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Obra “Expresso 12”, de Henrique Siqueira, criada em 2015, em xilografia, com 50 por 60 centímetros, em preto, branco e tons de cinza. A composição mostra o interior de um veículo de transporte coletivo, visto em perspectiva diagonal. Uma sequência de assentos escuros se repete do primeiro plano ao fundo, criando sensação de profundidade e movimento. Sobre os bancos, aparecem figuras humanas reduzidas a silhuetas brancas, sem detalhes faciais ou roupas definidas. As linhas simples e os contrastes marcantes entre claro e escuro são característicos da xilografia. O piso cinza texturizado ocupa a parte inferior da imagem, enquanto linhas escuras sugerem janelas e a estrutura interna do veículo. A cena transmite a experiência cotidiana de um deslocamento urbano.

Henrique Siqueira 2015
Pintura intitulada “Vegetação da Serra de Guaramiranga”, da artista Heloísa Juaçaba, obra sem data, realizada em óleo sobre tela, medindo aproximadamente 55 por 100 centímetros, apresentada em moldura de madeira clara. A composição vertical mostra um cenário de mata tropical estilizada. No centro e à esquerda, dois troncos altos e sinuosos, com textura marcada em marrom escuro, se elevam em direção ao topo. De suas copas brotam folhas longas e curvas em tons intensos de verde, laranja e amarelo, criando um efeito de movimento. Na parte inferior, pequenos ramos com folhas alaranjadas se destacam contra o fundo. À direita e à esquerda, formas arredondadas e sobrepostas, em verdes variando do escuro ao acinzentado, simulam plantas densas ou cactáceas, organizadas como blocos. No canto inferior direito, folhas largas e bem definidas em verde vibrante reforçam a diversidade vegetal. O fundo em tom quente, próximo ao dourado, ilumina toda a cena, destacando as cores saturadas. A pintura apresenta estilo decorativo e gráfico, com contornos definidos e repetição de padrões, evocando a exuberância da vegetação serrana.

Heloísa Juaçaba sem data
Obra intitulada Ipê Amarelo, da artista Haydevalda, realizada em óleo sobre tela, com dimensões de 59 por 39 centímetros. A pintura apresenta um ipê-amarelo em destaque, ocupando a maior parte da composição. O tronco escuro e alongado se ergue do solo e se ramifica em galhos finos, que sustentam uma copa cheia de flores amarelas vibrantes. As flores se agrupam densamente, formando uma massa luminosa que contrasta com o fundo. O ambiente ao redor sugere uma paisagem natural, com tons suaves e difusos, que podem indicar céu claro e vegetação ao fundo, sem muitos detalhes definidos. Essa escolha valoriza ainda mais a intensidade do amarelo das flores, que se tornam o ponto focal da obra. A cena transmite uma sensação de leveza e luminosidade, evocando o florescimento típico do ipê e a beleza da natureza brasileira. A composição vertical reforça a elegância da árvore, conduzindo o olhar de baixo para cima, acompanhando seu crescimento. Uma obra que celebra a cor, a luz e a força simbólica do ipê-amarelo.

Haydevalda sem data
A cena mostra duas figuras jovens em idade escolar, sendo uma delas a autora da obra, caminhando lado a lado sobre um caminho de terra em tons de bege e marrom. As duas usam uniforme escolar: camisas claras de manga curta, saia escura plissada, bermuda, meias claras e sapatos escuros. Cada figura carrega uma bolsa transversal posicionada à frente do corpo. A figura à esquerda apresenta cabelo dividido em duas tranças com acessórios claros. A figura à direita apresenta cabelo curto. As cabeças são proporcionalmente maiores que os corpos, característica estilizada da pintura. No plano de fundo, há pequenas construções com paredes em cores variadas — branco, azul, rosa e amarelo — e telhados em tons de vermelho. Árvores de copa arredondada e vegetação baixa aparecem distribuídas entre as casas. A parte superior é ocupada por um céu azul claro com nuvens brancas difusas.

Guiomar Monteiro 2024
Flores Tropicais, de Guiomar, é um tapete sem data, sem medidas especificadas. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma rica composição de flores e folhagens tropicais bordadas em tons vibrantes sobre um fundo marrom escuro. As flores são representadas em amarelo, laranja e vermelho, com detalhes em branco e verde, e as folhas em diversos tons de verde, marrom e roxo. A textura do bordado é evidente, conferindo profundidade e um aspecto tátil à peça. Os elementos florais e foliares estão dispostos de forma orgânica e densa, preenchendo quase todo o espaço. Há um contraste marcante entre as cores quentes das flores e o fundo escuro, que realça a vivacidade da flora tropical. A composição transmite exuberância e vitalidade, celebrando a beleza da natureza com um toque artesanal.

Guiomar sem data
A fotografia "Fosso", de Guilherme Scheufler, apresenta uma composição em preto e branco com forte contraste, guiando o olhar para uma perspectiva central profunda. A imagem revela um corredor estreito e alongado, que se assemelha a um túnel ou passagem subterrânea. No chão, trilhos ou canaletas metálicas se estendem em direção ao ponto de fuga, criando uma sensação de continuidade e profundidade. As paredes laterais exibem uma textura rústica e desgastada, sugerindo concreto ou pedra, com marcas e imperfeições que adicionam caráter ao ambiente. Na parte superior, estruturas metálicas, como vigas e fiações, reforçam a atmosfera industrial ou de infraestrutura. A iluminação é dramática, com feixes de luz vindos do fundo ou de aberturas superiores, acentuando as sombras e os contornos do espaço. Essa interação de luz e sombra confere à obra uma atmosfera sombria e introspectiva, quase claustrofóbica, mas ao mesmo tempo, a perspectiva central oferece uma sensação de caminho a ser percorrido, um convite à exploração visual do desconhecido. A obra, com suas dimensões de 70 por 45 centímetros, convida à contemplação de um espaço que é ao mesmo tempo real e abstrato, um mergulho em um "fosso" de possibilidades e reflexões.

Guilherme Scheufler 2016
Na obra “Arcanjo da Justiça”, de Glória Maria Mello, realizada em 2012, em acrílica sobre tela, com 120 por 80 centímetros, aparece uma figura angelical centralizada sobre fundo escuro, em tons de azul, preto e cinza. A figura tem grandes asas abertas, corpo coberto por vestes longas e volumosas, e segura uma balança dourada, símbolo da justiça. A balança pende à frente do corpo, com dois pratos suspensos por fios finos. Em uma das mãos, a figura também segura um objeto longo e claro, semelhante a uma espada ou bastão. O rosto é frontal, com traços suaves e pouco contraste. No alto da pintura, há um pequeno elemento circular luminoso. As pinceladas são aparentes, criando textura espessa e brilho sobre asas, roupas e fundo.

Glória Maria Mello 2012
Mulheres de Areia. Pintura de Glênio Bianchetti, de 1963. Óleo sobre tela, medindo cinquenta e cinco por setenta e seis centímetros. A imagem apresenta formas arredondadas em tons quentes, como amarelo, laranja, ocre e marrom, sobre um fundo claro. Essas formas ocupam quase todo o espaço e se encaixam como peças de um quebra-cabeça. À esquerda, há um grande volume circular. No centro e à direita, aparecem formas alongadas e curvas, que lembram corpos deitados ou agrupados, mas sem detalhes de rosto ou partes do corpo. As separações entre as formas são marcadas por áreas mais escuras. As cores se misturam de forma suave, sem contornos definidos. A obra segue um estilo modernista, com formas simplificadas e poucos detalhes, aproximando-se da abstração. O foco está mais nas cores e nos volumes do que na representação fiel da realidade.

