- Itens 1

Tropical

A obra Tropical, do artista Quirino Campofiorito, de 1935, é uma pintura a óleo sobre tela. Imagine uma mesa vermelha, lisa e firme, ocupando a parte de baixo da cena. Em cima dessa mesa estão três objetos principais. Do lado esquerdo, há uma fruta com casca marrom, grossa e irregular, com aparência áspera e seca, como uma superfície dura ao toque. No centro, essa mesma fruta aparece aberta ao meio, mostrando camadas em círculos, em tons de amarelo e branco. A parte externa parece mais firme, enquanto o interior sugere uma textura mais lisa. Sobre a parte aberta, repousa uma colher de metal, lisa, fria e levemente brilhante, apoiada na diagonal. À frente, há um copo transparente, com aparência delicada, como vidro fino. Abaixo da mesa, surgem formas escuras e pontiagudas, com aspecto rígido. Atrás dos objetos, uma forma verde com pontas alongadas se eleva, como uma coroa. O fundo é azul com nuvens claras, lembrando um céu leve, que contrasta com a solidez dos objetos.

Título: Tropical
Artista: Quirino Campofiorito
Ano: 1935
Técnica: óleo sobre tela
Medidas: -
Patrimônio: 000.015

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Morro e Cais (da série Favela)

A gravura, em tons predominantemente escuros de preto, cinza e marrom, apresenta uma composição abstrata e geométrica que evoca uma paisagem urbana ou portuária. Linhas fortes, tanto verticais quanto horizontais, se entrelaçam, criando uma rede de formas que sugerem construções, embarcações e estruturas de cais. No centro da imagem, áreas mais claras emergem da escuridão, delineando contornos que podem ser interpretados como fachadas de edifícios ou casarios de uma favela, contrastando com a massa escura ao redor. Há uma sensação de profundidade e sobreposição, com elementos que parecem estar em diferentes planos. A textura da gravura, resultado das técnicas de água-forte, água-tinta e maneira negra, confere um aspecto granulado e expressivo à superfície. A obra, parte da série 'Favela', mede 45 por 44 centímetros e utiliza matriz em metal. Ela captura a essência de um cenário onde o morro e o cais se encontram, em uma representação que é ao mesmo tempo robusta e sutil.

Título: Morro e Cais (da série Favela)
Artista: Rossini Perez
Ano: 1959
Técnica: gravura, água forte, água tinta e maneira negra, matriz em metal
Medidas: 45x44 cm
Patrimônio: 000.079

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Pássaros

Pássaros, uma gravura em metal de Anna Letycia, criada em 1960. A obra, medindo 35 por 50 centímetros, apresenta um contraste marcante em tons de cinza, preto e branco. No centro e à esquerda, formas brancas estilizadas emergem, sugerindo pássaros em pleno voo ou em movimento dinâmico. Seus contornos são irregulares e preenchidos com uma textura sutil, que lhes confere leveza. Na parte inferior e nas laterais, massas escuras dominam a composição, lembrando folhagens densas ou sombras profundas. Traços verticais e orgânicos criam uma sensação de vegetação exuberante, emoldurando as figuras aladas. O fundo da gravura é preenchido por diferentes tonalidades de cinza, evocando um céu nublado ou uma atmosfera densa, que acentua o mistério da cena. A técnica de gravura em metal confere à obra uma riqueza de detalhes e texturas, realçando o jogo de luz e sombra. A obra transmite uma sensação de liberdade e movimento, com a interação entre as formas claras dos pássaros e as escuras da natureza. Uma representação expressiva da artista, onde a simplicidade das formas revela uma profunda expressividade.

Título: Pássaros
Artista: Anna Letycia
Ano:1960
Técnica: gravura matriz em metal
Medidas:35 x 50 cm
Patrimônio: 003.736

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Cadeados

A composição apresenta uma organização gráfica de formas que lembram cadeados, distribuídos ao longo da superfície. As figuras aparecem repetidas e organizadas de modo ritmado, criando uma sensação de padrão e regularidade. Predominam linhas marcadas e contrastes de claro e escuro, típicos da técnica de impressão, o que reforça os contornos e a textura visual da obra. Os cadeados, estilizados, não são retratados de maneira realista, mas sim simplificados, quase geométricos, sugerindo mais uma ideia do objeto do que sua representação literal. O fundo é limpo, destacando as formas principais. A imagem transmite uma sensação de ordem e repetição, podendo evocar temas como proteção, bloqueio ou restrição, dependendo da interpretação do observador.

Título: Cadeados
Artista: Maria Luiza Leao
Ano: 1960
Técnica: litografia
Medidas: 42x29,7 cm
Patrimônio: 000.441

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Paisagem Gaúcha

Obra Paisagem Gaúcha, de Carlos Scliar, 1960. Têmpera e vinil sobre madeira, medindo 55,2 por 75 centímetros. A imagem apresenta uma paisagem com formas simplificadas e contornos suaves. No centro superior, há uma construção geométrica, de cor ocre, com linhas retas e verticais, posicionada sobre uma área levemente elevada. Ao fundo, troncos altos e verticais se distribuem pelo espaço, sugerindo árvores sem detalhes de folhas. Na metade inferior, o terreno é composto por faixas curvas e sobrepostas em tons de verde e ocre, criando a sensação de caminhos ou campos organizados em camadas. Linhas finas e inclinadas atravessam o primeiro plano, lembrando cercas ou divisões de terra. As cores predominantes são verdes, amarelos e ocres, com aplicação difusa que suaviza os contornos e reduz contrastes. A composição enfatiza formas amplas e organização espacial, sem detalhamento minucioso dos elementos.

