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"Retirantes", uma obra impactante do artista Carl Brussel, criada em mil novecentos e oitenta e seis. Esta pintura, realizada em óleo sobre tela e medindo noventa e dois por setenta e três centímetros, retrata a dura realidade da migração. A composição apresenta figuras humanas estilizadas, com formas angulares e alongadas, que transmitem uma sensação de movimento e cansaço. No primeiro plano, uma mulher com um chapéu grande e branco na cabeça, e um vestido em tons de azul acinzentado, caminha carregando uma cesta. Seu olhar é direcionado para frente, mas sua postura sugere resignação. Ao seu lado e um pouco atrás, outras figuras, também estilizadas, a acompanham, formando um grupo coeso. As cores predominantes são tons terrosos, cinzas, azuis pálidos e brancos, que evocam a paisagem árida e a poeira do caminho. A técnica de óleo sobre tela confere à obra uma textura rica e uma profundidade que acentua a dramaticidade da cena. O fundo da pintura é composto por planos geométricos e cores claras, que sugerem um horizonte distante e a vastidão do percurso. A luz incide de forma difusa, criando um ambiente de melancolia e esperança. A obra "Retirantes" transmite uma sensação de resiliência e a força do espírito humano diante das adversidades. É um tributo àqueles que buscam um novo começo, carregando consigo a história e a esperança de um futuro melhor.

Carl Brussel 1986
Obra “Ceia”, de Henry Carribres, de 1986, óleo sobre tela de 60 por 80 centímetros, apresenta uma composição abstrata com formas geométricas sobrepostas em tons de vermelho, laranja, verde e azul. No centro da composição, uma forma alongada e curva, em tons claros, sugere o corpo de um peixe disposto sobre a mesa, atravessando a imagem na horizontal. Ao redor, planos triangulares e linhas diagonais criam sensação de movimento e fragmentação. À direita, um conjunto de pequenos círculos claros representa um cacho de uvas. Na parte inferior esquerda, uma forma oval aberta, com pequenos pontos no interior, lembra uma fruta cortada. Outras formas circulares e semicirculares sugerem pratos ou recipientes. O fundo é dividido em blocos de cor, como se diferentes ângulos da mesa fossem vistos ao mesmo tempo. A cena remete a uma refeição, reinterpretada de forma abstrata e dinâmica.

Henry Carribres
1986
A obra, intitulada "Ponte Costa e Silva", é uma pintura em óleo sobre tela do artista Milan Dusek, criada em 1982. Mede 40 por 70 centímetros. A imagem apresenta uma representação da Ponte Costa e Silva, em Brasília. A ponte, em tons de branco e cinza claro, se estende em um arco suave sobre um corpo d'água azul escuro. As margens do rio são cobertas por vegetação em tons de verde vibrante. Ao fundo, a silhueta de edifícios modernos da cidade de Brasília pode ser vista sob um céu azul claro com nuvens esparsas. A pintura utiliza uma paleta de cores suaves e pinceladas fluidas, criando uma atmosfera calma e serena. A obra celebra a arquitetura modernista de Brasília e a beleza de sua paisagem urbana.

Milan Dusek 1982
A obra, intitulada "Lago Sul", é uma pintura a óleo sobre cartão do artista Milan Dusek, criada em 1982. Com 61 por 61 centímetros, a tela apresenta uma paisagem serena e minimalista. Em primeiro plano, um campo verde-claro se estende, com um único tronco de árvore marrom e copa arredondada em tons de verde-escuro, ligeiramente à direita do centro. Atrás do campo, um corpo d'água azul-claro, o Lago Sul, reflete a luz suave do céu. Na margem oposta, vegetação mais escura se eleva, e ao fundo, edifícios modernos em tons de cinza e branco se destacam contra um céu azul-pálido. A técnica de óleo sobre cartão confere textura suave e paleta de cores delicadas, evocando calma e contemplação. A obra captura a essência da paisagem urbana de Brasília, integrando natureza e arquitetura harmoniosamente.

Milan Dusek 1982
Pintura intitulada Pelourinho, do artista Lopes, realizada em 1981, em óleo sobre tela, com 140 por 210 centímetros. A cena mostra uma rua de pedra em perspectiva, formando uma leve descida em direção ao mar, visível ao fundo como uma faixa azul no horizonte. Nas laterais da rua, há casas coloniais coloridas, próximas umas das outras, com paredes em tons de branco, azul, amarelo e rosa. Os telhados são inclinados, cobertos por telhas cerâmicas em vermelho. À direita, destaca-se uma igreja com torre alta, janelas alongadas e detalhes arquitetônicos simples. No centro da composição, algumas pessoas caminham ou conversam, distribuídas ao longo da rua de pedras irregulares. À esquerda, três figuras estão agrupadas perto de uma escadaria, vestindo roupas em cores vivas. Mais ao fundo, outros pequenos grupos aparecem, sugerindo movimento cotidiano. O céu ocupa boa parte da parte superior da imagem, em tons claros de azul com nuvens suaves. A luz é difusa, sem sombras fortes, criando uma atmosfera tranquila e luminosa. A composição valoriza a profundidade da rua e o conjunto arquitetônico do Pelourinho.

Lopes 1981
Pintura intitulada “Vegetação da Serra de Guaramiranga”, da artista Heloísa Juaçaba, obra sem data, realizada em óleo sobre tela, medindo aproximadamente 55 por 100 centímetros, apresentada em moldura de madeira clara. A composição vertical mostra um cenário de mata tropical estilizada. No centro e à esquerda, dois troncos altos e sinuosos, com textura marcada em marrom escuro, se elevam em direção ao topo. De suas copas brotam folhas longas e curvas em tons intensos de verde, laranja e amarelo, criando um efeito de movimento. Na parte inferior, pequenos ramos com folhas alaranjadas se destacam contra o fundo. À direita e à esquerda, formas arredondadas e sobrepostas, em verdes variando do escuro ao acinzentado, simulam plantas densas ou cactáceas, organizadas como blocos. No canto inferior direito, folhas largas e bem definidas em verde vibrante reforçam a diversidade vegetal. O fundo em tom quente, próximo ao dourado, ilumina toda a cena, destacando as cores saturadas. A pintura apresenta estilo decorativo e gráfico, com contornos definidos e repetição de padrões, evocando a exuberância da vegetação serrana.

Heloísa Juaçaba sem data
A obra, intitulada "1992", é uma fotografia da artista Denise Vourakis, criada em 2016. Com medidas de 24 por 33 centímetros, a imagem apresenta um pequeno barco, que se assemelha a uma canoa, em um plano inclinado. O barco é predominantemente ocre, com borda superior em vermelho vibrante e proa em verde escuro. No interior, uma faixa amarela clara se destaca. A superfície onde o barco repousa é lisa e reflexiva, em tons de cinza e roxo, que refletem as cores do barco e criam profundidade. A iluminação suave realça as curvas e os contornos do barco, conferindo-lhe uma aparência quase escultural. A fotografia de Denise Vourakis convida à contemplação sobre forma, cor e textura, e pode evocar sentimentos de nostalgia ou de uma jornada à espera.

Denise Vourakis 2016
A obra, intitulada "Rui Barbosa", é uma pintura a óleo sobre tela do autor Frank Hopkinson, criada em 2016. Com medidas de 60 por 80 centímetros, a tela apresenta um retrato de busto de Rui Barbosa, voltado para a direita, com um olhar direto e expressivo. Seus traços faciais são marcados, com um bigode farto e óculos de aro fino. Ele veste um terno escuro com uma camisa branca e uma gravata borboleta, conferindo-lhe uma postura formal e intelectual. O fundo da pintura é em tons de marrom escuro, realçando a figura central e a iluminação. A técnica de óleo sobre tela confere à obra uma textura rica e profundidade. A obra evoca a figura de Rui Barbosa, importante jurista, político e escritor brasileiro, transmitindo sua seriedade e inteligência. A assinatura do artista é visível no canto inferior direito.

Frank Hopkinson 2016
Oscar Niemeyer, um retrato marcante do renomado arquiteto, pintado por Frank Hopkinson em dois mil e dezesseis. Esta obra, realizada em óleo sobre tela e medindo sessenta por oitenta centímetros, captura a essência de uma figura icônica. O retrato apresenta Oscar Niemeyer em um plano médio, com o olhar direcionado para o lado superior esquerdo, transmitindo uma expressão pensativa e serena. Sua pele, em tons quentes de pêssego e laranja, contrasta com os cabelos e o bigode brancos, que emolduram um sorriso sutil e acolhedor. Ele veste um paletó escuro, com detalhes de botões dourados que adicionam um toque de elegância à composição. O fundo da pintura é abstrato, em tons escuros de marrom e preto, com pinceladas que sugerem profundidade e movimento, sem desviar a atenção do retratado. A técnica de óleo sobre tela confere à obra uma riqueza de texturas e uma luminosidade suave, realçando os traços característicos do arquiteto. A pincelada é visível, adicionando dinamismo e expressividade ao retrato. A obra transmite uma sensação de sabedoria e humanidade, homenageando a figura de Oscar Niemeyer com uma representação que evoca sua genialidade e sua presença marcante. É um convite à contemplação da vida e do legado de um dos maiores arquitetos do Brasil.

Frank Hopkinson 2016
Rosa Vermelha, uma pintura vibrante da artista Cecília Prudente, criada em dois mil e dezessete. Esta obra, com cinquenta por cinquenta centímetros, é uma fusão de tinta acrílica e óleo, resultando em uma textura rica e cores intensas. No centro da tela, uma única rosa vermelha se destaca, preenchendo quase todo o espaço. Suas pétalas, em diversos tons de vermelho, do escarlate profundo ao carmesim brilhante, se desdobram em camadas, criando uma sensação de profundidade e volume. A luz parece incidir suavemente sobre as bordas das pétalas, realçando suas curvas e aveludado. O miolo da rosa, mais escuro e denso, convida o olhar a se perder em suas profundezas, enquanto as pétalas externas se abrem graciosamente. O fundo da pintura é um tom escuro e uniforme, quase preto, que serve para acentuar ainda mais a intensidade e a paixão da rosa. A técnica mista de acrílica e óleo confere à obra uma qualidade tátil, onde se pode quase sentir a suavidade das pétalas. A composição é simples, mas poderosa, focando na beleza singular da flor. A obra transmite uma sensação de amor, beleza e intensidade, capturando a essência atemporal da rosa vermelha.

Cecília Prudente 2017
A obra, intitulada "Asteroide", é uma pintura em acrílico sobre tela da artista Lia Paes, criada em 2017. Mede 60 por 60 centímetros. A imagem apresenta uma composição abstrata e cósmica. No lado esquerdo, domina uma grande esfera de tons amarelados e esbranquiçados, com textura rugosa, sugerindo um asteroide ou planeta. Essa esfera flutua em um espaço profundo. O fundo da pintura é uma mistura de tons escuros de azul, roxo e marrom avermelhado, com pinceladas que criam formas indefinidas, lembrando estruturas distantes. Há um contraste entre a luminosidade da esfera principal e a escuridão do ambiente. No canto inferior direito, uma esfera menor e mais clara adiciona profundidade. A obra evoca mistério e a vastidão do universo.

Lia Paes 2017
A obra, intitulada "Refugiados", é uma pintura a óleo sobre tela do artista Cassiano Araújo, criada em 2017. Com medidas de 70 por 200 centímetros, a tela apresenta uma composição horizontal que retrata uma multidão de pessoas em movimento, sugerindo uma jornada ou fuga. As figuras são representadas de forma abstrata, com pinceladas soltas e cores vibrantes, como tons de vermelho, laranja, azul e branco, que se misturam e se sobrepõem, criando uma sensação de dinamismo e urgência. As cores quentes predominam no centro da tela, enquanto as bordas apresentam tons mais frios, como azuis e cinzas. A massa de corpos transmite a ideia de um coletivo em busca de um novo lar. A obra é um poderoso comentário visual sobre a crise humanitária dos refugiados, convidando o observador a refletir sobre a resiliência e a esperança em meio à adversidade.

Cassiano Araújo 2017
A obra, intitulada "Acesso Negado", é uma impressão digital da artista Onã da Silva Apolinário, criada em 2017. Com 30 por 40 centímetros, a peça apresenta uma composição impactante em formato de cartaz. No centro, destaca-se um sinal de "pare" vermelho com uma mão branca, símbolo universal de proibição. Ao redor, textos em português abordam a temática da acessibilidade e inclusão, com frases como "Acessibilidade? Acesso negado." e "Visto aqui, respeita a toda minha deficiência". Na parte inferior, uma silhueta escura de uma pessoa em cadeira de rodas reforça a mensagem de barreiras e exclusão. O fundo branco realça o contraste das cores e a clareza da mensagem. A obra é um poderoso manifesto visual que convida à reflexão sobre as dificuldades enfrentadas por pessoas com deficiência e a importância da acessibilidade plena na sociedade.

