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<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=chd4gnDeVcM" rel="noopener" target="_blank" title="História Oral  - Juíza Léa Martins Sales Ciarlini">Programa História Oral - <span>Juíza Léa Martins Sales Ciarlini</span></a></strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
11/03/2026
<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=-1iNQ4kQz5I" rel="noopener" target="_blank">Programa História Oral - Servidor Fernando Assis de Freitas</a></strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
12/03/2026
<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=NJyGNc7NOIU" rel="noopener" target="_blank">Programa História Oral - Desembargador Arquibaldo Carneiro Portela.</a></strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
19/03/2026
<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=VVZzfpBqJpA" rel="noopener" target="_blank">Programa História Oral - Juiz Aimar Neres de Matos.</a></strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
20/03/2026
<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=LTHR9uy6v4k" rel="noopener" target="_blank">Programa História Oral - Juiz Luis Martius Holanda Bezerra Junior.</a></strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
25/03/2026
<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=zLspvpMhEfM" rel="noopener" target="_blank">Programa História Oral - Desembargador Silvanio Barbosa Dos Santos.</a></strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
26/03/2026
<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=l6MNiFtEybY" rel="noopener" target="_blank">Programa História Oral - Juíza Oriana Piske de Azevedo Barbosa.</a></strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
30/03/2026
<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=YiCnABeM5vs" rel="noopener" target="_blank">Programa História Oral - Juiz José Ronaldo Rossato.</a></strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
10/04/2026
<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=JrS0n_mZx48" rel="noopener" target="_blank">Programa História Oral - Servidor José Rodrigues Costa Neto</a></strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
13/04/2026
<strong>Monumentum Ano XI, nº 59, jun/dez de 2021</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
12/2021
<strong>Monumentum Ano XI, nº 58, jan/mai de 2021</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
05/2021
<strong>Monumentum Ano X, nº 57, mai/dez de 2020</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
12/2020
<strong>Monumentum Ano X, nº 56, jan/abr de 2020</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
04/2020
<strong>Monumentum Ano IX, nº 55, out/dez de 2019</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
12/2019
<strong>Monumentum Ano IX, nº 54, maio/set de 2019</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
09/2019
<strong>Monumentum Ano IX, nº 53, mar /abr de 2019</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
03/2019
<strong>Monumentum Ano IX, nº 52, jan/fev de 2019</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
01/2019
<strong>Monumentum Ano VIII, nº 51, out/nov/dez de 2018</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
10/2018
<strong>Monumentum Ano VIII nº 50 - Agosto a Setembro de 2018</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
08/2018
<strong>Monumentum Ano VIII nº 49 - Maio/Junho de 2018</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
05/2018
<strong>Monumentum Ano VIII nº 48 - Janeiro a Março de 2018</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT 01/2018
<strong>Monumentum - Ano VII - n. 47 novembro/dezembro de 2017</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
11/2017
<strong>Monumentum - Ano VII - nº 46 Setembro/Outubro de 2017</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
09/2017
<strong>Monumentum Ano VII - nº 45 - Julho/Agosto de 2017</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
07/2017
<strong>Monumentum Ano VII - nº 44 - Abril de 2017</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
04/2017
<strong>Monumentum Ano VI - nº 43 - Novembro/Dezembro 2016</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
11/2016
<strong>Monumentum Ano VI - nº 42 - Setembro/Outubro de 2016</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT 09/2016
<strong>Monumentum Ano VI - nº 41 - Junho/Julho de 2016</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
06/2016
<strong>Monumentum Ano VI - nº 40 - Abril de 2016</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
04/2016
<strong>Monumentum Ano VI - nº 39 - Março de 2016</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
03/2016
<strong>Monumentum Ano V - n. 38 - Outubro de 2015</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
10/2015
<strong>Monumentum Ano V - nº 37 - Agosto de 2015</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
08/2015
<strong>Monumentum Ano V - nº 36 - Junho de 2015</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
06/2015
<strong>Monumentum Ano V, nº 35, Abril de 2015</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
04/2015
<strong>Monumentum Ano IV - n. 34 - Abril/Maio de 2014</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
04/2014
<strong>Monumentum Ano IV - n. 33 - Fevereiro/Março de 2014</strong>

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02/2014
<strong>Monumentum Ano IV - n. 32 - Janeiro de 2014</strong>

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01/2014
<strong>Monumentum Ano III - n. 31 - Novembro/Dezembro de 2013</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
11/2013
<strong>Monumentum Ano III - n. 30 - Outubro de 2013</strong>

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10/2013
<strong>Monumentum Ano III - n. 29 - Setembro de 2013</strong>

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09/2013
<strong>Monumentum Ano III - n. 28 - Agosto de 2013</strong>

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08/2013
<strong>Monumentum Ano III - n. 27 - Julho de 2013</strong>

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07/2013
<strong>Monumentum Ano III - n. 26 - Julho de 2013</strong>

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06/2013
<strong>Monumentum Ano III - n. 25 - Maio de 2013</strong>