Título: Paisagem Gaúcha
Artista: Carlos Scliar
Ano: 1960
Técnica: têmpera e vinil sobre madeira
Medidas: 55,2 x 75 cm
Patrimônio: 000.022

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Morro

Olá. Hoje vamos conhecer a obra "Morro", da artista brasileira Esther Joffily, datada de 1961. Esta obra é uma xilogravura, uma técnica que utiliza matriz de madeira para impressão, e possui dimensões de 56 centímetros de altura por 31 centímetros de largura. Imagine uma imagem em preto e branco, com traços fortes e contrastantes. Estamos diante de uma cena urbana que retrata o dia a dia em uma comunidade em um morro. A xilogravura se apresenta em um formato vertical. No centro da composição, observamos um aglomerado de barracos de madeira, empilhados uns sobre os outros de forma irregular, acompanhando a inclinação do terreno. Os traços da gravura revelam a textura da madeira e a simplicidade das construções. Podemos identificar pequenas figuras humanas e animais circulando pelas escadarias e ruelas estreitas que serpenteiam entre as habitações. Uma figura carrega algo na cabeça, outra sobe uma escada de madeira... A sensação de movimento e vida é constante. Em primeiro plano, no pé do morro, destacam-se varais com roupas estendidas, carrinhos de mão e outras ferramentas de trabalho, sugerindo a rotina e o labor dos moradores. A obra "Morro" de Esther Joffily nos transporta para um cenário repleto de detalhes e texturas, capturando a essência e a energia da vida em uma comunidade urbana no Brasil da década de 1960. Esperamos que você tenha apreciado esta breve jornada visual pela obra "Morro". Obrigada por nos acompanhar!

Título: Morro
Artista: Esther Joffily
Ano: 1961
Técnica: xilogravura
Medidas: 56x31 cm
Patrimônio: 003.385

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Retrato de JK

Pintura em formato vertical, com cerca de noventa centímetros de altura por sessenta e três centímetros de largura. A obra apresenta um retrato em meio corpo de JK posicionada levemente de perfil, voltada para o lado esquerdo da composição. A figura ocupa a maior parte da tela. O rosto está inclinado levemente para baixo, com olhar direcionado para longe, fora do campo visual do espectador. Os traços faciais são simplificados, com contornos definidos e áreas de sombra que modelam o volume. JK veste um traje formal composto por paletó em tom avermelhado escuro, camisa clara e gravata em tonalidade mais escura, criando contraste. O corpo se inclina em diagonal, ocupando o canto inferior direito da composição. O fundo é dividido em duas áreas de cor lisa, sem detalhes: à esquerda, um azul suave; à direita, um tom claro próximo ao branco ou bege. Essa divisão cria um contraste cromático que destaca a figura principal. A pincelada é visível, com aplicação de tinta característica da pintura a óleo. As cores são sóbrias, com predominância de tons quentes no vestuário e frios no fundo.

Título: Retrato de JK
Artista: Di Cavalcanti
Ano: 1961
Técnica: óleo sobre tela
Medidas: 90 x 63 cm
Patrimônio: 000.015

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Carnaval

Obra intitulada Carnaval, de Athos Bulcão, datada de 1962. Técnica: óleo sobre cartão. Medidas: 40 por 60 centímetros. A imagem apresenta cinco figuras humanas estilizadas alinhadas horizontalmente sobre um fundo claro, em tons suaves de rosa e bege. As formas são geométricas, com contornos simples e pouca definição de detalhes faciais. Da esquerda para a direita: a primeira figura veste peças em azul e laranja. Ao lado, uma segunda figura usa roupas em azul escuro. A terceira figura veste uma combinação de laranja, verde e amarelo, com um elemento branco próximo à cabeça. A quarta figura, ao centro-direita, utiliza um chapéu alto escuro e uma roupa composta por losangos em tons de azul, com os braços erguidos para cima. A quinta figura, à direita, veste peças em verde, branco e vermelho.

Título: Carnaval
Artista: Athos Bulcão
Ano: 1962
Técnica: óleo sobre cartão
Medidas: 40 x 60 cm
Patrimônio: 000.062

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Mascarados

Esta é a pintura Mascarados, de Athos Bulcão, criada em 1962, em óleo sobre tela, com 33 por 100 centímetros. A composição é horizontal, com fundo rosa claro. Ao longo da imagem, cerca de onze figuras aparecem alinhadas, uma ao lado da outra, ocupando toda a largura. Cada figura veste roupas longas, com cores fortes e chapadas, como vermelho, azul, verde, amarelo e laranja. O destaque está nas máscaras. Cada personagem usa uma diferente: algumas são altas e estreitas, como cilindros; outras têm formatos mais largos ou achatados. Há máscaras com extensões laterais que lembram abas ou bicos, e outras com partes que se projetam para cima, como pontas ou hastes. Os rostos são bem simplificados, com poucos traços indicando olhos e nariz, sem detalhes realistas. Algumas figuras seguram objetos, como um instrumento musical, um círculo branco semelhante a um tambor e uma rede apoiada no chão. Todas permanecem no mesmo plano, criando um ritmo visual baseado na repetição e na variedade de formas e cores.