Onã da Silva Apolinário 2017
A obra, intitulada "Deusa da Justiça", é uma pintura em técnica mista sobre tela do artista Elson Nascimento, criada em 2017. Com 80 por 60 centímetros, a tela retrata a figura clássica da Deusa da Justiça, Têmis, com interpretação vibrante. A deusa é apresentada em plano médio, com os olhos vendados por uma faixa cinza, simbolizando a imparcialidade. Em sua mão direita, ela segura uma espada prateada, apontada para cima, representando a força da lei. Na mão esquerda, balanças douradas, em equilíbrio, simbolizam a equidade. Ela veste uma túnica fluida em tons de bege e branco. O fundo da pintura é uma explosão de cores quentes, predominantemente laranjas, vermelhos e amarelos, com pinceladas largas e dinâmicas que criam movimento e energia. A obra convida à reflexão sobre os princípios fundamentais da justiça, com intensidade visual.

Elson Nascimento 2017
A obra, intitulada "Campo de Papoulas", é uma pintura a óleo sobre tela da artista Silvia Medeiros, criada em 2017. Com medidas de 70 por 90 centímetros, a tela apresenta um vasto campo de papoulas vermelhas em primeiro plano, com suas flores em diferentes estágios de abertura, criando uma textura rica e um tapete de cor intensa. Um caminho de terra batida serpenteia pelo centro da composição, convidando o olhar a seguir em direção ao horizonte. Ao longo do caminho, pequenas árvores e arbustos em tons de verde e marrom adicionam profundidade à cena. Ao fundo, o céu azul claro, com algumas nuvens esparsas, complementa a paleta de cores. A técnica de óleo sobre tela confere à pintura uma sensação de movimento e vivacidade, capturando a beleza efêmera de um campo florido sob a luz do sol. A obra evoca uma sensação de tranquilidade e admiração pela natureza, convidando o observador a mergulhar na serenidade da paisagem campestre.

Silvia Medeiros 2017
União dos Pássaros, de José Guilherme, 2016. Óleo sobre tela, medindo 63 por 100 centímetros. A pintura apresenta quatro pássaros estilizados em um enquadramento muito próximo, com as cabeças voltadas para o centro da composição. Os longos bicos amarelos se encontram e se sobrepõem, formando um ponto de união entre as aves. À esquerda, destaca-se um pássaro azul intenso com olho circular amarelo e preto. À direita, três pássaros ocupam o espaço em camadas, com plumagens em vermelho, laranja, verde-claro, azul e amarelo. O fundo mistura tons vibrantes de azul e verde, com pinceladas visíveis que criam textura e movimento. As formas simplificadas, as cores luminosas e a proximidade entre os pássaros reforçam a ideia de encontro, convivência e união sugerida pelo título.

José Guilherme 2016
A obra “STF 1”, de Alexandro Almeida, produzida em 2016 em acrílica sobre tela, apresenta uma composição abstrata de 60 por 60 centímetros, marcada pelo contraste entre formas geométricas e cores vibrantes. Sobre um fundo rosa intenso, uma forma amarela irregular ocupa a lateral esquerda, enquanto um pequeno círculo da mesma cor paira próximo ao topo. No centro da pintura, grandes faixas verticais em tons de azul e violeta descem em direção à base, ladeando formas brancas alongadas que evocam a silhueta estilizada de torres ou pilares. Na parte inferior, semicírculos em laranja, verde, preto e azul-claro introduzem curvas que dialogam com o predomínio das linhas verticais. À direita, uma estreita faixa amarela separa o conjunto central de uma larga faixa vermelha. A disposição das formas e o encontro entre cores quentes e frias criam uma composição equilibrada, dinâmica e fortemente gráfica, característica da linguagem abstrata da obra.

Alexsandro Almeida 2016
Sacellum, fotografia com equalização total, de Salveci dos Santos, 2016. Medindo 50 por 75 centímetros. A imagem apresenta uma composição abstrata e simétrica, construída a partir da repetição e do espelhamento de elementos arquitetônicos. No centro, formas retangulares lembram pequenas janelas ou nichos dispostos em sequência. Ao redor, superfícies texturizadas em tons quentes de laranja, cobre, marrom e bege criam um efeito visual de profundidade. A simetria horizontal e vertical faz com que os elementos se reflitam uns nos outros, formando uma estrutura que sugere um espaço sagrado ou um altar visto de maneira fragmentada. Nas extremidades, áreas curvas e claras contrastam com as texturas mais densas do centro. O conjunto produz uma sensação de equilíbrio, ritmo e contemplação, marcada por padrões repetidos e cores terrosas.

Salveci dos Santos 2016
A fotografia intitulada A espera, de Francisca Elisabete Reis Lima, foi realizada em 2016, e mede 90 por 40 centímetros. Em formato vertical, apresenta a silhueta de uma gestante vista de perfil. O corpo está arqueado para trás em uma pose de alongamento ou dança. Um dos braços se eleva acima da cabeça, com a mão apontada para o alto, enquanto o ventre gestacional se destaca no contorno da figura. As pernas permanecem estendidas, sustentando o equilíbrio da postura. Ao fundo, uma luz intensa em tons dourados e alaranjados cria forte contraste com a silhueta escura, destacando suas linhas. A atmosfera luminosa remete ao amanhecer ou entardecer e reforça a ideia de expectativa e esperança sugerida pelo título da obra.

Francisca Elisabete Reis Lima 2016
Obra “A Ariano”, da artista Flávia Limeira, criada em 2016. Escultura em cerâmica esmaltada de alta temperatura, com 65,5 centímetros de altura por 29 centímetros de largura e profundidade. Vê-se uma peça vertical em tons de bege e cinza-azulado. A base arredondada lembra uma cabaça ou fruto segmentado, marcada por sulcos escuros curvos. No centro, um corpo cilíndrico revestido por formas geométricas traz a inscrição “ARIANO” em relevo. Acima, uma coroa estilizada de folhas ou chamas abertas se projeta para o alto. Faixas decorativas com padrões triangulares contornam a parte superior e inferior da região central. O esmalte confere brilho suave à superfície, destacando relevos, texturas e detalhes ornamentais da cerâmica.

Flávia Limeira 2016
Xadrez Político, de Hosana Epaminondas Bezerra, 2015. Acrílica sobre tela, medindo 100 por 160 centímetros. A pintura é organizada como um tabuleiro de quinze casas retangulares. Predominam amarelos intensos, contrastando com áreas em vermelho, azul, turquesa, roxo, marrom e preto. Em oito casas surgem composições geométricas com círculos, semicírculos, quadrados, triângulos e linhas. No alto, destacam-se uma forma branca simétrica sobre vermelho, quatro figuras rosas sobre fundo preto e uma estrutura triangular azul-clara. Ao centro, uma forma verde cortada por uma diagonal azul e, ao lado, um círculo branco suspenso sobre um semicírculo semelhante a um sorriso. Na parte inferior, há círculos lilases interligados, dois triângulos claros verticais sobre marrom e um grande círculo amarelo-claro atravessado por faixas horizontais sobre vermelho. A obra cria um jogo visual de símbolos e posições, sugerindo estratégia, equilíbrio e disputa.

Hosana Epaminondas Bezerra 2015
Obra O Flamboyant e o TJDFT, de Silvia Medeiros, criada em 2015. Óleo sobre tela, medindo 50 por 70 centímetros. A pintura mostra, em primeiro plano, um amplo flamboyant com copa extensa e coberta por flores vermelhas intensas. Os galhos se espalham horizontalmente, formando uma grande mancha de cor que ocupa quase toda a largura da composição. O tronco é robusto, escuro e retorcido, apoiado sobre um gramado em tons de verde e ocre, com flores caídas ao redor. Ao fundo, surge parte do edifício do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios. A arquitetura apresenta volumes geométricos de concreto claro e grandes superfícies envidraçadas em azul suave. Acima, um céu azul luminoso completa a cena. A obra destaca o contraste entre a exuberância vermelha do flamboyant e as linhas sóbrias da arquitetura institucional.

Silvia Medeiros 2015
Obra “Expresso 12”, de Henrique Siqueira, criada em 2015, em xilografia, com 50 por 60 centímetros, em preto, branco e tons de cinza. A composição mostra o interior de um veículo de transporte coletivo, visto em perspectiva diagonal. Uma sequência de assentos escuros se repete do primeiro plano ao fundo, criando sensação de profundidade e movimento. Sobre os bancos, aparecem figuras humanas reduzidas a silhuetas brancas, sem detalhes faciais ou roupas definidas. As linhas simples e os contrastes marcantes entre claro e escuro são característicos da xilografia. O piso cinza texturizado ocupa a parte inferior da imagem, enquanto linhas escuras sugerem janelas e a estrutura interna do veículo. A cena transmite a experiência cotidiana de um deslocamento urbano.

Henrique Siqueira 2015
Farol Sentinela, de Céres Sertã, realizada em 2015 em óleo sobre tela, mede 60 por 90 centímetros. A obra retrata uma paisagem costeira dominada pelo encontro entre o mar e rochas escarpadas. Uma antiga ponte de pedra atravessa a cena, sustentada por um amplo arco sob o qual passam as águas agitadas do oceano. No lado esquerdo da ponte, destaca-se um pequeno farol em tom amarelado. De formato cilíndrico e vertical, o farol ergue-se sobre a estrutura rochosa como ponto focal da composição. No topo, uma lanterna de cor clara é coroada por um pequeno telhado avermelhado, contrastando com o céu azul intenso ao fundo. Apesar das dimensões discretas, o farol se sobressai pela posição elevada e pela luminosidade de suas cores. Abaixo, ondas espumantes avançam contra as pedras escuras, enquanto o céu varia do azul profundo ao azul claro próximo ao horizonte.

Céres Sertã 2015
Bumba Meu Boi, de Ricco, 2015. Acrílica e giz sobre tela, 80 por 80 centímetros. Pintura colorida e vibrante, composta por inúmeras figuras sobrepostas. No canto superior esquerdo, destaca-se um tucano estilizado de perfil, com grande bico multicolorido. À direita, aparece um boi decorado com círculos e formas geométricas, com chifres vermelhos curvos. Ao centro, uma cruz e uma pequena construção semelhante a uma capela remetem ao universo das festas populares. Folhas, flores e elementos ornamentais espalham-se por toda a composição. Na parte inferior, grandes folhas claras contrastam com áreas em azul, verde, rosa e amarelo. No canto inferior direito, surge um rosto desenhado de forma simples. A obra reúne símbolos da natureza e da cultura popular em um conjunto alegre, dinâmico e festivo, associado ao imaginário do Bumba Meu Boi.

Ricco 2015
A obra, intitulada "Rui Barbosa", é uma peça de Frank Hopkinson, criada em 2017. Utilizando gesso e tinta a óleo metálica sobre tela de aço e compensado, a obra possui 128 por 91 centímetros. É um busto em relevo que retrata Rui Barbosa, com um olhar sério e penetrante, voltado para a direita. Seus traços faciais são marcados, com um bigode farto e óculos redondos. Ele veste um terno formal com gravata borboleta. A textura metálica da tinta a óleo confere à obra um aspecto robusto e atemporal. O fundo é texturizado, sugerindo um pergaminho antigo ou superfície desgastada. A assinatura do artista e o ano estão discretamente visíveis. A obra evoca a figura imponente de Rui Barbosa e a solidez de seu legado.

Frank Hopkinson 2017
A obra, intitulada "Em Busca do Despertar", é uma escultura do artista Alex Ofuji, criada em 2018. Utilizando a técnica de desgaste em PVC, a peça possui 65 centímetros de altura, 47 de largura e 20 de profundidade. A escultura apresenta uma forma cilíndrica, que se assemelha a um tronco de árvore, com detalhes intrincados esculpidos em sua superfície. Uma figura humana, em posição meditativa, está esculpida na base, com um semblante sereno e envolto em vestes fluidas. Acima dela, uma árvore estilizada com folhagens densas se ramifica, simbolizando crescimento e conexão com a natureza. A obra é apresentada em duas versões: uma em PVC claro, destacando a textura e os detalhes do desgaste, e outra iluminada internamente, que realça a figura meditativa e a árvore com um brilho quente, criando um efeito de luz e sombra que evoca introspecção e espiritualidade. A peça convida à reflexão sobre a jornada interior e a busca pelo autoconhecimento.

