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Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
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Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Cartas, de Elizabete Adelaide, é uma obra de técnica mista, sem data, medindo 120 por 80 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata em tons de preto, branco e cinza, com detalhes em amarelo. À esquerda, formas geométricas em relevo sugerem pilhas de papel ou cartas, com textura de papel amassado. No centro, elementos lembram letras ou símbolos, e um pedaço de papel amarelado com escrita ilegível. À direita, pinceladas fortes em preto sobre fundo cinza, com uma grade escura e irregular. Toques de amarelo adicionam contraste. A composição transmite mistério e fragmentação, contando uma história através de elementos visuais dispersos.

Elizabete Adelaide sem data
Obra intitulada Carnaval, de Athos Bulcão, datada de 1962. Técnica: óleo sobre cartão. Medidas: 40 por 60 centímetros. A imagem apresenta cinco figuras humanas estilizadas alinhadas horizontalmente sobre um fundo claro, em tons suaves de rosa e bege. As formas são geométricas, com contornos simples e pouca definição de detalhes faciais. Da esquerda para a direita: a primeira figura veste peças em azul e laranja. Ao lado, uma segunda figura usa roupas em azul escuro. A terceira figura veste uma combinação de laranja, verde e amarelo, com um elemento branco próximo à cabeça. A quarta figura, ao centro-direita, utiliza um chapéu alto escuro e uma roupa composta por losangos em tons de azul, com os braços erguidos para cima. A quinta figura, à direita, veste peças em verde, branco e vermelho.

Athos Bulcão 1962
Capa: Ser é Estar

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Capa exposição

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Fotografia em preto e branco, posição paisagem. Vista aérea das obras para construção do Bloco A e Palácio do TJDFT.  A fotografia apresenta um edifício em concreto nas fases iniciais da obra para construção. Ao fundo na parte superior há a vista parcial do céu e da obra em construção. À frente, na parte inferior, há vista área do canteiro de obras. <br /><br />
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Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT Década de 1960
Audiodescrição da obra "Canto da Sereia", de Camilo Carvalho. A obra, intitulada "Canto da Sereia", é uma pintura em acrílica sobre tela do artista Camilo Carvalho, sem data de criação registrada. Mede 50 por 50 centímetros, com patrimônio número 236.058. A imagem apresenta uma figura feminina estilizada, possivelmente uma sereia, tocando uma flauta de Pã. A figura é retratada da cintura para cima, com a pele em tons terrosos e cabelos longos e ondulados. Ela usa um adorno na cabeça e brincos em formato de leque. A flauta de Pã é segurada com as duas mãos e levada à boca. O fundo da pintura é em tons de marrom e ocre, com uma área mais clara no canto superior direito, de onde parece emanar um som ou fumaça estilizada. A obra transmite uma atmosfera mística e musical, com a figura da sereia em um momento de encantamento.

Camilo Carvalho sem data
Fotografia oficial, posição retrato, em preto e branco. Rosto e Busto do desembargador Candido Colombo Cerqueira, na diagonal, olhando para a direita. Homem de cabelos escuros, meio calvo, veste toga de desembargador.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
A obra, intitulada "Campo de Papoulas", é uma pintura a óleo sobre tela da artista Silvia Medeiros, criada em 2017. Com medidas de 70 por 90 centímetros, a tela apresenta um vasto campo de papoulas vermelhas em primeiro plano, com suas flores em diferentes estágios de abertura, criando uma textura rica e um tapete de cor intensa. Um caminho de terra batida serpenteia pelo centro da composição, convidando o olhar a seguir em direção ao horizonte. Ao longo do caminho, pequenas árvores e arbustos em tons de verde e marrom adicionam profundidade à cena. Ao fundo, o céu azul claro, com algumas nuvens esparsas, complementa a paleta de cores. A técnica de óleo sobre tela confere à pintura uma sensação de movimento e vivacidade, capturando a beleza efêmera de um campo florido sob a luz do sol. A obra evoca uma sensação de tranquilidade e admiração pela natureza, convidando o observador a mergulhar na serenidade da paisagem campestre.