Título: Mascarados
Artista: Athos Bulcão
Ano: 1962
Técnica: óleo sobre tela
Medidas: 33 x 100 cm
Patrimônio: 000.017

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Casa velha em SP

Pintura em formato vertical intitulada Casa velha em SP, de Flávio Motta, realizada em 1963 em óleo sobre tela, com dimensões de cinquenta e três por quarenta centímetros. A composição apresenta uma cena urbana sintetizada por meio de formas simplificadas e pinceladas visíveis. No primeiro plano, um muro horizontal em tom rosado delimita a cena. À direita do eixo central, destaca-se uma árvore de tronco escuro e espesso, com ramificações pouco definidas, que se projetam verticalmente. No plano intermediário, à esquerda, observa-se uma construção de dois pavimentos em tonalidade amarelada. No andar superior, três janelas retangulares estão alinhadas e apresentam detalhes escuros, com pequenos elementos avermelhados na parte superior. No térreo, três aberturas em arco sugerem vãos ou portas. O plano de fundo é constituído por manchas em tons de cinza, roxo e azul, com contornos difusos, sugerindo edificações ou áreas sombreadas.

Título: Casa velha em SP
Artista: Flávio Motta
Ano: 1963
Técnica: óleo sobre tela
Medidas: 53 x 40 cm
Patrimônio: 000.082

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Madona

Madona, de mil novecentos e sessenta e três, por Emeric Marcier. Óleo sobre tela, medindo setenta e dois por cinquenta e um centímetros. Figura em primeiro plano, com rosto alongado e claro, envolto por manto azul escuro. O fundo é quase negro. Os olhos estão inclinados e voltados para baixo. À direita, uma mão alongada aparece próxima ao rosto. A iluminação suave destaca a face e a mão, criando uma atmosfera de silêncio e recolhimento.

Título: Madona
Artista: Emeric Marcier
Ano: 1963
Técnica: óleo sobre tela
Medidas: 72 x 51 cm
Patrimônio: 000.011

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Mulheres de Areia

Mulheres de Areia. Pintura de Glênio Bianchetti, de 1963. Óleo sobre tela, medindo cinquenta e cinco por setenta e seis centímetros. A imagem apresenta formas arredondadas em tons quentes, como amarelo, laranja, ocre e marrom, sobre um fundo claro. Essas formas ocupam quase todo o espaço e se encaixam como peças de um quebra-cabeça. À esquerda, há um grande volume circular. No centro e à direita, aparecem formas alongadas e curvas, que lembram corpos deitados ou agrupados, mas sem detalhes de rosto ou partes do corpo. As separações entre as formas são marcadas por áreas mais escuras. As cores se misturam de forma suave, sem contornos definidos. A obra segue um estilo modernista, com formas simplificadas e poucos detalhes, aproximando-se da abstração. O foco está mais nas cores e nos volumes do que na representação fiel da realidade.

Título: Mulheres de Areia
Artista: Glênio Bianchetti
Ano: 1963
Técnica: óleo sobre tela
Medidas: 55 x 76 cm
Patrimônio: 000.021

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Pintura 13

Obra Pintura 13, de Rubem Valentim, feita em 1965 com têmpera sobre tela, medindo 100 por 73 centímetros. A imagem tem formato vertical e é organizada de forma simétrica, como se fosse dividida ao meio. No centro, há um retângulo em tom alaranjado onde aparecem formas geométricas alinhadas de cima para baixo: uma figura preta parecida com um “T”, seguida por outras formas com pontas laterais, um círculo vermelho e curvas em preto. Pequenos detalhes azuis conectam essas figuras. Nas laterais, dois painéis azuis repetem símbolos semelhantes — círculos, linhas e formas angulares em vermelho — criando um padrão que se repete dos dois lados. Na parte superior, um grande círculo alaranjado contém uma forma azul no centro. Acima das laterais, há setas azuis apontando para cima, sugerindo movimento vertical. O fundo é verde-acinzentado e contrasta com as cores fortes da pintura: vermelho, azul, preto e laranja.

Título: Pintura 13
Artista: Rubem Valentim
Ano: 1965
Técnica: têmpera sobre tela
Medidas: 100 x 73 cm
Patrimônio: 000.064

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O Bípede

Obra intitulada O Bípede, do artista Samson Flexor, criada em 1967. Técnica: óleo sobre tela. Medidas: 97 por 130 centímetros. A pintura apresenta uma forma abstrata central, com contornos irregulares e aparência orgânica. A figura ocupa a maior parte da tela, sobre um fundo claro e uniforme. As cores predominantes são tons de cinza, rosa e marrom, misturados de forma suave, com bordas difusas, como manchas de tinta que se espalham. No centro, há aberturas que criam vazios, dando a impressão de cavidades. A forma se estende para os lados e para baixo, com quatro prolongamentos que lembram apoios ou membros, sem definição anatômica. A textura sugere camadas finas de tinta, com variações de transparência. A composição não representa um objeto reconhecível, convidando à observação das formas, cores e equilíbrios visuais.

Título: O Bípede
Artista: Samson Flexor
Ano: 1967
Técnica: óleo sobre Tela
Medidas: 97 x 130 cm
Patrimônio: 000.023

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Adão após o pecado original

Obra – “Adão após o pecado original", de Siron Franco, 1969. Técnica mista sobre tela. 72 cm por 100 cm. Imagem em tons claros, com aspecto de desenho em traço fino, predominantemente em cinza e bege, com leve fundo amarelado.   A composição apresenta formas orgânicas e entrelaçadas, com linhas sinuosas que se estendem horizontalmente pelo quadro.  No centro da imagem, uma figura humana aparece deitada ou reclinada, com o corpo estendido na horizontal. Os membros são alongados e estilizados, com braços e pernas que se misturam a elementos abstratos ao redor.  A cabeça da figura está voltada para o lado direito da imagem, com o rosto pouco definido, sugerido apenas por traços leves. Ao redor da figura central, há estruturas que remetem a galhos retorcidos, raízes ou formas biomórficas, que se conectam entre si como se fossem parte de um sistema vivo ou em transformação.  À esquerda, um conjunto mais denso de formas cria uma área de maior complexidade visual, com curvas que se sobrepõem. À direita, as linhas se tornam mais abertas e menos concentradas.  A imagem não apresenta cores vibrantes nem contraste forte; as linhas são delicadas e contínuas, criando sensação de movimento