Alex Ofuji 2018
A obra, intitulada "Pôr do Sol 103 Street", é uma pintura a óleo sobre tela da artista Maria Clara Marra, criada em 2018. Com medidas de 70 por 100 centímetros, a tela apresenta uma paisagem urbana ao entardecer, dominada por tons quentes e contrastes dramáticos. Em primeiro plano, silhuetas escuras de edifícios e árvores se erguem verticalmente, criando uma moldura para o céu vibrante. O sol se põe no horizonte, pintando o céu com uma paleta intensa de laranjas, vermelhos e amarelos, que se misturam a nuvens em tons de roxo e cinza. A luz alaranjada do pôr do sol reflete-se sutilmente em algumas superfícies, adicionando profundidade à cena. A técnica de óleo sobre tela confere uma textura rica e pinceladas expressivas, que capturam a beleza efêmera e a atmosfera melancólica de um pôr do sol em meio à cidade.

Maria Clara Marra 2018
A obra, intitulada "Índia Brasileira", é um desenho a lápis de cor sobre papel, criado em 2018 pelo artista Wladimir Coubelli. Com medidas de 81 por 66 centímetros, a peça retrata o busto de uma mulher indígena, em um plano médio que destaca sua expressão serena e traços marcantes. Seus cabelos longos e escuros caem sobre os ombros, emoldurando um rosto de pele em tons terrosos. Uma faixa vermelha vibrante atravessa a testa, contrastando com a tonalidade da pele e o azul claro de uma vestimenta que cobre parte de seu colo. Um colar discreto, em tons claros, adorna seu pescoço. O fundo da obra é sutilmente esverdeado, criando uma atmosfera suave que realça a figura central. A técnica de lápis de cor confere à imagem uma delicadeza e riqueza de detalhes, convidando à contemplação da beleza e da identidade da mulher indígena brasileira.

Wladimir Coubelli 2018
A obra, intitulada "Bandeira e Folhas", é uma fotografia de Jonas Pimentel Freitas, criada em 2018. A imagem revela uma composição intrigante onde a natureza e um símbolo nacional se entrelaçam. Em primeiro plano, galhos e folhas de árvores formam uma densa trama, com tons de verde vibrante e marrom dos troncos, criando uma sensação de profundidade e organicidade. Através dessa folhagem, vislumbra-se sutilmente a bandeira do Brasil, com suas cores verde, amarelo, azul e branco, que se integra harmoniosamente ao cenário natural. A luz do sol parece incidir sobre as folhas, realçando suas texturas e criando um jogo de luz e sombra que confere à fotografia uma atmosfera serena e contemplativa. A obra, medindo 50 por 75 centímetros, convida o observador a refletir sobre a relação entre o ambiente natural e a identidade cultural brasileira, sugerindo uma conexão profunda e orgânica entre ambos.

Jonas Pimentel Freitas 2018
Sobre o Traçado n 21, de Rita Brasil, é uma pintura a óleo sobre tela de 2018, medindo 100 por 160 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma composição abstrata vibrante, dividida verticalmente em duas seções. À esquerda, predominam tons de laranja, amarelo e azul, com formas orgânicas que se assemelham a folhagens. À direita, a paleta de cores se concentra em tons de vermelho e verde, com padrões semelhantes, mas com intensidade diferente. Uma linha sinuosa em tons de azul e roxo atravessa o centro, conectando as duas metades e adicionando fluidez. As pinceladas são expressivas e texturizadas, criando movimento e profundidade. A iluminação é difusa, realçando a riqueza das cores e a complexidade da composição. A pintura transmite energia, vitalidade e a interconexão entre diferentes elementos, convidando o observador a uma jornada visual intensa.

Rita Brasil 2018
Vestígios das cores, de Hermano Ferro, é uma obra de técnica mista sobre papelão de 2018, medindo 90 por 50 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata e vibrante, dominada por uma explosão de cores e texturas. Pinceladas largas e gestuais em tons de laranja, vermelho, azul-turquesa, branco e preto se sobrepõem e se entrelaçam, criando uma sensação de profundidade e movimento. Há áreas de cor mais densas e outras mais translúcidas, revelando camadas subjacentes. Linhas finas e grafismos em preto e branco adicionam detalhes e complexidade à composição, sugerindo formas e contornos indefinidos. A textura do papelão é visível em algumas partes, conferindo um aspecto rústico e orgânico à obra. A iluminação é dinâmica, realçando os contrastes e a energia das cores. A pintura transmite uma sensação de vitalidade, caos organizado e a efemeridade das memórias e emoções, convidando o observador a uma experiência visual intensa e subjetiva.

Hermano Ferro 2018
Mutirão, de Sérgio Vidal, 2015. Óleo sobre tela, medindo 54 por 65 centímetros. A pintura mostra a construção comunitária de uma casa de tijolos aparentes. No centro da cena, a edificação está em fase de obra. Diversas pessoas trabalham juntas carregando baldes, assentando tijolos, misturando argamassa, utilizando pás e transportando pedras em um carrinho de mão. Sobre a estrutura, três pessoas atuam na montagem da cobertura de madeira, acessada por escadas. No primeiro plano, aparecem pilhas de tijolos, montes de areia e brita, além de ferramentas espalhadas pelo chão. À direita, uma grande árvore se destaca ao lado da construção. Mais ao fundo, vê-se um conjunto de casas e um pequeno grupo reunido em torno de uma mesa. Em tons suaves de marrom, cinza, azul e rosa, a obra enfatiza a solidariedade, o trabalho coletivo e a participação da comunidade na construção de uma moradia.

Sérgio Vidal 2015
Obra “JK”, de Da Silva, criada em 2015 com a técnica de pirogravura em couro, mede 60 por 45 centímetros. Em uma placa de couro bege-claro, está representado Juscelino Kubitschek, em perfil. O retrato ocupa o centro da composição e mostra uma figura vestindo paletó, desenhada com finos traços em tons castanhos escuros. Ao redor do retrato, aparecem linhas retas e curvas que remetem a marcos da arquitetura modernista de Brasília, cidade associada ao legado de JK. A peça é fixada por quatro parafusos aparentes e emoldurada por uma larga moldura marrom texturizada. O conjunto une retrato e arquitetura em uma homenagem visual ao ex-presidente brasileiro.

Da Silva 2015
Caçada da Rainha, fotografia colorida de Weverson Paulino, realizada em 2015. Em uma rua de terra batida, uma cena de celebração popular acontece sob um céu amplo, azul e parcialmente coberto por nuvens. Em primeiro plano, à esquerda, uma pessoa é vista de costas, vestindo casaco azul escuro e roupa estampada. Sobre a cabeça, carrega uma estrutura ornamentada de formato retangular. Ao lado do corpo, há uma longa haste inclinada. No centro da composição, uma pessoa monta um cavalo que atravessa a rua. Ao fundo, aparecem casas térreas, árvores, postes e pequenos grupos de pessoas. Fileiras de bandeirinhas azuis e amarelas cruzam o céu em diagonais. A iluminação valoriza o contraste entre os tons ocres do chão seco e o azul intenso do céu.

Weverson Paulino 2015
Pintura intitulada “Ouro Preto”, de Lenângela, realizada em 2014 em óleo sobre tela, medindo 80 por 120 centímetros. A obra retrata uma paisagem urbana histórica de Ouro Preto, em Minas Gerais. Em primeiro plano, há um gramado iluminado em tons de verde-claro. À esquerda e ao centro, um muro de pedras em tons ocres e acinzentados percorre a cena, acompanhado por pilares de alvenaria. Por trás do muro surgem construções de telhados avermelhados e uma igreja branca com duas torres de sino. Ao fundo, colinas verdes conduzem o olhar para montanhas azuladas e suavemente esfumadas. No canto superior direito, uma árvore de folhagem densa ocupa parte do céu, com pequenos pontos vermelhos entre as folhas.

Lenângela 2014
Obra Astreia – Filha de Têmis, de Ed Magalhães, produzida em 2014. Óleo sobre tela, medindo 80 por 100 centímetros. A pintura mostra uma figura humana de costas, posicionada à esquerda da composição, com o rosto de perfil voltado para a esquerda. Os cabelos misturam vermelho e cinza. O corpo aparece parcialmente envolto por um tecido vermelho translúcido, que atravessa a imagem em diagonal e se prolonga para a direita como uma faixa ou asa em movimento. A mão direita segura uma espada clara, apontada para baixo, em direção ao canto inferior direito. O fundo é escuro, com manchas em preto, cinza, marrom e vermelho, criando uma atmosfera densa e dramática.

Ed Magalhães 2014
Obra “Justiça”, de Sônia Margarida Guerra Cardoso, realizada em 2012, em óleo sobre tela, medindo 150 por 100 centímetros. A pintura apresenta, ao centro, uma espada vertical prateada, com guarda avermelhada e ornamentada. Da espada pendem fios finos que sustentam uma balança de pratos dourados. À direita, uma figura humana de olhos vendados segura a espada. Ao fundo, há a fachada de um templo com colunas brancas e frontão triangular, envolta por tons azulados. Na parte inferior, formas onduladas em verde, amarelo, azul e branco remetem à bandeira do Brasil. A composição usa cores suaves e atmosfera nebulosa, associando justiça, equilíbrio, força da lei e identidade nacional.

Sônia Margarida Guerra Cardoso 2012
Obra Dois Jarros e Uma Viola, de Tony Lima, produzida em 2013 em óleo sobre tela. Medindo 160 por 200 centímetros, a pintura apresenta uma composição geométrica em tons suaves de bege, marrom, cinza, rosa e verde-oliva. No centro, uma grande viola aparece inclinada na diagonal, dominando a cena. À frente, na parte inferior, dois jarros arredondados repousam sobre uma superfície escura ao lado de frutos verde-oliva. Ao fundo, um mosaico de formas geométricas organiza pequenas casas, árvores, pássaros e elementos decorativos distribuídos em compartimentos verticais e horizontais. Círculos, triângulos, listras e padrões repetidos criam ritmo visual e sugerem uma paisagem imaginária e fragmentada. Em diferentes pontos da tela, aves pousam sobre galhos e estruturas, enquanto frutos pendem das árvores estilizadas. A composição combina natureza, arquitetura e objetos do cotidiano em uma linguagem próxima ao cubismo, valorizando equilíbrio, repetição de formas e harmonias cromáticas delicadas.

Tony Lima 2013
Passagem, de Cristina Pessoa, realizada em 2006 em pva sobre tela e medindo 180 por 110 centímetros, apresenta uma composição abstrata formada por retângulos concêntricos, organizados em camadas dentro de uma superfície horizontal. Ao centro, há um retângulo amplo em tom cinza claro, cercado por uma sequência de molduras retangulares que se expandem para fora. Essas molduras alternam cores neutras: bege, branco, preto e diferentes variações de cinza. As bordas são regulares, mas levemente onduladas, criando a sensação de movimento suave, como se as camadas respirassem ou pulsassem. A repetição das formas e o contraste entre claro e escuro conduzem o olhar para o interior da pintura, sugerindo profundidade e atravessamento, como um caminho ou passagem que se abre em planos sucessivos. O conjunto transmite equilíbrio e ritmo, explorando a relação entre forma, cor e espaço de maneira simples e meditativa.

Cristina Pessoa 2006
A obra apresenta uma estrutura metálica abstrata, composta por formas geométricas que parecem se equilibrar no ar. No topo, um plano em formato de losango, levemente inclinado, abriga vazios recortados em curvas e linhas diagonais, criando a sensação de leve movimento. No interior dessa forma maior, hastes metálicas finas atravessam o espaço, sugerindo eixos de equilíbrio, como em uma balança. A superfície do metal é lisa e refletiva, em tons acinzentados, com áreas de sombra que destacam os recortes e a profundidade. A peça se apoia sobre uma base cúbica de madeira clara, simples e sólida, que contrasta com a leveza visual da estrutura superior. O conjunto transmite uma sensação de tensão estável, como se as partes estivessem cuidadosamente posicionadas para manter o equilíbrio entre peso, forma e vazio. Trata-se de uma escultura que convida à observação das relações entre movimento, estabilidade e espaço.