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05/2013
<strong>Monumentum Ano III - n. 24 - Abril de 2013</strong>

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04/2013
<strong>Monumentum Ano III - n. 23 - Março de 2013</strong>

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03/2013
<strong>Monumentum Ano III - n. 22 - Fevereiro de 2013</strong>

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02/2013
<strong>Monumentum Ano III - n. 21 - Janeiro de 2013</strong>

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01/2013
<strong>Monumentum Ano II - Nº 20 - Novembro de 2012</strong>

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11/2012
<strong>Monumentum Ano II - Nº 19 - Outubro de 2012</strong>

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10/2012
<strong>Monumentum Ano II - Nº 18 - Setembro de 2012</strong>

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09/2012
<strong>Monumentum Ano II - Nº 17 - Agosto de 2012</strong>

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08/2012
<strong>Monumentum Ano II - Nº 16 - Julho de 2012</strong>

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07/2012
<strong>Monumentum Ano II - Nº 15 - Junho de 2012</strong>

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06/2012
<strong>Monumentum Ano II - Nº 14 - Maio de 2012</strong>

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05/2012
<strong>Monumentum Ano II - Nº 13 - Abril de 2012</strong>

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04/2012
<strong>Monumentum Ano II - Nº 12 - Março de 2012</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
03/2012
<strong>Monumentum Ano II - Nº 11 - Fevereiro de 2012</strong>

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02/2012
<strong>Monumentum Ano II - Nº 10 - Janeiro de 2012</strong>

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01/2012
<strong>Monumentum Ano I - Nº 9 - Novembro/Dezembro de 2011</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
11/2011
12/2011
<strong>Monumentum Ano I - Nº 8 - Outubro de 2011</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
10/2011
<strong>Monumentum Ano I - Nº 7 - Setembro de 2011</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
09/2011
<strong>Monumentum Ano I - Nº 6 - Agosto de 2011</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
08/2011
<strong>Monumentum Ano I - Nº 5 - Julho de 2011</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
07/2011
<strong>Monumentum Ano I - Nº 4 - Junho de 2011</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
06/2011
<strong>Monumentum Ano I - Nº 3 - Maio de 2011</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
05/2011
<strong>Monumentum Ano I - Nº 2 - Abril de 2011</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
04/2011
<strong>Monumentum Ano I - Nº 1 - Março de 2011</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
03/2020
<strong>Monumentum, Ano XII, nº 60, Jan/Mai 2022</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
05/2022
<strong>Monumentum, Ano XIII, nº 61, Jan/Mar de 2023</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
01/2023
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=w9Sw0NDJtgo" target="_blank" rel="noopener"><strong>Programa História Oral - Des. Waldir Leôncio Lopes Junior</strong></a>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
08/08/2024
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=4wduSEsOdh4&amp;t=34s&amp;ab_channel=TJDFToficial" target="_blank" rel="noopener"><strong>Programa História Oral - Des. Jair Soares.</strong></a>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
13/08/2024
<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=mqJWOo53w7Y&amp;t=21s" target="_blank" rel="noopener">Programa História Oral - Des. Héctor Valverde Santanna</a></strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
23/08/2024
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=AWtz17WQsD8&amp;t=27s" target="_blank" rel="noopener"><strong>Programa História Oral - Des. Josaphá Francisco dos Santos</strong></a>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
29/08/2024
<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=02j_GZkS604&amp;ab_channel=TJDFToficial" target="_blank" rel="noopener">Programa História Oral - Des. Alfeu Machado</a></strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
03/09/2024
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=Y3zvjeuRk20" target="_blank" rel="noopener"><strong>Programa História Oral - Desa. Diva Lucy de Faria Pereira</strong></a>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
10/09/2024
<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=WDFY-aIFVMg" target="_blank" rel="noopener">Programa História Oral - Des. James Eduardo Oliveira</a></strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
20/09/2024
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=24gN4rW9Li0" target="_blank" rel="noopener"><strong>Programa História Oral - Des. Luís Gustavo B. de Oliveira</strong></a>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
27/09/2024
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=fMmd35TnrMc" target="_blank" rel="noopener"><strong>Programa História Oral - Des. Mário Machado</strong></a>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
01/10/2024
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=ffKTIzWWVt4" target="_blank" rel="noopener"><strong>Programa História Oral - Des. Alvaro Ciarlini</strong></a>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
15/10/2024
<strong>Monumentum Ano XIV, nº 63, jul/dez de 2024</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
07/2024
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=l7Otvz-eLsI&amp;list=PLEVu_ObONqat2RNPT4XdMBG1luh_rjETg&amp;index=3" target="_blank" rel="noopener"><strong>Programa História Oral - Des. Jesuíno Rissato</strong></a>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
18/10/2024
<strong>Monumentum Ano XIV, nº 62, jan/jun de 2024</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
01/2024
<strong>Monumentum Ano XI, nº 64, jan/dez de 2025</strong>