Glênio Bianchetti 1963
Mulheres de Areia

Glênio Bianchetti 1963
Esta é uma pintura a óleo sobre tela, de 40 por 40 centímetros, criada em 1986. A obra, intitulada "Caminhantes", apresenta uma composição abstrata e expressiva, dominada por tons vibrantes de vermelho que preenchem a maior parte do fundo. No centro, emerge uma figura estilizada, que lembra um ser humano com um cajado, vestindo um adorno na cabeça que sugere uma coroa ou um elaborado capacete. A figura é retratada em tons terrosos de marrom e ocre, com texturas que conferem um aspecto quase escultural, especialmente ao redor de seu corpo. À esquerda da composição, uma faixa vertical em degradê de azul, que vai do escuro ao claro, cria um contraste marcante com o intenso vermelho. Na parte inferior esquerda, pequenos padrões quadrados em azul claro e branco adicionam um detalhe geométrico. A obra evoca uma sensação de movimento e jornada, refletindo o título "Caminhantes" e convidando à contemplação de sua rica superfície e simbolismo.

Gledson Franqueira Amorelli 1986
Cacique e Neto, de Gisa Muller, é uma fotografia em preto e branco, sem data, medindo 59 por 42 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta um close-up de um homem indígena mais velho e uma criança, provavelmente seu neto. O homem, à esquerda, tem o rosto enrugado, barba e cabelos longos, e usa um adorno na cabeça. Sua expressão é serena e acolhedora. A criança, à direita, tem o rosto pintado de branco e uma expressão curiosa, olhando para o lado. Ambos estão com o torso nu, e a iluminação suave realça os detalhes de suas feições e a textura da pele. O fundo é escuro e desfocado, direcionando o foco para as figuras. A fotografia transmite uma profunda conexão entre gerações e a riqueza da cultura indígena, capturando um momento de ternura e sabedoria ancestral.

Gisa Muller sem data
A Justiça, de Gildrede Mascarenhas, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 120 por 90 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma figura feminina de pele morena, com um lenço verde na cabeça e cabelos escuros. Seus olhos são castanhos e o olhar é sereno. Ela segura um livro aberto com as duas mãos, que repousa sobre uma base amarela. No livro, quatro pombas brancas estilizadas estão dispostas horizontalmente, simbolizando a paz. Acima da cabeça da figura, um sol estilizado irradia raios brancos e azuis, preenchendo o fundo da obra. O azul vibrante do fundo, com pinceladas texturizadas, contrasta com os tons terrosos da figura. A composição evoca a sabedoria e a paz associadas à justiça.

Gildrede Mascarenhas sem data
Brasil, de Franzoni, é uma obra sem data, utilizando tinta metálica e verniz vitral sobre vidro e madeira, medindo 79 por 110 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma composição abstrata vibrante. Predomina um tom de azul intenso, que cobre a maior parte da tela, sugerindo vastas águas ou o céu. A superfície azul é pontilhada com pequenas texturas, criando um efeito granulado e luminoso. No centro, uma faixa horizontal em tons de laranja e amarelo atravessa a tela, dividindo o azul e adicionando um ponto focal quente. As bordas são contornadas por um amarelo vibrante, que enquadra a cena e intensifica o contraste. A técnica mista confere profundidade e brilho únicos, evocando a riqueza e a diversidade das paisagens brasileiras de forma abstrata e poética.

Franzoni sem data
A obra, intitulada "Rui Barbosa", é uma pintura a óleo sobre tela do autor Frank Hopkinson, criada em 2016. Com medidas de 60 por 80 centímetros, a tela apresenta um retrato de busto de Rui Barbosa, voltado para a direita, com um olhar direto e expressivo. Seus traços faciais são marcados, com um bigode farto e óculos de aro fino. Ele veste um terno escuro com uma camisa branca e uma gravata borboleta, conferindo-lhe uma postura formal e intelectual. O fundo da pintura é em tons de marrom escuro, realçando a figura central e a iluminação. A técnica de óleo sobre tela confere à obra uma textura rica e profundidade. A obra evoca a figura de Rui Barbosa, importante jurista, político e escritor brasileiro, transmitindo sua seriedade e inteligência. A assinatura do artista é visível no canto inferior direito.

Frank Hopkinson 2016
Oscar Niemeyer, um retrato marcante do renomado arquiteto, pintado por Frank Hopkinson em dois mil e dezesseis. Esta obra, realizada em óleo sobre tela e medindo sessenta por oitenta centímetros, captura a essência de uma figura icônica. O retrato apresenta Oscar Niemeyer em um plano médio, com o olhar direcionado para o lado superior esquerdo, transmitindo uma expressão pensativa e serena. Sua pele, em tons quentes de pêssego e laranja, contrasta com os cabelos e o bigode brancos, que emolduram um sorriso sutil e acolhedor. Ele veste um paletó escuro, com detalhes de botões dourados que adicionam um toque de elegância à composição. O fundo da pintura é abstrato, em tons escuros de marrom e preto, com pinceladas que sugerem profundidade e movimento, sem desviar a atenção do retratado. A técnica de óleo sobre tela confere à obra uma riqueza de texturas e uma luminosidade suave, realçando os traços característicos do arquiteto. A pincelada é visível, adicionando dinamismo e expressividade ao retrato. A obra transmite uma sensação de sabedoria e humanidade, homenageando a figura de Oscar Niemeyer com uma representação que evoca sua genialidade e sua presença marcante. É um convite à contemplação da vida e do legado de um dos maiores arquitetos do Brasil.

Frank Hopkinson 2016
A obra, intitulada "Rui Barbosa", é uma peça de Frank Hopkinson, criada em 2017. Utilizando gesso e tinta a óleo metálica sobre tela de aço e compensado, a obra possui 128 por 91 centímetros. É um busto em relevo que retrata Rui Barbosa, com um olhar sério e penetrante, voltado para a direita. Seus traços faciais são marcados, com um bigode farto e óculos redondos. Ele veste um terno formal com gravata borboleta. A textura metálica da tinta a óleo confere à obra um aspecto robusto e atemporal. O fundo é texturizado, sugerindo um pergaminho antigo ou superfície desgastada. A assinatura do artista e o ano estão discretamente visíveis. A obra evoca a figura imponente de Rui Barbosa e a solidez de seu legado.

Frank Hopkinson 2017
A fotografia intitulada A espera, de Francisca Elisabete Reis Lima, foi realizada em 2016, e mede 90 por 40 centímetros. Em formato vertical, apresenta a silhueta de uma gestante vista de perfil. O corpo está arqueado para trás em uma pose de alongamento ou dança. Um dos braços se eleva acima da cabeça, com a mão apontada para o alto, enquanto o ventre gestacional se destaca no contorno da figura. As pernas permanecem estendidas, sustentando o equilíbrio da postura. Ao fundo, uma luz intensa em tons dourados e alaranjados cria forte contraste com a silhueta escura, destacando suas linhas. A atmosfera luminosa remete ao amanhecer ou entardecer e reforça a ideia de expectativa e esperança sugerida pelo título da obra.

Francisca Elisabete Reis Lima 2016
Pintura em formato vertical intitulada Casa velha em SP, de Flávio Motta, realizada em 1963 em óleo sobre tela, com dimensões de cinquenta e três por quarenta centímetros. A composição apresenta uma cena urbana sintetizada por meio de formas simplificadas e pinceladas visíveis. No primeiro plano, um muro horizontal em tom rosado delimita a cena. À direita do eixo central, destaca-se uma árvore de tronco escuro e espesso, com ramificações pouco definidas, que se projetam verticalmente. No plano intermediário, à esquerda, observa-se uma construção de dois pavimentos em tonalidade amarelada. No andar superior, três janelas retangulares estão alinhadas e apresentam detalhes escuros, com pequenos elementos avermelhados na parte superior. No térreo, três aberturas em arco sugerem vãos ou portas. O plano de fundo é constituído por manchas em tons de cinza, roxo e azul, com contornos difusos, sugerindo edificações ou áreas sombreadas.