Marcos Decat 2008
Entalhe em madeira intitulado “Deusa da Justiça”, do artista Paulo Roberto da Cunha, criado em 2010, com dimensões de 82 por 56 centímetros. A superfície apresenta tonalidade marrom quente, com sulcos e relevos marcados pelo trabalho manual. No centro da composição, uma figura sentada aparece de perfil, voltada para a direita. A cabeça está coberta por uma venda esculpida. Um dos braços se estende à frente, sustentando uma balança com dois pratos suspensos. O outro braço permanece próximo ao corpo, junto a uma espada vertical apoiada na perna esquerda, com forma alongada e discreta, integrada ao relevo. Sobre as pernas, há uma tábua de leis inclinada, com inscrições em relevo, incluindo a palavra “LEX” e números romanos. As vestimentas apresentam dobras marcadas, e os pés calçam sandálias detalhadas. A cena é envolvida por uma moldura também em madeira, formando um conjunto compacto que transmite equilíbrio, firmeza e ordem, com volumes definidos e textura perceptível ao toque.

Paulo Roberto da Cunha 2010
Identidade, de Bruno Matos, criada em 2010, com técnica mista sobre compensado e medindo 59 por 46 centímetros, apresenta um rosto humano centralizado, desenhado com traços escuros e bem definidos. Os cabelos são lisos. Os olhos grandes estão voltados para a direita; o nariz é alongado e a boca está fechada. O fundo combina tons quentes de vermelho, laranja e bege, com textura irregular. Ao redor da cabeça, há faixas verticais com sinais gráficos semelhantes a inscrições, e, na parte superior, uma faixa vermelha reúne caracteres estilizados. Na parte inferior, também em vermelho, aparecem pequenos animais, com traços simples que lembram pinturas rupestres. É possível reconhecer um boi e um cavalo, além de outras duas figuras: um animal de quatro patas, de corpo compacto e baixo, e um peixe, identificado pelo corpo alongado e forma contínua, sem patas. As figuras estão alinhadas, sugerindo movimento.

Bruno Matos 2010
Waiting for the owner, aquarela sobre papel realizada por Jorge Blues em 2011, mede 54 por 36,5 centímetros. A composição apresenta uma paisagem aquática tranquila, em tons suaves de azul, branco, amarelo e verde. Em primeiro plano, uma canoa em tons amarelados e esverdeados ocupa a parte direita da cena. Vista levemente de cima, a embarcação revela seu interior escuro, com detalhes em vermelho e azul. A proa aponta para a frente, enquanto um reflexo suave se espalha sobre a água calma. No canto inferior esquerdo, pequenas pedras claras emergem da superfície azulada. Ao fundo, uma segunda canoa aparece menor e mais distante, reforçando a sensação de profundidade. Uma estreita faixa de terra recorta o horizonte, separando a água de um céu claro com pinceladas delicadas. A leveza da aquarela cria uma atmosfera silenciosa e contemplativa, sugerindo embarcações imóveis à espera de seus proprietários.

Jorge Blues 2011
Na obra “Arcanjo da Justiça”, de Glória Maria Mello, realizada em 2012, em acrílica sobre tela, com 120 por 80 centímetros, aparece uma figura angelical centralizada sobre fundo escuro, em tons de azul, preto e cinza. A figura tem grandes asas abertas, corpo coberto por vestes longas e volumosas, e segura uma balança dourada, símbolo da justiça. A balança pende à frente do corpo, com dois pratos suspensos por fios finos. Em uma das mãos, a figura também segura um objeto longo e claro, semelhante a uma espada ou bastão. O rosto é frontal, com traços suaves e pouco contraste. No alto da pintura, há um pequeno elemento circular luminoso. As pinceladas são aparentes, criando textura espessa e brilho sobre asas, roupas e fundo.

Glória Maria Mello 2012
Estátua da Justiça, de Iracema Miranda, 2012. Pintura em acrílica sobre tela, com 140 por 100 centímetros. Em composição vertical, uma figura humana estilizada ocupa o centro da obra. Sentada, mantém o tronco ereto e segura horizontalmente um objeto semelhante a uma espada apoiada sobre o colo. O rosto não apresenta traços fisionômicos, reduzido a formas geométricas simples. As vestes são sugeridas por áreas claras em branco e tons terrosos, com linhas suaves que definem o corpo. O fundo é abstrato e vibrante, dominado por tonalidades de vermelho, laranja, amarelo e toques de marrom, aplicadas em pinceladas amplas que criam sensação de calor e movimento. A figura clara destaca-se sobre esse ambiente luminoso, evocando a representação simbólica da Justiça em uma linguagem moderna e expressiva.

Iracema Miranda 2012
Cidade Convento, de Nazzareno Stanislau, é um desenho sobre papel de 2005, medindo 23 por 18 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata e colorida, com formas geométricas e orgânicas que se entrelaçam, sugerindo uma paisagem urbana ou arquitetônica. Predominam tons de rosa, azul, vermelho, amarelo e verde, com linhas pretas que definem os contornos das formas. No centro, uma estrutura que lembra um edifício ou um convento se destaca, com detalhes que evocam janelas e telhados. Ao redor, elementos que parecem árvores estilizadas e outras construções se misturam, criando uma atmosfera onírica e fantástica. A iluminação é difusa, realçando a vivacidade das cores e a complexidade do traço. A pintura transmite uma sensação de mistério e contemplação, convidando o observador a explorar os detalhes e as múltiplas interpretações da "Cidade Convento".

Nazzareno Stanislau 2005
Fundo do Mar, de Jorge Kell, é uma escultura de resíduos da indústria de armações de óculos, de 2019, medindo 20 por 32 centímetros. A obra, em formato tridimensional, representa um ecossistema marinho vibrante e colorido, criado a partir de materiais reciclados. A base é um quadrado de madeira pintado com padrões geométricos em tons de laranja, azul, verde e vermelho, simulando o leito oceânico. Sobre ela, emergem formas que remetem a corais, algas e peixes, todos construídos com peças de armações de óculos. As cores são variadas e intensas, com predominância de tons de vermelho, azul, verde e preto, contrastando com o fundo. A composição é dinâmica, com elementos que se elevam e se entrelaçam, sugerindo o movimento da vida marinha. A iluminação destaca as texturas e os brilhos dos materiais, revelando a criatividade na transformação do resíduo em arte. A escultura transmite uma mensagem de conscientização ambiental, celebrando a beleza do fundo do mar e a importância da reciclagem.

Jorge Kell 2019
Araras, de Clodair Edenilson Borin, é uma acrílica sobre tela de 2019, medindo 40 por 60 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, retrata duas araras-azuis em um plano próximo, com um fundo esverdeado e suavemente texturizado. A arara da esquerda está em primeiro plano, com a cabeça levemente inclinada para a direita, revelando suas penas azuis vibrantes, a face branca com detalhes pretos e o bico forte. A arara da direita está um pouco mais recuada e à frente, com a cabeça virada para a esquerda, encostando-se suavemente na primeira, criando uma sensação de intimidade e carinho. Suas penas azuis e amarelas se misturam, e os olhos expressivos de ambas as aves são destacados. A iluminação é suave e natural, realçando a riqueza das cores e a textura das penas. A pintura transmite uma sensação de tranquilidade, beleza natural e a delicadeza da relação entre os animais, celebrando a exuberância da fauna brasileira.

Clodair Edenilson Borin 2019
Nick, de PJ Araújo, é uma obra de técnica mista de 2019, medindo 145 por 110 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, retrata uma figura humana em um momento de euforia ou liberdade, com os braços abertos e as pernas flexionadas, como se estivesse pulando ou dançando. A figura, de gênero indefinido, veste uma camiseta azul e calças vermelhas, com o rosto voltado para cima e os cabelos claros. O fundo é abstrato, composto por pinceladas largas e texturizadas em tons de cinza, vermelho, amarelo e verde, criando uma sensação de movimento e energia. A iluminação é dramática, com contrastes de luz e sombra que realçam a figura central. A pintura transmite uma sensação de alegria, leveza e celebração da vida, com um estilo expressivo e dinâmico.

PJ Araújo 2019
Palingenesia, de Da Silva, é uma pirogravura em cortiça de 2019, medindo 79,5 por 85 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma paisagem árida onde uma árvore solitária se destaca. Sob sua copa, a estátua da Justiça emerge do solo, simbolizando um renascimento. A técnica de pirogravura confere à imagem tons sépia e marrons, com texturas que remetem à madeira queimada. A árvore, no centro da composição, possui galhos retorcidos e folhagem densa, projetando uma sombra protetora sobre a figura. A estátua da Justiça, parcialmente visível, parece brotar da terra, sugerindo a força e a permanência do ideal de justiça mesmo em ambientes desolados. O fundo é simples, com um horizonte baixo, reforçando a quietude e a resiliência da cena. A obra evoca temas de regeneração e a conexão profunda entre a justiça e a vida, transmitindo uma mensagem de esperança e renovação.

Da Silva 2019
Festa Popular II, de Márcio Souto, é uma guache sobre tela de 2020, medindo 40 por 50 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição vibrante e colorida, inspirada em festas populares. O fundo é predominantemente azul escuro, sobre o qual se destacam diversas bandeirinhas triangulares e retangulares, em tons de vermelho, laranja, rosa, amarelo, verde e roxo. As bandeirinhas estão dispostas de forma geométrica, criando um padrão dinâmico. Entre as bandeirinhas, há lâmpadas amarelas estilizadas, que sugerem a iluminação festiva. As cores são intensas e saturadas, e as formas são bem definidas, com contornos marcados. A pintura transmite uma atmosfera de alegria, celebração e vivacidade, capturando a essência das festas populares brasileiras com um estilo abstrato e moderno.

Márcio Souto 2020
Deusa da Justiça, de Aulion, é uma pintura a óleo sobre tela de 2021, medindo 92 por 62 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, retrata uma figura feminina estilizada, representando a Deusa da Justiça, em plano médio. Ela está de perfil, com o rosto levemente inclinado para baixo e olhos vendados por uma faixa clara. Seus cabelos, em tons de cinza e branco, estão presos em um coque alto. Veste uma túnica clara que revela parte de seu ombro. À esquerda, no fundo, uma balança de dois pratos, símbolo da equidade, aparece em tons escuros sobre um fundo marrom texturizado. À direita, atrás da figura, a empunhadura de uma espada, símbolo da força da lei, é visível. A paleta de cores é composta por tons terrosos, marrons, cinzas e um toque de verde. A iluminação suave cria um ambiente de seriedade e contemplação. A pintura evoca a imparcialidade e a força da justiça, com uma representação moderna e simbólica.

Aulion 2021
Flamboyant do TJDFT, de Luana Melo, é uma aquarela sobre papel de 2021, medindo 26 por 36 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, retrata uma árvore flamboyant em plena floração, com suas flores vermelhas e alaranjadas, em frente a um edifício moderno. A árvore ocupa o centro da composição, com sua copa ampla e densa, e o tronco robusto. O edifício, ao fundo, possui linhas retas e janelas escuras, com pilares brancos que se destacam. O céu, em tons de azul claro e branco, apresenta nuvens suaves. Há um gramado verde bem cuidado na parte inferior da tela. A iluminação é natural e difusa, realçando as cores vibrantes da árvore e a arquitetura do prédio, transmitindo uma sensação de tranquilidade e a beleza da natureza integrada ao ambiente urbano.

luana Melo 2021
Orquídeas para Athos Bulcão, de Rafael Cerqueira Nunes Carneiro, é uma acrílica sobre tela de 2022, medindo 70 por 70 centímetros. A obra, em formato quadrado, apresenta um vaso de orquídeas com flores em tons de rosa e salmão, sobre um fundo azul vibrante. O vaso, na parte inferior central, possui um padrão geométrico em preto e branco, remetendo aos azulejos de Athos Bulcão. As orquídeas têm folhas verdes escuras e hastes finas, com várias flores abertas e alguns botões. O fundo azul é preenchido com figuras estilizadas de pássaros brancos, que parecem voar ao redor das flores, adicionando um toque de leveza e movimento à composição. A iluminação é clara e uniforme, realçando as cores vivas e o contraste entre o azul do fundo e o rosa das flores. A pintura celebra a beleza da natureza e presta homenagem ao artista Athos Bulcão, incorporando elementos de seu estilo.

Rafael Cerqueira Nunes Carneiro 2022
Justiça, de Armando Cunha, é uma pintura a óleo sobre tela de 2024, medindo 120 por 70 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata de formas geométricas e orgânicas interligadas, em uma paleta de cores intensas e contrastantes. Predominam tons de vermelho, laranja, azul, roxo, amarelo e marrom. As formas se sobrepõem e se entrelaçam, criando uma sensação de movimento e profundidade. É possível identificar elementos que remetem a figuras humanas estilizadas, com traços angulares e curvos, sugerindo a complexidade e a dinâmica do conceito de justiça. A iluminação é dramática, com áreas de luz e sombra que realçam as cores e as texturas da pintura. A obra transmite uma sensação de força, equilíbrio e a busca por uma resolução, convidando o observador a refletir sobre os múltiplos aspectos da justiça.