Primeira Vice-Presidência do TJDFT
12/2025
Escultura intitulada Busto de Ruy Barbosa, criada por Achnoor em 1969. A obra apresenta a cabeça e parte do tronco em bronze escuro, com leve brilho. O rosto tem traços marcados e testa ampla, voltado para frente. O vestuário aparece de forma simplificada, com colarinho alto e gravata. O busto está apoiado sobre um pedestal de mármore claro. Na parte superior, uma base lisa sustenta a escultura. Abaixo, um bloco maior de mármore, com veios discretos, traz uma inscrição em letras cursivas escuras, bem visíveis no fundo claro. A frase gravada diz: “Quem dá às Constituições realidade não é, nem a inteligência que as concebe, nem o pensamento que as estampa: é a magistratura que as defende.” Ao final, aparece o nome Ruy Barbosa. Ao fundo, uma parede clara com formas geométricas em relevo cria um ambiente sóbrio, destacando o contraste entre o bronze escuro e o mármore claro do pedestal.

Achnoor rio 1969 -
A obra, intitulada "Em Busca do Despertar", é uma escultura do artista Alex Ofuji, criada em 2018. Utilizando a técnica de desgaste em PVC, a peça possui 65 centímetros de altura, 47 de largura e 20 de profundidade. A escultura apresenta uma forma cilíndrica, que se assemelha a um tronco de árvore, com detalhes intrincados esculpidos em sua superfície. Uma figura humana, em posição meditativa, está esculpida na base, com um semblante sereno e envolto em vestes fluidas. Acima dela, uma árvore estilizada com folhagens densas se ramifica, simbolizando crescimento e conexão com a natureza. A obra é apresentada em duas versões: uma em PVC claro, destacando a textura e os detalhes do desgaste, e outra iluminada internamente, que realça a figura meditativa e a árvore com um brilho quente, criando um efeito de luz e sombra que evoca introspecção e espiritualidade. A peça convida à reflexão sobre a jornada interior e a busca pelo autoconhecimento.

Alex Ofuji 2018
Dom Quixote 2, de Alexsandro Almeida, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 70 por 110 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, exibe uma cena vibrante e colorida, com estilo popular. À esquerda, um homem de chapéu de palha monta um burro marrom. À direita, um homem de bigode e armadura branca cavalga um cavalo branco, empunhando uma lança. Ambos estão em um campo verde com corações vermelhos. O fundo é abstrato e dinâmico, com formas geométricas coloridas em tons de azul, amarelo, laranja, roxo e rosa, lembrando bandeiras ou moinhos de vento. A paleta de cores é intensa e alegre, e as pinceladas expressivas criam uma atmosfera lúdica e fantástica, evocando a história de Dom Quixote com vivacidade.

Alexsandro Almeida sem data
A obra “STF 1”, de Alexandro Almeida, produzida em 2016 em acrílica sobre tela, apresenta uma composição abstrata de 60 por 60 centímetros, marcada pelo contraste entre formas geométricas e cores vibrantes. Sobre um fundo rosa intenso, uma forma amarela irregular ocupa a lateral esquerda, enquanto um pequeno círculo da mesma cor paira próximo ao topo. No centro da pintura, grandes faixas verticais em tons de azul e violeta descem em direção à base, ladeando formas brancas alongadas que evocam a silhueta estilizada de torres ou pilares. Na parte inferior, semicírculos em laranja, verde, preto e azul-claro introduzem curvas que dialogam com o predomínio das linhas verticais. À direita, uma estreita faixa amarela separa o conjunto central de uma larga faixa vermelha. A disposição das formas e o encontro entre cores quentes e frias criam uma composição equilibrada, dinâmica e fortemente gráfica, característica da linguagem abstrata da obra.

Alexsandro Almeida 2016
Promessa Chão, de Alliny Nunes, é uma fotografia em preto e branco, sem data, medindo 40 por 60 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta um grupo de sete pessoas, de diferentes idades, sorrindo e se abraçando, sugerindo uma família. No centro, um homem de óculos e cabelos claros, com um sorriso acolhedor, é abraçado por crianças e jovens. Todos estão vestidos com roupas claras, que se mesclam ao fundo. A composição é um close-up, focando nos rostos e expressões de felicidade e união. A iluminação suave realça os detalhes e as texturas, criando uma atmosfera íntima e calorosa. A fotografia transmite amor, cumplicidade e alegria, celebrando os laços familiares e a promessa de um futuro juntos.

Alliny Nunes sem data
Imagem retangular na horizontal. Apresenta desenhos abstratos em preto e branco.

Ana Letycia 1960
Índia Yanomami, de André Rodrigo, é uma fotografia sem data, medindo 100 por 100 centímetros. A obra, em formato quadrado, apresenta um close-up do rosto de uma jovem indígena Yanomami. Sua pele é morena e seus olhos escuros e expressivos olham diretamente para o observador. O rosto está adornado com pinturas faciais tradicionais em preto, com linhas horizontais sobre a testa e bochechas, e verticais que descem do nariz até o queixo. Adornos de palha ou madeira atravessam o septo nasal e os cantos da boca, e brincos brancos e pretos pendem das orelhas. O cabelo escuro e liso emoldura o rosto. O fundo é escuro e desfocado, realçando a figura da jovem. A iluminação suave destaca os detalhes das pinturas e adornos. A fotografia transmite a beleza, a força e a riqueza cultural do povo Yanomami, capturando a essência de sua identidade.