Flávio Motta 1963
Obra “A Ariano”, da artista Flávia Limeira, criada em 2016. Escultura em cerâmica esmaltada de alta temperatura, com 65,5 centímetros de altura por 29 centímetros de largura e profundidade. Vê-se uma peça vertical em tons de bege e cinza-azulado. A base arredondada lembra uma cabaça ou fruto segmentado, marcada por sulcos escuros curvos. No centro, um corpo cilíndrico revestido por formas geométricas traz a inscrição “ARIANO” em relevo. Acima, uma coroa estilizada de folhas ou chamas abertas se projeta para o alto. Faixas decorativas com padrões triangulares contornam a parte superior e inferior da região central. O esmalte confere brilho suave à superfície, destacando relevos, texturas e detalhes ornamentais da cerâmica.

Flávia Limeira 2016
Fernanda Corsini

Fernanda Corsini 2023
Migrações

Fernanda Corsini 2023
Eu Te Vejo, Você Me Vê?

Fernanda Corsini 2023
Paraíso Invertido

Fernanda Corsini 2023
Desejo

Fernanda Corsini 2022
Ego

Fernanda Corsini 2022
Mulher no Espelho

Fernanda Corsini 2021
Mão

Fernanda Corsini 2021
Saio de Mim

Fernanda Corsini 2021
Criança

Fernanda Corsini 2021
Libertação

Fernanda Corsini 2022
Não Consigo Falar

Fernanda Corsini 2021
Aqui e Lá

Fernanda Corsini 2021
Abraço

Fernanda Corsini 2021
Arte Puxa

Fernanda Corsini 2021
Identidade

Fernanda Corsini 2023
Olá. Hoje vamos conhecer a obra "Morro", da artista brasileira Esther Joffily, datada de 1961. Esta obra é uma xilogravura, uma técnica que utiliza matriz de madeira para impressão, e possui dimensões de 56 centímetros de altura por 31 centímetros de largura. Imagine uma imagem em preto e branco, com traços fortes e contrastantes. Estamos diante de uma cena urbana que retrata o dia a dia em uma comunidade em um morro. A xilogravura se apresenta em um formato vertical. No centro da composição, observamos um aglomerado de barracos de madeira, empilhados uns sobre os outros de forma irregular, acompanhando a inclinação do terreno. Os traços da gravura revelam a textura da madeira e a simplicidade das construções. Podemos identificar pequenas figuras humanas e animais circulando pelas escadarias e ruelas estreitas que serpenteiam entre as habitações. Uma figura carrega algo na cabeça, outra sobe uma escada de madeira... A sensação de movimento e vida é constante. Em primeiro plano, no pé do morro, destacam-se varais com roupas estendidas, carrinhos de mão e outras ferramentas de trabalho, sugerindo a rotina e o labor dos moradores. A obra "Morro" de Esther Joffily nos transporta para um cenário repleto de detalhes e texturas, capturando a essência e a energia da vida em uma comunidade urbana no Brasil da década de 1960. Esperamos que você tenha apreciado esta breve jornada visual pela obra "Morro". Obrigada por nos acompanhar!

Esther Joffily 1961
Morro

Esther Joffily 1961
Madona, de mil novecentos e sessenta e três, por Emeric Marcier. Óleo sobre tela, medindo setenta e dois por cinquenta e um centímetros. Figura em primeiro plano, com rosto alongado e claro, envolto por manto azul escuro. O fundo é quase negro. Os olhos estão inclinados e voltados para baixo. À direita, uma mão alongada aparece próxima ao rosto. A iluminação suave destaca a face e a mão, criando uma atmosfera de silêncio e recolhimento.

Emeric Marcier 1963
A obra, intitulada "Deusa da Justiça", é uma pintura em técnica mista sobre tela do artista Elson Nascimento, criada em 2017. Com 80 por 60 centímetros, a tela retrata a figura clássica da Deusa da Justiça, Têmis, com interpretação vibrante. A deusa é apresentada em plano médio, com os olhos vendados por uma faixa cinza, simbolizando a imparcialidade. Em sua mão direita, ela segura uma espada prateada, apontada para cima, representando a força da lei. Na mão esquerda, balanças douradas, em equilíbrio, simbolizam a equidade. Ela veste uma túnica fluida em tons de bege e branco. O fundo da pintura é uma explosão de cores quentes, predominantemente laranjas, vermelhos e amarelos, com pinceladas largas e dinâmicas que criam movimento e energia. A obra convida à reflexão sobre os princípios fundamentais da justiça, com intensidade visual.

Elson Nascimento 2017
Cartas, de Elizabete Adelaide, é uma obra de técnica mista, sem data, medindo 120 por 80 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata em tons de preto, branco e cinza, com detalhes em amarelo. À esquerda, formas geométricas em relevo sugerem pilhas de papel ou cartas, com textura de papel amassado. No centro, elementos lembram letras ou símbolos, e um pedaço de papel amarelado com escrita ilegível. À direita, pinceladas fortes em preto sobre fundo cinza, com uma grade escura e irregular. Toques de amarelo adicionam contraste. A composição transmite mistério e fragmentação, contando uma história através de elementos visuais dispersos.

Elizabete Adelaide sem data
Obra Astreia – Filha de Têmis, de Ed Magalhães, produzida em 2014. Óleo sobre tela, medindo 80 por 100 centímetros. A pintura mostra uma figura humana de costas, posicionada à esquerda da composição, com o rosto de perfil voltado para a esquerda. Os cabelos misturam vermelho e cinza. O corpo aparece parcialmente envolto por um tecido vermelho translúcido, que atravessa a imagem em diagonal e se prolonga para a direita como uma faixa ou asa em movimento. A mão direita segura uma espada clara, apontada para baixo, em direção ao canto inferior direito. O fundo é escuro, com manchas em preto, cinza, marrom e vermelho, criando uma atmosfera densa e dramática.

Ed Magalhães 2014
A Janela e o espaço cúbico, de Donizetti Garci, é uma obra sem data, utilizando metal sobre madeira, medindo 81 por 95 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma ilusão de ótica que simula um espaço cúbico tridimensional. Predominam tons de vermelho vibrante nas paredes externas do cubo, que se abrem para um interior em tons de branco e cinza claro, criando profundidade e perspectiva. No centro do cubo, há uma pequena imagem retangular, que parece ser uma fotografia ou miniatura de outra obra de arte, funcionando como uma "janela" para outro universo. As linhas limpas e a geometria precisa criam um efeito visual impactante, convidando o observador a explorar a relação entre o espaço físico e o representado. A técnica de metal sobre madeira confere solidez e acabamento contemporâneo.

Donizetti Garci sem data
Pintura em formato vertical, com cerca de noventa centímetros de altura por sessenta e três centímetros de largura. A obra apresenta um retrato em meio corpo de JK posicionada levemente de perfil, voltada para o lado esquerdo da composição. A figura ocupa a maior parte da tela. O rosto está inclinado levemente para baixo, com olhar direcionado para longe, fora do campo visual do espectador. Os traços faciais são simplificados, com contornos definidos e áreas de sombra que modelam o volume. JK veste um traje formal composto por paletó em tom avermelhado escuro, camisa clara e gravata em tonalidade mais escura, criando contraste. O corpo se inclina em diagonal, ocupando o canto inferior direito da composição. O fundo é dividido em duas áreas de cor lisa, sem detalhes: à esquerda, um azul suave; à direita, um tom claro próximo ao branco ou bege. Essa divisão cria um contraste cromático que destaca a figura principal. A pincelada é visível, com aplicação de tinta característica da pintura a óleo. As cores são sóbrias, com predominância de tons quentes no vestuário e frios no fundo.

