros. A pintura apresenta quatro pássaros estilizados em um enquadramento muito próximo, com as cabeças voltadas para o centro da composição. Os longos bicos amarelos se encontram e se sobrepõem, formando um ponto de união entre as aves. À esquerda, destaca-se um pássaro azul intenso com olho circular amarelo e preto. À direita, três pássaros ocupam o espaço em camadas, com plumagens em vermelho, laranja, verde-claro, azul e amarelo. O fundo mistura tons vibrantes de azul e verde, com pinceladas visíveis que criam textura e movimento. As formas simplificadas, as cores luminosas e a proximidade entre os pássaros reforçam a ideia de encontro, convivência e união sugerida pelo título.

José Guilherme 2016
Fotografia em preto e branco do primeiro edifício sede da Vara da Infância e Juventude. Vista diagonal da parte frontal do prédio.  Ao fundo, na parte superior, há a vista parcial do céu, do edifício de dois andares e do piso térreo aberto. Fachada do edifício em vidros e concreto. No térreo há um conjunto de pessoas que confraternizam no evento de inauguração Vara.  À frente, na parte inferior, à esquerda há um carro estacionado e à direita há um mastro com uma bandeira em movimento.<br /><br />
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Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 1970
Vaso Artesanal, de Joaneison Moreira, é uma escultura sem data, medindo 80 por 35 por 35 centímetros. A obra apresenta um vaso escultural de formato orgânico e irregular, com abertura superior e base mais estreita. A textura é rugosa, lembrando casca de árvore ou tecido amassado, com dobras e vincos que criam profundidade. A cor predominante é um marrom-dourado, com variações de tonalidade que sugerem a técnica de escultura com toalha. A iluminação destaca superfícies e curvas, conferindo um aspecto natural e artesanal. A peça evoca a beleza da simplicidade e a transformação de materiais comuns em arte, celebrando a criatividade e a habilidade manual.

Joaneison Moreira sem data
Pintura intitulada “Vegetação da Serra de Guaramiranga”, da artista Heloísa Juaçaba, obra sem data, realizada em óleo sobre tela, medindo aproximadamente 55 por 100 centímetros, apresentada em moldura de madeira clara. A composição vertical mostra um cenário de mata tropical estilizada. No centro e à esquerda, dois troncos altos e sinuosos, com textura marcada em marrom escuro, se elevam em direção ao topo. De suas copas brotam folhas longas e curvas em tons intensos de verde, laranja e amarelo, criando um efeito de movimento. Na parte inferior, pequenos ramos com folhas alaranjadas se destacam contra o fundo. À direita e à esquerda, formas arredondadas e sobrepostas, em verdes variando do escuro ao acinzentado, simulam plantas densas ou cactáceas, organizadas como blocos. No canto inferior direito, folhas largas e bem definidas em verde vibrante reforçam a diversidade vegetal. O fundo em tom quente, próximo ao dourado, ilumina toda a cena, destacando as cores saturadas. A pintura apresenta estilo decorativo e gráfico, com contornos definidos e repetição de padrões, evocando a exuberância da vegetação serrana.

Heloísa Juaçaba sem data
Vestígios das cores, de Hermano Ferro, é uma obra de técnica mista sobre papelão de 2018, medindo 90 por 50 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata e vibrante, dominada por uma explosão de cores e texturas. Pinceladas largas e gestuais em tons de laranja, vermelho, azul-turquesa, branco e preto se sobrepõem e se entrelaçam, criando uma sensação de profundidade e movimento. Há áreas de cor mais densas e outras mais translúcidas, revelando camadas subjacentes. Linhas finas e grafismos em preto e branco adicionam detalhes e complexidade à composição, sugerindo formas e contornos indefinidos. A textura do papelão é visível em algumas partes, conferindo um aspecto rústico e orgânico à obra. A iluminação é dinâmica, realçando os contrastes e a energia das cores. A pintura transmite uma sensação de vitalidade, caos organizado e a efemeridade das memórias e emoções, convidando o observador a uma experiência visual intensa e subjetiva.

Hermano Ferro 2018
Informativo sobre as visitas realizadas ao Memorial TJDFT durante o ano de 2019, com dados estatísticos, imagens, fotos e texto.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 2019
Voe, de Antônia Célia, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 90 por 100 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma composição abstrata e expressiva. O fundo é dominado por tons de verde oliva e marrom, com pinceladas que criam uma textura orgânica. No centro, uma forma vertical em tons de branco e cinza claro se destaca, atravessando a tela de cima a baixo, com detalhes que lembram galhos ou raízes finas e emaranhadas. À esquerda da forma central, há uma linha horizontal fina em tons de laranja e amarelo, adicionando um toque de cor e contraste. A iluminação parece vir do centro, realçando a textura e a profundidade. A composição transmite uma sensação de movimento ascendente e leveza, evocando a ideia de voo e liberdade, com uma estética que explora a interação entre formas orgânicas e abstratas.