Silvia Medeiros 2017
A cena mostra duas figuras jovens em idade escolar, sendo uma delas a autora da obra, caminhando lado a lado sobre um caminho de terra em tons de bege e marrom. As duas usam uniforme escolar: camisas claras de manga curta, saia escura plissada, bermuda, meias claras e sapatos escuros. Cada figura carrega uma bolsa transversal posicionada à frente do corpo. A figura à esquerda apresenta cabelo dividido em duas tranças com acessórios claros. A figura à direita apresenta cabelo curto. As cabeças são proporcionalmente maiores que os corpos, característica estilizada da pintura. No plano de fundo, há pequenas construções com paredes em cores variadas — branco, azul, rosa e amarelo — e telhados em tons de vermelho. Árvores de copa arredondada e vegetação baixa aparecem distribuídas entre as casas. A parte superior é ocupada por um céu azul claro com nuvens brancas difusas.

Guiomar Monteiro 2024
Esta é uma pintura a óleo sobre tela, de 40 por 40 centímetros, criada em 1986. A obra, intitulada "Caminhantes", apresenta uma composição abstrata e expressiva, dominada por tons vibrantes de vermelho que preenchem a maior parte do fundo. No centro, emerge uma figura estilizada, que lembra um ser humano com um cajado, vestindo um adorno na cabeça que sugere uma coroa ou um elaborado capacete. A figura é retratada em tons terrosos de marrom e ocre, com texturas que conferem um aspecto quase escultural, especialmente ao redor de seu corpo. À esquerda da composição, uma faixa vertical em degradê de azul, que vai do escuro ao claro, cria um contraste marcante com o intenso vermelho. Na parte inferior esquerda, pequenos padrões quadrados em azul claro e branco adicionam um detalhe geométrico. A obra evoca uma sensação de movimento e jornada, refletindo o título "Caminhantes" e convidando à contemplação de sua rica superfície e simbolismo.

Gledson Franqueira Amorelli 1986
A pintura abstrata e expressiva retrata o busto de uma figura humana, possivelmente feminina, com a cabeça levemente inclinada. A paleta de cores é vibrante e multifacetada, criando uma atmosfera de profundidade e emoção. No lado esquerdo do fundo, um verde profundo se funde a uma curva amarela brilhante. À direita, o fundo é dominado por um tom magenta intenso. A pele da figura é representada por uma fusão de tons de roxo, azul, amarelo e rosa, que modelam a forma e sugerem a interação de luz e sombra. O pescoço é alongado e os ombros são amplos. Gotas de tinta visíveis, especialmente no lado esquerdo da figura, adicionam textura e dinamismo à composição, reforçando a ideia de camadas e a liberdade artística da obra. A assinatura da artista é visível no canto inferior direito.

Deborah Laranjeira 2017
A composição apresenta uma organização gráfica de formas que lembram cadeados, distribuídos ao longo da superfície. As figuras aparecem repetidas e organizadas de modo ritmado, criando uma sensação de padrão e regularidade. Predominam linhas marcadas e contrastes de claro e escuro, típicos da técnica de impressão, o que reforça os contornos e a textura visual da obra. Os cadeados, estilizados, não são retratados de maneira realista, mas sim simplificados, quase geométricos, sugerindo mais uma ideia do objeto do que sua representação literal. O fundo é limpo, destacando as formas principais. A imagem transmite uma sensação de ordem e repetição, podendo evocar temas como proteção, bloqueio ou restrição, dependendo da interpretação do observador.

Maria Luiza Leao 1960
Cadeado

Maria Luiza Leão 1960
Cacique e Neto, de Gisa Muller, é uma fotografia em preto e branco, sem data, medindo 59 por 42 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta um close-up de um homem indígena mais velho e uma criança, provavelmente seu neto. O homem, à esquerda, tem o rosto enrugado, barba e cabelos longos, e usa um adorno na cabeça. Sua expressão é serena e acolhedora. A criança, à direita, tem o rosto pintado de branco e uma expressão curiosa, olhando para o lado. Ambos estão com o torso nu, e a iluminação suave realça os detalhes de suas feições e a textura da pele. O fundo é escuro e desfocado, direcionando o foco para as figuras. A fotografia transmite uma profunda conexão entre gerações e a riqueza da cultura indígena, capturando um momento de ternura e sabedoria ancestral.