Di Cavalcanti 1961
Quadro retangular vertical.  A obra é uma retrato de Juscelino Kubitschek. A pintura compõe-se de fundo em cores claras com tons azuis e marfim e uma representação figurativa de um homem à esquerda olhando para o canto inferior à direita. O homem tem cabelos escuros, usa terno preto, camisa branca e gravata listrada de preto e vermelho. Esta pintura foi a primeira obra de arte a integrar o acervo do TJDFT.

Di Cavalcanti Produção: 1961
Olá! Bem-vindos à audiodescrição do "Quadro Entalhe em Madeira", uma obra de artista desconhecido, com o patrimônio número 022.916. Este painel retangular vertical, medindo 29 por 69 centímetros, é uma peça de entalhe em alto-relevo que nos transporta para uma cena mitológica. No centro superior, uma figura humana jovem, que pode ser um anjo ou um cupido, é retratada em movimento, com o corpo levemente inclinado. Acima e atrás dela, uma imponente águia de asas abertas se destaca, com suas garras interagindo com o jovem. Esta composição evoca o mito de Ganimedes sendo levado pela águia de Zeus. A textura da madeira é visível, com marcas que revelam o trabalho artesanal. Na parte inferior, elementos sugerem uma paisagem rochosa ou montanhosa. A madeira, em um tom marrom avermelhado quente, apresenta variações de tonalidade que realçam o volume das figuras. O acabamento em verniz ou cera confere um brilho suave à superfície, convidando à contemplação desta peça rica em detalhes e simbolismo.

desconhecido sem data
A obra, intitulada "1992", é uma fotografia da artista Denise Vourakis, criada em 2016. Com medidas de 24 por 33 centímetros, a imagem apresenta um pequeno barco, que se assemelha a uma canoa, em um plano inclinado. O barco é predominantemente ocre, com borda superior em vermelho vibrante e proa em verde escuro. No interior, uma faixa amarela clara se destaca. A superfície onde o barco repousa é lisa e reflexiva, em tons de cinza e roxo, que refletem as cores do barco e criam profundidade. A iluminação suave realça as curvas e os contornos do barco, conferindo-lhe uma aparência quase escultural. A fotografia de Denise Vourakis convida à contemplação sobre forma, cor e textura, e pode evocar sentimentos de nostalgia ou de uma jornada à espera.

Denise Vourakis 2016
A pintura abstrata e expressiva retrata o busto de uma figura humana, possivelmente feminina, com a cabeça levemente inclinada. A paleta de cores é vibrante e multifacetada, criando uma atmosfera de profundidade e emoção. No lado esquerdo do fundo, um verde profundo se funde a uma curva amarela brilhante. À direita, o fundo é dominado por um tom magenta intenso. A pele da figura é representada por uma fusão de tons de roxo, azul, amarelo e rosa, que modelam a forma e sugerem a interação de luz e sombra. O pescoço é alongado e os ombros são amplos. Gotas de tinta visíveis, especialmente no lado esquerdo da figura, adicionam textura e dinamismo à composição, reforçando a ideia de camadas e a liberdade artística da obra. A assinatura da artista é visível no canto inferior direito.

Deborah Laranjeira 2017
Equilíbrio Infinito, de Danielle Andrezza, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 50 por 70 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma composição abstrata e vibrante, dominada por tons de azul, verde e amarelo. A textura da pintura é rica, com pinceladas que criam um efeito de espiral ou redemoinho, sugerindo movimento e fluidez. No centro, uma estrutura vertical em tons de azul mais escuro se destaca, lembrando o eixo de uma balança. Em cada lado, formas arredondadas em amarelo intenso, que se assemelham a pratos de balança, flutuam em um fundo de tons de verde e azul. A obra transmite harmonia e balanço, com a interconexão das cores e formas criando um dinamismo visual que evoca a ideia de um equilíbrio constante e infinito.

Danielle Andrezza sem data
Em uma tela quadrada de cem por cem centímetros, a obra "Coruja do Cerrado e da Sabedoria" de Daibes Ottoni, de 2019, nos apresenta uma coruja imponente, pintada com esmalte síntese spray. A ave ocupa quase todo o centro da composição, com seus olhos grandes e penetrantes, de íris amareladas e pupilas pretas, fixos à frente, transmitindo uma sensação de profundidade e inteligência. Sua plumagem é predominantemente em tons de marrom e ocre, com pinceladas mais claras e escuras que criam textura e volume. Pequenos pontos brancos salpicam a cabeça e o corpo, sugerindo a luz ou a textura das penas. O bico, pequeno e discreto, é de um tom marrom escuro. Ao redor da coruja, elementos que remetem ao Cerrado brasileiro. Na parte inferior, folhas verdes com gotas de orvalho em tons de azul claro e branco, dão a impressão de frescor e vida. O fundo, em degradê de azul celeste e amarelo, evoca um céu aberto e o sol do amanhecer ou entardecer. A técnica de spray confere à obra um aspecto vibrante e contemporâneo, enquanto a coruja, símbolo de sabedoria, nos convida à contemplação e ao respeito pela natureza e pelo conhecimento.

Daibes Ottoni 2019 
Obra “JK”, de Da Silva, criada em 2015 com a técnica de pirogravura em couro, mede 60 por 45 centímetros. Em uma placa de couro bege-claro, está representado Juscelino Kubitschek, em perfil. O retrato ocupa o centro da composição e mostra uma figura vestindo paletó, desenhada com finos traços em tons castanhos escuros. Ao redor do retrato, aparecem linhas retas e curvas que remetem a marcos da arquitetura modernista de Brasília, cidade associada ao legado de JK. A peça é fixada por quatro parafusos aparentes e emoldurada por uma larga moldura marrom texturizada. O conjunto une retrato e arquitetura em uma homenagem visual ao ex-presidente brasileiro.

Da Silva 2015
Palingenesia, de Da Silva, é uma pirogravura em cortiça de 2019, medindo 79,5 por 85 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma paisagem árida onde uma árvore solitária se destaca. Sob sua copa, a estátua da Justiça emerge do solo, simbolizando um renascimento. A técnica de pirogravura confere à imagem tons sépia e marrons, com texturas que remetem à madeira queimada. A árvore, no centro da composição, possui galhos retorcidos e folhagem densa, projetando uma sombra protetora sobre a figura. A estátua da Justiça, parcialmente visível, parece brotar da terra, sugerindo a força e a permanência do ideal de justiça mesmo em ambientes desolados. O fundo é simples, com um horizonte baixo, reforçando a quietude e a resiliência da cena. A obra evoca temas de regeneração e a conexão profunda entre a justiça e a vida, transmitindo uma mensagem de esperança e renovação.

Da Silva 2019
Audiodescrição da obra "Os Candangos", de Da Silva. A obra, intitulada "Os Candangos", é uma pirogravura em couro do artista Da Silva, sem data de criação registrada. Mede 30 por 42 centímetros, com patrimônio número 240.052. A imagem apresenta uma composição em tons terrosos, predominantemente marrom-avermelhado, característico do couro. Três figuras humanas estilizadas e alongadas são o foco central. Duas delas estão em pé, com corpos esguios e cabeças pequenas, sugerindo esforço ou trabalho, com seus corpos inclinados e braços levantados. Uma terceira figura, também estilizada, parece estar deitada no plano inferior esquerdo da obra. A técnica de pirogravura confere à obra um aspecto rústico e texturizado, com linhas queimadas que definem as formas e os contornos. O fundo é simples, realçando a presença das figuras.