André Rodrigo sem data
Pássaros, uma gravura em metal de Anna Letycia, criada em 1960. A obra, medindo 35 por 50 centímetros, apresenta um contraste marcante em tons de cinza, preto e branco. No centro e à esquerda, formas brancas estilizadas emergem, sugerindo pássaros em pleno voo ou em movimento dinâmico. Seus contornos são irregulares e preenchidos com uma textura sutil, que lhes confere leveza. Na parte inferior e nas laterais, massas escuras dominam a composição, lembrando folhagens densas ou sombras profundas. Traços verticais e orgânicos criam uma sensação de vegetação exuberante, emoldurando as figuras aladas. O fundo da gravura é preenchido por diferentes tonalidades de cinza, evocando um céu nublado ou uma atmosfera densa, que acentua o mistério da cena. A técnica de gravura em metal confere à obra uma riqueza de detalhes e texturas, realçando o jogo de luz e sombra. A obra transmite uma sensação de liberdade e movimento, com a interação entre as formas claras dos pássaros e as escuras da natureza. Uma representação expressiva da artista, onde a simplicidade das formas revela uma profunda expressividade.

Anna Letycia 1960
Voe, de Antônia Célia, é uma acrílica sobre tela, sem data, medindo 90 por 100 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma composição abstrata e expressiva. O fundo é dominado por tons de verde oliva e marrom, com pinceladas que criam uma textura orgânica. No centro, uma forma vertical em tons de branco e cinza claro se destaca, atravessando a tela de cima a baixo, com detalhes que lembram galhos ou raízes finas e emaranhadas. À esquerda da forma central, há uma linha horizontal fina em tons de laranja e amarelo, adicionando um toque de cor e contraste. A iluminação parece vir do centro, realçando a textura e a profundidade. A composição transmite uma sensação de movimento ascendente e leveza, evocando a ideia de voo e liberdade, com uma estética que explora a interação entre formas orgânicas e abstratas.

Antônia Célia sem data
Refletindo, de Armando Cunha, é uma pintura a óleo sobre tela de 2024, medindo 120 por 80 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata com formas orgânicas e geométricas interligadas, em uma paleta de cores vibrantes e terrosas. Predominam tons de amarelo, verde-limão, azul-claro, marrom, cinza e rosa pálido. Há figuras que remetem a rostos ou perfis humanos, com olhos e narizes estilizados, sugerindo reflexão ou introspecção. As formas são contornadas por linhas finas em preto e branco, que adicionam dinamismo e separam os planos. A iluminação é suave, realçando as texturas e as sobreposições das cores. A pintura evoca uma sensação de mistério e contemplação, convidando o observador a interpretar as formas e as emoções transmitidas.

Armando Cunha 2024
Justiça, de Armando Cunha, é uma pintura a óleo sobre tela de 2024, medindo 120 por 70 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, apresenta uma composição abstrata de formas geométricas e orgânicas interligadas, em uma paleta de cores intensas e contrastantes. Predominam tons de vermelho, laranja, azul, roxo, amarelo e marrom. As formas se sobrepõem e se entrelaçam, criando uma sensação de movimento e profundidade. É possível identificar elementos que remetem a figuras humanas estilizadas, com traços angulares e curvos, sugerindo a complexidade e a dinâmica do conceito de justiça. A iluminação é dramática, com áreas de luz e sombra que realçam as cores e as texturas da pintura. A obra transmite uma sensação de força, equilíbrio e a busca por uma resolução, convidando o observador a refletir sobre os múltiplos aspectos da justiça.

Armando Cunha 2024
Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Construção de um prédio com andaimes de madeira. Placa com informações da obra do Bloco 6, com data de início 02/05/1959 e de entrega 30/10/1959, pela empresa SETAL.

Arquivo Público do Distrito Federal 1959
Descrição dos objetos. (Lado esquerdo): Esculturas de pássaros. Duas figuras tridimensionais de pequeno porte, com formato arredondado. As peças apresentam superfície lisa e brilhante. Predominam as cores dourado e vermelho escuro, com detalhes em preto. Título: “Tori” Artista: Ateliê Bell Stop Técnica: porcelana pintada Medidas: aproximadamente 38 por 17 centímetros (Lado direito): Joia. Objeto circular, de metal prateado, posicionado horizontalmente. Apresenta estrutura vazada, com linhas que partem do centro e formam um padrão radial, semelhante a uma roda. Título: “Pingente Catedral”. Autoria: Roselaine Júlia. Ano: 2019. Técnica: joia em prata com pedra de cristal branco. Medida: cerca de 5,5 centímetros de diâmetro