Gisa Muller sem data
Caçada da Rainha, fotografia colorida de Weverson Paulino, realizada em 2015. Em uma rua de terra batida, uma cena de celebração popular acontece sob um céu amplo, azul e parcialmente coberto por nuvens. Em primeiro plano, à esquerda, uma pessoa é vista de costas, vestindo casaco azul escuro e roupa estampada. Sobre a cabeça, carrega uma estrutura ornamentada de formato retangular. Ao lado do corpo, há uma longa haste inclinada. No centro da composição, uma pessoa monta um cavalo que atravessa a rua. Ao fundo, aparecem casas térreas, árvores, postes e pequenos grupos de pessoas. Fileiras de bandeirinhas azuis e amarelas cruzam o céu em diagonais. A iluminação valoriza o contraste entre os tons ocres do chão seco e o azul intenso do céu.

Weverson Paulino 2015
Caboclinho, de Márcio Garcez, é uma fotografia sem data, medindo 92,5 por 62,5 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta um close-up de um jovem de pele morena, com os olhos fechados e uma expressão serena. Ele usa um cocar exuberante, adornado com penas azuis, brancas e pretas, e detalhes em vermelho e dourado. As penas são longas e volumosas, emoldurando o rosto do jovem. O fundo é claro e desfocado, realçando o cocar e o rosto. A iluminação suave destaca os detalhes das penas e a textura da pele. A fotografia transmite uma sensação de espiritualidade, cultura e tradição, capturando a beleza e a riqueza dos rituais indígenas. A composição foca na expressão do jovem e na grandiosidade do adorno, evocando um sentimento de reverência e conexão com a ancestralidade.

Márcio Garcez sem data
Escultura intitulada Busto de Ruy Barbosa, criada por Achnoor em 1969. A obra apresenta a cabeça e parte do tronco em bronze escuro, com leve brilho. O rosto tem traços marcados e testa ampla, voltado para frente. O vestuário aparece de forma simplificada, com colarinho alto e gravata. O busto está apoiado sobre um pedestal de mármore claro. Na parte superior, uma base lisa sustenta a escultura. Abaixo, um bloco maior de mármore, com veios discretos, traz uma inscrição em letras cursivas escuras, bem visíveis no fundo claro. A frase gravada diz: “Quem dá às Constituições realidade não é, nem a inteligência que as concebe, nem o pensamento que as estampa: é a magistratura que as defende.” Ao final, aparece o nome Ruy Barbosa. Ao fundo, uma parede clara com formas geométricas em relevo cria um ambiente sóbrio, destacando o contraste entre o bronze escuro e o mármore claro do pedestal.

Achnoor rio 1969 -
Bumba Meu Boi, de Ricco, 2015. Acrílica e giz sobre tela, 80 por 80 centímetros. Pintura colorida e vibrante, composta por inúmeras figuras sobrepostas. No canto superior esquerdo, destaca-se um tucano estilizado de perfil, com grande bico multicolorido. À direita, aparece um boi decorado com círculos e formas geométricas, com chifres vermelhos curvos. Ao centro, uma cruz e uma pequena construção semelhante a uma capela remetem ao universo das festas populares. Folhas, flores e elementos ornamentais espalham-se por toda a composição. Na parte inferior, grandes folhas claras contrastam com áreas em azul, verde, rosa e amarelo. No canto inferior direito, surge um rosto desenhado de forma simples. A obra reúne símbolos da natureza e da cultura popular em um conjunto alegre, dinâmico e festivo, associado ao imaginário do Bumba Meu Boi.

Ricco 2015
Brasília Democrática: Identidade do Brasil, de Mariângela Junqueira Borges, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 120 por 110 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata e geométrica, dominada por tons quentes de amarelo, laranja e marrom, contrastando com azuis e cinzas. Formas verticais e angulares se entrelaçam, lembrando edifícios ou monumentos, com linhas diagonais que sugerem movimento. No centro, elementos remetem a balanças, simbolizando justiça e equilíbrio. A paleta de cores vibrantes e a sobreposição de planos criam dinamismo. A obra evoca a arquitetura e os ideais de Brasília, com uma interpretação artística da identidade brasileira através de formas e cores.