Da Silva sem data
Passagem, de Cristina Pessoa, realizada em 2006 em pva sobre tela e medindo 180 por 110 centímetros, apresenta uma composição abstrata formada por retângulos concêntricos, organizados em camadas dentro de uma superfície horizontal. Ao centro, há um retângulo amplo em tom cinza claro, cercado por uma sequência de molduras retangulares que se expandem para fora. Essas molduras alternam cores neutras: bege, branco, preto e diferentes variações de cinza. As bordas são regulares, mas levemente onduladas, criando a sensação de movimento suave, como se as camadas respirassem ou pulsassem. A repetição das formas e o contraste entre claro e escuro conduzem o olhar para o interior da pintura, sugerindo profundidade e atravessamento, como um caminho ou passagem que se abre em planos sucessivos. O conjunto transmite equilíbrio e ritmo, explorando a relação entre forma, cor e espaço de maneira simples e meditativa.

Cristina Pessoa 2006
Estruturas e Desestruturas, do Coletivo Nós e Ludmyla Monteiro, é uma fotografia sem data, medindo 42 por 60 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta duas imagens de estruturas de madeira em um campo gramado. A imagem superior mostra postes e vigas de madeira dispostos verticalmente e em ângulos, formando uma cerca abstrata. O campo é verde com trilhas avermelhadas, e o céu é claro com algumas árvores ao fundo. A imagem inferior exibe estruturas de madeira semelhantes, mas organizadas em padrões triangulares interconectados, com um corpo d'água ao fundo e um céu rosado. A composição explora a dualidade entre construção e desconstrução, ordem e caos, utilizando elementos naturais e artificiais para refletir sobre a paisagem e a intervenção humana. A fotografia transmite efemeridade e transformação.

Coletivo Nós / Ludmyla Monteiro sem data
Araras, de Clodair Edenilson Borin, é uma acrílica sobre tela de 2019, medindo 40 por 60 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, retrata duas araras-azuis em um plano próximo, com um fundo esverdeado e suavemente texturizado. A arara da esquerda está em primeiro plano, com a cabeça levemente inclinada para a direita, revelando suas penas azuis vibrantes, a face branca com detalhes pretos e o bico forte. A arara da direita está um pouco mais recuada e à frente, com a cabeça virada para a esquerda, encostando-se suavemente na primeira, criando uma sensação de intimidade e carinho. Suas penas azuis e amarelas se misturam, e os olhos expressivos de ambas as aves são destacados. A iluminação é suave e natural, realçando a riqueza das cores e a textura das penas. A pintura transmite uma sensação de tranquilidade, beleza natural e a delicadeza da relação entre os animais, celebrando a exuberância da fauna brasileira.

Clodair Edenilson Borin 2019
Descrição Geral: A obra é um desenho realista vertical, executado inteiramente em tons de cinza sobre um fundo branco liso. Retrata, em plano médio, o perfil esquerdo de uma jovem africana da etnia Massai. A figura está centralizada, capturada do topo da cabeça até a altura da cintura. Elementos da Figura A jovem possui traços delicados e uma expressão serena. Seu rosto está voltado para a esquerda. Ela tem a cabeça raspada, característica comum na cultura Massai, o que destaca o contorno preciso de seu crânio e a curva suave de sua nuca. O trabalho de luz e sombra é minucioso, criando uma ilusão de tridimensionalidade na pele. Há um brilho sutil na têmpora, na maçã do rosto e na ponta do nariz, enquanto sombras profundas definem a curvatura da orelha e a linha do maxilar. Vestimentas e Adornos A jovem veste uma túnica leve que envolve seus ombros e cai em dobras naturais sobre o peito e as costas. O tecido é representado com sombreados suaves que sugerem uma textura macia. Em seu pescoço, ela ostenta um colar tradicional Massai, composto por múltiplas fileiras de contas que formam uma estrutura circular plana, assemelhando-se a um disco. Embora o desenho seja em grafite, a variação de tons sugere o contraste de cores das miçangas originais. Ela também usa brincos pendentes, que se destacam contra o pescoço. Composição e Técnica: A composição é limpa e minimalista. Não há cenário ou elementos de fundo, o que direciona todo o foco para a figura feminina. A técnica de grafite é refinada, com transições de degradê quase imperceptíveis e detalhes precisos nos olhos, lábios e nos ornamentos, conferindo à obra uma qualidade quase fotográfica. A iluminação parece vir da parte frontal superior esquerda, criando contrastes que enfatizam a postura ereta e a dignidade da jovem retratada.

Clodair Borin 2024
Farol Sentinela, de Céres Sertã, realizada em 2015 em óleo sobre tela, mede 60 por 90 centímetros. A obra retrata uma paisagem costeira dominada pelo encontro entre o mar e rochas escarpadas. Uma antiga ponte de pedra atravessa a cena, sustentada por um amplo arco sob o qual passam as águas agitadas do oceano. No lado esquerdo da ponte, destaca-se um pequeno farol em tom amarelado. De formato cilíndrico e vertical, o farol ergue-se sobre a estrutura rochosa como ponto focal da composição. No topo, uma lanterna de cor clara é coroada por um pequeno telhado avermelhado, contrastando com o céu azul intenso ao fundo. Apesar das dimensões discretas, o farol se sobressai pela posição elevada e pela luminosidade de suas cores. Abaixo, ondas espumantes avançam contra as pedras escuras, enquanto o céu varia do azul profundo ao azul claro próximo ao horizonte.

Céres Sertã 2015
Sem data. Tapeçaria emoldurada em madeira, na horizontal, medindo aproximadamente 128 por 92 centímetros. Ao centro, uma composição de folhas grandes e alongadas ocupa quase toda a área. As folhas aparecem sobrepostas, em diferentes tons de verde, do claro ao escuro, com contornos marcados e formato pontiagudo, sugerindo vegetação densa. Entre as folhas, destacam-se flores estilizadas em tons de laranja e amarelo, distribuídas ao longo da parte superior. O fundo é dividido em duas faixas principais. Na parte inferior, predominam listras verticais finas nas cores verde e roxa. Na parte superior, o fundo é mais uniforme, em tom claro, próximo ao lilás. A superfície têxtil apresenta trama visível, com pequenos pontos regulares que reforçam o caráter artesanal da peça

Celeste sem data
Rosa Vermelha, uma pintura vibrante da artista Cecília Prudente, criada em dois mil e dezessete. Esta obra, com cinquenta por cinquenta centímetros, é uma fusão de tinta acrílica e óleo, resultando em uma textura rica e cores intensas. No centro da tela, uma única rosa vermelha se destaca, preenchendo quase todo o espaço. Suas pétalas, em diversos tons de vermelho, do escarlate profundo ao carmesim brilhante, se desdobram em camadas, criando uma sensação de profundidade e volume. A luz parece incidir suavemente sobre as bordas das pétalas, realçando suas curvas e aveludado. O miolo da rosa, mais escuro e denso, convida o olhar a se perder em suas profundezas, enquanto as pétalas externas se abrem graciosamente. O fundo da pintura é um tom escuro e uniforme, quase preto, que serve para acentuar ainda mais a intensidade e a paixão da rosa. A técnica mista de acrílica e óleo confere à obra uma qualidade tátil, onde se pode quase sentir a suavidade das pétalas. A composição é simples, mas poderosa, focando na beleza singular da flor. A obra transmite uma sensação de amor, beleza e intensidade, capturando a essência atemporal da rosa vermelha.

Cecília Prudente 2017
A obra, intitulada "Refugiados", é uma pintura a óleo sobre tela do artista Cassiano Araújo, criada em 2017. Com medidas de 70 por 200 centímetros, a tela apresenta uma composição horizontal que retrata uma multidão de pessoas em movimento, sugerindo uma jornada ou fuga. As figuras são representadas de forma abstrata, com pinceladas soltas e cores vibrantes, como tons de vermelho, laranja, azul e branco, que se misturam e se sobrepõem, criando uma sensação de dinamismo e urgência. As cores quentes predominam no centro da tela, enquanto as bordas apresentam tons mais frios, como azuis e cinzas. A massa de corpos transmite a ideia de um coletivo em busca de um novo lar. A obra é um poderoso comentário visual sobre a crise humanitária dos refugiados, convidando o observador a refletir sobre a resiliência e a esperança em meio à adversidade.