Armando Cunha 2024
Refletindo, de Armando Cunha, é uma pintura a óleo sobre tela de 2024, medindo 120 por 80 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata com formas orgânicas e geométricas interligadas, em uma paleta de cores vibrantes e terrosas. Predominam tons de amarelo, verde-limão, azul-claro, marrom, cinza e rosa pálido. Há figuras que remetem a rostos ou perfis humanos, com olhos e narizes estilizados, sugerindo reflexão ou introspecção. As formas são contornadas por linhas finas em preto e branco, que adicionam dinamismo e separam os planos. A iluminação é suave, realçando as texturas e as sobreposições das cores. A pintura evoca uma sensação de mistério e contemplação, convidando o observador a interpretar as formas e as emoções transmitidas.

Armando Cunha 2024
Flamboyant do TJDFT, de Rafael Cerqueira, é uma acrílica sobre tela de 2024, medindo 100 por 135 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, retrata uma árvore flamboyant em plena floração, com suas flores vermelhas vibrantes, em frente a um edifício moderno. A árvore ocupa o centro da composição, com copa larga e densa, e tronco robusto. O edifício, ao fundo, possui linhas retas e janelas escuras, contrastando com as formas orgânicas da árvore. O céu, em tons de azul e roxo, apresenta pinceladas expressivas. Há um gramado verde bem cuidado e uma calçada cinza. A iluminação destaca as cores quentes da árvore e a arquitetura do prédio, transmitindo vitalidade e harmonia entre natureza e construção humana.

Rafael Cerqueira 2024
Níveis, do autor Markoh, é uma fotografia de 2025, medindo 32 por 45 centímetros. A obra, em formato vertical, apresenta uma composição abstrata de linhas luminosas e coloridas sobre um fundo escuro. As linhas formam estruturas que se assemelham a esferas e arcos sobrepostos, em tons de branco, azul, rosa e laranja. Há uma sensação de movimento e profundidade, como se as formas estivessem flutuando ou se desdobrando no espaço. A iluminação é difusa, realçando o brilho das linhas e criando um efeito etéreo. A fotografia transmite uma atmosfera futurista e onírica, explorando a interação entre luz, cor e forma de maneira dinâmica e envolvente.

Markoh 2025
Vaso Artesanal, de Joaneison Moreira, é uma escultura sem data, medindo 80 por 35 por 35 centímetros. A obra apresenta um vaso escultural de formato orgânico e irregular, com abertura superior e base mais estreita. A textura é rugosa, lembrando casca de árvore ou tecido amassado, com dobras e vincos que criam profundidade. A cor predominante é um marrom-dourado, com variações de tonalidade que sugerem a técnica de escultura com toalha. A iluminação destaca superfícies e curvas, conferindo um aspecto natural e artesanal. A peça evoca a beleza da simplicidade e a transformação de materiais comuns em arte, celebrando a criatividade e a habilidade manual.

Joaneison Moreira sem data
Deusa da Justiça, de Ramon Rocha, é uma escultura sem data, medindo 160 por 50 centímetros. A obra, feita por soldagem de sucata, apresenta uma figura feminina esguia e estilizada, em pé, com os braços levantados. Na mão direita, ela segura uma espada vertical, e na esquerda, uma balança de dois pratos. A figura é composta por diversas peças metálicas soldadas, criando uma textura rica e um visual industrial. A cabeça é pequena e abstrata, sem feições definidas, e o corpo é alongado e angular. A cor predominante é um tom de cobre ou bronze oxidado, com reflexos metálicos. A base é sólida e escura, proporcionando estabilidade. A obra transmite a força e a simbologia da justiça, com um toque de modernidade e originalidade na sua execução.

Ramon Rocha sem data
Pintura em formato vertical intitulada Casa velha em SP, de Flávio Motta, realizada em 1963 em óleo sobre tela, com dimensões de cinquenta e três por quarenta centímetros. A composição apresenta uma cena urbana sintetizada por meio de formas simplificadas e pinceladas visíveis. No primeiro plano, um muro horizontal em tom rosado delimita a cena. À direita do eixo central, destaca-se uma árvore de tronco escuro e espesso, com ramificações pouco definidas, que se projetam verticalmente. No plano intermediário, à esquerda, observa-se uma construção de dois pavimentos em tonalidade amarelada. No andar superior, três janelas retangulares estão alinhadas e apresentam detalhes escuros, com pequenos elementos avermelhados na parte superior. No térreo, três aberturas em arco sugerem vãos ou portas. O plano de fundo é constituído por manchas em tons de cinza, roxo e azul, com contornos difusos, sugerindo edificações ou áreas sombreadas.

Flávio Motta 1963
Mulheres de Areia. Pintura de Glênio Bianchetti, de 1963. Óleo sobre tela, medindo cinquenta e cinco por setenta e seis centímetros. A imagem apresenta formas arredondadas em tons quentes, como amarelo, laranja, ocre e marrom, sobre um fundo claro. Essas formas ocupam quase todo o espaço e se encaixam como peças de um quebra-cabeça. À esquerda, há um grande volume circular. No centro e à direita, aparecem formas alongadas e curvas, que lembram corpos deitados ou agrupados, mas sem detalhes de rosto ou partes do corpo. As separações entre as formas são marcadas por áreas mais escuras. As cores se misturam de forma suave, sem contornos definidos. A obra segue um estilo modernista, com formas simplificadas e poucos detalhes, aproximando-se da abstração. O foco está mais nas cores e nos volumes do que na representação fiel da realidade.

Glênio Bianchetti 1963
Obra Pintura 13, de Rubem Valentim, feita em 1965 com têmpera sobre tela, medindo 100 por 73 centímetros. A imagem tem formato vertical e é organizada de forma simétrica, como se fosse dividida ao meio. No centro, há um retângulo em tom alaranjado onde aparecem formas geométricas alinhadas de cima para baixo: uma figura preta parecida com um “T”, seguida por outras formas com pontas laterais, um círculo vermelho e curvas em preto. Pequenos detalhes azuis conectam essas figuras. Nas laterais, dois painéis azuis repetem símbolos semelhantes — círculos, linhas e formas angulares em vermelho — criando um padrão que se repete dos dois lados. Na parte superior, um grande círculo alaranjado contém uma forma azul no centro. Acima das laterais, há setas azuis apontando para cima, sugerindo movimento vertical. O fundo é verde-acinzentado e contrasta com as cores fortes da pintura: vermelho, azul, preto e laranja.

Rubem Valentim 1965
Escultura intitulada Busto de Ruy Barbosa, criada por Achnoor em 1969. A obra apresenta a cabeça e parte do tronco em bronze escuro, com leve brilho. O rosto tem traços marcados e testa ampla, voltado para frente. O vestuário aparece de forma simplificada, com colarinho alto e gravata. O busto está apoiado sobre um pedestal de mármore claro. Na parte superior, uma base lisa sustenta a escultura. Abaixo, um bloco maior de mármore, com veios discretos, traz uma inscrição em letras cursivas escuras, bem visíveis no fundo claro. A frase gravada diz: “Quem dá às Constituições realidade não é, nem a inteligência que as concebe, nem o pensamento que as estampa: é a magistratura que as defende.” Ao final, aparece o nome Ruy Barbosa. Ao fundo, uma parede clara com formas geométricas em relevo cria um ambiente sóbrio, destacando o contraste entre o bronze escuro e o mármore claro do pedestal.

Achnoor rio 1969 -
Obra “Sem Título”, de Siron Franco, sem data, realizada em óleo sobre tela, com 109 por 100 centímetros. A pintura mostra uma figura humana em pé, centralizada, ocupando quase toda a altura da composição. A figura veste uma roupa longa em tom azul e está descalça, com os pés apoiados sobre uma superfície terrosa em tons quentes. No centro do corpo, a figura segura à frente do peito um tecido claro, onde aparece o desenho de um rosto. Ao redor, a paisagem é árida e escura, com árvores secas, troncos queimados e uma estrada sinuosa que se estende ao fundo. À esquerda, há uma pequena estrutura inclinada, sugerindo destruição. O céu é carregado, em tons de azul, cinza e marrom, criando uma atmosfera densa. As cores contrastam entre o azul da vestimenta e os tons terrosos e queimados da paisagem, reforçando a presença isolada da figura humana em um ambiente devastado.

Siron Franco Sem Data
Obra “Composição III – Moringas”, de Sérgio Lafetá, pintura a óleo sobre tela, sem data, apresenta uma composição abstrata formada por grandes formas geométricas que lembram silhuetas de moringas sobrepostas. Em primeiro plano, destacam-se volumes arredondados e curvos em tons de vermelho e vinho, que se cruzam com áreas mais claras. À direita, uma grande forma branca, com contorno suave, ocupa parte central da imagem, criando contraste com o fundo azul-claro. Linhas retas e faixas horizontais, em tons de azul e lilás, atravessam a parte superior, organizando o espaço e sugerindo equilíbrio. As cores são intensas, com textura visível do óleo, levemente granulada, dando sensação tátil à superfície. As formas se encaixam como peças, sem profundidade realista, construindo um jogo de sobreposição e contraste entre curvas e retas. A composição transmite harmonia e ritmo visual, evocando objetos cotidianos de maneira simplificada e abstrata.

Sérgio Lafetá sem data
Clamor de Justiça, de Carlos da Paz, é uma escultura sem data, medindo 150 por 50 centímetros. A obra apresenta uma figura humana estilizada, com a cabeça inclinada para trás e os braços levantados, em um gesto de súplica ou protesto. A escultura é composta por elementos que sugerem uma estrutura metálica ou de arame, com formas que remetem a fragmentos ou camadas. A cabeça, em tom claro, parece ser de um material diferente do corpo, mais escuro e texturizado. Uma base sólida e escura sustenta a figura verticalmente. A iluminação realça as texturas e as formas angulares, transmitindo movimento e emoção. A peça evoca a ideia de um grito silencioso por justiça, um clamor por atenção e reconhecimento.

Carlos da Paz sem data
Índia Yanomami, de André Rodrigo, é uma fotografia sem data, medindo 100 por 100 centímetros. A obra, em formato quadrado, apresenta um close-up do rosto de uma jovem indígena Yanomami. Sua pele é morena e seus olhos escuros e expressivos olham diretamente para o observador. O rosto está adornado com pinturas faciais tradicionais em preto, com linhas horizontais sobre a testa e bochechas, e verticais que descem do nariz até o queixo. Adornos de palha ou madeira atravessam o septo nasal e os cantos da boca, e brincos brancos e pretos pendem das orelhas. O cabelo escuro e liso emoldura o rosto. O fundo é escuro e desfocado, realçando a figura da jovem. A iluminação suave destaca os detalhes das pinturas e adornos. A fotografia transmite a beleza, a força e a riqueza cultural do povo Yanomami, capturando a essência de sua identidade.

André Rodrigo sem data
Pequena Catrina Juanita, de Marcio de Andrade, é uma fotografia sem data, medindo 75 por 50 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma criança de pele clara, com o rosto pintado como uma caveira mexicana, inspirada na figura da Catrina. Seus olhos são delineados em preto e azul, e a boca é desenhada com dentes, em um sorriso estilizado. Ela usa um chapéu vermelho adornado com velas brancas, flores amarelas e pequenas caveiras, além de um vestido vermelho com detalhes amarelos. O fundo é escuro e desfocado, realçando a figura da criança. A iluminação é suave, destacando os detalhes da maquiagem e do traje. A fotografia transmite uma celebração da vida e da morte, com a inocência da criança contrastando com a simbologia da Catrina. A composição evoca a riqueza cultural do Dia dos Mortos, com cores vibrantes e um toque de fantasia.

Marcio de Andrade sem data
Caboclinho, de Márcio Garcez, é uma fotografia sem data, medindo 92,5 por 62,5 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta um close-up de um jovem de pele morena, com os olhos fechados e uma expressão serena. Ele usa um cocar exuberante, adornado com penas azuis, brancas e pretas, e detalhes em vermelho e dourado. As penas são longas e volumosas, emoldurando o rosto do jovem. O fundo é claro e desfocado, realçando o cocar e o rosto. A iluminação suave destaca os detalhes das penas e a textura da pele. A fotografia transmite uma sensação de espiritualidade, cultura e tradição, capturando a beleza e a riqueza dos rituais indígenas. A composição foca na expressão do jovem e na grandiosidade do adorno, evocando um sentimento de reverência e conexão com a ancestralidade.