Mariângela Junqueira Borges sem data
A imagem mostra a vista de um edifício moderno, fotografado de baixo para cima. No primeiro plano, uma fachada composta por uma malha de linhas verticais e horizontais forma um conjunto de painéis retangulares de vidro. Os vidros apresentam variações de cor entre tons de azul, roxo e branco, com algumas áreas mais opacas e outras mais translúcidas. As linhas estruturais, escuras e retas, conduzem o olhar em direção ao alto da imagem, criando um forte efeito de perspectiva. À direita, uma segunda superfície curva se eleva, também revestida por pequenos painéis, formando um contraste entre linhas retas e uma forma sinuosa. Ao fundo, o céu aparece claro e ligeiramente esmaecido, sem detalhes definidos. A iluminação é difusa, com reflexos suaves nos vidros. A composição enfatiza repetição geométrica, verticalidade e profundidade, destacando a estrutura arquitetônica e o ritmo visual dos painéis.

Martim Garcia 2015
Brasil, de Franzoni, é uma obra sem data, utilizando tinta metálica e verniz vitral sobre vidro e madeira, medindo 79 por 110 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma composição abstrata vibrante. Predomina um tom de azul intenso, que cobre a maior parte da tela, sugerindo vastas águas ou o céu. A superfície azul é pontilhada com pequenas texturas, criando um efeito granulado e luminoso. No centro, uma faixa horizontal em tons de laranja e amarelo atravessa a tela, dividindo o azul e adicionando um ponto focal quente. As bordas são contornadas por um amarelo vibrante, que enquadra a cena e intensifica o contraste. A técnica mista confere profundidade e brilho únicos, evocando a riqueza e a diversidade das paisagens brasileiras de forma abstrata e poética.

Franzoni sem data
Fotografia colorida do Fórum de Brasília. Posição retrato. Na parte superior da imagem há um prédio de dez andares em concreto armado. Na parte inferior há uma rua de asfalto com transeuntes andando na calçada. Existem quatro arvores no gramado entre a rua e o prédio.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 12/03/1974
Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Construção de um prédio com andaimes de madeira. Placa com informações da obra do Bloco 6, com data de início 02/05/1959 e de entrega 30/10/1959, pela empresa SETAL.

Arquivo Público do Distrito Federal 1959
Arquivo de texto com diagramação que utiliza fotografia e recursos visuais.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 24/08/2022
A obra, intitulada "Bandeira e Folhas", é uma fotografia de Jonas Pimentel Freitas, criada em 2018. A imagem revela uma composição intrigante onde a natureza e um símbolo nacional se entrelaçam. Em primeiro plano, galhos e folhas de árvores formam uma densa trama, com tons de verde vibrante e marrom dos troncos, criando uma sensação de profundidade e organicidade. Através dessa folhagem, vislumbra-se sutilmente a bandeira do Brasil, com suas cores verde, amarelo, azul e branco, que se integra harmoniosamente ao cenário natural. A luz do sol parece incidir sobre as folhas, realçando suas texturas e criando um jogo de luz e sombra que confere à fotografia uma atmosfera serena e contemplativa. A obra, medindo 50 por 75 centímetros, convida o observador a refletir sobre a relação entre o ambiente natural e a identidade cultural brasileira, sugerindo uma conexão profunda e orgânica entre ambos.

Jonas Pimentel Freitas 2018
Balcão de novas aquisições

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
A obra apresenta uma estrutura metálica abstrata, composta por formas geométricas que parecem se equilibrar no ar. No topo, um plano em formato de losango, levemente inclinado, abriga vazios recortados em curvas e linhas diagonais, criando a sensação de leve movimento. No interior dessa forma maior, hastes metálicas finas atravessam o espaço, sugerindo eixos de equilíbrio, como em uma balança. A superfície do metal é lisa e refletiva, em tons acinzentados, com áreas de sombra que destacam os recortes e a profundidade. A peça se apoia sobre uma base cúbica de madeira clara, simples e sólida, que contrasta com a leveza visual da estrutura superior. O conjunto transmite uma sensação de tensão estável, como se as partes estivessem cuidadosamente posicionadas para manter o equilíbrio entre peso, forma e vazio. Trata-se de uma escultura que convida à observação das relações entre movimento, estabilidade e espaço.