Título: Adão após o pecado original
Artista: Siron Franco
Ano: 1969
Técnica: técnica mista
Medidas: 72 x 100 cm
Patrimônio: 000.047

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Busto de Rui Barbosa

Escultura intitulada Busto de Ruy Barbosa, criada por Achnoor em 1969. A obra apresenta a cabeça e parte do tronco em bronze escuro, com leve brilho. O rosto tem traços marcados e testa ampla, voltado para frente. O vestuário aparece de forma simplificada, com colarinho alto e gravata. O busto está apoiado sobre um pedestal de mármore claro. Na parte superior, uma base lisa sustenta a escultura. Abaixo, um bloco maior de mármore, com veios discretos, traz uma inscrição em letras cursivas escuras, bem visíveis no fundo claro. A frase gravada diz: “Quem dá às Constituições realidade não é, nem a inteligência que as concebe, nem o pensamento que as estampa: é a magistratura que as defende.” Ao final, aparece o nome Ruy Barbosa. Ao fundo, uma parede clara com formas geométricas em relevo cria um ambiente sóbrio, destacando o contraste entre o bronze escuro e o mármore claro do pedestal.

Título: Busto de Rui Barbosa
Artista: Achnoor rio 1969
Ano: -
Técnica: -
Medidas: -
Patrimônio: 017.008

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Sem título

Pintura em formato vertical, inserida em moldura de madeira clara com detalhes dourados. A composição apresenta uma cena abstrata, em tons de marrom, ocre e sépia, com contraste entre luz e sombra. No centro da imagem, há um conjunto de formas orgânicas sobrepostas, criando uma estrutura visual densa. Essas formas lembram partes de corpos ou máscaras, com aberturas que sugerem olhos e cavidades. À esquerda, observa-se uma figura com parte superior arredondada. Abaixo, duas formas ovais lembram olhos vazados. No centro, um formato escuro remete a um coração. Mais abaixo, uma forma semelhante a uma boca com dentes visíveis. Na parte inferior esquerda, aparecem duas pequenas figuras humanas esquemáticas, com pernas finas, posicionadas sobre uma superfície plana. À direita, há formas volumosas com recortes que lembram rostos desestruturados. Algumas dessas formas são atravessadas por linhas diagonais. No centro inferior da pintura, uma área clara sugere um ponto de luz, contrastando com o fundo escuro. Predominam tons terrosos, com iluminação suave e difusa, que destaca volumes e cria profundidade. A composição transmite sensação de densidade e ambiguidade, com formas que evocam corpos e máscaras fragmentadas.

Título: Sem título
Artista: Bernardo Cid
Ano: sem data
Técnica: óleo sobre tela
Medidas: 90 x 72 cm
Patrimônio: 000.068

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Por que fizeste isto? Multiplicarei grandemente tua dor

Obra “Por que fizeste isto? Multiplicarei grandemente tua dor”, da artista Yara Tupynambá, é uma xilogravura em preto sobre fundo bege, sem data, medindo 105 por 70 centímetros. No centro, aparece um corpo humano alongado, desenhado com linhas curvas e detalhadas. Esse corpo não está inteiro: ele parece cortado por formas geométricas, como retângulos escuros que atravessam a figura. Dentro do corpo, há linhas que lembram veias, raízes ou caminhos internos. Na parte de baixo, as pernas estão cruzadas, com pés bem definidos. Ao redor, surgem formas abstratas: à esquerda, uma figura escura com curvas e círculos; à direita, linhas verticais finas. O contraste entre o preto e o fundo claro destaca os contornos. A imagem sugere um corpo dividido e atravessado, criando uma sensação visual de tensão e intensidade, que dialoga com o título da obra.

Título: Por que fizeste isto? Multiplicarei grandemente tua dor
Artista: Yara Tupynambá
Ano: sem data
Técnica: xilogravura
Medidas: 105 x 70 cm
Patrimônio: 000.080

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Sem Título

Obra “Sem Título”, de Siron Franco, sem data, realizada em óleo sobre tela, com 109 por 100 centímetros. A pintura mostra uma figura humana em pé, centralizada, ocupando quase toda a altura da composição. A figura veste uma roupa longa em tom azul e está descalça, com os pés apoiados sobre uma superfície terrosa em tons quentes. No centro do corpo, a figura segura à frente do peito um tecido claro, onde aparece o desenho de um rosto. Ao redor, a paisagem é árida e escura, com árvores secas, troncos queimados e uma estrada sinuosa que se estende ao fundo. À esquerda, há uma pequena estrutura inclinada, sugerindo destruição. O céu é carregado, em tons de azul, cinza e marrom, criando uma atmosfera densa. As cores contrastam entre o azul da vestimenta e os tons terrosos e queimados da paisagem, reforçando a presença isolada da figura humana em um ambiente devastado.