Cassiano Araújo 2017
Obra Paisagem Gaúcha, de Carlos Scliar, 1960. Têmpera e vinil sobre madeira, medindo 55,2 por 75 centímetros. A imagem apresenta uma paisagem com formas simplificadas e contornos suaves. No centro superior, há uma construção geométrica, de cor ocre, com linhas retas e verticais, posicionada sobre uma área levemente elevada. Ao fundo, troncos altos e verticais se distribuem pelo espaço, sugerindo árvores sem detalhes de folhas. Na metade inferior, o terreno é composto por faixas curvas e sobrepostas em tons de verde e ocre, criando a sensação de caminhos ou campos organizados em camadas. Linhas finas e inclinadas atravessam o primeiro plano, lembrando cercas ou divisões de terra. As cores predominantes são verdes, amarelos e ocres, com aplicação difusa que suaviza os contornos e reduz contrastes. A composição enfatiza formas amplas e organização espacial, sem detalhamento minucioso dos elementos.

Carlos Scliar 1960
Clamor de Justiça, de Carlos da Paz, é uma escultura sem data, medindo 150 por 50 centímetros. A obra apresenta uma figura humana estilizada, com a cabeça inclinada para trás e os braços levantados, em um gesto de súplica ou protesto. A escultura é composta por elementos que sugerem uma estrutura metálica ou de arame, com formas que remetem a fragmentos ou camadas. A cabeça, em tom claro, parece ser de um material diferente do corpo, mais escuro e texturizado. Uma base sólida e escura sustenta a figura verticalmente. A iluminação realça as texturas e as formas angulares, transmitindo movimento e emoção. A peça evoca a ideia de um grito silencioso por justiça, um clamor por atenção e reconhecimento.

Carlos da Paz sem data
"Retirantes", uma obra impactante do artista Carl Brussel, criada em mil novecentos e oitenta e seis. Esta pintura, realizada em óleo sobre tela e medindo noventa e dois por setenta e três centímetros, retrata a dura realidade da migração. A composição apresenta figuras humanas estilizadas, com formas angulares e alongadas, que transmitem uma sensação de movimento e cansaço. No primeiro plano, uma mulher com um chapéu grande e branco na cabeça, e um vestido em tons de azul acinzentado, caminha carregando uma cesta. Seu olhar é direcionado para frente, mas sua postura sugere resignação. Ao seu lado e um pouco atrás, outras figuras, também estilizadas, a acompanham, formando um grupo coeso. As cores predominantes são tons terrosos, cinzas, azuis pálidos e brancos, que evocam a paisagem árida e a poeira do caminho. A técnica de óleo sobre tela confere à obra uma textura rica e uma profundidade que acentua a dramaticidade da cena. O fundo da pintura é composto por planos geométricos e cores claras, que sugerem um horizonte distante e a vastidão do percurso. A luz incide de forma difusa, criando um ambiente de melancolia e esperança. A obra "Retirantes" transmite uma sensação de resiliência e a força do espírito humano diante das adversidades. É um tributo àqueles que buscam um novo começo, carregando consigo a história e a esperança de um futuro melhor.

Carl Brussel 1986
Audiodescrição da obra "Canto da Sereia", de Camilo Carvalho. A obra, intitulada "Canto da Sereia", é uma pintura em acrílica sobre tela do artista Camilo Carvalho, sem data de criação registrada. Mede 50 por 50 centímetros, com patrimônio número 236.058. A imagem apresenta uma figura feminina estilizada, possivelmente uma sereia, tocando uma flauta de Pã. A figura é retratada da cintura para cima, com a pele em tons terrosos e cabelos longos e ondulados. Ela usa um adorno na cabeça e brincos em formato de leque. A flauta de Pã é segurada com as duas mãos e levada à boca. O fundo da pintura é em tons de marrom e ocre, com uma área mais clara no canto superior direito, de onde parece emanar um som ou fumaça estilizada. A obra transmite uma atmosfera mística e musical, com a figura da sereia em um momento de encantamento.

Camilo Carvalho sem data
Identidade, de Bruno Matos, criada em 2010, com técnica mista sobre compensado e medindo 59 por 46 centímetros, apresenta um rosto humano centralizado, desenhado com traços escuros e bem definidos. Os cabelos são lisos. Os olhos grandes estão voltados para a direita; o nariz é alongado e a boca está fechada. O fundo combina tons quentes de vermelho, laranja e bege, com textura irregular. Ao redor da cabeça, há faixas verticais com sinais gráficos semelhantes a inscrições, e, na parte superior, uma faixa vermelha reúne caracteres estilizados. Na parte inferior, também em vermelho, aparecem pequenos animais, com traços simples que lembram pinturas rupestres. É possível reconhecer um boi e um cavalo, além de outras duas figuras: um animal de quatro patas, de corpo compacto e baixo, e um peixe, identificado pelo corpo alongado e forma contínua, sem patas. As figuras estão alinhadas, sugerindo movimento.

Bruno Matos 2010
Pintura em formato vertical, inserida em moldura de madeira clara com detalhes dourados. A composição apresenta uma cena abstrata, em tons de marrom, ocre e sépia, com contraste entre luz e sombra. No centro da imagem, há um conjunto de formas orgânicas sobrepostas, criando uma estrutura visual densa. Essas formas lembram partes de corpos ou máscaras, com aberturas que sugerem olhos e cavidades. À esquerda, observa-se uma figura com parte superior arredondada. Abaixo, duas formas ovais lembram olhos vazados. No centro, um formato escuro remete a um coração. Mais abaixo, uma forma semelhante a uma boca com dentes visíveis. Na parte inferior esquerda, aparecem duas pequenas figuras humanas esquemáticas, com pernas finas, posicionadas sobre uma superfície plana. À direita, há formas volumosas com recortes que lembram rostos desestruturados. Algumas dessas formas são atravessadas por linhas diagonais. No centro inferior da pintura, uma área clara sugere um ponto de luz, contrastando com o fundo escuro. Predominam tons terrosos, com iluminação suave e difusa, que destaca volumes e cria profundidade. A composição transmite sensação de densidade e ambiguidade, com formas que evocam corpos e máscaras fragmentadas.

Bernardo Cid sem data
Imagem retangular na vertical. Apresenta cores escuras e amarronzadas. Representação abstrata.

Bernardo Cid
Deusa da Justiça, de Aulion, é uma pintura a óleo sobre tela de 2021, medindo 92 por 62 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, retrata uma figura feminina estilizada, representando a Deusa da Justiça, em plano médio. Ela está de perfil, com o rosto levemente inclinado para baixo e olhos vendados por uma faixa clara. Seus cabelos, em tons de cinza e branco, estão presos em um coque alto. Veste uma túnica clara que revela parte de seu ombro. À esquerda, no fundo, uma balança de dois pratos, símbolo da equidade, aparece em tons escuros sobre um fundo marrom texturizado. À direita, atrás da figura, a empunhadura de uma espada, símbolo da força da lei, é visível. A paleta de cores é composta por tons terrosos, marrons, cinzas e um toque de verde. A iluminação suave cria um ambiente de seriedade e contemplação. A pintura evoca a imparcialidade e a força da justiça, com uma representação moderna e simbólica.