Ateliê Bell Stipp e Rosânia Ulácia sem data e 2019
Obra intitulada Carnaval, de Athos Bulcão, datada de 1962. Técnica: óleo sobre cartão. Medidas: 40 por 60 centímetros. A imagem apresenta cinco figuras humanas estilizadas alinhadas horizontalmente sobre um fundo claro, em tons suaves de rosa e bege. As formas são geométricas, com contornos simples e pouca definição de detalhes faciais. Da esquerda para a direita: a primeira figura veste peças em azul e laranja. Ao lado, uma segunda figura usa roupas em azul escuro. A terceira figura veste uma combinação de laranja, verde e amarelo, com um elemento branco próximo à cabeça. A quarta figura, ao centro-direita, utiliza um chapéu alto escuro e uma roupa composta por losangos em tons de azul, com os braços erguidos para cima. A quinta figura, à direita, veste peças em verde, branco e vermelho.

Athos Bulcão 1962
Esta é a pintura Mascarados, de Athos Bulcão, criada em 1962, em óleo sobre tela, com 33 por 100 centímetros. A composição é horizontal, com fundo rosa claro. Ao longo da imagem, cerca de onze figuras aparecem alinhadas, uma ao lado da outra, ocupando toda a largura. Cada figura veste roupas longas, com cores fortes e chapadas, como vermelho, azul, verde, amarelo e laranja. O destaque está nas máscaras. Cada personagem usa uma diferente: algumas são altas e estreitas, como cilindros; outras têm formatos mais largos ou achatados. Há máscaras com extensões laterais que lembram abas ou bicos, e outras com partes que se projetam para cima, como pontas ou hastes. Os rostos são bem simplificados, com poucos traços indicando olhos e nariz, sem detalhes realistas. Algumas figuras seguram objetos, como um instrumento musical, um círculo branco semelhante a um tambor e uma rede apoiada no chão. Todas permanecem no mesmo plano, criando um ritmo visual baseado na repetição e na variedade de formas e cores.

Athos Bulcão 1962
Deusa da Justiça, de Aulion, é uma pintura a óleo sobre tela de 2021, medindo 92 por 62 centímetros. A obra, em formato retangular vertical, retrata uma figura feminina estilizada, representando a Deusa da Justiça, em plano médio. Ela está de perfil, com o rosto levemente inclinado para baixo e olhos vendados por uma faixa clara. Seus cabelos, em tons de cinza e branco, estão presos em um coque alto. Veste uma túnica clara que revela parte de seu ombro. À esquerda, no fundo, uma balança de dois pratos, símbolo da equidade, aparece em tons escuros sobre um fundo marrom texturizado. À direita, atrás da figura, a empunhadura de uma espada, símbolo da força da lei, é visível. A paleta de cores é composta por tons terrosos, marrons, cinzas e um toque de verde. A iluminação suave cria um ambiente de seriedade e contemplação. A pintura evoca a imparcialidade e a força da justiça, com uma representação moderna e simbólica.

Aulion 2021
Imagem retangular na vertical. Apresenta cores escuras e amarronzadas. Representação abstrata.

Bernardo Cid
Pintura em formato vertical, inserida em moldura de madeira clara com detalhes dourados. A composição apresenta uma cena abstrata, em tons de marrom, ocre e sépia, com contraste entre luz e sombra. No centro da imagem, há um conjunto de formas orgânicas sobrepostas, criando uma estrutura visual densa. Essas formas lembram partes de corpos ou máscaras, com aberturas que sugerem olhos e cavidades. À esquerda, observa-se uma figura com parte superior arredondada. Abaixo, duas formas ovais lembram olhos vazados. No centro, um formato escuro remete a um coração. Mais abaixo, uma forma semelhante a uma boca com dentes visíveis. Na parte inferior esquerda, aparecem duas pequenas figuras humanas esquemáticas, com pernas finas, posicionadas sobre uma superfície plana. À direita, há formas volumosas com recortes que lembram rostos desestruturados. Algumas dessas formas são atravessadas por linhas diagonais. No centro inferior da pintura, uma área clara sugere um ponto de luz, contrastando com o fundo escuro. Predominam tons terrosos, com iluminação suave e difusa, que destaca volumes e cria profundidade. A composição transmite sensação de densidade e ambiguidade, com formas que evocam corpos e máscaras fragmentadas.

Bernardo Cid sem data
Identidade, de Bruno Matos, criada em 2010, com técnica mista sobre compensado e medindo 59 por 46 centímetros, apresenta um rosto humano centralizado, desenhado com traços escuros e bem definidos. Os cabelos são lisos. Os olhos grandes estão voltados para a direita; o nariz é alongado e a boca está fechada. O fundo combina tons quentes de vermelho, laranja e bege, com textura irregular. Ao redor da cabeça, há faixas verticais com sinais gráficos semelhantes a inscrições, e, na parte superior, uma faixa vermelha reúne caracteres estilizados. Na parte inferior, também em vermelho, aparecem pequenos animais, com traços simples que lembram pinturas rupestres. É possível reconhecer um boi e um cavalo, além de outras duas figuras: um animal de quatro patas, de corpo compacto e baixo, e um peixe, identificado pelo corpo alongado e forma contínua, sem patas. As figuras estão alinhadas, sugerindo movimento.