Marcos Decat 2008
Atendimento

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Obra Astreia – Filha de Têmis, de Ed Magalhães, produzida em 2014. Óleo sobre tela, medindo 80 por 100 centímetros. A pintura mostra uma figura humana de costas, posicionada à esquerda da composição, com o rosto de perfil voltado para a esquerda. Os cabelos misturam vermelho e cinza. O corpo aparece parcialmente envolto por um tecido vermelho translúcido, que atravessa a imagem em diagonal e se prolonga para a direita como uma faixa ou asa em movimento. A mão direita segura uma espada clara, apontada para baixo, em direção ao canto inferior direito. O fundo é escuro, com manchas em preto, cinza, marrom e vermelho, criando uma atmosfera densa e dramática.

Ed Magalhães 2014
A obra, intitulada "Asteroide", é uma pintura em acrílico sobre tela da artista Lia Paes, criada em 2017. Mede 60 por 60 centímetros. A imagem apresenta uma composição abstrata e cósmica. No lado esquerdo, domina uma grande esfera de tons amarelados e esbranquiçados, com textura rugosa, sugerindo um asteroide ou planeta. Essa esfera flutua em um espaço profundo. O fundo da pintura é uma mistura de tons escuros de azul, roxo e marrom avermelhado, com pinceladas que criam formas indefinidas, lembrando estruturas distantes. Há um contraste entre a luminosidade da esfera principal e a escuridão do ambiente. No canto inferior direito, uma esfera menor e mais clara adiciona profundidade. A obra evoca mistério e a vastidão do universo.

Lia Paes 2017
Arte Puxa

Fernanda Corsini 2021
Na obra “Arcanjo da Justiça”, de Glória Maria Mello, realizada em 2012, em acrílica sobre tela, com 120 por 80 centímetros, aparece uma figura angelical centralizada sobre fundo escuro, em tons de azul, preto e cinza. A figura tem grandes asas abertas, corpo coberto por vestes longas e volumosas, e segura uma balança dourada, símbolo da justiça. A balança pende à frente do corpo, com dois pratos suspensos por fios finos. Em uma das mãos, a figura também segura um objeto longo e claro, semelhante a uma espada ou bastão. O rosto é frontal, com traços suaves e pouco contraste. No alto da pintura, há um pequeno elemento circular luminoso. As pinceladas são aparentes, criando textura espessa e brilho sobre asas, roupas e fundo.

Glória Maria Mello 2012
Araras, de Clodair Edenilson Borin, é uma acrílica sobre tela de 2019, medindo 40 por 60 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, retrata duas araras-azuis em um plano próximo, com um fundo esverdeado e suavemente texturizado. A arara da esquerda está em primeiro plano, com a cabeça levemente inclinada para a direita, revelando suas penas azuis vibrantes, a face branca com detalhes pretos e o bico forte. A arara da direita está um pouco mais recuada e à frente, com a cabeça virada para a esquerda, encostando-se suavemente na primeira, criando uma sensação de intimidade e carinho. Suas penas azuis e amarelas se misturam, e os olhos expressivos de ambas as aves são destacados. A iluminação é suave e natural, realçando a riqueza das cores e a textura das penas. A pintura transmite uma sensação de tranquilidade, beleza natural e a delicadeza da relação entre os animais, celebrando a exuberância da fauna brasileira.