Aulion 2021
Esta é a pintura Mascarados, de Athos Bulcão, criada em 1962, em óleo sobre tela, com 33 por 100 centímetros. A composição é horizontal, com fundo rosa claro. Ao longo da imagem, cerca de onze figuras aparecem alinhadas, uma ao lado da outra, ocupando toda a largura. Cada figura veste roupas longas, com cores fortes e chapadas, como vermelho, azul, verde, amarelo e laranja. O destaque está nas máscaras. Cada personagem usa uma diferente: algumas são altas e estreitas, como cilindros; outras têm formatos mais largos ou achatados. Há máscaras com extensões laterais que lembram abas ou bicos, e outras com partes que se projetam para cima, como pontas ou hastes. Os rostos são bem simplificados, com poucos traços indicando olhos e nariz, sem detalhes realistas. Algumas figuras seguram objetos, como um instrumento musical, um círculo branco semelhante a um tambor e uma rede apoiada no chão. Todas permanecem no mesmo plano, criando um ritmo visual baseado na repetição e na variedade de formas e cores.

Athos Bulcão 1962
Obra intitulada Carnaval, de Athos Bulcão, datada de 1962. Técnica: óleo sobre cartão. Medidas: 40 por 60 centímetros. A imagem apresenta cinco figuras humanas estilizadas alinhadas horizontalmente sobre um fundo claro, em tons suaves de rosa e bege. As formas são geométricas, com contornos simples e pouca definição de detalhes faciais. Da esquerda para a direita: a primeira figura veste peças em azul e laranja. Ao lado, uma segunda figura usa roupas em azul escuro. A terceira figura veste uma combinação de laranja, verde e amarelo, com um elemento branco próximo à cabeça. A quarta figura, ao centro-direita, utiliza um chapéu alto escuro e uma roupa composta por losangos em tons de azul, com os braços erguidos para cima. A quinta figura, à direita, veste peças em verde, branco e vermelho.

Athos Bulcão 1962
Descrição dos objetos. (Lado esquerdo): Esculturas de pássaros. Duas figuras tridimensionais de pequeno porte, com formato arredondado. As peças apresentam superfície lisa e brilhante. Predominam as cores dourado e vermelho escuro, com detalhes em preto. Título: “Tori” Artista: Ateliê Bell Stop Técnica: porcelana pintada Medidas: aproximadamente 38 por 17 centímetros (Lado direito): Joia. Objeto circular, de metal prateado, posicionado horizontalmente. Apresenta estrutura vazada, com linhas que partem do centro e formam um padrão radial, semelhante a uma roda. Título: “Pingente Catedral”. Autoria: Roselaine Júlia. Ano: 2019. Técnica: joia em prata com pedra de cristal branco. Medida: cerca de 5,5 centímetros de diâmetro

Ateliê Bell Stipp e Rosânia Ulácia sem data e 2019
Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Construção de um prédio com andaimes de madeira. Placa com informações da obra do Bloco 6, com data de início 02/05/1959 e de entrega 30/10/1959, pela empresa SETAL.

Arquivo Público do Distrito Federal 1959
Justiça, de Armando Cunha, é uma pintura a óleo sobre tela de 2024, medindo 120 por 70 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata de formas geométricas e orgânicas interligadas, em uma paleta de cores intensas e contrastantes. Predominam tons de vermelho, laranja, azul, roxo, amarelo e marrom. As formas se sobrepõem e se entrelaçam, criando uma sensação de movimento e profundidade. É possível identificar elementos que remetem a figuras humanas estilizadas, com traços angulares e curvos, sugerindo a complexidade e a dinâmica do conceito de justiça. A iluminação é dramática, com áreas de luz e sombra que realçam as cores e as texturas da pintura. A obra transmite uma sensação de força, equilíbrio e a busca por uma resolução, convidando o observador a refletir sobre os múltiplos aspectos da justiça.

Armando Cunha 2024
Refletindo, de Armando Cunha, é uma pintura a óleo sobre tela de 2024, medindo 120 por 80 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata com formas orgânicas e geométricas interligadas, em uma paleta de cores vibrantes e terrosas. Predominam tons de amarelo, verde-limão, azul-claro, marrom, cinza e rosa pálido. Há figuras que remetem a rostos ou perfis humanos, com olhos e narizes estilizados, sugerindo reflexão ou introspecção. As formas são contornadas por linhas finas em preto e branco, que adicionam dinamismo e separam os planos. A iluminação é suave, realçando as texturas e as sobreposições das cores. A pintura evoca uma sensação de mistério e contemplação, convidando o observador a interpretar as formas e as emoções transmitidas.

Armando Cunha 2024
Voe, de Antônia Célia, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 90 por 100 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma composição abstrata e expressiva. O fundo é dominado por tons de verde oliva e marrom, com pinceladas que criam uma textura orgânica. No centro, uma forma vertical em tons de branco e cinza claro se destaca, atravessando a tela de cima a baixo, com detalhes que lembram galhos ou raízes finas e emaranhadas. À esquerda da forma central, há uma linha horizontal fina em tons de laranja e amarelo, adicionando um toque de cor e contraste. A iluminação parece vir do centro, realçando a textura e a profundidade. A composição transmite uma sensação de movimento ascendente e leveza, evocando a ideia de voo e liberdade, com uma estética que explora a interação entre formas orgânicas e abstratas.

Antônia Célia sem data
Pássaros, uma gravura em metal de Anna Letycia, criada em 1960. A obra, medindo 35 por 50 centímetros, apresenta um contraste marcante em tons de cinza, preto e branco. No centro e à esquerda, formas brancas estilizadas emergem, sugerindo pássaros em pleno voo ou em movimento dinâmico. Seus contornos são irregulares e preenchidos com uma textura sutil, que lhes confere leveza. Na parte inferior e nas laterais, massas escuras dominam a composição, lembrando folhagens densas ou sombras profundas. Traços verticais e orgânicos criam uma sensação de vegetação exuberante, emoldurando as figuras aladas. O fundo da gravura é preenchido por diferentes tonalidades de cinza, evocando um céu nublado ou uma atmosfera densa, que acentua o mistério da cena. A técnica de gravura em metal confere à obra uma riqueza de detalhes e texturas, realçando o jogo de luz e sombra. A obra transmite uma sensação de liberdade e movimento, com a interação entre as formas claras dos pássaros e as escuras da natureza. Uma representação expressiva da artista, onde a simplicidade das formas revela uma profunda expressividade.

Anna Letycia 1960
Índia Yanomami, de André Rodrigo, é uma fotografia sem data, medindo 100 por 100 centímetros. A obra, em formato quadrado, apresenta um close-up do rosto de uma jovem indígena Yanomami. Sua pele é morena e seus olhos escuros e expressivos olham diretamente para o observador. O rosto está adornado com pinturas faciais tradicionais em preto, com linhas horizontais sobre a testa e bochechas, e verticais que descem do nariz até o queixo. Adornos de palha ou madeira atravessam o septo nasal e os cantos da boca, e brincos brancos e pretos pendem das orelhas. O cabelo escuro e liso emoldura o rosto. O fundo é escuro e desfocado, realçando a figura da jovem. A iluminação suave destaca os detalhes das pinturas e adornos. A fotografia transmite a beleza, a força e a riqueza cultural do povo Yanomami, capturando a essência de sua identidade.

André Rodrigo sem data
Imagem retangular na horizontal. Apresenta desenhos abstratos em preto e branco.

Ana Letycia 1960
Promessa Chão, de Alliny Nunes, é uma fotografia em preto e branco, sem data, medindo 40 por 60 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta um grupo de sete pessoas, de diferentes idades, sorrindo e se abraçando, sugerindo uma família. No centro, um homem de óculos e cabelos claros, com um sorriso acolhedor, é abraçado por crianças e jovens. Todos estão vestidos com roupas claras, que se mesclam ao fundo. A composição é um close-up, focando nos rostos e expressões de felicidade e união. A iluminação suave realça os detalhes e as texturas, criando uma atmosfera íntima e calorosa. A fotografia transmite amor, cumplicidade e alegria, celebrando os laços familiares e a promessa de um futuro juntos.