Título: Sem Título
Artista: Siron Franco
Ano: Sem Data
Técnica: Óleo sobre Tela
Medidas: 109 x 100cm
Patrimônio: 000.066

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Composição III - Moringas

Obra “Composição III – Moringas”, de Sérgio Lafetá, pintura a óleo sobre tela, sem data, apresenta uma composição abstrata formada por grandes formas geométricas que lembram silhuetas de moringas sobrepostas. Em primeiro plano, destacam-se volumes arredondados e curvos em tons de vermelho e vinho, que se cruzam com áreas mais claras. À direita, uma grande forma branca, com contorno suave, ocupa parte central da imagem, criando contraste com o fundo azul-claro. Linhas retas e faixas horizontais, em tons de azul e lilás, atravessam a parte superior, organizando o espaço e sugerindo equilíbrio. As cores são intensas, com textura visível do óleo, levemente granulada, dando sensação tátil à superfície. As formas se encaixam como peças, sem profundidade realista, construindo um jogo de sobreposição e contraste entre curvas e retas. A composição transmite harmonia e ritmo visual, evocando objetos cotidianos de maneira simplificada e abstrata.

Título: Composição III - Moringas
Artista: Sérgio Lafetá
Ano: sem data
Técnica: óleo sobre tela
Medidas: -
Patrimônio: 000.063

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Vegetação da Serra de Guaramiranga

Pintura intitulada “Vegetação da Serra de Guaramiranga”, da artista Heloísa Juaçaba, obra sem data, realizada em óleo sobre tela, medindo aproximadamente 55 por 100 centímetros, apresentada em moldura de madeira clara. A composição vertical mostra um cenário de mata tropical estilizada. No centro e à esquerda, dois troncos altos e sinuosos, com textura marcada em marrom escuro, se elevam em direção ao topo. De suas copas brotam folhas longas e curvas em tons intensos de verde, laranja e amarelo, criando um efeito de movimento. Na parte inferior, pequenos ramos com folhas alaranjadas se destacam contra o fundo. À direita e à esquerda, formas arredondadas e sobrepostas, em verdes variando do escuro ao acinzentado, simulam plantas densas ou cactáceas, organizadas como blocos. No canto inferior direito, folhas largas e bem definidas em verde vibrante reforçam a diversidade vegetal. O fundo em tom quente, próximo ao dourado, ilumina toda a cena, destacando as cores saturadas. A pintura apresenta estilo decorativo e gráfico, com contornos definidos e repetição de padrões, evocando a exuberância da vegetação serrana.

Título: Vegetação da Serra de Guaramiranga
Artista: Heloísa Juaçaba
Ano: sem data
Técnica: óleo sobre tela
Medidas: 55x100cm
Patrimônio: 000.067

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Entalhe em Madeira

O trabalho tem formato vertical, estreito e alongado, com superfície em relevo e coloração marrom-escura. Na parte superior, aparece uma figura frontal com os braços erguidos e as mãos abertas, próximas às laterais do painel. O rosto tem traços simplificados, com olhos marcados e cabelos que descem até os ombros. No centro da composição, há uma segunda figura, maior e mais larga, também vista de frente. Ao redor da cabeça, formas abertas lembram folhas ou plumas. O corpo é coberto por uma textura geométrica repetida, semelhante a uma malha. Na região inferior dessa figura, surge um elemento semelhante a uma flor ou sol, com um pequeno rosto no centro. Na base da obra, duas aves em relevo aparecem lado a lado, voltadas para direções opostas. As bordas laterais do painel são decoradas com entalhes repetitivos, integrados à composição.

Título: Entalhe em Madeira
Artista: Romilson Lopes
Ano: 1971
Técnica: Entalhe em Madeira
Medidas: 47x149cm
Patrimônio: 000.048

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Pelourinho

Pintura intitulada Pelourinho, do artista Lopes, realizada em 1981, em óleo sobre tela, com 140 por 210 centímetros. A cena mostra uma rua de pedra em perspectiva, formando uma leve descida em direção ao mar, visível ao fundo como uma faixa azul no horizonte. Nas laterais da rua, há casas coloniais coloridas, próximas umas das outras, com paredes em tons de branco, azul, amarelo e rosa. Os telhados são inclinados, cobertos por telhas cerâmicas em vermelho. À direita, destaca-se uma igreja com torre alta, janelas alongadas e detalhes arquitetônicos simples. No centro da composição, algumas pessoas caminham ou conversam, distribuídas ao longo da rua de pedras irregulares. À esquerda, três figuras estão agrupadas perto de uma escadaria, vestindo roupas em cores vivas. Mais ao fundo, outros pequenos grupos aparecem, sugerindo movimento cotidiano. O céu ocupa boa parte da parte superior da imagem, em tons claros de azul com nuvens suaves. A luz é difusa, sem sombras fortes, criando uma atmosfera tranquila e luminosa. A composição valoriza a profundidade da rua e o conjunto arquitetônico do Pelourinho.

Título: Pelourinho
Artista: Lopes
Ano: 1981
Técnica: óleo sobre tela
Medidas: 140x210 cm
Patrimônio: 240.050

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Lago Sul

A obra, intitulada "Lago Sul", é uma pintura a óleo sobre cartão do artista Milan Dusek, criada em 1982. Com 61 por 61 centímetros, a tela apresenta uma paisagem serena e minimalista. Em primeiro plano, um campo verde-claro se estende, com um único tronco de árvore marrom e copa arredondada em tons de verde-escuro, ligeiramente à direita do centro. Atrás do campo, um corpo d'água azul-claro, o Lago Sul, reflete a luz suave do céu. Na margem oposta, vegetação mais escura se eleva, e ao fundo, edifícios modernos em tons de cinza e branco se destacam contra um céu azul-pálido. A técnica de óleo sobre cartão confere textura suave e paleta de cores delicadas, evocando calma e contemplação. A obra captura a essência da paisagem urbana de Brasília, integrando natureza e arquitetura harmoniosamente.