Clodair Edenilson Borin 2019
Aqui e Lá

Fernanda Corsini 2021
Água de Beber

Liselena Dalla Corte 2018
Admirable Nature

Liselena Dalla Corte 2020
Obra – “Adão após o pecado original", de Siron Franco, 1969. Técnica mista sobre tela. 72 cm por 100 cm. Imagem em tons claros, com aspecto de desenho em traço fino, predominantemente em cinza e bege, com leve fundo amarelado.   A composição apresenta formas orgânicas e entrelaçadas, com linhas sinuosas que se estendem horizontalmente pelo quadro.  No centro da imagem, uma figura humana aparece deitada ou reclinada, com o corpo estendido na horizontal. Os membros são alongados e estilizados, com braços e pernas que se misturam a elementos abstratos ao redor.  A cabeça da figura está voltada para o lado direito da imagem, com o rosto pouco definido, sugerido apenas por traços leves. Ao redor da figura central, há estruturas que remetem a galhos retorcidos, raízes ou formas biomórficas, que se conectam entre si como se fossem parte de um sistema vivo ou em transformação.  À esquerda, um conjunto mais denso de formas cria uma área de maior complexidade visual, com curvas que se sobrepõem. À direita, as linhas se tornam mais abertas e menos concentradas.  A imagem não apresenta cores vibrantes nem contraste forte; as linhas são delicadas e contínuas, criando sensação de movimento

Siron Franco 1969
Acórdão - Danos morais. Documento textual em papel A4 em boa estado de conservação.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT 05/07/1979
A obra, intitulada "Acesso Negado", é uma impressão digital da artista Onã da Silva Apolinário, criada em 2017. Com 30 por 40 centímetros, a peça apresenta uma composição impactante em formato de cartaz. No centro, destaca-se um sinal de "pare" vermelho com uma mão branca, símbolo universal de proibição. Ao redor, textos em português abordam a temática da acessibilidade e inclusão, com frases como "Acessibilidade? Acesso negado." e "Visto aqui, respeita a toda minha deficiência". Na parte inferior, uma silhueta escura de uma pessoa em cadeira de rodas reforça a mensagem de barreiras e exclusão. O fundo branco realça o contraste das cores e a clareza da mensagem. A obra é um poderoso manifesto visual que convida à reflexão sobre as dificuldades enfrentadas por pessoas com deficiência e a importância da acessibilidade plena na sociedade.

Onã da Silva Apolinário 2017
Acervo

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Acervo

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
Abraço

Fernanda Corsini 2021
A Justiça, de Gildrede Mascarenhas, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 120 por 90 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma figura feminina de pele morena, com um lenço verde na cabeça e cabelos escuros. Seus olhos são castanhos e o olhar é sereno. Ela segura um livro aberto com as duas mãos, que repousa sobre uma base amarela. No livro, quatro pombas brancas estilizadas estão dispostas horizontalmente, simbolizando a paz. Acima da cabeça da figura, um sol estilizado irradia raios brancos e azuis, preenchendo o fundo da obra. O azul vibrante do fundo, com pinceladas texturizadas, contrasta com os tons terrosos da figura. A composição evoca a sabedoria e a paz associadas à justiça.

Gildrede Mascarenhas sem data
A Justiça, de Solange Thomas, é uma pintura a óleo sobre tela, sem data, medindo 100 por 120 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma composição abstrata e expressiva. À esquerda, um rosto estilizado em tons de laranja, vermelho e amarelo, com pinceladas marcadas, tem os olhos vendados por uma faixa branca. O rosto está parcialmente imerso em um fundo escuro. À direita, duas formas triangulares brancas, que se assemelham a pratos de uma balança, emergem de um fundo preto texturizado. Uma linha vertical fina conecta as duas formas, sugerindo o eixo central de uma balança. O contraste entre as cores quentes do rosto e o preto e branco das balanças cria tensão visual. A obra evoca a figura da Justiça, com a venda nos olhos simbolizando imparcialidade e as balanças, o equilíbrio.

Solange Thomas sem data
A Janela e o espaço cúbico, de Donizetti Garci, é uma obra sem data, utilizando metal sobre madeira, medindo 81 por 95 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma ilusão de ótica que simula um espaço cúbico tridimensional. Predominam tons de vermelho vibrante nas paredes externas do cubo, que se abrem para um interior em tons de branco e cinza claro, criando profundidade e perspectiva. No centro do cubo, há uma pequena imagem retangular, que parece ser uma fotografia ou miniatura de outra obra de arte, funcionando como uma "janela" para outro universo. As linhas limpas e a geometria precisa criam um efeito visual impactante, convidando o observador a explorar a relação entre o espaço físico e o representado. A técnica de metal sobre madeira confere solidez e acabamento contemporâneo.