Márcio Garcez sem data
Cacique e Neto, de Gisa Muller, é uma fotografia em preto e branco, sem data, medindo 59 por 42 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta um close-up de um homem indígena mais velho e uma criança, provavelmente seu neto. O homem, à esquerda, tem o rosto enrugado, barba e cabelos longos, e usa um adorno na cabeça. Sua expressão é serena e acolhedora. A criança, à direita, tem o rosto pintado de branco e uma expressão curiosa, olhando para o lado. Ambos estão com o torso nu, e a iluminação suave realça os detalhes de suas feições e a textura da pele. O fundo é escuro e desfocado, direcionando o foco para as figuras. A fotografia transmite uma profunda conexão entre gerações e a riqueza da cultura indígena, capturando um momento de ternura e sabedoria ancestral.

Gisa Muller sem data
Contra Luz no Museu, de Márcia Barros, é uma fotografia sem data, medindo 40 por 60 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma paisagem urbana com um edifício moderno em contraluz. O céu, em tons de azul claro e branco, é dominado por nuvens e um sol forte que irradia luz, criando um efeito de silhueta nos elementos em primeiro plano. À esquerda, a arquitetura curva de um museu se destaca, com suas formas suaves e contemporâneas. À direita, edifícios mais baixos e retilíneos completam a paisagem urbana. A luz intensa do sol cria um contraste dramático, realçando as formas e texturas dos edifícios. A fotografia transmite grandiosidade e modernidade, com a contraluz adicionando um toque de mistério e imponência à cena.

Márcia Barros sem data
Estruturas e Desestruturas, do Coletivo Nós e Ludmyla Monteiro, é uma fotografia sem data, medindo 42 por 60 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta duas imagens de estruturas de madeira em um campo gramado. A imagem superior mostra postes e vigas de madeira dispostos verticalmente e em ângulos, formando uma cerca abstrata. O campo é verde com trilhas avermelhadas, e o céu é claro com algumas árvores ao fundo. A imagem inferior exibe estruturas de madeira semelhantes, mas organizadas em padrões triangulares interconectados, com um corpo d'água ao fundo e um céu rosado. A composição explora a dualidade entre construção e desconstrução, ordem e caos, utilizando elementos naturais e artificiais para refletir sobre a paisagem e a intervenção humana. A fotografia transmite efemeridade e transformação.

Coletivo Nós / Ludmyla Monteiro sem data
No name, de Jaqueline Eickhoff, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 60 por 120 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma composição abstrata de faixas horizontais sobrepostas. Predominam tons terrosos de marrom, verde escuro e laranja queimado, com algumas pinceladas em azul acinzentado. As faixas variam em espessura e intensidade de cor, criando um efeito de camadas e profundidade. A textura da pintura é evidente, com pinceladas que sugerem movimento e fluidez. Algumas linhas finas e brancas atravessam as faixas, adicionando um elemento de contraste e dinamismo. A iluminação parece vir de cima, realçando as cores e as texturas. A composição transmite uma sensação de paisagem abstrata ou de elementos naturais em constante transformação, com uma estética que explora a interação entre cores e formas orgânicas e fluidas.

Jaqueline Eickhoff sem data
O Café da Manhã, de Paulo Sérgio Souza Andrade, é uma fotografia em preto e branco, sem data, medindo 39 por 32 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta um close-up de um bebê sendo alimentado com uma mamadeira. A mão de um adulto, com braço peludo, segura a mamadeira, que está na boca do bebê. O bebê, deitado em um lençol texturizado, tem o rosto parcialmente visível, com os olhos fixos na mamadeira. Seus cabelos são claros e finos. A iluminação suave realça a textura da pele do bebê e do braço do adulto, criando um contraste delicado. A fotografia transmite cuidado, nutrição e intimidade, capturando um momento cotidiano e terno entre o adulto e o bebê. A composição foca na interação e na simplicidade do gesto, evocando sentimentos de amor e proteção.

Paulo Sérgio Souza Andrade sem data
Voe, de Antônia Célia, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 90 por 100 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma composição abstrata e expressiva. O fundo é dominado por tons de verde oliva e marrom, com pinceladas que criam uma textura orgânica. No centro, uma forma vertical em tons de branco e cinza claro se destaca, atravessando a tela de cima a baixo, com detalhes que lembram galhos ou raízes finas e emaranhadas. À esquerda da forma central, há uma linha horizontal fina em tons de laranja e amarelo, adicionando um toque de cor e contraste. A iluminação parece vir do centro, realçando a textura e a profundidade. A composição transmite uma sensação de movimento ascendente e leveza, evocando a ideia de voo e liberdade, com uma estética que explora a interação entre formas orgânicas e abstratas.

Antônia Célia sem data
Promessa Chão, de Alliny Nunes, é uma fotografia em preto e branco, sem data, medindo 40 por 60 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta um grupo de sete pessoas, de diferentes idades, sorrindo e se abraçando, sugerindo uma família. No centro, um homem de óculos e cabelos claros, com um sorriso acolhedor, é abraçado por crianças e jovens. Todos estão vestidos com roupas claras, que se mesclam ao fundo. A composição é um close-up, focando nos rostos e expressões de felicidade e união. A iluminação suave realça os detalhes e as texturas, criando uma atmosfera íntima e calorosa. A fotografia transmite amor, cumplicidade e alegria, celebrando os laços familiares e a promessa de um futuro juntos.

Alliny Nunes sem data
Sem título, de Lya Astrid, é uma fotografia em preto e branco, sem data, medindo 60 por 90 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta um close-up de um bebê dormindo, deitado de lado. A pele do bebê é clara e macia, e seus cabelos escuros e finos estão levemente despenteados. As mãos pequenas estão unidas perto do rosto, em uma posição delicada e serena. O rosto do bebê está relaxado, com os olhos fechados e uma expressão de paz. O fundo é suavemente desfocado, com texturas que sugerem um cobertor ou lençol. A iluminação é difusa, realçando a delicadeza da pele e os contornos suaves do rosto. A fotografia transmite inocência, tranquilidade e ternura, capturando a beleza e a fragilidade da vida em um momento de descanso profundo.

Lya Astrid sem data
Flores Tropicais, de Guiomar, é um tapete sem data, sem medidas especificadas. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma rica composição de flores e folhagens tropicais bordadas em tons vibrantes sobre um fundo marrom escuro. As flores são representadas em amarelo, laranja e vermelho, com detalhes em branco e verde, e as folhas em diversos tons de verde, marrom e roxo. A textura do bordado é evidente, conferindo profundidade e um aspecto tátil à peça. Os elementos florais e foliares estão dispostos de forma orgânica e densa, preenchendo quase todo o espaço. Há um contraste marcante entre as cores quentes das flores e o fundo escuro, que realça a vivacidade da flora tropical. A composição transmite exuberância e vitalidade, celebrando a beleza da natureza com um toque artesanal.

Guiomar sem data
Girassóis, de Valéria Vidigal, é uma pintura a óleo sobre tela, sem data, medindo 80 por 80 centímetros. A obra, em formato quadrado, apresenta uma natureza-morta vibrante. À esquerda, um vaso de vidro transparente contém um arranjo de girassóis em tons de amarelo e laranja, com centros escuros e folhas verdes. O fundo atrás do vaso é um azul intenso, com pinceladas que sugerem movimento. À direita, sobre uma superfície marrom que simula uma mesa de madeira, há uma chaleira branca de cerâmica, uma xícara de café branca com café escuro e um pires. Pequenas folhas secas e grãos de café estão espalhados. A composição transmite uma atmosfera acolhedora e rústica, com a luz realçando os girassóis e os objetos, criando um contraste harmonioso.

Valéria Vidigal sem data
Equilíbrio Infinito, de Danielle Andrezza, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 50 por 70 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma composição abstrata e vibrante, dominada por tons de azul, verde e amarelo. A textura da pintura é rica, com pinceladas que criam um efeito de espiral ou redemoinho, sugerindo movimento e fluidez. No centro, uma estrutura vertical em tons de azul mais escuro se destaca, lembrando o eixo de uma balança. Em cada lado, formas arredondadas em amarelo intenso, que se assemelham a pratos de balança, flutuam em um fundo de tons de verde e azul. A obra transmite harmonia e balanço, com a interconexão das cores e formas criando um dinamismo visual que evoca a ideia de um equilíbrio constante e infinito.

Danielle Andrezza sem data
Flores, de Sonia Guerra, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 100 por 80 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata e expressiva. O fundo é dominado por tons de azul e lilás, com pinceladas verticais que criam uma textura fluida e etérea, lembrando uma cortina de chuva ou um véu. No centro, um aglomerado de flores em tons vibrantes de laranja e amarelo se destaca. As flores são representadas de forma difusa, com pinceladas soltas que sugerem movimento e a delicadeza das pétalas. Há toques de verde escuro e marrom, indicando folhagens. A iluminação parece vir de cima, realçando o brilho das flores. A composição transmite beleza efêmera e vitalidade da natureza, com atmosfera sonhadora e contemplativa.

Sonia Guerra sem data
A Janela e o espaço cúbico, de Donizetti Garci, é uma obra sem data, utilizando metal sobre madeira, medindo 81 por 95 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma ilusão de ótica que simula um espaço cúbico tridimensional. Predominam tons de vermelho vibrante nas paredes externas do cubo, que se abrem para um interior em tons de branco e cinza claro, criando profundidade e perspectiva. No centro do cubo, há uma pequena imagem retangular, que parece ser uma fotografia ou miniatura de outra obra de arte, funcionando como uma "janela" para outro universo. As linhas limpas e a geometria precisa criam um efeito visual impactante, convidando o observador a explorar a relação entre o espaço físico e o representado. A técnica de metal sobre madeira confere solidez e acabamento contemporâneo.

Donizetti Garci sem data
A Justiça, de Gildrede Mascarenhas, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 120 por 90 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma figura feminina de pele morena, com um lenço verde na cabeça e cabelos escuros. Seus olhos são castanhos e o olhar é sereno. Ela segura um livro aberto com as duas mãos, que repousa sobre uma base amarela. No livro, quatro pombas brancas estilizadas estão dispostas horizontalmente, simbolizando a paz. Acima da cabeça da figura, um sol estilizado irradia raios brancos e azuis, preenchendo o fundo da obra. O azul vibrante do fundo, com pinceladas texturizadas, contrasta com os tons terrosos da figura. A composição evoca a sabedoria e a paz associadas à justiça.

Gildrede Mascarenhas sem data
A Justiça, de Solange Thomas, é uma pintura a óleo sobre tela, sem data, medindo 100 por 120 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma composição abstrata e expressiva. À esquerda, um rosto estilizado em tons de laranja, vermelho e amarelo, com pinceladas marcadas, tem os olhos vendados por uma faixa branca. O rosto está parcialmente imerso em um fundo escuro. À direita, duas formas triangulares brancas, que se assemelham a pratos de uma balança, emergem de um fundo preto texturizado. Uma linha vertical fina conecta as duas formas, sugerindo o eixo central de uma balança. O contraste entre as cores quentes do rosto e o preto e branco das balanças cria tensão visual. A obra evoca a figura da Justiça, com a venda nos olhos simbolizando imparcialidade e as balanças, o equilíbrio.

Solange Thomas sem data
Arte e Cultura - Palácio da Justiça, de Hosana Epaminondas, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 90 por 90 centímetros. A obra, em formato quadrado, apresenta uma composição abstrata e geométrica. Cinco grandes colunas verticais em tons de cinza escuro e roxo se alternam com espaços preenchidos por pequenos quadrados coloridos em amarelo, verde, laranja e azul, lembrando vitrais. Formas curvas e pontiagudas em cinza escuro projetam-se das colunas, criando movimento. O contraste entre as cores vibrantes e os tons sóbrios confere um caráter moderno e dinâmico. A composição sugere uma interpretação artística da arquitetura e da atmosfera de um palácio da justiça, onde arte e cultura se entrelaçam.