Título: Lago Sul
Artista: Milan Dusek
Ano: 1982
Técnica: óleo sobre cartão
Medidas: 61 x 61 cm
Patrimônio: 000.078

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Ponte Costa e Silva

A obra, intitulada "Ponte Costa e Silva", é uma pintura em óleo sobre tela do artista Milan Dusek, criada em 1982. Mede 40 por 70 centímetros. A imagem apresenta uma representação da Ponte Costa e Silva, em Brasília. A ponte, em tons de branco e cinza claro, se estende em um arco suave sobre um corpo d'água azul escuro. As margens do rio são cobertas por vegetação em tons de verde vibrante. Ao fundo, a silhueta de edifícios modernos da cidade de Brasília pode ser vista sob um céu azul claro com nuvens esparsas. A pintura utiliza uma paleta de cores suaves e pinceladas fluidas, criando uma atmosfera calma e serena. A obra celebra a arquitetura modernista de Brasília e a beleza de sua paisagem urbana.

Título: Ponte Costa e Silva
Artista: Milan Dusek
Ano: 1982
Técnica: óleo sobre tela
Medidas: 40 x 70 cm
Patrimônio: 000.081

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Caminhantes

Esta é uma pintura a óleo sobre tela, de 40 por 40 centímetros, criada em 1986. A obra, intitulada "Caminhantes", apresenta uma composição abstrata e expressiva, dominada por tons vibrantes de vermelho que preenchem a maior parte do fundo. No centro, emerge uma figura estilizada, que lembra um ser humano com um cajado, vestindo um adorno na cabeça que sugere uma coroa ou um elaborado capacete. A figura é retratada em tons terrosos de marrom e ocre, com texturas que conferem um aspecto quase escultural, especialmente ao redor de seu corpo. À esquerda da composição, uma faixa vertical em degradê de azul, que vai do escuro ao claro, cria um contraste marcante com o intenso vermelho. Na parte inferior esquerda, pequenos padrões quadrados em azul claro e branco adicionam um detalhe geométrico. A obra evoca uma sensação de movimento e jornada, refletindo o título "Caminhantes" e convidando à contemplação de sua rica superfície e simbolismo.

Título: Caminhantes
Artista: Gledson Franqueira Amorelli
Ano: 1986
Técnica: óleo sobre tela
Medidas: 40x40 cm
Patrimônio: 000.012

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Ceia

Obra “Ceia”, de Henry Carribres, de 1986, óleo sobre tela de 60 por 80 centímetros, apresenta uma composição abstrata com formas geométricas sobrepostas em tons de vermelho, laranja, verde e azul. No centro da composição, uma forma alongada e curva, em tons claros, sugere o corpo de um peixe disposto sobre a mesa, atravessando a imagem na horizontal. Ao redor, planos triangulares e linhas diagonais criam sensação de movimento e fragmentação. À direita, um conjunto de pequenos círculos claros representa um cacho de uvas. Na parte inferior esquerda, uma forma oval aberta, com pequenos pontos no interior, lembra uma fruta cortada. Outras formas circulares e semicirculares sugerem pratos ou recipientes. O fundo é dividido em blocos de cor, como se diferentes ângulos da mesa fossem vistos ao mesmo tempo. A cena remete a uma refeição, reinterpretada de forma abstrata e dinâmica.

Título: Ceia
Artista: Henry Carribres
Ano: 1986
Técnica: óleo sobre tela
Medidas: 60x80 cm
Patrimônio: 004.235

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Retirantes

"Retirantes", uma obra impactante do artista Carl Brussel, criada em mil novecentos e oitenta e seis. Esta pintura, realizada em óleo sobre tela e medindo noventa e dois por setenta e três centímetros, retrata a dura realidade da migração. A composição apresenta figuras humanas estilizadas, com formas angulares e alongadas, que transmitem uma sensação de movimento e cansaço. No primeiro plano, uma mulher com um chapéu grande e branco na cabeça, e um vestido em tons de azul acinzentado, caminha carregando uma cesta. Seu olhar é direcionado para frente, mas sua postura sugere resignação. Ao seu lado e um pouco atrás, outras figuras, também estilizadas, a acompanham, formando um grupo coeso. As cores predominantes são tons terrosos, cinzas, azuis pálidos e brancos, que evocam a paisagem árida e a poeira do caminho. A técnica de óleo sobre tela confere à obra uma textura rica e uma profundidade que acentua a dramaticidade da cena. O fundo da pintura é composto por planos geométricos e cores claras, que sugerem um horizonte distante e a vastidão do percurso. A luz incide de forma difusa, criando um ambiente de melancolia e esperança. A obra "Retirantes" transmite uma sensação de resiliência e a força do espírito humano diante das adversidades. É um tributo àqueles que buscam um novo começo, carregando consigo a história e a esperança de um futuro melhor.

Título: Retirantes
Artista: Carl Brussel
Ano: 1986
Técnica: óleo sobre tela
Medidas: 92 x 73 cm
Patrimônio: 000.020

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Cidade Convento

Cidade Convento, de Nazzareno Stanislau, é um desenho sobre papel de 2005, medindo 23 por 18 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata e colorida, com formas geométricas e orgânicas que se entrelaçam, sugerindo uma paisagem urbana ou arquitetônica. Predominam tons de rosa, azul, vermelho, amarelo e verde, com linhas pretas que definem os contornos das formas. No centro, uma estrutura que lembra um edifício ou um convento se destaca, com detalhes que evocam janelas e telhados. Ao redor, elementos que parecem árvores estilizadas e outras construções se misturam, criando uma atmosfera onírica e fantástica. A iluminação é difusa, realçando a vivacidade das cores e a complexidade do traço. A pintura transmite uma sensação de mistério e contemplação, convidando o observador a explorar os detalhes e as múltiplas interpretações da "Cidade Convento".