Donizetti Garci sem data
A fotografia intitulada A espera, de Francisca Elisabete Reis Lima, foi realizada em 2016, e mede 90 por 40 centímetros. Em formato vertical, apresenta a silhueta de uma gestante vista de perfil. O corpo está arqueado para trás em uma pose de alongamento ou dança. Um dos braços se eleva acima da cabeça, com a mão apontada para o alto, enquanto o ventre gestacional se destaca no contorno da figura. As pernas permanecem estendidas, sustentando o equilíbrio da postura. Ao fundo, uma luz intensa em tons dourados e alaranjados cria forte contraste com a silhueta escura, destacando suas linhas. A atmosfera luminosa remete ao amanhecer ou entardecer e reforça a ideia de expectativa e esperança sugerida pelo título da obra.

Francisca Elisabete Reis Lima 2016
A Cidade Fala

Liselena Dalla Corte 2022
capa da exposição &quot;Gênese de um acervo&quot; do programa &quot;A Arte no TJDFT&quot;. Galeria de Arte com quadros do acervo artístico originário.

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Obra “A Ariano”, da artista Flávia Limeira, criada em 2016. Escultura em cerâmica esmaltada de alta temperatura, com 65,5 centímetros de altura por 29 centímetros de largura e profundidade. Vê-se uma peça vertical em tons de bege e cinza-azulado. A base arredondada lembra uma cabaça ou fruto segmentado, marcada por sulcos escuros curvos. No centro, um corpo cilíndrico revestido por formas geométricas traz a inscrição “ARIANO” em relevo. Acima, uma coroa estilizada de folhas ou chamas abertas se projeta para o alto. Faixas decorativas com padrões triangulares contornam a parte superior e inferior da região central. O esmalte confere brilho suave à superfície, destacando relevos, texturas e detalhes ornamentais da cerâmica.

Flávia Limeira 2016
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2020 - eventos - capa

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Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
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2016-capa

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
2015-capa

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
2010 - IV Centenário do Tribunal de Justiça da Bahia

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
2010 - IV Centenário do Tribunal de Justiça da Bahia

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
2010 - Inauguração do Memorial TJDFT - Espaço Desembargadora Lila Pimenta Duarte.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
2007 - Inauguração do Espaço Histórico Cultural do Fórum de Taguatinga.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
2007 - Inauguração do Espaço Histórico Cultural do Fórum de Taguatinga

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT
A obra, intitulada "1992", é uma fotografia da artista Denise Vourakis, criada em 2016. Com medidas de 24 por 33 centímetros, a imagem apresenta um pequeno barco, que se assemelha a uma canoa, em um plano inclinado. O barco é predominantemente ocre, com borda superior em vermelho vibrante e proa em verde escuro. No interior, uma faixa amarela clara se destaca. A superfície onde o barco repousa é lisa e reflexiva, em tons de cinza e roxo, que refletem as cores do barco e criam profundidade. A iluminação suave realça as curvas e os contornos do barco, conferindo-lhe uma aparência quase escultural. A fotografia de Denise Vourakis convida à contemplação sobre forma, cor e textura, e pode evocar sentimentos de nostalgia ou de uma jornada à espera.