Bruno Matos 2010
Audiodescrição da obra "Canto da Sereia", de Camilo Carvalho. A obra, intitulada "Canto da Sereia", é uma pintura em acrílica sobre tela do artista Camilo Carvalho, sem data de criação registrada. Mede 50 por 50 centímetros, com patrimônio número 236.058. A imagem apresenta uma figura feminina estilizada, possivelmente uma sereia, tocando uma flauta de Pã. A figura é retratada da cintura para cima, com a pele em tons terrosos e cabelos longos e ondulados. Ela usa um adorno na cabeça e brincos em formato de leque. A flauta de Pã é segurada com as duas mãos e levada à boca. O fundo da pintura é em tons de marrom e ocre, com uma área mais clara no canto superior direito, de onde parece emanar um som ou fumaça estilizada. A obra transmite uma atmosfera mística e musical, com a figura da sereia em um momento de encantamento.

Camilo Carvalho sem data
"Retirantes", uma obra impactante do artista Carl Brussel, criada em mil novecentos e oitenta e seis. Esta pintura, realizada em óleo sobre tela e medindo noventa e dois por setenta e três centímetros, retrata a dura realidade da migração. A composição apresenta figuras humanas estilizadas, com formas angulares e alongadas, que transmitem uma sensação de movimento e cansaço. No primeiro plano, uma mulher com um chapéu grande e branco na cabeça, e um vestido em tons de azul acinzentado, caminha carregando uma cesta. Seu olhar é direcionado para frente, mas sua postura sugere resignação. Ao seu lado e um pouco atrás, outras figuras, também estilizadas, a acompanham, formando um grupo coeso. As cores predominantes são tons terrosos, cinzas, azuis pálidos e brancos, que evocam a paisagem árida e a poeira do caminho. A técnica de óleo sobre tela confere à obra uma textura rica e uma profundidade que acentua a dramaticidade da cena. O fundo da pintura é composto por planos geométricos e cores claras, que sugerem um horizonte distante e a vastidão do percurso. A luz incide de forma difusa, criando um ambiente de melancolia e esperança. A obra "Retirantes" transmite uma sensação de resiliência e a força do espírito humano diante das adversidades. É um tributo àqueles que buscam um novo começo, carregando consigo a história e a esperança de um futuro melhor.

Carl Brussel 1986
Clamor de Justiça, de Carlos da Paz, é uma escultura sem data, medindo 150 por 50 centímetros. A obra apresenta uma figura humana estilizada, com a cabeça inclinada para trás e os braços levantados, em um gesto de súplica ou protesto. A escultura é composta por elementos que sugerem uma estrutura metálica ou de arame, com formas que remetem a fragmentos ou camadas. A cabeça, em tom claro, parece ser de um material diferente do corpo, mais escuro e texturizado. Uma base sólida e escura sustenta a figura verticalmente. A iluminação realça as texturas e as formas angulares, transmitindo movimento e emoção. A peça evoca a ideia de um grito silencioso por justiça, um clamor por atenção e reconhecimento.

Carlos da Paz sem data
Obra Paisagem Gaúcha, de Carlos Scliar, 1960. Têmpera e vinil sobre madeira, medindo 55,2 por 75 centímetros. A imagem apresenta uma paisagem com formas simplificadas e contornos suaves. No centro superior, há uma construção geométrica, de cor ocre, com linhas retas e verticais, posicionada sobre uma área levemente elevada. Ao fundo, troncos altos e verticais se distribuem pelo espaço, sugerindo árvores sem detalhes de folhas. Na metade inferior, o terreno é composto por faixas curvas e sobrepostas em tons de verde e ocre, criando a sensação de caminhos ou campos organizados em camadas. Linhas finas e inclinadas atravessam o primeiro plano, lembrando cercas ou divisões de terra. As cores predominantes são verdes, amarelos e ocres, com aplicação difusa que suaviza os contornos e reduz contrastes. A composição enfatiza formas amplas e organização espacial, sem detalhamento minucioso dos elementos.

Carlos Scliar 1960
A obra, intitulada "Refugiados", é uma pintura a óleo sobre tela do artista Cassiano Araújo, criada em 2017. Com medidas de 70 por 200 centímetros, a tela apresenta uma composição horizontal que retrata uma multidão de pessoas em movimento, sugerindo uma jornada ou fuga. As figuras são representadas de forma abstrata, com pinceladas soltas e cores vibrantes, como tons de vermelho, laranja, azul e branco, que se misturam e se sobrepõem, criando uma sensação de dinamismo e urgência. As cores quentes predominam no centro da tela, enquanto as bordas apresentam tons mais frios, como azuis e cinzas. A massa de corpos transmite a ideia de um coletivo em busca de um novo lar. A obra é um poderoso comentário visual sobre a crise humanitária dos refugiados, convidando o observador a refletir sobre a resiliência e a esperança em meio à adversidade.