Título: Cidade Convento
Artista: Nazzareno Stanislau
Ano: 2005
Técnica: desenho sobre papel
Medidas: 23 x 18 cm
Patrimônio: 214.306

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Passagem

Passagem, de Cristina Pessoa, realizada em 2006 em pva sobre tela e medindo 180 por 110 centímetros, apresenta uma composição abstrata formada por retângulos concêntricos, organizados em camadas dentro de uma superfície horizontal. Ao centro, há um retângulo amplo em tom cinza claro, cercado por uma sequência de molduras retangulares que se expandem para fora. Essas molduras alternam cores neutras: bege, branco, preto e diferentes variações de cinza. As bordas são regulares, mas levemente onduladas, criando a sensação de movimento suave, como se as camadas respirassem ou pulsassem. A repetição das formas e o contraste entre claro e escuro conduzem o olhar para o interior da pintura, sugerindo profundidade e atravessamento, como um caminho ou passagem que se abre em planos sucessivos. O conjunto transmite equilíbrio e ritmo, explorando a relação entre forma, cor e espaço de maneira simples e meditativa.

Título: Passagem
Artista: Cristina Pessoa
Ano: 2006
Técnica: pva sobre tela
Medidas: 180x110cm
Patrimônio: 113.704

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Balança

A obra apresenta uma estrutura metálica abstrata, composta por formas geométricas que parecem se equilibrar no ar. No topo, um plano em formato de losango, levemente inclinado, abriga vazios recortados em curvas e linhas diagonais, criando a sensação de leve movimento. No interior dessa forma maior, hastes metálicas finas atravessam o espaço, sugerindo eixos de equilíbrio, como em uma balança. A superfície do metal é lisa e refletiva, em tons acinzentados, com áreas de sombra que destacam os recortes e a profundidade. A peça se apoia sobre uma base cúbica de madeira clara, simples e sólida, que contrasta com a leveza visual da estrutura superior. O conjunto transmite uma sensação de tensão estável, como se as partes estivessem cuidadosamente posicionadas para manter o equilíbrio entre peso, forma e vazio. Trata-se de uma escultura que convida à observação das relações entre movimento, estabilidade e espaço.

Título: Balança
Artista: Marcos Decat
Ano: 2008
Técnica: escultura
Medidas: -
Patrimônio: sem patrimônio

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Deusa da Justiça

Entalhe em madeira intitulado “Deusa da Justiça”, do artista Paulo Roberto da Cunha, criado em 2010, com dimensões de 82 por 56 centímetros. A superfície apresenta tonalidade marrom quente, com sulcos e relevos marcados pelo trabalho manual. No centro da composição, uma figura sentada aparece de perfil, voltada para a direita. A cabeça está coberta por uma venda esculpida. Um dos braços se estende à frente, sustentando uma balança com dois pratos suspensos. O outro braço permanece próximo ao corpo, junto a uma espada vertical apoiada na perna esquerda, com forma alongada e discreta, integrada ao relevo. Sobre as pernas, há uma tábua de leis inclinada, com inscrições em relevo, incluindo a palavra “LEX” e números romanos. As vestimentas apresentam dobras marcadas, e os pés calçam sandálias detalhadas. A cena é envolvida por uma moldura também em madeira, formando um conjunto compacto que transmite equilíbrio, firmeza e ordem, com volumes definidos e textura perceptível ao toque.

Título: Deusa da Justiça
Artista: Paulo Roberto da Cunha
Ano: 2010
Técnica: entalhe em madeira
Medidas: 82 x 56 cm
Patrimônio: 258.181

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Identidade

Identidade, de Bruno Matos, criada em 2010, com técnica mista sobre compensado e medindo 59 por 46 centímetros, apresenta um rosto humano centralizado, desenhado com traços escuros e bem definidos. Os cabelos são lisos. Os olhos grandes estão voltados para a direita; o nariz é alongado e a boca está fechada. O fundo combina tons quentes de vermelho, laranja e bege, com textura irregular. Ao redor da cabeça, há faixas verticais com sinais gráficos semelhantes a inscrições, e, na parte superior, uma faixa vermelha reúne caracteres estilizados. Na parte inferior, também em vermelho, aparecem pequenos animais, com traços simples que lembram pinturas rupestres. É possível reconhecer um boi e um cavalo, além de outras duas figuras: um animal de quatro patas, de corpo compacto e baixo, e um peixe, identificado pelo corpo alongado e forma contínua, sem patas. As figuras estão alinhadas, sugerindo movimento.

Título: Identidade
Artista: Bruno Matos
Ano: 2010
Técnica: técnica mista sobre compensado
Medidas: 59 x 46 cm
Patrimônio: 213.132

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Waiting for the owner

Waiting for the owner, aquarela sobre papel realizada por Jorge Blues em 2011, mede 54 por 36,5 centímetros. A composição apresenta uma paisagem aquática tranquila, em tons suaves de azul, branco, amarelo e verde. Em primeiro plano, uma canoa em tons amarelados e esverdeados ocupa a parte direita da cena. Vista levemente de cima, a embarcação revela seu interior escuro, com detalhes em vermelho e azul. A proa aponta para a frente, enquanto um reflexo suave se espalha sobre a água calma. No canto inferior esquerdo, pequenas pedras claras emergem da superfície azulada. Ao fundo, uma segunda canoa aparece menor e mais distante, reforçando a sensação de profundidade. Uma estreita faixa de terra recorta o horizonte, separando a água de um céu claro com pinceladas delicadas. A leveza da aquarela cria uma atmosfera silenciosa e contemplativa, sugerindo embarcações imóveis à espera de seus proprietários.