Antônia Célia sem data
Waiting for the owner, aquarela sobre papel realizada por Jorge Blues em 2011, mede 54 por 36,5 centímetros. A composição apresenta uma paisagem aquática tranquila, em tons suaves de azul, branco, amarelo e verde. Em primeiro plano, uma canoa em tons amarelados e esverdeados ocupa a parte direita da cena. Vista levemente de cima, a embarcação revela seu interior escuro, com detalhes em vermelho e azul. A proa aponta para a frente, enquanto um reflexo suave se espalha sobre a água calma. No canto inferior esquerdo, pequenas pedras claras emergem da superfície azulada. Ao fundo, uma segunda canoa aparece menor e mais distante, reforçando a sensação de profundidade. Uma estreita faixa de terra recorta o horizonte, separando a água de um céu claro com pinceladas delicadas. A leveza da aquarela cria uma atmosfera silenciosa e contemplativa, sugerindo embarcações imóveis à espera de seus proprietários.

Jorge Blues 2011
Xadrez Político, de Hosana Epaminondas Bezerra, 2015. Acrílica sobre tela, medindo 100 por 160 centímetros. A pintura é organizada como um tabuleiro de quinze casas retangulares. Predominam amarelos intensos, contrastando com áreas em vermelho, azul, turquesa, roxo, marrom e preto. Em oito casas surgem composições geométricas com círculos, semicírculos, quadrados, triângulos e linhas. No alto, destacam-se uma forma branca simétrica sobre vermelho, quatro figuras rosas sobre fundo preto e uma estrutura triangular azul-clara. Ao centro, uma forma verde cortada por uma diagonal azul e, ao lado, um círculo branco suspenso sobre um semicírculo semelhante a um sorriso. Na parte inferior, há círculos lilases interligados, dois triângulos claros verticais sobre marrom e um grande círculo amarelo-claro atravessado por faixas horizontais sobre vermelho. A obra cria um jogo visual de símbolos e posições, sugerindo estratégia, equilíbrio e disputa.

Hosana Epaminondas Bezerra 2015
Publicação do Diário Oficial com XLI Concurso Público Para Provimento de Cargos de Juiz de Direito Substituto da Justiça do Distrito Federal.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 24/09/2014
Audiodescrição da obra 'Zen', do artista Markoh, criada em 2020. Uma peça de 33 por 45 centímetros, realizada com a técnica de bordado sobre papel, emoldurada por uma fina moldura de madeira escura. A obra apresenta um fundo predominantemente escuro. Na parte superior, em preto e branco, vemos a imagem de uma pessoa sentada em posição de lótus, com as mãos repousando sobre os joelhos, palmas para cima, em um gesto de meditação. A figura, que parece ser masculina, tem cabelos curtos e encaracolados, e está com o torso nu, vestindo uma peça de roupa clara na parte inferior. Há detalhes que sugerem adornos florais na cabeça e na base onde a pessoa está sentada, que se assemelha a um leito de folhas ou tecido. Da base dessa figura meditativa, emergem fios coloridos que se transformam em um vibrante bordado. Esses fios se entrelaçam e se espalham pela parte inferior da obra, formando padrões orgânicos que lembram raízes, caules e diversas formas florais e folhagens. As cores do bordado são variadas e vivas, incluindo tons de amarelo, laranja, rosa, roxo, verde e azul claro, criando um contraste marcante e harmonioso com a imagem em preto e branco e o fundo escuro. O bordado adiciona textura e profundidade, dando vida à composição e evocando uma sensação de crescimento e conexão com a natureza. A obra transmite uma atmosfera de serenidade e introspecção, com a figura central em meditação e a explosão de cores e formas orgânicas simbolizando a vitalidade e a energia que emanam desse estado de paz.

Markoh 2020
Madona, de Emeric Marcier, de 1963. A pintura apresenta uma figura única em primeiro plano, ocupando quase toda a imagem. O rosto é alongado e estreito, com formato oval. Os olhos são pequenos e inclinados, voltados para baixo. O nariz é longo e reto. A boca é pequena, com traço simples. A cabeça está coberta por um manto escuro, em tons de azul e preto. No canto inferior direito, aparece uma mão com dedos longos, próxima ao rosto. O fundo é escuro e uniforme, destacando o rosto claro. A composição é simples, com forte contraste entre claro e escuro.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Formatos de Saída

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