Cassiano Araújo 2017
Rosa Vermelha, uma pintura vibrante da artista Cecília Prudente, criada em dois mil e dezessete. Esta obra, com cinquenta por cinquenta centímetros, é uma fusão de tinta acrílica e óleo, resultando em uma textura rica e cores intensas. No centro da tela, uma única rosa vermelha se destaca, preenchendo quase todo o espaço. Suas pétalas, em diversos tons de vermelho, do escarlate profundo ao carmesim brilhante, se desdobram em camadas, criando uma sensação de profundidade e volume. A luz parece incidir suavemente sobre as bordas das pétalas, realçando suas curvas e aveludado. O miolo da rosa, mais escuro e denso, convida o olhar a se perder em suas profundezas, enquanto as pétalas externas se abrem graciosamente. O fundo da pintura é um tom escuro e uniforme, quase preto, que serve para acentuar ainda mais a intensidade e a paixão da rosa. A técnica mista de acrílica e óleo confere à obra uma qualidade tátil, onde se pode quase sentir a suavidade das pétalas. A composição é simples, mas poderosa, focando na beleza singular da flor. A obra transmite uma sensação de amor, beleza e intensidade, capturando a essência atemporal da rosa vermelha.

Cecília Prudente 2017
Sem data. Tapeçaria emoldurada em madeira, na horizontal, medindo aproximadamente 128 por 92 centímetros. Ao centro, uma composição de folhas grandes e alongadas ocupa quase toda a área. As folhas aparecem sobrepostas, em diferentes tons de verde, do claro ao escuro, com contornos marcados e formato pontiagudo, sugerindo vegetação densa. Entre as folhas, destacam-se flores estilizadas em tons de laranja e amarelo, distribuídas ao longo da parte superior. O fundo é dividido em duas faixas principais. Na parte inferior, predominam listras verticais finas nas cores verde e roxa. Na parte superior, o fundo é mais uniforme, em tom claro, próximo ao lilás. A superfície têxtil apresenta trama visível, com pequenos pontos regulares que reforçam o caráter artesanal da peça

Celeste sem data
Farol Sentinela, de Céres Sertã, realizada em 2015 em óleo sobre tela, mede 60 por 90 centímetros. A obra retrata uma paisagem costeira dominada pelo encontro entre o mar e rochas escarpadas. Uma antiga ponte de pedra atravessa a cena, sustentada por um amplo arco sob o qual passam as águas agitadas do oceano. No lado esquerdo da ponte, destaca-se um pequeno farol em tom amarelado. De formato cilíndrico e vertical, o farol ergue-se sobre a estrutura rochosa como ponto focal da composição. No topo, uma lanterna de cor clara é coroada por um pequeno telhado avermelhado, contrastando com o céu azul intenso ao fundo. Apesar das dimensões discretas, o farol se sobressai pela posição elevada e pela luminosidade de suas cores. Abaixo, ondas espumantes avançam contra as pedras escuras, enquanto o céu varia do azul profundo ao azul claro próximo ao horizonte.

Céres Sertã 2015
Descrição Geral: A obra é um desenho realista vertical, executado inteiramente em tons de cinza sobre um fundo branco liso. Retrata, em plano médio, o perfil esquerdo de uma jovem africana da etnia Massai. A figura está centralizada, capturada do topo da cabeça até a altura da cintura. Elementos da Figura A jovem possui traços delicados e uma expressão serena. Seu rosto está voltado para a esquerda. Ela tem a cabeça raspada, característica comum na cultura Massai, o que destaca o contorno preciso de seu crânio e a curva suave de sua nuca. O trabalho de luz e sombra é minucioso, criando uma ilusão de tridimensionalidade na pele. Há um brilho sutil na têmpora, na maçã do rosto e na ponta do nariz, enquanto sombras profundas definem a curvatura da orelha e a linha do maxilar. Vestimentas e Adornos A jovem veste uma túnica leve que envolve seus ombros e cai em dobras naturais sobre o peito e as costas. O tecido é representado com sombreados suaves que sugerem uma textura macia. Em seu pescoço, ela ostenta um colar tradicional Massai, composto por múltiplas fileiras de contas que formam uma estrutura circular plana, assemelhando-se a um disco. Embora o desenho seja em grafite, a variação de tons sugere o contraste de cores das miçangas originais. Ela também usa brincos pendentes, que se destacam contra o pescoço. Composição e Técnica: A composição é limpa e minimalista. Não há cenário ou elementos de fundo, o que direciona todo o foco para a figura feminina. A técnica de grafite é refinada, com transições de degradê quase imperceptíveis e detalhes precisos nos olhos, lábios e nos ornamentos, conferindo à obra uma qualidade quase fotográfica. A iluminação parece vir da parte frontal superior esquerda, criando contrastes que enfatizam a postura ereta e a dignidade da jovem retratada.