Título: Waiting for the owner
Artista: Jorge Blues
Ano: 2011
Técnica: aquarela sobre papel
Medidas: 54x36,5 cm
Patrimônio: 225.608

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Tragicomédia Cotidiana 5

A fotografia, em formato paisagem, revela uma cena vibrante de circo ou teatro, capturada em um palco de madeira. À esquerda, um pilar vertical de cor amarela e marrom se estende até o topo, enquanto um segundo pilar similar aparece mais ao centro, inclinado para a direita. O centro da imagem é dominado por um palhaço de pele clara, em movimento, com o corpo inclinado para a frente e o braço direito estendido em direção à plateia. Ele usa uma camisa branca de mangas compridas, calças largas vermelhas com bolinhas brancas, suspensórios finos brancos e meias vermelhas. Seus sapatos são pretos com detalhes brancos. Na cabeça, um chapéu verde e amarelo, e no rosto, a maquiagem clássica de palhaço com nariz vermelho. Em sua mão esquerda, o palhaço segura um objeto azul e amarelo, que parece ser um brinquedo ou acessório de malabarismo. A expressão em seu rosto é de concentração ou talvez de um sorriso contido, enquanto ele interage com o público. Ao fundo, uma lona azul escura serve de cenário, com aberturas retangulares na parte inferior que revelam um azul mais claro, sugerindo janelas ou entradas. Pequenos pontos de luz branca e azulada salpicam a lona, criando um efeito de brilho ou estrelas. À direita, a plateia é composta por diversas pessoas, algumas com os braços erguidos, tentando alcançar uma pequena bola laranja que flutua no ar, próxima ao palhaço. A interação entre o artista e o público é palpável, transmitindo alegria e participação. A iluminação geral é suave, destacando os elementos centrais da cena. A obra captura um momento de pura interação e emoção, um fragmento da tragicomédia da vida cotidiana.

Título: Tragicomédia Cotidiana 5
Artista: Pedro Mendes
Ano: 2012
Técnica: fotografia
Medidas: 40 x 60 cm
Patrimônio: 240.162

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Arcanjo da Justiça

Na obra “Arcanjo da Justiça”, de Glória Maria Mello, realizada em 2012, em acrílica sobre tela, com 120 por 80 centímetros, aparece uma figura angelical centralizada sobre fundo escuro, em tons de azul, preto e cinza. A figura tem grandes asas abertas, corpo coberto por vestes longas e volumosas, e segura uma balança dourada, símbolo da justiça. A balança pende à frente do corpo, com dois pratos suspensos por fios finos. Em uma das mãos, a figura também segura um objeto longo e claro, semelhante a uma espada ou bastão. O rosto é frontal, com traços suaves e pouco contraste. No alto da pintura, há um pequeno elemento circular luminoso. As pinceladas são aparentes, criando textura espessa e brilho sobre asas, roupas e fundo.

Título: Arcanjo da Justiça
Artista: Glória Maria Mello
Ano: 2012
Técnica: acrílica sobre tela
Medidas: 120x 80 cm
Patrimônio: 177.388

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Estátua da Justiça

Estátua da Justiça, de Iracema Miranda, 2012. Pintura em acrílica sobre tela, com 140 por 100 centímetros. Em composição vertical, uma figura humana estilizada ocupa o centro da obra. Sentada, mantém o tronco ereto e segura horizontalmente um objeto semelhante a uma espada apoiada sobre o colo. O rosto não apresenta traços fisionômicos, reduzido a formas geométricas simples. As vestes são sugeridas por áreas claras em branco e tons terrosos, com linhas suaves que definem o corpo. O fundo é abstrato e vibrante, dominado por tonalidades de vermelho, laranja, amarelo e toques de marrom, aplicadas em pinceladas amplas que criam sensação de calor e movimento. A figura clara destaca-se sobre esse ambiente luminoso, evocando a representação simbólica da Justiça em uma linguagem moderna e expressiva.

Título: Estátua da Justiça
Artista: Iracema Miranda
Ano: 2012
Técnica: acrílica sobre tela
Medidas: 140 x 100 cm
Patrimônio: 177.381

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Justiça

Obra “Justiça”, de Sônia Margarida Guerra Cardoso, realizada em 2012, em óleo sobre tela, medindo 150 por 100 centímetros. A pintura apresenta, ao centro, uma espada vertical prateada, com guarda avermelhada e ornamentada. Da espada pendem fios finos que sustentam uma balança de pratos dourados. À direita, uma figura humana de olhos vendados segura a espada. Ao fundo, há a fachada de um templo com colunas brancas e frontão triangular, envolta por tons azulados. Na parte inferior, formas onduladas em verde, amarelo, azul e branco remetem à bandeira do Brasil. A composição usa cores suaves e atmosfera nebulosa, associando justiça, equilíbrio, força da lei e identidade nacional.

Título: Justiça
Artista: Sônia Margarida Guerra Cardoso
Ano: 2012
Técnica: óleo sobre tela
Medidas: 150 x 100 cm
Patrimônio: 177.380

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