Hosana Epaminondas sem data
Brasil, de Franzoni, é uma obra sem data, utilizando tinta metálica e verniz vitral sobre vidro e madeira, medindo 79 por 110 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma composição abstrata vibrante. Predomina um tom de azul intenso, que cobre a maior parte da tela, sugerindo vastas águas ou o céu. A superfície azul é pontilhada com pequenas texturas, criando um efeito granulado e luminoso. No centro, uma faixa horizontal em tons de laranja e amarelo atravessa a tela, dividindo o azul e adicionando um ponto focal quente. As bordas são contornadas por um amarelo vibrante, que enquadra a cena e intensifica o contraste. A técnica mista confere profundidade e brilho únicos, evocando a riqueza e a diversidade das paisagens brasileiras de forma abstrata e poética.

Franzoni sem data
Brasília Democrática: Identidade do Brasil, de Mariângela Junqueira Borges, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 120 por 110 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata e geométrica, dominada por tons quentes de amarelo, laranja e marrom, contrastando com azuis e cinzas. Formas verticais e angulares se entrelaçam, lembrando edifícios ou monumentos, com linhas diagonais que sugerem movimento. No centro, elementos remetem a balanças, simbolizando justiça e equilíbrio. A paleta de cores vibrantes e a sobreposição de planos criam dinamismo. A obra evoca a arquitetura e os ideais de Brasília, com uma interpretação artística da identidade brasileira através de formas e cores.

Mariângela Junqueira Borges sem data
Buriti I, de Veruska Lacroix, é uma encáustica sobre madeira, sem data, medindo 67 por 51 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma palmeira buriti estilizada. O tronco é composto por listras horizontais em tons de azul claro e cinza, com textura segmentada. A copa é formada por folhas grandes e abertas, também em azul claro, com algumas pencas de frutos penduradas. O fundo é liso e claro, realçando a palmeira. A técnica de encáustica, que utiliza cera, confere à obra uma superfície opaca e aspecto antigo. A composição é minimalista, focando na forma e textura da palmeira, transmitindo calma e conexão com a natureza brasileira.

Veruska Lacroix sem data
Cartas, de Elizabete Adelaide, é uma obra de técnica mista, sem data, medindo 120 por 80 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata em tons de preto, branco e cinza, com detalhes em amarelo. À esquerda, formas geométricas em relevo sugerem pilhas de papel ou cartas, com textura de papel amassado. No centro, elementos lembram letras ou símbolos, e um pedaço de papel amarelado com escrita ilegível. À direita, pinceladas fortes em preto sobre fundo cinza, com uma grade escura e irregular. Toques de amarelo adicionam contraste. A composição transmite mistério e fragmentação, contando uma história através de elementos visuais dispersos.

Elizabete Adelaide sem data
Ciranda com meninas, de Marília Ferrer, é uma colagem em tecido, sem data, medindo 36 por 48 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta quatro figuras femininas estilizadas, com corpos alongados e sem detalhes faciais, dançando em uma ciranda. Elas vestem roupas coloridas: verde claro, magenta, azul claro e amarelo. Estão de mãos dadas, formando um círculo, com braços estendidos e pernas em movimento, sugerindo leveza e alegria. O fundo é formado por casas coloridas em tons de azul, marrom e vermelho, com telhados em diferentes alturas, criando um cenário urbano simplificado. O chão é em tons de bege e rosa, com sombras. A técnica de colagem de tecido confere textura única e aspecto artesanal, transmitindo uma atmosfera lúdica e infantil.

Marília Ferrer sem data
Dom Quixote 2, de Alexsandro Almeida, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 70 por 110 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, exibe uma cena vibrante e colorida, com estilo popular. À esquerda, um homem de chapéu de palha monta um burro marrom. À direita, um homem de bigode e armadura branca cavalga um cavalo branco, empunhando uma lança. Ambos estão em um campo verde com corações vermelhos. O fundo é abstrato e dinâmico, com formas geométricas coloridas em tons de azul, amarelo, laranja, roxo e rosa, lembrando bandeiras ou moinhos de vento. A paleta de cores é intensa e alegre, e as pinceladas expressivas criam uma atmosfera lúdica e fantástica, evocando a história de Dom Quixote com vivacidade.

Alexsandro Almeida sem data
Domingo, obra de Norma Autuori de Lima. Pintura a óleo sobre tela, medindo 90 por 130 centímetros. A composição retrata uma paisagem ao ar livre em tons de outono. À esquerda, uma árvore de copa volumosa exibe folhas amarelas e douradas, com folhas caídas no chão. Ao centro, um campo verde-amarelado se estende até o horizonte. À direita, um caminho pavimentado conduz em diagonal até um edifício moderno ao fundo, com fachada de grandes vidraças brancas e um espelho d'água à sua frente. Pequenas figuras humanas caminham pelo passeio, sugerindo um domingo tranquilo. O céu azul com nuvens suaves completa a cena. As pinceladas visíveis conferem leveza e textura à obra.

Norma Autuori de Lima sem data
Audiodescrição da obra "Duas Irmãs - Palácio da Alvorada", de Luciana Navarro. A obra, intitulada "Duas Irmãs - Palácio da Alvorada", é uma fotografia da artista Luciana Navarro, sem data de criação registrada. Mede 30 por 45 centímetros. A imagem apresenta uma vista noturna do Palácio da Alvorada, em Brasília, com foco nas duas esculturas femininas de bronze, conhecidas como "As Banhistas" ou "As Gêmeas", de Alfredo Ceschiatti, que adornam o espelho d'água. As esculturas estão em primeiro plano, com suas formas fluidas e contornos suaves, refletindo-se na superfície calma da água. Ao fundo, a arquitetura modernista do palácio, com suas colunas em forma de arcos, é iluminada. O céu noturno, em tons de azul escuro, complementa a cena, conferindo uma atmosfera de tranquilidade e grandiosidade. A fotografia captura a beleza e a harmonia entre a arte e a arquitetura, destacando a icônica paisagem de Brasília.

Luciana Navarro sem data
Obra intitulada Equilíbrio de Poderes e Justiça Cega, do artista Oscar Mendes Moren, executada em técnica mista sobre tela. A composição apresenta uma cena simbólica e carregada de significados. No centro, destaca-se a figura da Justiça, tradicionalmente representada com os olhos vendados, sugerindo imparcialidade. Sua postura é firme, transmitindo autoridade e serenidade. Ao redor, aparecem elementos que remetem ao equilíbrio entre os poderes. Linhas, formas e possivelmente estruturas arquitetônicas ou geométricas se organizam de maneira dinâmica, sugerindo tensão e harmonia ao mesmo tempo. A balança, símbolo clássico da Justiça, pode ser percebida, reforçando a ideia de ponderação e decisão equilibrada. As cores variam entre tons contrastantes, criando profundidade e intensidade visual. Áreas mais escuras convivem com pontos de luz, guiando o olhar pela tela e destacando os principais elementos. A obra transmite uma reflexão sobre o papel da Justiça no equilíbrio institucional, evocando ordem, responsabilidade e vigilância constante. A composição convida o observador a contemplar a importância da harmonia entre forças distintas em uma sociedade democrática.

Oscar Mendes Moren sem data
Obra intitulada Ipê Amarelo, da artista Haydevalda, realizada em óleo sobre tela, com dimensões de 59 por 39 centímetros. A pintura apresenta um ipê-amarelo em destaque, ocupando a maior parte da composição. O tronco escuro e alongado se ergue do solo e se ramifica em galhos finos, que sustentam uma copa cheia de flores amarelas vibrantes. As flores se agrupam densamente, formando uma massa luminosa que contrasta com o fundo. O ambiente ao redor sugere uma paisagem natural, com tons suaves e difusos, que podem indicar céu claro e vegetação ao fundo, sem muitos detalhes definidos. Essa escolha valoriza ainda mais a intensidade do amarelo das flores, que se tornam o ponto focal da obra. A cena transmite uma sensação de leveza e luminosidade, evocando o florescimento típico do ipê e a beleza da natureza brasileira. A composição vertical reforça a elegância da árvore, conduzindo o olhar de baixo para cima, acompanhando seu crescimento. Uma obra que celebra a cor, a luz e a força simbólica do ipê-amarelo.

Haydevalda sem data
A composição apresenta três figuras femininas monumentais, de aspecto escultural, sentadas e dispostas lado a lado em um plano frontal. Elas repousam sobre uma base sólida e retangular que sugere a estabilidade de um pedestal. As três figuras possuem vendas de tecido sobre os olhos, reforçando a simbologia da imparcialidade. Uma espada de lâmina larga repousa em posição horizontal sobre o colo das personagens, atravessando a extensão das três figuras. Elas seguram o armamento com firmeza utilizando ambas as mãos — algumas apoiando o cabo, outras a lâmina — em um gesto coordenado que evoca a guarda vigilante da lei e a prontidão institucional. A textura da pintura a óleo confere às figuras uma superfície acetinada, com transições suaves de luz que definem a musculatura e as dobras das vestes. Análise de Composição Visual e Estética A obra utiliza escolhas técnicas deliberadas para transpor valores institucionais em elementos visuais: Paleta de Cores: Predomínio rigoroso de tons frios, com variações de azul-cobalto, violeta e nuances de cinza. Esta escolha estabelece uma atmosfera de sobriedade, distanciamento racional e serenidade, qualidades esperadas no rito judiciário. Tratamento de Luz e Sombra: A artista emprega um contraste direcionado que enfatiza o volume das formas. Esse tratamento confere às figuras uma tridimensionalidade que mimetiza o peso e a perenidade de estátuas de pedra, conferindo grande impacto tátil e visual. Plano de Fundo: Caracteriza-se por um degradê suave em tons de azul claro e esbranquiçado. Esta simplificação do cenário elimina distrações contextuais, isolando as figuras para que a atenção do observador se concentre inteiramente na imponência e no simbolismo das guardiãs da justiça. Elementos de Perspectiva e Simbolismo A obra é estruturada a partir de uma angulação de baixo para cima, tecnicamente conhecida como contra-plongée. Esta perspectiva é um recurso clássico para projetar autoridade e monumentalidade, colocando o observador em uma posição de respeito diante da magnitude das figuras. O simbolismo é arrematado pela disposição da espada: ao contrário da espada erguida (que indica o combate ativo), a posição horizontal sobre o colo simboliza um estado de "força potencial". Ela indica que o Poder Judiciário detém o poder de coerção e a força da lei, mas os mantém em equilíbrio e prontidão, recorrendo à ação apenas após o exercício da imparcialidade, representada pelas vendas.

Salete Flores sem data
Audiodescrição da obra "Justiça Ambiental", de Naura Coelho Timm. A obra, intitulada "Justiça Ambiental", é uma técnica mista sobre lona da artista Naura Coelho Timm, sem data de criação registrada. Mede 200 por 100 centímetros. A imagem apresenta uma composição abstrata e figurativa, com cores vibrantes e pinceladas expressivas. No centro, uma figura feminina estilizada, com corpo alongado e contornos fluidos, emerge da tela. Ela tem pele em tons terrosos e está adornada com elementos naturais, como flores e folhagens. Ao redor, há uma profusão de cores e formas abstratas, com tons de amarelo, azul, vermelho e verde se misturando. Elementos que lembram peixes e formas orgânicas sugerem a riqueza da vida aquática e terrestre. A obra transmite uma mensagem de conexão com a natureza e a importância da preservação ambiental, com a figura feminina como guardiã desse equilíbrio.

Naura Coelho Timm sem data
Audiodescrição da obra "Justiça Verde-Amarela", de Lourenço Guimarães. A obra, intitulada "Justiça Verde-Amarela", é uma pintura em acrílica sobre tela do artista Lourenço Guimarães, sem data de criação registrada. As medidas da obra não foram especificadas no catálogo. A imagem apresenta uma figura feminina estilizada, sentada, que representa a Justiça. Ela tem a pele em tons amarelados e cabelos longos e castanhos. Seus olhos estão vendados com uma faixa verde. Ela veste um traje verde que cobre parte do corpo. Na mão esquerda, ela segura uma balança de dois pratos em equilíbrio. Na mão direita, ela segura uma espada prateada, apontada para baixo, que repousa sobre sua perna direita. A figura está sentada sobre uma base rochosa em tons de ocre. O fundo da pintura é em tons de amarelo dourado, criando uma atmosfera luminosa e solene. A obra combina elementos clássicos da representação da Justiça com as cores da bandeira brasileira.