Alliny Nunes sem data
A obra “STF 1”, de Alexandro Almeida, produzida em 2016 em acrílica sobre tela, apresenta uma composição abstrata de 60 por 60 centímetros, marcada pelo contraste entre formas geométricas e cores vibrantes. Sobre um fundo rosa intenso, uma forma amarela irregular ocupa a lateral esquerda, enquanto um pequeno círculo da mesma cor paira próximo ao topo. No centro da pintura, grandes faixas verticais em tons de azul e violeta descem em direção à base, ladeando formas brancas alongadas que evocam a silhueta estilizada de torres ou pilares. Na parte inferior, semicírculos em laranja, verde, preto e azul-claro introduzem curvas que dialogam com o predomínio das linhas verticais. À direita, uma estreita faixa amarela separa o conjunto central de uma larga faixa vermelha. A disposição das formas e o encontro entre cores quentes e frias criam uma composição equilibrada, dinâmica e fortemente gráfica, característica da linguagem abstrata da obra.

Alexsandro Almeida 2016
Dom Quixote 2, de Alexsandro Almeida, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 70 por 110 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, exibe uma cena vibrante e colorida, com estilo popular. À esquerda, um homem de chapéu de palha monta um burro marrom. À direita, um homem de bigode e armadura branca cavalga um cavalo branco, empunhando uma lança. Ambos estão em um campo verde com corações vermelhos. O fundo é abstrato e dinâmico, com formas geométricas coloridas em tons de azul, amarelo, laranja, roxo e rosa, lembrando bandeiras ou moinhos de vento. A paleta de cores é intensa e alegre, e as pinceladas expressivas criam uma atmosfera lúdica e fantástica, evocando a história de Dom Quixote com vivacidade.

Alexsandro Almeida sem data
A obra, intitulada "Em Busca do Despertar", é uma escultura do artista Alex Ofuji, criada em 2018. Utilizando a técnica de desgaste em PVC, a peça possui 65 centímetros de altura, 47 de largura e 20 de profundidade. A escultura apresenta uma forma cilíndrica, que se assemelha a um tronco de árvore, com detalhes intrincados esculpidos em sua superfície. Uma figura humana, em posição meditativa, está esculpida na base, com um semblante sereno e envolto em vestes fluidas. Acima dela, uma árvore estilizada com folhagens densas se ramifica, simbolizando crescimento e conexão com a natureza. A obra é apresentada em duas versões: uma em PVC claro, destacando a textura e os detalhes do desgaste, e outra iluminada internamente, que realça a figura meditativa e a árvore com um brilho quente, criando um efeito de luz e sombra que evoca introspecção e espiritualidade. A peça convida à reflexão sobre a jornada interior e a busca pelo autoconhecimento.

Alex Ofuji 2018
Escultura intitulada Busto de Ruy Barbosa, criada por Achnoor em 1969. A obra apresenta a cabeça e parte do tronco em bronze escuro, com leve brilho. O rosto tem traços marcados e testa ampla, voltado para frente. O vestuário aparece de forma simplificada, com colarinho alto e gravata. O busto está apoiado sobre um pedestal de mármore claro. Na parte superior, uma base lisa sustenta a escultura. Abaixo, um bloco maior de mármore, com veios discretos, traz uma inscrição em letras cursivas escuras, bem visíveis no fundo claro. A frase gravada diz: “Quem dá às Constituições realidade não é, nem a inteligência que as concebe, nem o pensamento que as estampa: é a magistratura que as defende.” Ao final, aparece o nome Ruy Barbosa. Ao fundo, uma parede clara com formas geométricas em relevo cria um ambiente sóbrio, destacando o contraste entre o bronze escuro e o mármore claro do pedestal.

Achnoor rio 1969 -
<strong>Monumentum Ano XI, nº 64, jan/dez de 2025</strong>

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12/2025
<strong>Monumentum Ano XIV, nº 62, jan/jun de 2024</strong>

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01/2024
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=l7Otvz-eLsI&amp;list=PLEVu_ObONqat2RNPT4XdMBG1luh_rjETg&amp;index=3" target="_blank" rel="noopener"><strong>Programa História Oral - Des. Jesuíno Rissato</strong></a>

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18/10/2024
<strong>Monumentum Ano XIV, nº 63, jul/dez de 2024</strong>

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07/2024
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=ffKTIzWWVt4" target="_blank" rel="noopener"><strong>Programa História Oral - Des. Alvaro Ciarlini</strong></a>

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15/10/2024
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=fMmd35TnrMc" target="_blank" rel="noopener"><strong>Programa História Oral - Des. Mário Machado</strong></a>

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01/10/2024
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=24gN4rW9Li0" target="_blank" rel="noopener"><strong>Programa História Oral - Des. Luís Gustavo B. de Oliveira</strong></a>

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27/09/2024
<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=WDFY-aIFVMg" target="_blank" rel="noopener">Programa História Oral - Des. James Eduardo Oliveira</a></strong>

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20/09/2024
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=Y3zvjeuRk20" target="_blank" rel="noopener"><strong>Programa História Oral - Desa. Diva Lucy de Faria Pereira</strong></a>

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10/09/2024
<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=02j_GZkS604&amp;ab_channel=TJDFToficial" target="_blank" rel="noopener">Programa História Oral - Des. Alfeu Machado</a></strong>

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03/09/2024
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=AWtz17WQsD8&amp;t=27s" target="_blank" rel="noopener"><strong>Programa História Oral - Des. Josaphá Francisco dos Santos</strong></a>

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29/08/2024
<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=mqJWOo53w7Y&amp;t=21s" target="_blank" rel="noopener">Programa História Oral - Des. Héctor Valverde Santanna</a></strong>

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23/08/2024
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=4wduSEsOdh4&amp;t=34s&amp;ab_channel=TJDFToficial" target="_blank" rel="noopener"><strong>Programa História Oral - Des. Jair Soares.</strong></a>

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13/08/2024
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=w9Sw0NDJtgo" target="_blank" rel="noopener"><strong>Programa História Oral - Des. Waldir Leôncio Lopes Junior</strong></a>

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08/08/2024
<strong>Monumentum, Ano XIII, nº 61, Jan/Mar de 2023</strong>

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01/2023
<strong>Monumentum, Ano XII, nº 60, Jan/Mai 2022</strong>

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05/2022
<strong>Monumentum Ano I - Nº 1 - Março de 2011</strong>

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03/2020
<strong>Monumentum Ano I - Nº 2 - Abril de 2011</strong>

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04/2011
<strong>Monumentum Ano I - Nº 3 - Maio de 2011</strong>

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05/2011
<strong>Monumentum Ano I - Nº 4 - Junho de 2011</strong>

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06/2011
<strong>Monumentum Ano I - Nº 5 - Julho de 2011</strong>

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07/2011
<strong>Monumentum Ano I - Nº 6 - Agosto de 2011</strong>

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08/2011
<strong>Monumentum Ano I - Nº 7 - Setembro de 2011</strong>

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09/2011
<strong>Monumentum Ano I - Nº 8 - Outubro de 2011</strong>

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10/2011
<strong>Monumentum Ano I - Nº 9 - Novembro/Dezembro de 2011</strong>

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11/2011
12/2011
<strong>Monumentum Ano II - Nº 10 - Janeiro de 2012</strong>

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01/2012
<strong>Monumentum Ano II - Nº 11 - Fevereiro de 2012</strong>

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02/2012
<strong>Monumentum Ano II - Nº 12 - Março de 2012</strong>

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03/2012
<strong>Monumentum Ano II - Nº 13 - Abril de 2012</strong>

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<strong>Monumentum Ano II - Nº 14 - Maio de 2012</strong>

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<strong>Monumentum Ano II - Nº 18 - Setembro de 2012</strong>

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