Clodair Borin 2024
Araras, de Clodair Edenilson Borin, é uma acrílica sobre tela de 2019, medindo 40 por 60 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, retrata duas araras-azuis em um plano próximo, com um fundo esverdeado e suavemente texturizado. A arara da esquerda está em primeiro plano, com a cabeça levemente inclinada para a direita, revelando suas penas azuis vibrantes, a face branca com detalhes pretos e o bico forte. A arara da direita está um pouco mais recuada e à frente, com a cabeça virada para a esquerda, encostando-se suavemente na primeira, criando uma sensação de intimidade e carinho. Suas penas azuis e amarelas se misturam, e os olhos expressivos de ambas as aves são destacados. A iluminação é suave e natural, realçando a riqueza das cores e a textura das penas. A pintura transmite uma sensação de tranquilidade, beleza natural e a delicadeza da relação entre os animais, celebrando a exuberância da fauna brasileira.

Clodair Edenilson Borin 2019
Estruturas e Desestruturas, do Coletivo Nós e Ludmyla Monteiro, é uma fotografia sem data, medindo 42 por 60 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta duas imagens de estruturas de madeira em um campo gramado. A imagem superior mostra postes e vigas de madeira dispostos verticalmente e em ângulos, formando uma cerca abstrata. O campo é verde com trilhas avermelhadas, e o céu é claro com algumas árvores ao fundo. A imagem inferior exibe estruturas de madeira semelhantes, mas organizadas em padrões triangulares interconectados, com um corpo d'água ao fundo e um céu rosado. A composição explora a dualidade entre construção e desconstrução, ordem e caos, utilizando elementos naturais e artificiais para refletir sobre a paisagem e a intervenção humana. A fotografia transmite efemeridade e transformação.

Coletivo Nós / Ludmyla Monteiro sem data
Passagem, de Cristina Pessoa, realizada em 2006 em pva sobre tela e medindo 180 por 110 centímetros, apresenta uma composição abstrata formada por retângulos concêntricos, organizados em camadas dentro de uma superfície horizontal. Ao centro, há um retângulo amplo em tom cinza claro, cercado por uma sequência de molduras retangulares que se expandem para fora. Essas molduras alternam cores neutras: bege, branco, preto e diferentes variações de cinza. As bordas são regulares, mas levemente onduladas, criando a sensação de movimento suave, como se as camadas respirassem ou pulsassem. A repetição das formas e o contraste entre claro e escuro conduzem o olhar para o interior da pintura, sugerindo profundidade e atravessamento, como um caminho ou passagem que se abre em planos sucessivos. O conjunto transmite equilíbrio e ritmo, explorando a relação entre forma, cor e espaço de maneira simples e meditativa.

Cristina Pessoa 2006
Audiodescrição da obra "Os Candangos", de Da Silva. A obra, intitulada "Os Candangos", é uma pirogravura em couro do artista Da Silva, sem data de criação registrada. Mede 30 por 42 centímetros, com patrimônio número 240.052. A imagem apresenta uma composição em tons terrosos, predominantemente marrom-avermelhado, característico do couro. Três figuras humanas estilizadas e alongadas são o foco central. Duas delas estão em pé, com corpos esguios e cabeças pequenas, sugerindo esforço ou trabalho, com seus corpos inclinados e braços levantados. Uma terceira figura, também estilizada, parece estar deitada no plano inferior esquerdo da obra. A técnica de pirogravura confere à obra um aspecto rústico e texturizado, com linhas queimadas que definem as formas e os contornos. O fundo é simples, realçando a presença das figuras.

Da Silva sem data
Palingenesia, de Da Silva, é uma pirogravura em cortiça de 2019, medindo 79,5 por 85 centímetros. A obra, em formato retangular horizontal, apresenta uma paisagem árida onde uma árvore solitária se destaca. Sob sua copa, a estátua da Justiça emerge do solo, simbolizando um renascimento. A técnica de pirogravura confere à imagem tons sépia e marrons, com texturas que remetem à madeira queimada. A árvore, no centro da composição, possui galhos retorcidos e folhagem densa, projetando uma sombra protetora sobre a figura. A estátua da Justiça, parcialmente visível, parece brotar da terra, sugerindo a força e a permanência do ideal de justiça mesmo em ambientes desolados. O fundo é simples, com um horizonte baixo, reforçando a quietude e a resiliência da cena. A obra evoca temas de regeneração e a conexão profunda entre a justiça e a vida, transmitindo uma mensagem de esperança e renovação.

Da Silva 2019
Obra “JK”, de Da Silva, criada em 2015 com a técnica de pirogravura em couro, mede 60 por 45 centímetros. Em uma placa de couro bege-claro, está representado Juscelino Kubitschek, em perfil. O retrato ocupa o centro da composição e mostra uma figura vestindo paletó, desenhada com finos traços em tons castanhos escuros. Ao redor do retrato, aparecem linhas retas e curvas que remetem a marcos da arquitetura modernista de Brasília, cidade associada ao legado de JK. A peça é fixada por quatro parafusos aparentes e emoldurada por uma larga moldura marrom texturizada. O conjunto une retrato e arquitetura em uma homenagem visual ao ex-presidente brasileiro.

Da Silva 2015
Formatos de Saída

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