Lourenço Guimarães sem data
Audiodescrição da obra "Lágrimas do Tempo", de Marco Aurélio Bomfim. A obra, intitulada "Lágrimas do Tempo", é uma pintura em óleo sobre tela em espátula do artista Marco Aurélio Bomfim, sem data de criação registrada. Mede 150 por 100 centímetros. A imagem apresenta uma composição abstrata dominada por tons de vermelho profundo, variando de carmesim a bordô, com pinceladas escuras em preto e marrom. A técnica de espátula confere uma textura rica e visível, com camadas de tinta que criam sulcos e relevos, sugerindo movimento e profundidade. As cores escuras parecem escorrer ou se espalhar sobre o vermelho vibrante, evocando a ideia de lágrimas ou a passagem inexorável do tempo. A obra transmite uma sensação de melancolia, paixão e a fluidez da existência.

Marco Aurélio Bomfim sem data
Audiodescrição da obra "Lapso", de Ropre. A obra, intitulada "Lapso", é uma pintura em acrílica sobre lona do artista Ropre, sem data de criação registrada. Mede 150 por 93 centímetros. A imagem apresenta uma composição abstrata e expressiva, dominada por tons de branco, azul, vermelho-escuro e preto. No centro, destaca-se um elemento circular com uma corrente, lembrando um relógio. Gotas de tinta azul escorrem verticalmente, criando um efeito de fluidez. Manchas e pinceladas amplas em vermelho-escuro e preto contrastam com o fundo branco e azul claro, conferindo dinamismo. A obra evoca a passagem do tempo e a efemeridade, com elementos que se sobrepõem e se misturam, sugerindo um "lapso" ou interrupção.

Ropre sem data
Audiodescrição da obra "Navegador da Água", de Jimmy Christian. A obra, intitulada "Navegador da Água", é uma fotografia do artista Jimmy Christian, sem data de criação registrada. Mede 90 por 150 centímetros. A imagem retrata uma paisagem aquática serena ao pôr do sol, com tons vibrantes de laranja, vermelho e amarelo no céu e refletindo na água. No centro, a silhueta escura de uma pessoa em um pequeno barco, de costas, remando. Sua forma se funde com o reflexo na água, criando movimento e introspecção. O horizonte é marcado por uma linha escura. A fotografia transmite paz, solidão e a beleza efêmera do crepúsculo, com o navegador imersa na vastidão da natureza.

Jimmy Christian sem data
Audiodescrição da obra "Neblina no Vietnã", de Zuleika Ávila de Resende. A obra, intitulada "Neblina no Vietnã", é uma pintura em óleo sobre tela da artista Zuleika Ávila de Resende, sem data de criação registrada. Mede 50 por 70 centímetros. A imagem retrata uma paisagem aquática serena. No centro, um barco longo e estreito flutua sobre a água calma. Na popa, uma figura humana com chapéu cônico tradicional está em pé, segurando um remo. O fundo é composto por montanhas distantes, envoltas em tons esverdeados e azulados, que se misturam com a neblina do céu. A paleta de cores é suave, com predominância de azuis, verdes e cinzas, criando uma atmosfera de paz e quietude. A pincelada fluida transmite a sensação de um ambiente úmido e etéreo.

Zuleika Ávila de Resende sem data
Audiodescrição da obra "Canto da Sereia", de Camilo Carvalho. A obra, intitulada "Canto da Sereia", é uma pintura em acrílica sobre tela do artista Camilo Carvalho, sem data de criação registrada. Mede 50 por 50 centímetros, com patrimônio número 236.058. A imagem apresenta uma figura feminina estilizada, possivelmente uma sereia, tocando uma flauta de Pã. A figura é retratada da cintura para cima, com a pele em tons terrosos e cabelos longos e ondulados. Ela usa um adorno na cabeça e brincos em formato de leque. A flauta de Pã é segurada com as duas mãos e levada à boca. O fundo da pintura é em tons de marrom e ocre, com uma área mais clara no canto superior direito, de onde parece emanar um som ou fumaça estilizada. A obra transmite uma atmosfera mística e musical, com a figura da sereia em um momento de encantamento.

Camilo Carvalho sem data
Audiodescrição da obra "O Cristo", de Marília Cecília Rey. A obra, intitulada "O Cristo", é uma pintura em acrílica sobre tela da artista Marília Cecília Rey, sem data de criação registrada. Mede 40 por 30 centímetros, com patrimônio número 228.173. A imagem apresenta uma representação de Cristo crucificado, focando na parte superior do corpo. A figura de Cristo tem a pele em tons pálidos, cabelos longos e escuros caindo sobre os ombros. Um ferimento no lado direito do peito é visível. Ele está com os braços estendidos, presos à cruz, sugerida por um fundo em tons de marrom escuro. Um pano branco envolve a cintura. O fundo da pintura é predominantemente vermelho vibrante, criando um contraste dramático com a figura central. A pincelada é expressiva e visível, conferindo um caráter emocional e intenso à obra.

Marília Cecília Rey sem data
Audiodescrição da obra "O Sol Nasce para Todos", de Maria Marlene da Costa. A obra, intitulada "O Sol Nasce para Todos", é uma pintura em acrílica sobre tela da artista Maria Marlene da Costa, sem data de criação registrada. Mede 90 por 120 centímetros, com patrimônio número 177.384. A imagem apresenta uma pintura abstrata vibrante. No canto superior esquerdo, um ponto de luz intenso irradia inúmeras linhas finas e coloridas por toda a tela. Essas linhas, em tons de azul, verde, amarelo, laranja e roxo, criam um efeito caleidoscópico e dinâmico. À direita, as linhas se agrupam formando padrões circulares ou ovais, que lembram células ou bolhas, conferindo textura e profundidade. A composição transmite uma sensação de energia, movimento e interconexão, com a luz se espalhando e alcançando todos os elementos da obra.

Maria Marlene da Costa sem data
Audiodescrição da obra "Os Candangos", de Da Silva. A obra, intitulada "Os Candangos", é uma pirogravura em couro do artista Da Silva, sem data de criação registrada. Mede 30 por 42 centímetros, com patrimônio número 240.052. A imagem apresenta uma composição em tons terrosos, predominantemente marrom-avermelhado, característico do couro. Três figuras humanas estilizadas e alongadas são o foco central. Duas delas estão em pé, com corpos esguios e cabeças pequenas, sugerindo esforço ou trabalho, com seus corpos inclinados e braços levantados. Uma terceira figura, também estilizada, parece estar deitada no plano inferior esquerdo da obra. A técnica de pirogravura confere à obra um aspecto rústico e texturizado, com linhas queimadas que definem as formas e os contornos. O fundo é simples, realçando a presença das figuras.

Da Silva sem data
Audiodescrição da obra "Poder", de Loreni Schenkel. A obra é uma pintura abstrata vertical, em acrílica, grafite e verniz sobre tela, medindo 154 por 70 centímetros. Patrimônio número 237.581. A data de criação não está registrada. A composição apresenta manchas difusas em tons de roxo escuro, lilás, cinza e branco, com toques de amarelo dourado. As áreas mais escuras concentram-se nas bordas superior e inferior, enquanto o centro revela uma região mais clara, com branco e lilás suave, evocando luz emergindo entre sombras. Os pontos dourados adicionam vibração e contraste. A transição entre as cores é fluida, sugerindo formações nebulosas ou paisagens geológicas. A textura da superfície, reforçada pelo grafite e pelo verniz, transmite profundidade e movimento.

Loreni Schenkel sem data
Olá! Bem-vindos à audiodescrição do "Quadro Entalhe em Madeira", uma obra de artista desconhecido, com o patrimônio número 022.916. Este painel retangular vertical, medindo 29 por 69 centímetros, é uma peça de entalhe em alto-relevo que nos transporta para uma cena mitológica. No centro superior, uma figura humana jovem, que pode ser um anjo ou um cupido, é retratada em movimento, com o corpo levemente inclinado. Acima e atrás dela, uma imponente águia de asas abertas se destaca, com suas garras interagindo com o jovem. Esta composição evoca o mito de Ganimedes sendo levado pela águia de Zeus. A textura da madeira é visível, com marcas que revelam o trabalho artesanal. Na parte inferior, elementos sugerem uma paisagem rochosa ou montanhosa. A madeira, em um tom marrom avermelhado quente, apresenta variações de tonalidade que realçam o volume das figuras. O acabamento em verniz ou cera confere um brilho suave à superfície, convidando à contemplação desta peça rica em detalhes e simbolismo.

desconhecido sem data
Olá! Bem-vindos à audiodescrição da obra "Ronda", da artista Mirele Brant. Esta é uma pintura a óleo sobre tela, medindo 83 por 96 centímetros, com o patrimônio número 225.076. A obra nos apresenta uma figura feminina nua, deitada horizontalmente em uma composição onírica. Seus olhos estão fechados, sugerindo um sono profundo ou meditação. Longos cabelos pretos e ondulados se espalham fluidamente pela tela, enquanto um adorno floral em tons de amarelo e laranja, como girassóis, enfeita sua cabeça. O braço direito da mulher pende suavemente sobre a borda de uma superfície terrosa e alaranjada que ocupa a parte inferior da tela. No canto superior esquerdo, contra um céu azul claro, quatro pássaros pretos voam em silhueta, adicionando um toque de liberdade à cena. A paleta de cores suaves, com o azul do céu, o tom de pele claro da figura e o laranja terroso, cria uma atmosfera de paz e conexão com a natureza. "Ronda" é uma obra que convida à contemplação e à introspecção, transmitindo uma sensação de entrega e serenidade.

Mirele Brant sem data
Olá! Bem-vindos à audiodescrição da obra "São João Bosco", da artista Yasmin Doudenent. Esta é uma representação em lápis sobre papel, medindo 59,4 por 42 centímetros, com o patrimônio número 227.948. O desenho apresenta um retrato realista de São João Bosco, em tons de cinza e grafite sobre um fundo branco. O busto do santo está levemente voltado para a direita, mas seu olhar sereno e com um leve sorriso se dirige diretamente ao espectador. Ele possui cabelos curtos, ondulados e escuros, e suas feições maduras são realçadas por suaves marcas de expressão. São João Bosco veste uma batina escura com um colarinho clerical visível. Um círculo fino e contínuo, simbolizando uma auréola, envolve sua cabeça, destacando sua santidade. A iluminação frontal realça os detalhes do rosto e cria sombras sutis que conferem volume à figura. No canto inferior direito, uma assinatura estilizada da artista complementa a obra, que, embora sem data, captura a essência e a serenidade do santo.

Yasmin Doudenent sem data
Olá! Bem-vindos à audiodescrição da obra 'Série Corpo e Alma', da artista Norma Stela. Esta é uma pintura que nos transporta para uma paisagem noturna ou crepuscular, dominada por tons escuros e terrosos, com toques de amarelo suave. No centro da composição, três árvores de copas densas e escuras se destacam, criando uma silhueta imponente. À direita delas, duas figuras humanas, pequenas e estilizadas, caminham por um caminho que parece ser iluminado por uma luz amarelada, quase mística. Ao fundo, à esquerda, podemos vislumbrar as silhuetas de construções, possivelmente casas, com pontos de luz sugerindo janelas acesas, adicionando um toque de vida e mistério à cena. O céu, carregado e escuro, apresenta uma textura esfumaçada que evoca a sensação de névoa ou uma noite nublada, contribuindo para a atmosfera introspectiva da obra. A técnica utilizada, embora não especificada, sugere um desenho, talvez em carvão ou pastel seco, devido ao seu efeito granulado e às transições suaves entre as sombras, que conferem profundidade e delicadeza à imagem. Com medidas de 33 por 27,5 centímetros, 'Série Corpo e Alma' é uma obra que convida à contemplação, transmitindo uma sensação de quietude e introspecção. Seu patrimônio é o número 004.036. Uma verdadeira joia que nos faz refletir sobre a conexão entre o corpo e a alma em meio à natureza e à noite.

Norma Stela -
Obra intitulada STF, do artista Pedro Roberto da Silva Nunes, produzida em óleo sobre tela, sem data, com dimensões de 130 por 75 centímetros. A imagem apresenta uma representação do edifício do Supremo Tribunal Federal, em Brasília. Em primeiro plano, destaca-se uma figura humana estilizada, possivelmente inspirada na escultura da Justiça, posicionada de forma serena e contemplativa. Seus contornos são marcados e simplificados, transmitindo solidez e introspecção. Ao fundo, observa-se o edifício modernista com linhas horizontais e estrutura sustentada por colunas finas, característico da arquitetura de Brasília. A composição utiliza tons de azul, cinza e terrosos, criando uma atmosfera sóbria e institucional. A iluminação é suave e uniforme, reforçando a sensação de equilíbrio e estabilidade. A cena sugere a relação entre a figura simbólica da Justiça e o espaço físico onde ela se realiza, evocando autoridade, silêncio e reflexão.

Pedro Roberto da Silva Nunes sem data
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