Denise Vourakis 2016
<div style="text-align: justify;">Com base nas atribuições da Primeira Vice-Presidência relativas à difusão da jurisprudência e à preservação da memória institucional do TJDFT, a <strong>Revista Jurídica: História &amp; Jurisprudência</strong> tem como escopo consolidar, em cada edição, uma curadoria de discursos, acórdãos e demais documentos de relevância histórica e jurídica, que retratem a trajetória e a contribuição dos Desembargadores que encerram suas atividades nesta Corte.</div><br />
<div style="text-align: justify;"></div><br />
<div style="text-align: justify;">A estruturação da publicação nessa perspectiva não apenas reforça o compromisso institucional com a preservação da memória, mas também fortalece a difusão da jurisprudência, contribuindo para a continuidade, a visibilidade e o reconhecimento da atuação jurisdicional desenvolvida ao longo dos anos.</div>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
11/2025
<strong>Monumentum, Ano XIII, nº 61, Jan/Mar de 2023</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
01/2023
<strong>Monumentum, Ano XII, nº 60, Jan/Mai 2022</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
05/2022
<strong>Monumentum Ano XIV, nº 63, jul/dez de 2024</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
07/2024
<strong>Monumentum Ano XIV, nº 62, jan/jun de 2024</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
01/2024
<strong>Monumentum Ano XI, nº 64, jan/dez de 2025</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
12/2025
<strong>Monumentum Ano XI, nº 59, jun/dez de 2021</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
12/2021
<strong>Monumentum Ano XI, nº 58, jan/mai de 2021</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
05/2021
<strong>Monumentum Ano X, nº 57, mai/dez de 2020</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
12/2020
<strong>Monumentum Ano X, nº 56, jan/abr de 2020</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
04/2020
<strong>Monumentum Ano VIII, nº 51, out/nov/dez de 2018</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
10/2018
<strong>Monumentum Ano VIII nº 50 - Agosto a Setembro de 2018</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
08/2018
<strong>Monumentum Ano VIII nº 49 - Maio/Junho de 2018</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
05/2018
<strong>Monumentum Ano VIII nº 48 - Janeiro a Março de 2018</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT 01/2018
<strong>Monumentum Ano VII - nº 45 - Julho/Agosto de 2017</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
07/2017
<strong>Monumentum Ano VII - nº 44 - Abril de 2017</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
04/2017
<strong>Monumentum Ano VI - nº 43 - Novembro/Dezembro 2016</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
11/2016
<strong>Monumentum Ano VI - nº 42 - Setembro/Outubro de 2016</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT 09/2016
<strong>Monumentum Ano VI - nº 41 - Junho/Julho de 2016</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
06/2016
<strong>Monumentum Ano VI - nº 40 - Abril de 2016</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
04/2016
<strong>Monumentum Ano VI - nº 39 - Março de 2016</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
03/2016
<strong>Monumentum Ano V, nº 35, Abril de 2015</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
04/2015
<strong>Monumentum Ano V - nº 37 - Agosto de 2015</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
08/2015
<strong>Monumentum Ano V - nº 36 - Junho de 2015</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
06/2015
<strong>Monumentum Ano V - n. 38 - Outubro de 2015</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
10/2015
<strong>Monumentum Ano IX, nº 55, out/dez de 2019</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
12/2019
<strong>Monumentum Ano IX, nº 54, maio/set de 2019</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
09/2019
<strong>Monumentum Ano IX, nº 53, mar /abr de 2019</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
03/2019
<strong>Monumentum Ano IX, nº 52, jan/fev de 2019</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
01/2019
<strong>Monumentum Ano IV - n. 34 - Abril/Maio de 2014</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
04/2014
<strong>Monumentum Ano IV - n. 33 - Fevereiro/Março de 2014</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
02/2014
<strong>Monumentum Ano IV - n. 32 - Janeiro de 2014</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
01/2014
<strong>Monumentum Ano III - n. 31 - Novembro/Dezembro de 2013</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
11/2013
<strong>Monumentum Ano III - n. 30 - Outubro de 2013</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
10/2013
<strong>Monumentum Ano III - n. 29 - Setembro de 2013</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
09/2013
<strong>Monumentum Ano III - n. 28 - Agosto de 2013</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
08/2013
<strong>Monumentum Ano III - n. 27 - Julho de 2013</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
07/2013
<strong>Monumentum Ano III - n. 26 - Julho de 2013</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
06/2013
<strong>Monumentum Ano III - n. 25 - Maio de 2013</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
05/2013
<strong>Monumentum Ano III - n. 24 - Abril de 2013</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
04/2013
<strong>Monumentum Ano III - n. 23 - Março de 2013</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
03/2013
<strong>Monumentum Ano III - n. 22 - Fevereiro de 2013</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
02/2013
<strong>Monumentum Ano III - n. 21 - Janeiro de 2013</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
01/2013
<strong>Monumentum Ano II - Nº 20 - Novembro de 2012</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
11/2012
<strong>Monumentum Ano II - Nº 19 - Outubro de 2012</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
10/2012
<strong>Monumentum Ano II - Nº 18 - Setembro de 2012</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
09/2012
<strong>Monumentum Ano II - Nº 17 - Agosto de 2012</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
08/2012
<strong>Monumentum Ano II - Nº 16 - Julho de 2012</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
07/2012
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